??Então não é que a PGR acha que houve mesmo tramoia e que o governo de PSL fez uma Lei, à medida, para favorecer a Estoril-Sol...??
Aqui.
E agora? Não vai ninguém ser incomodado?
E o PSD, mais a sua impoluta dirigente o que diz? Faz-se justiça ou faz-se de conta?
segunda-feira, junho 09, 2008
Então agora o que diz a oposição?

Agora que os armadores usaram os pescadores par ase manifestarem;
Já que os pescadores usados pelos armadores, chegaram a roupa ao pelo da polícia e destruiram o pescado em armazém;
Agora que os donos dos camiões usaram da força para impedir a circulação livre dos que vivem do seu trabalho;
Agora que o lock-out se declara e se manifesta abertamente;
O que faz a direita populista?
- Chama pela polícia para abrir portões das lotas e dos frigoríficos ?
- Pede que se cumpra a Lei e se prendam os prevaricadores?
Não, a direita populista apela ao diálogo, o PR gagueja umas mínimas sobre a solidariedade e por fim ambos acham que tem que haver equilíbrio e bon senso da parte do governo!
E a esquerda, o que faz a esquerda?
- Condena o lock-out ?
- Pede medidas para que a liberdade de trabalhar e de circular seja aplicada em todas as estradas, aldeias, vilas e cidades?
- Diz uma palavra sobre o momento difícil que o País está a atravessar, qq que fosse o governo ?
Não, a esquerda comporta-se igualzinha à direita, talvez até com menos vergonha e nenhum pudor:
Ataca o governo, usa das dificuldades internas do PS para atacar o governo, organiza manifs e espera que o País lhe seja servido no prato, em fartas doses regadas a muito fel. E, nada diz sobre o cumprimento da lei e da ordem.
O PS está a gerir esta crise sabiamente: De futuro, quando estes cavalheiros da péssima figura, se levantarem na AR contra a ASAE, a PSP, a GNR, vai-lhes ser perguntado onde andavam quando destas malfeitorias e o que fizeram com elas!!
Estes são os políticos que Eça de Queiroz dizia que tinham de ser daitados fora, pela mesma razão que se mudam as fraldas ás crianças...Com regularidade...
Alcochete - Aeroporto - Turismo - Combustíveis
Ainda sobre o futuro aeroporto, não seria aconselhável uma nova e desapaixonada discussão sobre a sua viabilidade económica face aos cenários de crise permanente e generalizada no mercado/preços dos combustíveis?
Já estão estudados os cenários da exploração dessa infraestrutura com o petróleo a 200 ou a 250 US$ por barril?
A negação dos países da OPEP de aumentarem a sua produção, corresponde ou não a um verdadeiro racionamento mundial por via da oferta, e por via da pressão dos preços?
A menos que aconteçam vários e muito improváveis milagres, podemos estar diante de um novo paradigma quanto às viagens de negócios e, o que será pior, quanto ao turismo.
A aposta no TGV para ligação à Espanha e Europa, parece ser uma decisão acertada e que pode continuar a trazer turismo a Portugal de forma sustentada. Já o novo Aeroporto tem que ser reavaliado quanto à sua rentabilidade.
Já estão estudados os cenários da exploração dessa infraestrutura com o petróleo a 200 ou a 250 US$ por barril?
A negação dos países da OPEP de aumentarem a sua produção, corresponde ou não a um verdadeiro racionamento mundial por via da oferta, e por via da pressão dos preços?
A menos que aconteçam vários e muito improváveis milagres, podemos estar diante de um novo paradigma quanto às viagens de negócios e, o que será pior, quanto ao turismo.
A aposta no TGV para ligação à Espanha e Europa, parece ser uma decisão acertada e que pode continuar a trazer turismo a Portugal de forma sustentada. Já o novo Aeroporto tem que ser reavaliado quanto à sua rentabilidade.
sexta-feira, junho 06, 2008
Crise. Qual crise?
Já estão esgotados os 75.000 bilhetes para o concerto da Madona lá para Setembro.
A 60€, cada, dá a linda somade 4,5 milhões.
O Rock in Rio vendeu nestes 5 dias 354.000, a 30€, prefaz a modesta soma de 10,62 milhões...
Santa paciência!
A 60€, cada, dá a linda somade 4,5 milhões.
O Rock in Rio vendeu nestes 5 dias 354.000, a 30€, prefaz a modesta soma de 10,62 milhões...
Santa paciência!
O Jumento#links
Não posso estar mais de acordo. Pena é que o nível dos comentários releve da ausência de racionalidade e de nacional bota-abaixismo militante.
Nunca se tratam de marcar as prioridades. É tudo ou nada. E já para amanhã.
O Jumento#links
Nunca se tratam de marcar as prioridades. É tudo ou nada. E já para amanhã.
O Jumento#links
quinta-feira, junho 05, 2008
A mentira como arma
Manuel Alegre deve andar de cabeça perdida e em busca de protagonismo que lhe escapa por entre os ataques que profere:
De tal forma, que deixou de participar na Comissão Política do PS e das reuniões do grupo parlamentar.
Realmente é mentira que não haja debate interno no PS. Ele é que se julga acima desse debate. Não vai lá nem participa.
E mantém o seu gráu de Vice-presidente da AR por nomeação do mesmo PS.
Se a isto juntarmos que foi aos Açores, na comitiva de militantes que ia participar nas Jornadas do PS... não para participar delas, mas para ir a um lançamento de um livro, patrocinado pelo Governo Regional dos Açores... ( quer dizer, pago por nós contribuintes...), não considera isto mais uma golpada oportunista e de baixa ética republicana ?
Ou já não repara na triste figura que anda a fazer e que permite à esquerdalhada de serviço juntar uma pujante barriga aos pequenos cérebros em parada ?
De tal forma, que deixou de participar na Comissão Política do PS e das reuniões do grupo parlamentar.
Realmente é mentira que não haja debate interno no PS. Ele é que se julga acima desse debate. Não vai lá nem participa.
E mantém o seu gráu de Vice-presidente da AR por nomeação do mesmo PS.
Se a isto juntarmos que foi aos Açores, na comitiva de militantes que ia participar nas Jornadas do PS... não para participar delas, mas para ir a um lançamento de um livro, patrocinado pelo Governo Regional dos Açores... ( quer dizer, pago por nós contribuintes...), não considera isto mais uma golpada oportunista e de baixa ética republicana ?
Ou já não repara na triste figura que anda a fazer e que permite à esquerdalhada de serviço juntar uma pujante barriga aos pequenos cérebros em parada ?
Oportunidade de MFL

Hoje, quando da apresentação da moção de censura ao governo, por parte do CDS, o PSD de MFL tem uma oportunidade de ouro de se desmarcar duma oposição sem critério e oportunista e de deixar o CDS a falar no deserto, provavelmente com um PC entalado com a coincidente manif que organizou através da CGTP, e sem qq margem de manobra...
Basta colocar-se à margem da derrota da moção e abster-se na votação.
Seria um golpe de mestre.
Caso vote a favor da moção do CDS, está a engordar a cobra que a morderá numa primeira esquina da vida...
quarta-feira, junho 04, 2008
E deu também mais isto. Vai boa a colheita!
Não costumo estar de acordo com o estilo e o voluntarismo de Ana Gomes.
Hoje dou a mão à palmatória e só posso aplaudir o seu poste na Causa Nossa, que copio:
"E negócios à direita
O rol é extenso. Mais ainda, se falarmos dos negócios pouco socialistas, feitos por certos socialistas, por debaixo da mesa ou nos bastidores.Basta atentar no relato da revista SÁBADO, na última edição, de 29 de Maio, no artigo “Como Portas tentou ir para os EUA”, elaborado com base nas escutas telefónicas efectuadas às conversas de Abel Pinheiro, no quadro do processo judicial Portucale.Trata-se do favor que o socialista Dr. José Lamego se prestou a prestar a Paulo Portas, quando este se viu desempregado do Governo, em 2005. O objectivo era arranjar-lhe uma sinecura transitória na Universidade de Georgetown, nos EUA.O Dr. José Lamego confirmou à SÁBADO: “era uma questão política e pessoal”.Seria, mas as cunhas americanas do inefável socialista eram fracotas e não funcionaram: o Dr. Portas, em vez de se refastelar nos EUA, não teve outro remédio senão refugiar-se na AR .Confesso que não conhecia a Paulo Portas esta faceta de “anjinho”: há muito que dava para perceber que as conexões americanas do Prof. Lamego eram tão eficazes como as do vidente Prof. Bambo. Pois não é verdade que já não tinham funcionado para o próprio Dr. Lamego, quando em 2003 anunciou ir para o Iraque como membro do CPA (o governo provisório da coligação ocupante), e afinal se limitou a conseguir um marginal cargo de “Advisor” da CPA? E para isso foi preciso que o insaciável PM Durão Barroso, mai-lo seu incontrolável MNE Martins da Cunha, tivessem de pedinchar que se fartaram ao Departamento de Estado. E só conseguiram a migalhinha do lugar de “Advisor” – já servia para o Governo PSD-CDS e o inefável Dr. Lamego tentarem fazer ferro à direcção Ferro do PS! - em troca de Portugal desistir, em favor dos EUA, de uma candidatura ao Conselho Executivo da UNESCO, que há anos vinha sendo preparada.Os fretes e a graxa a Rumsfeld não valeram a Paulo Portas tudo o que esperaria, além da medalhita (e do mais que se apurar nas investigações judiciais em curso, ao Portucale e aos submarinos....). Achou-se tão descalço, tão desvalido, tão desesperado, que até se confiou à vidência transantlântica do Prof. Lamego...Escuso de dizer que não me surpreendeu a cumplicidade Portas-Lamego, mesmo por interposição do omnipresente Abel. Mas o relato da SÁBADO demonstra como estão mesmo bem um para o outro, estes comparsas!.....
[Publicado por AG] [3.6.08]
Hoje dou a mão à palmatória e só posso aplaudir o seu poste na Causa Nossa, que copio:
"E negócios à direita
O rol é extenso. Mais ainda, se falarmos dos negócios pouco socialistas, feitos por certos socialistas, por debaixo da mesa ou nos bastidores.Basta atentar no relato da revista SÁBADO, na última edição, de 29 de Maio, no artigo “Como Portas tentou ir para os EUA”, elaborado com base nas escutas telefónicas efectuadas às conversas de Abel Pinheiro, no quadro do processo judicial Portucale.Trata-se do favor que o socialista Dr. José Lamego se prestou a prestar a Paulo Portas, quando este se viu desempregado do Governo, em 2005. O objectivo era arranjar-lhe uma sinecura transitória na Universidade de Georgetown, nos EUA.O Dr. José Lamego confirmou à SÁBADO: “era uma questão política e pessoal”.Seria, mas as cunhas americanas do inefável socialista eram fracotas e não funcionaram: o Dr. Portas, em vez de se refastelar nos EUA, não teve outro remédio senão refugiar-se na AR .Confesso que não conhecia a Paulo Portas esta faceta de “anjinho”: há muito que dava para perceber que as conexões americanas do Prof. Lamego eram tão eficazes como as do vidente Prof. Bambo. Pois não é verdade que já não tinham funcionado para o próprio Dr. Lamego, quando em 2003 anunciou ir para o Iraque como membro do CPA (o governo provisório da coligação ocupante), e afinal se limitou a conseguir um marginal cargo de “Advisor” da CPA? E para isso foi preciso que o insaciável PM Durão Barroso, mai-lo seu incontrolável MNE Martins da Cunha, tivessem de pedinchar que se fartaram ao Departamento de Estado. E só conseguiram a migalhinha do lugar de “Advisor” – já servia para o Governo PSD-CDS e o inefável Dr. Lamego tentarem fazer ferro à direcção Ferro do PS! - em troca de Portugal desistir, em favor dos EUA, de uma candidatura ao Conselho Executivo da UNESCO, que há anos vinha sendo preparada.Os fretes e a graxa a Rumsfeld não valeram a Paulo Portas tudo o que esperaria, além da medalhita (e do mais que se apurar nas investigações judiciais em curso, ao Portucale e aos submarinos....). Achou-se tão descalço, tão desvalido, tão desesperado, que até se confiou à vidência transantlântica do Prof. Lamego...Escuso de dizer que não me surpreendeu a cumplicidade Portas-Lamego, mesmo por interposição do omnipresente Abel. Mas o relato da SÁBADO demonstra como estão mesmo bem um para o outro, estes comparsas!.....
[Publicado por AG] [3.6.08]
O melhor que o dia deu
• de Rui Ramos,
Uma página para a frente, duas para trás (Público de hoje):
“Há quem, como tratamento, recomende ao PSD a adopção urgente da fórmula política que anima as direitas europeias mais bem sucedidas: o PSD devia transformar-se num partido para os liberais e conservadores que estão à direita do PS. É uma óptima ideia, que só tem este problema: o PSD já é um partido de direita, para liberais e conservadores. Como votou a maioria dos deputados do PSD no caso da lei do aborto? Como teria votado a maioria dos conservadores. O que dizem os líderes do PSD sobre o papel do Estado? O que os liberais costumam dizer. E onde se situam os eleitores do PSD, quando sondados acerca da sua posição no leque político que vai da direita à esquerda? Segundo um estudo recente, muito mais à direita do que os do CDS.”•
ou, de
Vital Moreira,
Manter o rumo, na tempestade :
«(…) Concluído o essencial das inóspitas reformas do sector público e registado o notável sucesso na saída da situação de "défice excessivo", era chegada a altura de tirar partido do crescimento da economia e do emprego, da folga das finanças públicas, da descida de impostos e do aumento das despesas sociais e do investimento público. O crescimento de quase 2 por cento registado em 2007, os indicadores de aumento do emprego, a anunciada redução do IVA e a implícita promessa de uma redução ulterior, tudo isso alimentava fundadamente a esperança de um círculo virtuoso de crescimento económico e de investimento público, de aumento das receitas fiscais e de despesas sociais.Esse quadro está decididamente prejudicado pelo impacto da crise financeira e sobretudo da imparável subida do petróleo, com efeitos no encarecimento do crédito, dos transportes e das actividades mais dependentes dos combustíveis, e indirectamente de toda a economia (…).Há duas maneiras de reagir a esta emergência política.Uma consiste em recorrer a medidas avulsas de curto prazo para tentar salvar as perspectivas eleitorais, sacrificando os resultados alcançados até agora na reforma do Estado e na disciplina das finanças públicas. Tal seria o caso, por exemplo, da intervenção administrativa nos preços dos combustíveis ou da redução substancial da sua carga tributária, da cedência às reclamações de tratamento especial dos grupos e sectores mais directamente afectados (como os transportes ou o sector da pesca), de suspensão das decisões em curso de implementação (por exemplo, a imposição de portagens em algumas Scut).Outra via consiste, pelo contrário, em assumir como irreversível o novo "choque petrolífero" e, embora atenuando o impacto da crise sobre os sectores económicos e sociais mais vulneráveis, preparar o país para um novo paradigma económico definitivamente assente sobre o petróleo muito mais caro (…).»
Uma página para a frente, duas para trás (Público de hoje):
“Há quem, como tratamento, recomende ao PSD a adopção urgente da fórmula política que anima as direitas europeias mais bem sucedidas: o PSD devia transformar-se num partido para os liberais e conservadores que estão à direita do PS. É uma óptima ideia, que só tem este problema: o PSD já é um partido de direita, para liberais e conservadores. Como votou a maioria dos deputados do PSD no caso da lei do aborto? Como teria votado a maioria dos conservadores. O que dizem os líderes do PSD sobre o papel do Estado? O que os liberais costumam dizer. E onde se situam os eleitores do PSD, quando sondados acerca da sua posição no leque político que vai da direita à esquerda? Segundo um estudo recente, muito mais à direita do que os do CDS.”•
ou, de
Vital Moreira,
Manter o rumo, na tempestade :
«(…) Concluído o essencial das inóspitas reformas do sector público e registado o notável sucesso na saída da situação de "défice excessivo", era chegada a altura de tirar partido do crescimento da economia e do emprego, da folga das finanças públicas, da descida de impostos e do aumento das despesas sociais e do investimento público. O crescimento de quase 2 por cento registado em 2007, os indicadores de aumento do emprego, a anunciada redução do IVA e a implícita promessa de uma redução ulterior, tudo isso alimentava fundadamente a esperança de um círculo virtuoso de crescimento económico e de investimento público, de aumento das receitas fiscais e de despesas sociais.Esse quadro está decididamente prejudicado pelo impacto da crise financeira e sobretudo da imparável subida do petróleo, com efeitos no encarecimento do crédito, dos transportes e das actividades mais dependentes dos combustíveis, e indirectamente de toda a economia (…).Há duas maneiras de reagir a esta emergência política.Uma consiste em recorrer a medidas avulsas de curto prazo para tentar salvar as perspectivas eleitorais, sacrificando os resultados alcançados até agora na reforma do Estado e na disciplina das finanças públicas. Tal seria o caso, por exemplo, da intervenção administrativa nos preços dos combustíveis ou da redução substancial da sua carga tributária, da cedência às reclamações de tratamento especial dos grupos e sectores mais directamente afectados (como os transportes ou o sector da pesca), de suspensão das decisões em curso de implementação (por exemplo, a imposição de portagens em algumas Scut).Outra via consiste, pelo contrário, em assumir como irreversível o novo "choque petrolífero" e, embora atenuando o impacto da crise sobre os sectores económicos e sociais mais vulneráveis, preparar o país para um novo paradigma económico definitivamente assente sobre o petróleo muito mais caro (…).»
A esquerda, à esquerda da esquerda! nº 2
Aqueles que, preocupados com o luzir dos seus lustros, esquecem ou atraiçoam a inevitabilidade da realidade, estão para os portugueses de hoje como os patos de plástico na banheira das criancinhas: Estão lá a fingir!
Os que exigem que o país seja transformado, de pobre em rico, em menos tempo do que dura uma legislatura, estão ao serviço da especulação e dos oportunistas. Ou são uns FDP!!
Ou acumulam.
O que o PS encontrou quando chegou ao Governo, eleito conforme com o programa que apresentou ao eleitorado, foi
- Uma taxa de inflação de 3,4%
- Uma taxa de desemprego de 5,5%
- Uma taxa de deslocalização de empresas superior a 2,5% dos valores anuais dos empregados...
- Um deficit nas contas públicas de 6,7% e ameaça de procedimento por parte da UE = corte nos fundos de coesão!
- A Contratação Colectiva em declínio
- O Salário Mínimo que era actualizado à taxa da inflação...
- Mais de dois milhões de pessoas no limiar da pobreza ou mesmo em pleno gozo dessa faculdade...
- O investimento estrangeiro em fuga e, o nacional próximo do zero.
- O investimento turístico, embrulhado nos interesses autárquicos e ecológicos, e parado.
- Os lixos, mais ou menos tóxicos, sem tratamento e sem destino. Na confusão do não faz nem deixa fazer!
- Recessão da economia com "crescimento "negativo = a mais desemprego
- A prática abusiva de centenas de titulares de cargos públicos a beneficiarem de situações financeiras da maior desigualdade face ao comum dos trabalhadores e dos contribuintes.
- Uma Administração Pública gorda, ineficaz e inamovível
- Encargos insuportáveis com a Dívida Pública, os juros da dívida ao estrangeiro e ao CITIBank
- Um OGE em que as verbas "administráveis" não eram superiores a 17% do mesmo. O restante já estava consignado à despesa.
- As autarquias e os Governos Regionais a gastarem à tripa-forra e a contribuirem para o défit mas não para a economia ou o investimento reprodutível.
- Centenas de Serviços Públicos, Institutos e similares sem qq utilidade prática ou contributo para o desenvolvimento.
- Um Sistema Judicial onde reinava - e ainda reina - a lei do compadrio, do corporativismo e onde os Processos atrasados tinham de mais de 15 anos e ultrapassavam o milhão
- Um mapa judiciário com mais de cem anos, e a população a viver noutros sítios diferentes dos que tinham Tribunais...
- Forças policiais desarticuladas, envelhecidas e mal equipadas.
- Contratos leoninos para a aquisição de submarinos, helicópteros e sistemas de comunicações.
- Os bombeiros, sem coordenação e os fogos a aumentarem todos os anos.
- Empresas Municipais onde reinava a maior impunidade face à gestão dos dinheiros públicos.
- Completa desorganização do Sistema Educativo. Nem professores estavam colocados em Novembro...
- A Escola Pública sem rei nem roque, a viver em autogestão pseudo-democrática e com grande violência entre-muros.
- Completo divórcio entre a Escola, a Comunidade e as Autarquias.
- Horários das Escolas inadequados à vida dos pais.
- Permanente roleta na "colocação" de profs por menos de 1 ano lectivo...
- Mais de 10.000 profs com horário zero, espalhados por Sindicatos, mestrados, Autarquias e similares.
- Desresponsabilização dos profs pelos resultados dos alunos
- Mais de 20% de chumbos (retenções) até ao 4º ano da escolaridade obrigatória (?)
- Abandono escolar superior a 45% antes do 9º ano de escolaridade
- Apenas 3 em 5 alunos, que chegavam à Universidade, concluiam os cursos
- Universidades a ministrarem mais de 1000 cursos superiores "diferentes", sem qq relação com a realidade, as necessidade e possibilidades do país.
- Evidente desorganização e decadência do SNS, com 250.000 operações em lista de espera e 550.000 portugueses sem médico de familia, zero de apoio à natalidade e paternidade
- Um reduzido nº de médicos em formação, insuficiente para a normal substituição dos que se reformassem...
- O mapa hospitalar ao invés da concentração populacional, e muito envelhecido
- Uma gestão dos dinheiros da Saúde em completo desalinho e desnorte.
- Aborto clandestino e morte de centenas de mulheres por ano às mãos de curiosas privadas
- A Segurança Social hipotecada, a ameaçar encerrar dentro de 5 a 10 anos e de cair na mão dos privados
- A Igreja Católica à espera de mais contribuições do OGE para as suas obras de caridade e de manipulação de votos, perdão, devotos
- As Obras Públicas em desnorte, um faz-que-não-faz-que-faz-e-refaz-estudo, mas nada fazer!
- Um Tratado de Lisboa para ser elaborado, discutido e assinado.
- Juntem-lhe agora um choque petrolífico e o quadro de actuação fica completo
É disto que têm saudades?
É a isto que querem regressar com essa "descoberta" dos pobres em Portugal?
Até se atrevem a falar em emigração! É só ir aos C. Comerciais ver os anúncios a pedir empregados de todo o género a que apenas respondem imigrantes...dispostos a trabalhar.
Os portugueses, esses, continuam à espera que uns iluminados descubram petróleo no Beato! Ou que lhes prometam o que não têm para lhes dar! Vigarice e oportunismo têm hora!
Quando é que estes senhores, e porque forma, se manifestaram contra ou se disponibilizaram para melhorar aquele estado de coisas?
Só vejo os que nada fazem mas que mamam na teta gorda do OGE, a desdenhar da política honesta deste governo e, a apodar os que o apoiam, de "direita".
Era só o que me faltava!
Direita desavergonhada e oportunista são estes todos que, acolhidos sob o chapéu das benesses que a si próprios atribuiram, pretendem derrubar este governo. É natural que queiram isso : Os seus interesses e os dos seus amigos estão a ficar demasiado próximos do lume...
Não consigo evitar personalizar um bocado esta minha repulsa pelos oportunistas:
Ana Benavente? Mas não foi ela uma das responsáveis pelo estado da Educação neste País?
E não foi ela que levou da AR, quando se retirou, mais de 60.000 Euros de reintegração na vida ?? Ela e outros que ali estavam sentadinhos à espera dum directo da SIC...
Qual foi o contributo do Manuel Alegre para a resolução destes "pequenos problemas"?
Ou quando é que se manifestou contra a sua génese?
Deve ter sido na poesia que eu não li. E que, pelos vistos, felizmente, ele também não escreve!
Os que exigem que o país seja transformado, de pobre em rico, em menos tempo do que dura uma legislatura, estão ao serviço da especulação e dos oportunistas. Ou são uns FDP!!
Ou acumulam.
O que o PS encontrou quando chegou ao Governo, eleito conforme com o programa que apresentou ao eleitorado, foi
- Uma taxa de inflação de 3,4%
- Uma taxa de desemprego de 5,5%
- Uma taxa de deslocalização de empresas superior a 2,5% dos valores anuais dos empregados...
- Um deficit nas contas públicas de 6,7% e ameaça de procedimento por parte da UE = corte nos fundos de coesão!
- A Contratação Colectiva em declínio
- O Salário Mínimo que era actualizado à taxa da inflação...
- Mais de dois milhões de pessoas no limiar da pobreza ou mesmo em pleno gozo dessa faculdade...
- O investimento estrangeiro em fuga e, o nacional próximo do zero.
- O investimento turístico, embrulhado nos interesses autárquicos e ecológicos, e parado.
- Os lixos, mais ou menos tóxicos, sem tratamento e sem destino. Na confusão do não faz nem deixa fazer!
- Recessão da economia com "crescimento "negativo = a mais desemprego
- A prática abusiva de centenas de titulares de cargos públicos a beneficiarem de situações financeiras da maior desigualdade face ao comum dos trabalhadores e dos contribuintes.
- Uma Administração Pública gorda, ineficaz e inamovível
- Encargos insuportáveis com a Dívida Pública, os juros da dívida ao estrangeiro e ao CITIBank
- Um OGE em que as verbas "administráveis" não eram superiores a 17% do mesmo. O restante já estava consignado à despesa.
- As autarquias e os Governos Regionais a gastarem à tripa-forra e a contribuirem para o défit mas não para a economia ou o investimento reprodutível.
- Centenas de Serviços Públicos, Institutos e similares sem qq utilidade prática ou contributo para o desenvolvimento.
- Um Sistema Judicial onde reinava - e ainda reina - a lei do compadrio, do corporativismo e onde os Processos atrasados tinham de mais de 15 anos e ultrapassavam o milhão
- Um mapa judiciário com mais de cem anos, e a população a viver noutros sítios diferentes dos que tinham Tribunais...
- Forças policiais desarticuladas, envelhecidas e mal equipadas.
- Contratos leoninos para a aquisição de submarinos, helicópteros e sistemas de comunicações.
- Os bombeiros, sem coordenação e os fogos a aumentarem todos os anos.
- Empresas Municipais onde reinava a maior impunidade face à gestão dos dinheiros públicos.
- Completa desorganização do Sistema Educativo. Nem professores estavam colocados em Novembro...
- A Escola Pública sem rei nem roque, a viver em autogestão pseudo-democrática e com grande violência entre-muros.
- Completo divórcio entre a Escola, a Comunidade e as Autarquias.
- Horários das Escolas inadequados à vida dos pais.
- Permanente roleta na "colocação" de profs por menos de 1 ano lectivo...
- Mais de 10.000 profs com horário zero, espalhados por Sindicatos, mestrados, Autarquias e similares.
- Desresponsabilização dos profs pelos resultados dos alunos
- Mais de 20% de chumbos (retenções) até ao 4º ano da escolaridade obrigatória (?)
- Abandono escolar superior a 45% antes do 9º ano de escolaridade
- Apenas 3 em 5 alunos, que chegavam à Universidade, concluiam os cursos
- Universidades a ministrarem mais de 1000 cursos superiores "diferentes", sem qq relação com a realidade, as necessidade e possibilidades do país.
- Evidente desorganização e decadência do SNS, com 250.000 operações em lista de espera e 550.000 portugueses sem médico de familia, zero de apoio à natalidade e paternidade
- Um reduzido nº de médicos em formação, insuficiente para a normal substituição dos que se reformassem...
- O mapa hospitalar ao invés da concentração populacional, e muito envelhecido
- Uma gestão dos dinheiros da Saúde em completo desalinho e desnorte.
- Aborto clandestino e morte de centenas de mulheres por ano às mãos de curiosas privadas
- A Segurança Social hipotecada, a ameaçar encerrar dentro de 5 a 10 anos e de cair na mão dos privados
- A Igreja Católica à espera de mais contribuições do OGE para as suas obras de caridade e de manipulação de votos, perdão, devotos
- As Obras Públicas em desnorte, um faz-que-não-faz-que-faz-e-refaz-estudo, mas nada fazer!
- Um Tratado de Lisboa para ser elaborado, discutido e assinado.
- Juntem-lhe agora um choque petrolífico e o quadro de actuação fica completo
É disto que têm saudades?
É a isto que querem regressar com essa "descoberta" dos pobres em Portugal?
Até se atrevem a falar em emigração! É só ir aos C. Comerciais ver os anúncios a pedir empregados de todo o género a que apenas respondem imigrantes...dispostos a trabalhar.
Os portugueses, esses, continuam à espera que uns iluminados descubram petróleo no Beato! Ou que lhes prometam o que não têm para lhes dar! Vigarice e oportunismo têm hora!
Quando é que estes senhores, e porque forma, se manifestaram contra ou se disponibilizaram para melhorar aquele estado de coisas?
Só vejo os que nada fazem mas que mamam na teta gorda do OGE, a desdenhar da política honesta deste governo e, a apodar os que o apoiam, de "direita".
Era só o que me faltava!
Direita desavergonhada e oportunista são estes todos que, acolhidos sob o chapéu das benesses que a si próprios atribuiram, pretendem derrubar este governo. É natural que queiram isso : Os seus interesses e os dos seus amigos estão a ficar demasiado próximos do lume...
Não consigo evitar personalizar um bocado esta minha repulsa pelos oportunistas:
Ana Benavente? Mas não foi ela uma das responsáveis pelo estado da Educação neste País?
E não foi ela que levou da AR, quando se retirou, mais de 60.000 Euros de reintegração na vida ?? Ela e outros que ali estavam sentadinhos à espera dum directo da SIC...
Qual foi o contributo do Manuel Alegre para a resolução destes "pequenos problemas"?
Ou quando é que se manifestou contra a sua génese?
Deve ter sido na poesia que eu não li. E que, pelos vistos, felizmente, ele também não escreve!
terça-feira, junho 03, 2008
Números da Crise
Segundo noticiou a SIC, nos três primeiros dias do Rock in Rio venderam-se 209.000 bilhetes!
E o governo não baixa os impostos?
E a esquerdalhada sofrida faz concerto-comício-desgarradas?
E o governo não baixa os impostos?
E a esquerdalhada sofrida faz concerto-comício-desgarradas?
Trinta anos depois e de milhões gastos na Educação
Acabo de receber isto e quero-o partilhar. Hoje estou assim. Um mãos largas:
Situação 1: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga:
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação 2 : O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas:
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação 3 : O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas:
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação 4 : O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este:
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação 5 : O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar:
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda batete com o corpo numa varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação 6 : Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado "chocolate" ao outro:
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação 7 : Tens que fazer uma viagem:
Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.
Situação 8 : Fazias uma asneira na sala de aula:
Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque "alguma deves ter feito"
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Situação 9: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno:
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação 10: O fim das férias:
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Agora, como dizia o outro, é fazer as contas!!!!!!!!!!
Situação 1: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga:
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação 2 : O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas:
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação 3 : O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas:
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação 4 : O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este:
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação 5 : O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar:
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda batete com o corpo numa varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação 6 : Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado "chocolate" ao outro:
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação 7 : Tens que fazer uma viagem:
Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.
Situação 8 : Fazias uma asneira na sala de aula:
Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque "alguma deves ter feito"
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Situação 9: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno:
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação 10: O fim das férias:
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Agora, como dizia o outro, é fazer as contas!!!!!!!!!!
Claro que estão indignados
Copiado do Critico de Música e pela actualidade...
"Porque um ex-autarca do PS diz que a juntas de freguesia não servem para nada. E servem? Claro que servem! Servem para boys and girls em pré-início de carreira, ou que não podem aspirar a vôos mais altos, arranjarem a "vidinha". Nem que seja provisoriamente porque com os contactos que por lá arranjam depois se verá... O mesmo em relação a essa aberração que só existe em Portugal e que dá pelo nome de Governo Civil. Para tratar do passaporte e pedir a anulação das multas passadas pela PSP não necessito de um governador civil em cada distrito.As freguesias e as pequenas localidades necessitam é de escolas, centros de saúde e esquadras da polícia. Eventualmente de um pequeno estaminé de atendimento das câmaras municipais onde as pessoas possam tratar das burocracias"http://criticademusica.blogspot.com
"Porque um ex-autarca do PS diz que a juntas de freguesia não servem para nada. E servem? Claro que servem! Servem para boys and girls em pré-início de carreira, ou que não podem aspirar a vôos mais altos, arranjarem a "vidinha". Nem que seja provisoriamente porque com os contactos que por lá arranjam depois se verá... O mesmo em relação a essa aberração que só existe em Portugal e que dá pelo nome de Governo Civil. Para tratar do passaporte e pedir a anulação das multas passadas pela PSP não necessito de um governador civil em cada distrito.As freguesias e as pequenas localidades necessitam é de escolas, centros de saúde e esquadras da polícia. Eventualmente de um pequeno estaminé de atendimento das câmaras municipais onde as pessoas possam tratar das burocracias"http://criticademusica.blogspot.com
A esquerda à esquerda da esquerda!
Possuídos de um fervor religioso-esquerdistico-militante, um grupo de iluminados, de ex-quase tudo, aplaudidos pela direita trauliteira e pela outra esquerda diletante e nada-fazente, vão hoje reunir-se e acrescentar poesia à política e, em lume brando, mexeendo devagar, vão tentar absorver os vapores rutilantes que hão-de subir nos ares e provocar ajoelhamentos entre os crentes:
"A mania que alguma esquerda tem com "um direito natural" à "luta de classes e pelos mais desfavorecidos", à "propriedade do património da liberdade", ao direito quase divino de "reserva moral do regime" leva-os à incoerência e a negar princípios basilares pelos quais se bateram, pior, usam como "escudo" algumas utopias inocentes e algumas "ideias redondas", usam como reféns "propostas bonitas" que transformam em mártires ao omitir a parte principal de qualquer proposta, projecto ou critica que é como fazer melhor no espaço chamado Portugal e no tempo chamado hoje?Como é que implementam, como é que se financiam e como é que se garante a sustentabilidade das "ideias"?
Para finalizar deixo um excerto dum artigo do João Marques de Almeida no Diário Económico que exemplifica na perfeição a minha opinião sobre "esta" esquerda:
"Um dia, no auge do seu fervor revolucionário, Otelo Saraiva de Carvalho disse a Olof Palme, o antigo líder social-democrata sueco: ‘em Portugal, queremos acabar com os ricos’.
Respondeu Palme, ‘na Suécia, queremos acabar com os pobres’. A extrema-esquerda nacional continua a ser filha de Otelo."
"A mania que alguma esquerda tem com "um direito natural" à "luta de classes e pelos mais desfavorecidos", à "propriedade do património da liberdade", ao direito quase divino de "reserva moral do regime" leva-os à incoerência e a negar princípios basilares pelos quais se bateram, pior, usam como "escudo" algumas utopias inocentes e algumas "ideias redondas", usam como reféns "propostas bonitas" que transformam em mártires ao omitir a parte principal de qualquer proposta, projecto ou critica que é como fazer melhor no espaço chamado Portugal e no tempo chamado hoje?Como é que implementam, como é que se financiam e como é que se garante a sustentabilidade das "ideias"?
Para finalizar deixo um excerto dum artigo do João Marques de Almeida no Diário Económico que exemplifica na perfeição a minha opinião sobre "esta" esquerda:
"Um dia, no auge do seu fervor revolucionário, Otelo Saraiva de Carvalho disse a Olof Palme, o antigo líder social-democrata sueco: ‘em Portugal, queremos acabar com os ricos’.
Respondeu Palme, ‘na Suécia, queremos acabar com os pobres’. A extrema-esquerda nacional continua a ser filha de Otelo."
O Tribunal de contas condenou a política de MFL
Não se trata duma notícia de hoje, é certo, mas deve ser apresentada com regularidade para esclarecimento dos menos atentos e de muitos mal intencionados, por muita conversa que tenham sobre os seus valores e feitos passados:
"Com a operação de cedência das dívidas ao fisco e à Segurança Social, o Estado conseguiu no final de 2003 arrecadar de uma só vez 1,7 mil milhões de euros, que foi o valor pago pelo Citigroup pelo conjunto dos créditos que totalizavam 11,44 mil milhões de euros.
Posteriormente, foram emitidas obrigações referentes às dívidas adquiridas por investidores internacionais, que recebem ainda uma remuneração. Assim, o Estado vai pagando aos investidores à medida que for cobrando as dívidas. E aqui tem residido o problema.
Grande parte das dívidas cedidas revelaram-se inexistentes, pelo que o Estado está a ser obrigado a substituí-las por créditos mais recentes o que tem prejudicado a arrecadação de receitas fiscais e deverá continuar a fazê-lo nos próximos anos."
Fácil é atacar este governo, fazer-se de imbecil e possuir a imobilidade das pedras e a compreensão dos anjinhos dos altares.
Pelos vistos é mais difícil ter um discurso que revele alguma análise ao que os rodeia, em vez dos fantasmas de que alimentam os grotescos temores.
Esta capacidade para negar as evidências e o trabalho do PS e do 1º Ministro em todas as áreas de intervenção, hão-de conduzi-los a servir a direita trauliteira e a encher os manicómios políticos
"Com a operação de cedência das dívidas ao fisco e à Segurança Social, o Estado conseguiu no final de 2003 arrecadar de uma só vez 1,7 mil milhões de euros, que foi o valor pago pelo Citigroup pelo conjunto dos créditos que totalizavam 11,44 mil milhões de euros.
Posteriormente, foram emitidas obrigações referentes às dívidas adquiridas por investidores internacionais, que recebem ainda uma remuneração. Assim, o Estado vai pagando aos investidores à medida que for cobrando as dívidas. E aqui tem residido o problema.
Grande parte das dívidas cedidas revelaram-se inexistentes, pelo que o Estado está a ser obrigado a substituí-las por créditos mais recentes o que tem prejudicado a arrecadação de receitas fiscais e deverá continuar a fazê-lo nos próximos anos."
Fácil é atacar este governo, fazer-se de imbecil e possuir a imobilidade das pedras e a compreensão dos anjinhos dos altares.
Pelos vistos é mais difícil ter um discurso que revele alguma análise ao que os rodeia, em vez dos fantasmas de que alimentam os grotescos temores.
Esta capacidade para negar as evidências e o trabalho do PS e do 1º Ministro em todas as áreas de intervenção, hão-de conduzi-los a servir a direita trauliteira e a encher os manicómios políticos
Os pézinhos de lã
Era uma vez um País em que, ao primeiro problema sério, todos andavam de meias de lã:
Era um País engraçado onde, a seguir ao barulho, se fazia muito pouco ruído.
Era como se fosse um País intermitente: Ora se ouvia uma chinfrineira, ora fiava tudo fininho.
Vem esta alegoria, não da gaguês do PR, mas do cuidadinho com que se tratam alguns prevaricadores e desordeiros.
Então os partidos e os comentadores de algibeira que grasnavam, há pouco, por um cigarrito indevido, o que é que pensam das arruaças dos armadores e do seu ilegal lock-out?
Greve, não! disseram. Paralização total do Sector.
Os (re)partidos, a que falta um bocado de poesia, o que é que tiram da cartola?
Agora que a AdConcorrência determinou que não encontrou cartelização de preços ou qq outra irregularidade, o que vão fazer?
Façam o que fizerem duma coisa tenho a certeza:
- Os supermercados vão continuar a ter margens escandalosas no comércio do peixe!
Compram-no a menos de um euro e vendem-nos a mais de doze, em média! E, tal como ontem no Prós e Contras, o assunto foi liminarmente cortado da discussão, tudo vai ficar na mesma até à próxima crise.
O governo vai comprar a paz social com algumas medidas entre o impopularoide e o simplistoide, talvez a UE se chegue à frente com umas migalhas, e todos vão calçar as tais meis de lã, próprias da pesca!
Menos barulho ff.
Era um País engraçado onde, a seguir ao barulho, se fazia muito pouco ruído.
Era como se fosse um País intermitente: Ora se ouvia uma chinfrineira, ora fiava tudo fininho.
Vem esta alegoria, não da gaguês do PR, mas do cuidadinho com que se tratam alguns prevaricadores e desordeiros.
Então os partidos e os comentadores de algibeira que grasnavam, há pouco, por um cigarrito indevido, o que é que pensam das arruaças dos armadores e do seu ilegal lock-out?
Greve, não! disseram. Paralização total do Sector.
Os (re)partidos, a que falta um bocado de poesia, o que é que tiram da cartola?
Agora que a AdConcorrência determinou que não encontrou cartelização de preços ou qq outra irregularidade, o que vão fazer?
Façam o que fizerem duma coisa tenho a certeza:
- Os supermercados vão continuar a ter margens escandalosas no comércio do peixe!
Compram-no a menos de um euro e vendem-nos a mais de doze, em média! E, tal como ontem no Prós e Contras, o assunto foi liminarmente cortado da discussão, tudo vai ficar na mesma até à próxima crise.
O governo vai comprar a paz social com algumas medidas entre o impopularoide e o simplistoide, talvez a UE se chegue à frente com umas migalhas, e todos vão calçar as tais meis de lã, próprias da pesca!
Menos barulho ff.
Emigrantes, os últimos náufragos!
De facto, como eu os entendo:
Passadas as passas dos Algarves , sem profissão, carentes de tudo, depois de revoltados com a sua situação à partida da terra e da família, uma vez chegados, deitaram-se ao trabalho disponível. a tudo o que encontraram. Em estado de necessidade.
Foram ajudantes de ajudantes, limpadores de tudo que andava sujo, apanhadores da fruta que nunca tinham visto alinhada como os soldadinhos, foram varredores das fábricas onde outros que sabiam ler os olhavam quando olhavam, de pé em todas as filas de todos os serviços de emprego e de desemprego, comeram o pão que o diabo amassou e até sobrado das mesas, acabados os serviços de jantar, esperaram pelos Serviços Sociais que lhes dissessem onde podiam viver, viram os filhos nascer e ir para escolas aprender o-que-não-sabiam-que-não-sabiam, e, suprema ironia, começarem ou a rir-se deles ou a "compreendê-los", perseveraram, a todos serviram e de quase todos receberam dose abundante de incompreensão, muito ultraje, todo o paternalismo e discriminação possíveis. Muito racismo, até.
Como eu os entendo!
Despojados da sua cultura, mesmo da sua alimentação tradicional, comparados com outros emigrantes, sentiram a carga negativa da sua origem, da sua terra que é pobre, de que os jornais só falam quando acontece um desastre, metem-se em guetos aculturais de saudosas sardinhas e música pimba.
Os filhos crescem e mudam de nacionalidade, já não querem passar as férias na terra, na casa nova e fria e inacabada, no deserto de amigos e de laços culturais a que deitar mão.
Resignados a um fado, que é sorte, mas é amargo, à primeira oportunidade de emergirem da desclassificação, da marginalização a que foram votados, agarram-se como náufragos à oportunidade de se reverem em algo que seja português e que seja bom e reconhecido!
Lá da nossa terra!
Seja pois o futebol!
Como eu vos entendo!
Passadas as passas dos Algarves , sem profissão, carentes de tudo, depois de revoltados com a sua situação à partida da terra e da família, uma vez chegados, deitaram-se ao trabalho disponível. a tudo o que encontraram. Em estado de necessidade.
Foram ajudantes de ajudantes, limpadores de tudo que andava sujo, apanhadores da fruta que nunca tinham visto alinhada como os soldadinhos, foram varredores das fábricas onde outros que sabiam ler os olhavam quando olhavam, de pé em todas as filas de todos os serviços de emprego e de desemprego, comeram o pão que o diabo amassou e até sobrado das mesas, acabados os serviços de jantar, esperaram pelos Serviços Sociais que lhes dissessem onde podiam viver, viram os filhos nascer e ir para escolas aprender o-que-não-sabiam-que-não-sabiam, e, suprema ironia, começarem ou a rir-se deles ou a "compreendê-los", perseveraram, a todos serviram e de quase todos receberam dose abundante de incompreensão, muito ultraje, todo o paternalismo e discriminação possíveis. Muito racismo, até.
Como eu os entendo!
Despojados da sua cultura, mesmo da sua alimentação tradicional, comparados com outros emigrantes, sentiram a carga negativa da sua origem, da sua terra que é pobre, de que os jornais só falam quando acontece um desastre, metem-se em guetos aculturais de saudosas sardinhas e música pimba.
Os filhos crescem e mudam de nacionalidade, já não querem passar as férias na terra, na casa nova e fria e inacabada, no deserto de amigos e de laços culturais a que deitar mão.
Resignados a um fado, que é sorte, mas é amargo, à primeira oportunidade de emergirem da desclassificação, da marginalização a que foram votados, agarram-se como náufragos à oportunidade de se reverem em algo que seja português e que seja bom e reconhecido!
Lá da nossa terra!
Seja pois o futebol!
Como eu vos entendo!
segunda-feira, junho 02, 2008
Jornal Público, ao seu nível!
Depois de colocar um tìtulo escandaloso, vai-se à notícia, ao conteúdo, e não passa de opiniões de terceiros misturadas com doses avulsas de azedume, inveja e alguma calúnia. Junta-lhe as suspeitas do costume sobre os políticos e sobre os partidos, acrescenta-lhe as habituais suspeições sobre o papel e a independência do MPúblico - que noutras ocasiões mais corporativas, idolatra - e aí temos uma caixa para abrir uma 1ª página.
Regretable, como diria um emigrante, com ligeira entoação nortenha:
"Este jornal Público já viu outras e melhores madrugadas. De facto, o título da notícia tem pouco ou nada a ver com o seu conteúdo. Serve é para fazer parte da campanha populista e anti partidos em que está francamente empenhado. A soldo de quê? Não sabemos. Sabemos isso sim , que de uma não notícia, já refogada e que foi "dando" ao longo dos anos, o Público agora resolve meter no mesmo saco os que eventualmente cometeram ilegalidades, que se farta de insinuar, mas que o MPúblico afinal não descobre!, mais aqueles que, como o governo de Gueterres deu o pontapé de saída para resolver um problema antigo e, um governo de Sócrates que anulou o tal concurso, o renegociou, e conseguiu uma poupança de 50 milhões. Coisa pouca e sem relevo ou importância! E que o Público coloca a par dos que eventualmente olhavam para o lado a ver se não viam passar os tais 50M !Um avarento rigor jornalístico acolita-se com uma boa dose de calúnia sibilina para colocar tudo no mesmo saco: Os inocentes, os justos, os eventuais prevaricadores e a própria autoridade judicial.
Jornalismo de sarjeta? Não.
Do Público!"
Isto foi o que lá escrevi. Publicam ? Talvez.
Regretable, como diria um emigrante, com ligeira entoação nortenha:
"Este jornal Público já viu outras e melhores madrugadas. De facto, o título da notícia tem pouco ou nada a ver com o seu conteúdo. Serve é para fazer parte da campanha populista e anti partidos em que está francamente empenhado. A soldo de quê? Não sabemos. Sabemos isso sim , que de uma não notícia, já refogada e que foi "dando" ao longo dos anos, o Público agora resolve meter no mesmo saco os que eventualmente cometeram ilegalidades, que se farta de insinuar, mas que o MPúblico afinal não descobre!, mais aqueles que, como o governo de Gueterres deu o pontapé de saída para resolver um problema antigo e, um governo de Sócrates que anulou o tal concurso, o renegociou, e conseguiu uma poupança de 50 milhões. Coisa pouca e sem relevo ou importância! E que o Público coloca a par dos que eventualmente olhavam para o lado a ver se não viam passar os tais 50M !Um avarento rigor jornalístico acolita-se com uma boa dose de calúnia sibilina para colocar tudo no mesmo saco: Os inocentes, os justos, os eventuais prevaricadores e a própria autoridade judicial.
Jornalismo de sarjeta? Não.
Do Público!"
Isto foi o que lá escrevi. Publicam ? Talvez.
Ainda os tumultos dos pescadores/armadores
Já há por aí quem queira atirar outras culpas sobre o legislação que pretensamente defenderia os especuladores...
Sobre isso:
Os pescadores têm que vender o peixe na Lota.
Aqui , na Espanha, nos EEUU e na China!
É a lei do comércio por grosso, aplicável ao peixe, às batatas, aos nabos e melões.
Mas ninguém pode impedir os pescadores de se organizarem em sociedades, cooperativas ou não, de comércio de pescado ou de batatas e nabos.
O que se passa é que é mais prático ser pescador em mini barcos, sem qq condições, alguns mesmo a gasolina(!) e largarem o peixe na Lota, sem mais preocupações. E gritar por subsídios que o contribuinte teria de pagar!
Foram eles, os pescadores, que abandonaram o produto do seu trabalho nas mãos dos especuladores.
Não se querem organizar, nem que o Ministro lhes empreste 40M de euros!
Com essa verba qq um podia fazer uma empresa, alugar as câmaras do Estado, nas Lotas do Minho ao Algarve, e comprar o peixe todo.
Vendê-lo depois às grandes superfícies e exportá-lo. E ganhar muito dinheiro com isso.
Ou pensam, alguns deste críticos, que os comerciantes de peixe da Galiza não são sociedades participadas em partes iguais por armadores, pescadores e comerciantes?
Não se pode é ser analfabeto e saber organizar a vida!
Mas agora estabelecida a confusão até os pescadores que trabalhavam umas horitas por semana e vendiam o peixe directamente aos restaurantes de luxo, por debaixo do balcão e sem papeis...estão forçados à greve e sem rendimentos para governar a vida.
Cada restaurante de luxo deste País tem um ou mais pescadores que "trabalham" para eles sem Segurança Social, sem reforma ou Fundo de desemprego. São aos milhares e estão agora com uma imensa entaleda.
Para os outros, que parecem nada saber do assunto, sempre lhes digo que as verdadeiras embarcações de pesca de médio e longo curso vendem o pescado ainda estando em alto mar.
Como?
Abrindo concurso à melhor oferta para as quantidades de produto que têm a bordo já refrigerado e classificado por calibres e qualidades...
Agora os pescadores de costa, com barquitos que os mandam ao fundo por dá cá aquela onda, esses não se organizam e fazem greves e arruaças.
Que praga ou destinio será este de os portugueses não se organizarem em Portugal mas, uma vez emigrados, cumprem todas as orientações, trabalham as horas que forem necessárias, e regressam de lá todos contentes a dizer que "aquilo é que é organização !"??
Até quando?
Sobre isso:
Os pescadores têm que vender o peixe na Lota.
Aqui , na Espanha, nos EEUU e na China!
É a lei do comércio por grosso, aplicável ao peixe, às batatas, aos nabos e melões.
Mas ninguém pode impedir os pescadores de se organizarem em sociedades, cooperativas ou não, de comércio de pescado ou de batatas e nabos.
O que se passa é que é mais prático ser pescador em mini barcos, sem qq condições, alguns mesmo a gasolina(!) e largarem o peixe na Lota, sem mais preocupações. E gritar por subsídios que o contribuinte teria de pagar!
Foram eles, os pescadores, que abandonaram o produto do seu trabalho nas mãos dos especuladores.
Não se querem organizar, nem que o Ministro lhes empreste 40M de euros!
Com essa verba qq um podia fazer uma empresa, alugar as câmaras do Estado, nas Lotas do Minho ao Algarve, e comprar o peixe todo.
Vendê-lo depois às grandes superfícies e exportá-lo. E ganhar muito dinheiro com isso.
Ou pensam, alguns deste críticos, que os comerciantes de peixe da Galiza não são sociedades participadas em partes iguais por armadores, pescadores e comerciantes?
Não se pode é ser analfabeto e saber organizar a vida!
Mas agora estabelecida a confusão até os pescadores que trabalhavam umas horitas por semana e vendiam o peixe directamente aos restaurantes de luxo, por debaixo do balcão e sem papeis...estão forçados à greve e sem rendimentos para governar a vida.
Cada restaurante de luxo deste País tem um ou mais pescadores que "trabalham" para eles sem Segurança Social, sem reforma ou Fundo de desemprego. São aos milhares e estão agora com uma imensa entaleda.
Para os outros, que parecem nada saber do assunto, sempre lhes digo que as verdadeiras embarcações de pesca de médio e longo curso vendem o pescado ainda estando em alto mar.
Como?
Abrindo concurso à melhor oferta para as quantidades de produto que têm a bordo já refrigerado e classificado por calibres e qualidades...
Agora os pescadores de costa, com barquitos que os mandam ao fundo por dá cá aquela onda, esses não se organizam e fazem greves e arruaças.
Que praga ou destinio será este de os portugueses não se organizarem em Portugal mas, uma vez emigrados, cumprem todas as orientações, trabalham as horas que forem necessárias, e regressam de lá todos contentes a dizer que "aquilo é que é organização !"??
Até quando?
West-Side Story
Porto Rico foi ontem a votos para a eleição do Representante do Partido Democrata à corrida presidencial americana deste ano.
Hilary Clinton ganhou, dobrado contra singelo.
A branca, mulher do ex-presidente, ex-latifundiário, ex- especulador imobiliário, ex-fazedor de guerras, ganhou contra um mulato, senador, e lutador pelos direitios civis na América.
Até aqui, nada de novo.
É normal ali, os pobres e descamisados votarem nos ricos. Até penso que se não está na Lei, devia estar!
Vejam lá:
Porto rico foi invadido pelos americanos em 1898 e passou a ser um posto militar avançado com 5 bases militares, e a ser considerado estado Associado com Governo próprio, nas seguintes condições:
Chefe de Estado - George Bush
Vice Presidente - Dick Cheney
Governador - Aníbal Acevedo Vilá
Puerto Rico tem autoridade sobre os seus assuntos internos.
Os EEUU controlam apenas:
- O comercio interestadual
- As relações externas e o comércio
- Controlam as Alfândegas, o ar, a terra e o mar
- A imigração e a emigração
- A nacionalidade e a cidadania,
- A moeda e o seu valor
- As leis marítimas
- O serviço e as bases militares
- O exército, a Marinha e a Aviação
- O poder de declarar guerra
- Pronunciar-se sobre a constitucionalidade das leis, das jurisdições, dos processos legais e dos tratados
- Controlo sobre a Rádio, a TV as comunicações
- Sobre a agricultura, as minas e os minérios
- Têm controlo sobre as estradas e sobre o serviço postal
- Sobre a Segurança Social bem como de todas as outras áreas que costumam ser administradas pelo governo dos EEUU
- Puerto Rico controla os assuntos internos que sobram, e apenas nos casos em que não são tratados pelos EEUU, tais como a área da Saúde Pública e a poluição.
As maiores diferenças entre Puerto Rico e os restantes Estados da União é que PR não está abrangido por alguns artigos sobre o rendimento, não podem votar para qq das Câmaras dos EEUU ( Senado e C. dos Representantes), não podem votar na eleição para escolher o Presidente dos EEUU e não beneficiam de certos items do Orçamento Americano.
Alguma dúvida?
Hilary Clinton ganhou, dobrado contra singelo.
A branca, mulher do ex-presidente, ex-latifundiário, ex- especulador imobiliário, ex-fazedor de guerras, ganhou contra um mulato, senador, e lutador pelos direitios civis na América.
Até aqui, nada de novo.
É normal ali, os pobres e descamisados votarem nos ricos. Até penso que se não está na Lei, devia estar!
Vejam lá:
Porto rico foi invadido pelos americanos em 1898 e passou a ser um posto militar avançado com 5 bases militares, e a ser considerado estado Associado com Governo próprio, nas seguintes condições:
Chefe de Estado - George Bush
Vice Presidente - Dick Cheney
Governador - Aníbal Acevedo Vilá
Puerto Rico tem autoridade sobre os seus assuntos internos.
Os EEUU controlam apenas:
- O comercio interestadual
- As relações externas e o comércio
- Controlam as Alfândegas, o ar, a terra e o mar
- A imigração e a emigração
- A nacionalidade e a cidadania,
- A moeda e o seu valor
- As leis marítimas
- O serviço e as bases militares
- O exército, a Marinha e a Aviação
- O poder de declarar guerra
- Pronunciar-se sobre a constitucionalidade das leis, das jurisdições, dos processos legais e dos tratados
- Controlo sobre a Rádio, a TV as comunicações
- Sobre a agricultura, as minas e os minérios
- Têm controlo sobre as estradas e sobre o serviço postal
- Sobre a Segurança Social bem como de todas as outras áreas que costumam ser administradas pelo governo dos EEUU
- Puerto Rico controla os assuntos internos que sobram, e apenas nos casos em que não são tratados pelos EEUU, tais como a área da Saúde Pública e a poluição.
As maiores diferenças entre Puerto Rico e os restantes Estados da União é que PR não está abrangido por alguns artigos sobre o rendimento, não podem votar para qq das Câmaras dos EEUU ( Senado e C. dos Representantes), não podem votar na eleição para escolher o Presidente dos EEUU e não beneficiam de certos items do Orçamento Americano.
Alguma dúvida?
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