
segunda-feira, maio 26, 2008
Um salto em frente...ou no abismo!

domingo, maio 25, 2008
A tijela meia-cheia de socialismo!
Ora, se por um lado achei mal..., por outro, fiquei com a ideia que o padecimento de que o Santana se queixa é de que não está satisfeito com esta medida de socialismo.
Queria mais!
A tijela cheia!
Mais perto, mais curtos e mais baratos!
"...E, nestas cotações, os preços à saída das refinarias da Galp são tão competitivas no mercado europeu que as suas concorrentes com postos de abastecimento em Portugal (Repsol, BP, etc) se abastecem na Galp e só trazem uma parte ínfima de produtos finais das refinarias espanholas ou francesas.
"Se todas as companhias com postos de abastecimento em Portugal se abastecem sobretudo na Galp, nada as obrigando a isso, é simplesmente porque a refinadora portuguesa é competitiva nas componentes produto+distribuição. E, depois, aplicando idênticas margens de comercialização (que são reduzidas e praticamente insignificantes no valor do custo final, podendo ir até próximo do zero no caso dos hipermercados que vendem combustíveis não para lucro mas como chamariz de outras vendas), acabam por vir para o mercado com os mesmos preços, mais dia menos dia, pois os produtos aparecem ao consumidor com os mesmos dois ónus brutais: o custo do crude e os impostos sobre combustíveis.
O problema gordo, na alta dos preços dos combustíveis que sofrem os consumidores, está na sua tributação fiscal que se soma à alta da matéria-prima. Sendo o ISP uma tributação percentual, ela sobe com os aumentos dos preços. ( Aqui discordo do Tunes visto que julgo saber que o ISP é um valor fixo e não percentual. Mas aceito contribuições para meu esclarecimento) E o IVA vai subindo também de valor pois incide sobre o valor do produto após ser tributado pelo ISP. Hoje, a tributação fiscal representa mais de metade do preço pago pelo consumidor. E não pára de aumentar consoante o crude aumenta e aumenta a gasolina e congéneres. Enviesar o problema, dirigindo-o para as companhias distribuidoras, no "caso da campanha" para apenas uma delas, é "tirar da chuva" a única solução, que é possível porque é política, e que está na mão do governo e que reside em rever os seus crescentes "lucros chorudos" cada vez que os preços do petróleo aumenta, agravando a crise, em vez de contribuir para o seu amortecimento. Assim, objectivamente, este "malhar na Galp" é uma graça que se tem para com as companhias concorrentes da Galp e serve de guarda-vento ao governo, um dos grandes beneficiários com a presente crise (em termos de receita fiscal, quanto mais subirem os preços, mais sobe o valor colectado).
Não somos produtores de petróleo no nosso país. Não temos meios de influenciar os preços e a escalada altista do crude. Não podemos impor às companhias refinadoras e distribuidoras que se afastem da competitividade perante cotações internacionais dos derivados, muito menos que se prestem a "dumping", distribuindo abaixo do custo. Se não aguentamos o efeito devastador dos actuais e previsíveis preços finais, o que podemos fazer para evitar o apocalipse no mercado dos combustíveis?"
Pois o que se deve fazer é mesmo reduzir os consumos! ( e, se aventureirismos populistas , decidirem de outra forma, será por pouco tempo!: A redução dos consumos de combustíveis em Portugal é inevitável. Pode é acontecer por duas vias : Ou somos voluntários, ou vamos abrir falência. A escolha é de cada um.
sábado, maio 24, 2008
The Great American Desasterous Democracy
É verdade. Afirmou que só continuava na corrida que já perdeu, porque no caso do seu colega de partido ser assassinado,... ela estaria disposta a continuar !
Parece mentira, mas é verdade. Assassinado! Ela põe essa hipótese, já em Junho.
Não sei o que admirar mais, se a capacidade de antecipação , se a falta de escrúpulos!
É ver:
"The Washington Post leads with Hillary Clinton sticking her foot in her mouth big-time by mentioning the June 1968 assassination of Robert Kennedy as a reason she's not ending her nearly hopeless campaign for the Democratic nomination. The other papers front or tease the story as well. The Los Angeles Times leads with a new poll indicating that California voters favor Barack Obama over Republican John McCain in a general election. The New York Times leads with the sentencing of 270 illegal immigrants rounded up in a raid on an Iowa meatpacking plant.
Hillary Clinton apologized for her assassination statement within hours of making it. The WP emphasizes the notion that the morbid remark undercuts speculation that Clinton wants to wind up on a joint ticket with Obama. The NYT credits the New York Post for first reporting the gaffe and notes the speed with which outraged comments piled up on the Internet. The Times also notices that Clinton made almost this exact same statement to Time magazine back in March. "
Esta a América dos direitos e das liberdades que querem impor ao mundo!
E é ler as reacções por todo o lado:
""My Husband Did Not Wrap Up The Nomination" Until June ... "Bobby Kennedy Was Assassinated In June" ... THE REACTION: Clinton Regrets If Comments Were Misunderstood... NYT: "Inexcusable Outburst" Followed By "One Of Those Tedious Non-Apology Apologies"... Time: "Strange And Tasteless"... Andrew Sullivan: Clinton Just Imploded... Howard Fineman: "A Campaign That Probably Needs To Be Put Out Of Its Misery Real Soon"... WATCH: Olbermann On Clinton: 'You Invoked A Nightmare'...
(actualizado)
Um debate ? Aquilo ?
Entre os que nos fazem o frete, e os que que nos pedem que o façamos, a ausência de qualquer ideia positiva para o País é confrangedora.
E como não sabem o que lhe fazer, propõem desfazer-se do Estado ! Boa ideia! É o princípio que nos ensinam sobre o que fazer quando o leite está azedo: Vai fora!
Uma ideia positiva será enviá-los de volta ao lugar que a História lhes reservou: O caixote do lixo!
sexta-feira, maio 23, 2008
Afinal estas não são as primeiras mortes de imigrantes moçambicanos na RSA
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Loira, Loira, Loira!
Margem Direita
Cumprir Abril
Esta penosa caminhada para a ‘sociedade socialista’ levou ao triunfo do politicamente correcto e da irresponsabilidade. ( para além das participações em governos variados, o que é o PP fez de relevante em 30 anos? Paradas militares, compra de fragatas, de tanques e de submarinos? Visitas a feirantes? )
As estafadas comemorações do 25 de Abril proporcionam uma excelente oportunidade para repor alguma lucidez. Ano após ano, ouve-se um coro de carpideiras repetir ‘ad nauseam’ que falta 'cumprir Abril'. Mas convém perguntar: qual Abril? O Abril do PCP, que nos teria transformado numa ‘democracia avançada’ à semelhança de Cuba e da Coreia do Norte? Ou o ‘Abril’ inspirado pelos Grandes timoneiros Mao e Hoxha que nos teria conduzido ao ‘progresso dos povos’? Confesso o meu conforto com o falhanço destas utopias. (Quer dizer que mete simploriamente no mesmo saco as tentativas totalitárias, irresponsáveis e isolacionistas e os esforços para o estabelecimento de uma democracia representativa e ocidental ! Não é sério, não corresponde à História e esquece as tentativas de golpes da direita trauliteira!)
Quanto aos defensores da nossa atávica Constituição, que ainda hoje se propõe ‘abrir caminho para uma sociedade socialista’, não compreendo porque tanto se queixam. Esse socialismo português saldou-se no triunfo do ensino igualitário, pseudo-inclusivo, sem vestígio de critérios como o mérito e a disciplina. Um ensino que culminou na mediocridade generalizada e no episódio da ‘peixona’ (ou ‘pachona’; a doutrina divide-se). ( Ah! agora já se entende, caiu-lhe a máscara, e estamos a falar do que realmente a incomoda: A Educação. E como é curioso que a extrema direita seja tão simétrica com a extrema esquerda em Portugal!. De facto e tal como os sindicatos corporativistas e reaccionários, o que a D. quer, é atacar a Educação, como baluarte da democracia. Senão, vejamos como prossegue. Ela está contra um ensino igualitário, que tenda para a inclusão e, por fim, ataca o mérito e culpa de indisciplina, o socialismo? Sim senhora, temos deputada! Um ensino medíocre, diz ela. Então em que ficamos? Era um ensino socializante, estatizado, igualitário e em triunfo e, agora já não presta? Bom, bom, era o ensino de meia dúzia de filhos família no tempo do Estado Novo? Continuo a achar curiosa a utilização despudorada da mesma argumentação, pela esquerda, quando o governo manda os professores trabalharem, darem aulinhas, não faltarem, imporem disciplina pelo exemplo de conduta e darem-se ao respeito. E queixa-se, coitada, da mediocridade do ensino actual que absolutamente desconhece na sua dimensão - cerca de 100 vezes mais alunos do que no tal tempo do leite e do mel - e na dedicação de muitos milhares de professores que continuam a acreditar ser possível romper este ciclo vicioso do sub-desenvolvimento - desemprego - abandono escolar - sub-desenvolvimento.)Mas continua:
O socialismo português rejeitou o sector privado e o rigor na gestão por objectivos. Por isso, somos confrontados com listas de espera tais que os utentes do nosso Serviço Nacional de Saúde são enviados em excursões para serem operados às cataratas. ( Em duas geniais linhas de franco desnorte exige mais privatizações que diz terem sido rejeitadas pelo PS e ataca o SNS que sempre foi coutada de caça corporativa de médicos e de farmácias !) Abril acabou por ‘cumprir’ um SNS que é ‘universal’ na exacta medida em que os portugueses têm de viajar pelo Universo para acederem, em vida, aos cuidados de Saúde. ( A ausência de memória rivaliza com a da vergonha! Pois não é verdade que foram os médicos que impediram a formação de mais médicos? E qual a lista de espera quando o PS chegou ao Governo? E que apoio recebeu na AR para as medidas da sua redução?)
Esta penosa caminhada para a 'sociedade socialista' levou ao triunfo do politicamente correcto e da irresponsabilidade; dos direitos sem deveres;do esbanjamento de recursos distribuídos sem critério; da criação ‘fraterna’ de subsídio-dependências;de uma Administração Pública que foi sendo insuflada na proporção inversa à da sua eficiência. Levou, também, ao triunfo de uma ideologia adversa à criação de riqueza, à liberdade de escolha e ao crivo da qualidade. ( Espera, espera aí, que esta tirada merece um bocado de atenção. Politicamente correcto teria sido não bulir com os médicos, os professores, os juizes e outras corporações sentadas à mesa do OGE! Quanto ao esbanjamento de recursos, a diferença do défice ao tempo do governo em que participou o seu alquebrado partido e o do actual governo, fala por si ,e ela devia ter metido a viola no saco. Os tais subsídios que odeia são o do complemento para idosos, que necessitem!, e para o leite das crianças de colo. E finalmente, lambe onde mais lhe doi: que a riqueza só se cria em regimes neo-neo-conservadores e liberais onde circulem livremente o crak e os cheques-ensino!)
Quem cresceu em liberdade, agradece, sentidamente, a todos os que defenderam este valor inestimável. ( Mais faltaria, é a custo, sei, mas tem mesmo de ser! ) Abril deveria ser um ponto de partida, ideologicamente descomplexado, para se prosperar e viver em liberdade numa sociedade equitativa. ( gosto do ideologicamente descomplexado, é da minha formação gostar de certos descomplexos, mas já desconfio daquela súbita vontade de prosperar em completa liberdade, para a qual nada fez, diga-se!) Desde 1974 que 'convergimos' – na terminologia de José Sócrates – no sentido de uma sociedade asfixiada, subjugada e condicionada. ( Lá lhe fugiu o pé para a esquerdalhada!! ) O ensino sucumbiu ao ‘eduquês’, o empreendedorismo a más políticas fiscais, a economia a um keynesianismo inconsequente, as expectativas à frustração. ( Ora lá volta o Ensino que ela, mais a esquerda garganeira, garantem não funcionar, e, a tal política fiscal sem motor de arranque, deve ser a cobrança de muitos milhões de Euros, tranquilamente esquecidos nos tais governos simples, bons e liberais! ) As famílias sucumbiram a tudo isto. ( Credo! As famílias? Quem foi o danado que lhes meteu os plasmas em casa e lhes emprestou dinheiro pelo telefone? Querem ver que foi a política do socialismo? Ou foram os seus padrinhos neo-neo-liberais?) Brevemente teremos tantos anos de democracia como de ditadura e eis que 'convergimos' com coisa nenhuma.
( Em aritmética não está mal. Pior, e a necessitar de umas explicações em colégio privado, é mais na área da percepção da realidade. É que no tempo do seu desarticulado governo a convergência com a Europa fazia-se de facto em contra-mão, e para trás!)
No coração da democracia
Segundo uma reportagem do Washington Post de 5.ª feira, o principal estratega da campanha de McCain, Charles R. Black Jr, é um conhecido lobysta de Washington.Durante cinco anos, na década de 80, trabalhou para Jonas Savimbi, tendo dele recebido milhões de dólares.Além de Savimbi, C. R. Black Jr. teve na sua carteira de clientes grandes personalidades da corrupção internacional, como Ferdinand Marcos, ex-Presidente das Filipinas, Mobutu Sese Seco, ex-Presidente do Zaire e Siad Barre, ex-presidente da Somália.
Diz-me com quem andas...
Os bolos de Bacalhau são de Direita ou de Esquerda ?

quarta-feira, maio 21, 2008
A invenção do trabalho temporário e do outsourcing
"Os escravos negros trabalhavam para os seus senhores, a quem davam o seu salário quotidiano, ficando apenas com uma parte ínfima. Alguns senhores alugavam os seus escravos ao dia, à semana ou ao mês. O aluguer era considerada uma actividade muito rentável. Os escravos circulavam nas ruas, mas com o único objectivo de rentabilizar ao máximo o seu trabalho, com vista ao lucro do seu senhor ou de quem o alugava. Eram frequentemente considerados dóceis e obedientes, pois viviam, sobretudo no início deste sistema, sob a ameaça permanente do envio para as forjas ou para as minas, consideradas como um castigo".
Esta invenção do outsourcing decorre daquela outra, não menos esclarecedora do papel da exploração pura e simples, e da acumulação primitiva de capital, inventada pelos roceiros portugueses no Brasil os quais, quando verificaram que a alimentação dos escravos era cara e difícil de conseguir em projectos de monocultura, lhes deram "autorização" para em certos dias, fazer uma lavra para sua própria alimentação...
Por outras palavras, ou produziam a própria comida ou morriam de fome! O senhor deixava de dar garantias da própria continuidade do acto esclavagista!
A única garantia era a do trabalho não remunerado!
Esta separação entre trabalho não remunerado - quando trabalhavam para o senhor - e a parte dedicada à sua sobrevivência, equivale à análise que séculos depois Marx fez do trabalho necessário e da "mais valia".
Só que os esclavagistas portugueses tinham séculos de experiência e perceberam então que podiam ficar com toda a mais valia produzida se "dessem de barato" umas horas para os escravos acorrerem às suas necessidadesse e se manterem vivos...
!Não sei porque é que os africanos não se mostram mais reconhecidos por terem podido participar em tantas "descobertas" socio-económicas !
Ingratidões!
África do Sul

segunda-feira, maio 19, 2008
domingo, maio 18, 2008
As Listas de Espera no SNS e na Educação
Na Educação, a lista de espera, constituída por outros tantos "abandonados e excluídos", pode ser resolvida pagando as aulas de substituição, como exigem os Sindicatos
sexta-feira, maio 16, 2008
Da Lamúria Nacional e da Comunicação Social
E pela simples razão de que a factura a pagar pelas iniciadas reformas, não é compatível com qualquer conhecido nível de paciência. Ou de humilhação suportável.
E também não vale a pena mostrar entusiasmo e dedicação. Dizer aos portugueses que os males têm remédio e que o que é preciso é acreditar que podemos ser melhores, com trabalho e sacrifício, é pregar no deserto : Estamos de facto habituados a não querer nada, a não querer o que se tem e, a desprezar qualquer ideia de melhoria. Para tal trabalho temos a famosa Comunicação Social sempre disposta a esclarecer-nos !
Deve ser uma marca inculcada no cerebelo dos portugueses...Será?
Mas então o que dizer do êxito dos emigrantes? Do seu sentido de abnegação ? Mesmo, e em especial, em regimes de fraca democracia - aliás - nos outros, com instituições mais democráticas, a participação cívica dos emigrantes é menos que residual...
Então, em que ficamos?
A ladainha de choros, a reclamação de apoios do Governo para tudo e mais alguma coisa, agora sempre amplificada por uma comunicação social irresponsável e quase sempre a soldo do partido que se segue na fila dos nomeáveis, não constitui surpresa ou tem alguma originalidade:
Apenas no último mês e meio tomei nota das seguintes recusas de reformas, de exigências e de ameaças de greves avulsas:
- Os profs não querem o Estatuto do Aluno, nem o dos dos Docentes - Semelhantes ao existente na maioria dos países da UE e a Com. Social apoia, e amplifica os protestos.
- Os padres não querem a lei do divórcio - Igual à maioria existente nos outros países da UE e a CS empina-se toda e ouve toda a gente, desde as freiras ao homem do talho, ambos especialistas em assuntos da carne !
- Os taxistas exigem maior segurança e que o Estado, (nós, os contribuintes) lhes paguemos os seguros, o GPS e subsidiemos o gasóleo, e a CS idem , idem, mais os barbeiros e jardineiros.
- Os médicos oftalmologistas exigem - e parece que vão ter - um pagamento extra para começar a trabalhar a sério e a CS cala-se com medo deles ! É ver o caso do médico espanhol do Barreiro que fez 5 vezes mais operações numa semana que qq colega seu num ano ! O que disse a CS? nada! Viola no saco!
- Os advogados e juizes não querem qualquer alteração de nada: Acham que a justiça está bem, obrigado. E a CS faz banjas , uns contra os outros e ficamos na mesma. O PR, neutral e deitado no meio da disputa, manda perguntar ao TConstitucional se se pode alterar essa coisa da Justiça, dos tribunais e da lentidão.
- Os futebolistas sem salários, exigem a intervençao do Governo (nós, os contribuintes)
- Os agricultores querem receber subsídio à produção e à falta dela. De quem? De nós!
- Os partidos que aprovaram as leis do controlo alimentar não querem que elas se apliquem
- Sobre a lei do consumo do tabaco em locais públicos é o que se vê.
- Os combustíveis devem ser subsidiados ( nós, os contribuintes)
- Mas então os porta-vozes dos Contribuintes? - qq corporação enche os ouvidos da gente com a carga fiscal ! E a CS o que faz? Amplifica os descontentamentos.
- O governo começa a ratear pelos mais necessitados algumas migalhas. Deve ser chicoteado, seja pelo desperdício (Complemento de Inserção Social ou de velhice), seja por ser muito pouco...
- O governo faz a maior reforma no ensino superior onde havia mais de 1000 cursos disponíveis e sem utilidade prática, e o que é que acontece? : A CS vai a correr ouvir os eventuais prejudicados para tornar a medida impossível de cumprire amplificar os lamentos!
- Os pescadores exigem subsídio do governo ( os mesmos a pagar!! )
- O governo pela primeira vez vai apoiar a reprodução medicamente assistida. É pouco, e é tarde!
- As CM do Algarve fazem protocolos com Cuba e levanta-se o maior borburinho: Afinal há em Portugal bué de médicos prontinhos a trabalhar. Desde que nós paguemos mais e mais !
- O Governo legisla contra a violência doméstica e a morte das mulheres. Quem é que vem dizer que está mal? O bastonário da Ordem dos Advogados !
- O ministério da educação promove a integração das escolas na comunidade. Estão contra !
- Acordo ortográfico? Deus nos livre !
- Polícia Judiciária ? já é o terceiro em 5 anos? E o que é que isto tem a ver com o actual governo? Que se saiba apenas nomeou um! A CS o que disse? Melhor, o que é que faltou dizer?
- Acordos comerciais com o perigoso Chavez? Credo! Devemos é continuar a comprar petróleo nas democracias do Médio-Oriente , em Angola e na Argélia!
- Os deficientes das FA estão descontentes? Culpa do governo e a CS faz eco disso!
- A criminalidade desceu? . A CS deve ir à rua onde foi o último assalto , ouvir as mamanas e os barbeiros para contrariar essa perigosa ideia! Mais polícia!
- Mais polícia e mais Asae? Mas isto é um estado policial, ou quê?
- Não há investimento? Oiça-se o desempregado mais a jeito! É, definitivamente culpa do governo que não dá incentivos ( nós os contribuintes! ) suficientes .
- As fábricas d eaperta parafuso vão-se embora: culpa dos mesmos !
- Estamos é a tentar realizar mais um campeonato da bola ! Isso é que é mesmo porreta!
- Feira do Livro? O que é preciso é subsídios a fundo perdido, de preferência sem critério, para todos e viva a República! E a CS? Fica feliz!
Sei, este post é muito grande e chato. Não é bem para lerem, é mesmo para eu desopilar!
quinta-feira, maio 15, 2008
Do "Portugal e outras touradas"
Caro Joaquim Simões,
"Caro mferrer:
Não me referi até agora, neste blog, ao que é conveniente ou não na relação entre Estados, nem ao que a presença de uma comunidade portuguesa de grande dimensão num outro Estado aconselha."
Claro que eu não disse nada disso. O seu post é singelo e não o vincula a qq compromisso pro-governo, nem ao seu contrário. Achei, mas admito estar errado, que o Joaquim fez apenas uma piada. Aliás legítima. Se posso, direi que adoro piadas políticas com conteúdo. Referi, isso sim, uns "iluminados" que não avaliaram todas as oportunidades, fossem comerciais, fossem económicas. Estava longe de o incluir nos astros sem luz própria!
"São questões delicadas, que não podem ser abordadas de modo simplista ou simplório, mas onde de qualquer modo, penso eu, o factor dignidade deverá ter um local insubstituível. Por outro lado, a situação da economia, todos o sabemos, exige, quando seja esse o caso, a deglutição de alguns sapos. De qualquer modo, deverá haver alguma definição e coerência de postura e acção no conjunto do que acabei de referir, sem o que a própria credibilidade externa sairá fragilizada e as posições futuras dos outros países em relação ao nosso reflectirão isso mesmo."
A estas preocupações às quais não adiro, apenas porque, a)a enorme presença de compatriotas nossos explica e justifica uma política de proximidade, b)a situação petro-global e em especial a da nossa frágil economia tem que encontrar saídas, uma vez terminado o ciclo colonial e em plena globalização. A política, alguém o disse antes, é a arte do possível. E Portugal tem que o ser !
"Mas não é disso que fala a notícia que refiro no post anterior, cuja dimensão não ultrapassaria a piscadela de olho divertida dos portugueses quanto aos vícios privados do primeiro-ministro por oposição às suas públicas virtudes, ( parece que interpretei bem a sua piada, se tal posso dizer) se não fosse tudo o que tem acompanhado aquilo que classifico como o descalabro governativo de que o nosso país tem sido vítima desde há três anos. Descalabro que, a meu ver, iremos pagar caríssimo nas próximas quatro ou cinco décadas (pelo menos) e que só tem sido possível precisamente porque o povo português se deixa, desde há séculos, "governar" como o "povo de escravos" a que se referia Lord Byron cerca de duzentos anos atrás. E que faz com que, para se ser português, como dizia Jorge de Sena, seja preciso, desde há cinco séculos, ser, de profissão, exilado."
Aqui é que não posso agora dar de barato seja a falta de ambição, seja o evidente menosprezo por tantos e tantos portugueses que, não emigrados, muito e tudo têm feito para ao seu nível criarem um País melhor! A embófia inglesa, mesmo vindo de letrados, ou de outros desistentes do Portugal, não devia levá-lo a pintar esse quadro cuja negritude faria corar o Senghor... Mas, descalabro foi tudo o que aconteceu ao nível da impreparação das infraestruturas do País desde há mais de um século! Descalabro era um abandono escolar crescente e com mais de 20% de retenções no 1º ciclo do Básico. Descalabro é os oftalmologistas fazerem 50 operações num ano de trabalho no SNS e o médico espanhol do Hosp. do Barreiro ter feito 300 numa semana; Descalabro é a situação da Justiça, a urbanização descontrolada de todo o litoral magnífico do País, o abandono completo dos campos, Descalabro sim, os milhares de licenciados com cursos que para nada servem tirados em instituições que ministram mais de 1100 cursos superiores diferentes. Descalabro é a possibilidade de um professor se reformar com 2500Euros/mês com apenas 49 anos de idade. Mais do que descalabro foi a situação de descontrole de contas públicas, as da Madeira ou de muitos Municípios, o desconhecimento do nº de funcionários públicos e de despesas sem fim, fosse no SNS, fosse como pagamento do serviço da dívida pública. E que dizer das múltiplas mordomias dos titulares da coisa pública? Deputados e Governadores do BPortugal e de todas as EPs?
Foi mesmo necessário cortar a valer, provavelmente praticando algumas injustiças e mexendo com muitos instalados à mesa do OGE. Teve mesmo que ser.
"Pior do que mau, porém, o actual governo é, quanto a mim, um governo de um provincianismo de vistas curtas, "bimbo e com muito gosto", prenhe da arrogância própria desse mesmo tipo de bimbalhismo, próprio não do arquitecto, mas do mestre d'obras. Ora sabe-se que "quem vive pela espada, morre pela espada" - e o escravo, se não morre, cria rancores justificáveis. E que, naturalmente, não perdoará o menor deslize a quem o violenta.
Dirá que o meu ponto de vista quanto ao governo e à sua acção é discutível. Como não me julgo iluminado por sóis de qualquer proveniência, sei que o é. Mas asseguro-lhe que, ao invés de me sentir satisfeito e impante quando o critico, me sinto antes aterrado pelas consequências da inconsciência e da vaidade com que o vejo agir, aterrado até pelas palavras com que o faço, tal o significado que elas contêm e o que implicam. Bem como pela cegueira, pela fuga para frente que observo nos militantes socialistas, a começar por aqueles, meus amigos, a quem afirmei, na altura, que a eleição de José Sócrates para secretário-geral do partido seria algo de muito grave quer para o PS quer para o país pela inconsistência, pela impreparação... e pela má-educação disfarçada de determinação imatura. E a prova de que não sou nenhum iluminado está exactamente em que tudo é hoje pior, mas muito pior do que alguma vez previ que poderia vir a ser."
Aqui vc faz de pitoniza e nessa matéria leva-me a palma, o fuste e as raizes! Não passam de comentários infundados, preconceitos, previsões catastróficas e velharias do Restelo, mais conformes às bancas da Feira da Ladra do que aqui, na novíssima net. Aliás parece, ou oiço dizer que a maioria dos portugueses continua a preferir este PS a qq outra coisa. E vc faz-me a gentileza de não considerar que os que Jorge de Sena considera como analfabetos sem profissão, ou de profissão ( como queira) são mesmo, mesmo burros! É que a falta de profissão e a fominha sempre foram más conselheiras. Claro que não lhe vou contar - julgo que seria abuso meu - que emigrantes vi, há para aí há uns 20 anos, no Canadá e nos EUA, idos dos Açores ! Pareciam mais, idos de um museu de antropologia...
"Lamento se não correspondo ao tipo de imagem que me parece ter de mim, assim de alguém que se compraz a olhar de cima, criticando com leveza displicente o esforço e os erros alheios. Só desta maneira compreendo o tipo de comentário que fez. Mas, garanto-lhe, é apenas o desgosto, quando não o nojo e a vergonha, o que me move quando me refiro a coisas deste tipo. E o vazio, o terrível e monstruoso vazio que alastra viscosamente por dentro de tudo e todos em Portugal.
Seu
Joaquim Simões"
Já ficou claro que, primeiro não tinha essa imagem de si, depois caso a tivesse tido, a sua educada resposta que considero também sincera, a isso mo não permite, mas quanto ao seu derrotismo sobre o futuro do País bem como absoluta falta de respeito pelo trabalho denodado deste governo em todas as áreas, e que ao "verificar esse abandono" lhe poderia fazer nojo, apelo ao seu sentido de justiça para, ao não alinhar com a estrema esquerda, não caia na tentação , essa sim simplista , de esperar que, partindo da situação que existia há três anos, o governo do PS ainda não tenha resolvido todos os problemas. Isso se me dá licença é mais um trabalho para os próximos 15 ou 20 anos...Não há milagres disponíveis!
Sinceramente
MFerrer
A Feira dos subsídios
Parece-me um bom negócio.
Mas continuo a não perceber porque cargas d'água é que a CML deve subsidiar uma feira comercial de cerca de 180 editoras de todo o país...e que é organizada e explorada pelos ditos editores e suas associações empresariais.
Com milhares de casas a cair e sem sanitários, a CML anda a pagar a empresários que vestindo a pele de amantes da cultura continuam a ser empresários, simplesmente! A ter lucro e a pagar impostos como os outros que vendem outros bens. Ou há uma hierarquia de bens e de serviços ? Determinada por quem ?
Manuela, a Economia e o Jornalismo
Estamos conversados!
Ameaçou tudo e todos. Sem piedade diz-se proto-social-nacional-incorruptível-irrascível-ignorante-qb e salazarenta. Eu confesso que não gosto do género. Prefiro o óleo de fígado de bacalhau e o de rícino....Esses, pelo menos limpam.
Aquele casaco com bandas retorcidas é como um genérico de um mau filme...
Agora quanto à economia é que é fartar de rir: então não é que a madame quer mesmo um cheque em branco para nos livrar dos males que só ela conhece? este povo está doente mas ainda não percebeu o que tem. Já nem fala como os oráculos, é mais do tipo mau-agouro! Que não é honesto comprometer-se seja com o que for. Que logo se verá, e tudo o mais.
Que está muito preocupada com os novos pobres - ai que o PP vai ficar sem rumo! - e que são eles a razão da sua existência. Que diabo, esses pobres já têm azar suficiente. Não era preciso bater mais no ceguinho.
Até a"jornalista" , D. Ana, estava envergonhada do papelão que lhe destribuiram. Fazer-se de parva e de rampa de lançamento de um passado sem futuro.
Sobre o chamado jornalismo é que quero aqui saudar Chavez pelo fino tratamento dispensado a certa comunicação social "portuguesa", dedicada a enferneziar a vida a quem zela democraticamente pelos destinos de Portugal. Pegou nos jornalistas ( bufos, segundo dizem ) e espetou-os dentro de uma tenda - não vá o diabo tecê-las, e estarem alguns incumbidos de tirar fotos quer à segurança pessoal do próprio, quer aos locais sensíveis que visitaram. Lindo, digo eu !
Ficaram um bocado chateados, é certo, mas first thing first!
E lá volto ao óleo de rícino. Sabe um bocado mal mas é muito bom a prevenir outras males...
terça-feira, maio 13, 2008
A subida dos preços dos combustíveis pode parar
Vão ver que o governo, as gasolineiras e a Ar vão acabar por tomar medidas.
Já me esquecia: Convém andar pelo meio da rua a atrapalhar os teimosos...
By the balls !
Como é apanágio das consolidadas democracias, há alguém que quer cortar a cabeça a uns mensageiros.
Velhos hábitos, digo eu!
Dá ideia de que, ou o Jornal de Angola está de cabecinha perdida..., ou tem algém bem agarrado, by the balls!!!!!!!!
Aguardemos desenvolvimentos.
segunda-feira, maio 12, 2008
De Charrete ? Desminto !

Baixas abaixo de cão

Manuela Ferreira Leite, about 3
A China, o Superávite e o Desemprego na Europa
Será caso para avisar os camaradas do PCP que se moderem, seja na propaganda do regime chinês, seja nas críticas à Europa e, em especial, moderem a sua irresponsabilidade quanto ao papel do Estado na criação de emprego e nas benesses que tem capacidade para distribuir.
É ver:
12/05/2008 - 08h04
Superávit comercial chinês bate novo recorde em abril
da Efe, em Pequim
O superávit comercial da China bateu um novo recorde em abril ao atingir US$ 16,680 bilhões, apesar da anunciada intenção de Pequim de reduzi-lo e evitar assim conflitos comerciais com o Ocidente.
A Administração de Alfândegas da China informou hoje por meio de seu site que o saldo de abril supera em 19,6% o de março, mas é inferior em 1,3% ao de abril de 2007.
As exportações chinesas aumentaram em abril 21,8% em relação ao mesmo mês do ano passado até atingir US$ 118,7 bilhões.
Enquanto isso, as importações cresceram 26,3% para US$ 102 bilhões.
Tanto os Estados Unidos como a União Européia pediram várias vezes à China que reduza o superávit comercial que mantém com ambos e que tome medidas, como a valorização de sua moeda, para frear a avalanche de exportações baratas em seus mercados que, segundo esses governos, aumentam o desemprego.
domingo, maio 11, 2008
A China, o Tibete, o PC, o Desemprego e o preço dos Alimentos
Não é da minha conta julgar se os Chineses devem viver sob um regime daqueles ou, se de um outro!
Também tenho as maiores reservas sobre a bondade do regime teocrático do DalaiLama e dos seus monges, sob quem recaiem muitos crimes de séculos contra o povo tibetano.
Não me custa admitir que a China fez avanços tremendos directamente da pré-história para a sociedade agro-industrial, em cerca de 50 anos. Com que custos sociais, estamos ainda para ver.
Mas o que custa mesmo ver e admitir é, que o PCP que em Portugal acusa o governo de todas as malfeitorias, promovendo campanhas de agitação junto dos empregados e desempregados , não tenha um pingo de vergonha e vá em delegação à China, louvar os avanços da revolução e do socialismo chinês:
"Confirmámos aos camaradas chineses a nossa firme condenação às enormes acusações internacionais contra a China que estão a ser feitas utilizando o pretexto dos Jogos Olímpicos (JO)", disse em declarações à Agência Lusa Albano Nunes, membro da comissão política e do secretariado do PCP, à frente de uma delegação de cinco membros do PCP de visita à China a convite do Partido Comunista Chinês (PCC). Segundo Albano Nunes, as críticas à administração chinesa no Tibete "não são uma questão de soberania, nem de direitos humanos, mas sim uma forma das potências imperialistas pressionarem a China, aproveitando o pretexto dos JO". Para o representante do PCP, "o papel cada vez mais importante da China na comunidade global, os êxitos inegáveis do país e os objectivos socialistas que Pequim se propõe alcançar" são as razões que justificam a campanha internacional contra a política chinesa. O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, já tinha afirmado em Março, quando se registaram as manifestações anti-China em Lassa, que o partido português reconhece o Tibete como parte integrante da China e que os incidentes tinham como "objectivo político comprometer os Jogos Olímpicos" na China. Citado hoje pelo "Diário do Povo", jornal oficial do PCC, Liu Yunshan, Secretário do Comité Central do PCC, agradeceu ao PCP "o apoio precioso nas questões sobre o Tibete, Taiwan e direitos humanos", depois do encontro com a delegação portuguesa no Palácio do Povo, em Pequim. Liu Yunshan mostrou satisfação pelas longas relações amigáveis entre os dois partidos, sublinhando o esforço do PCP para desenvolver as boas relações sino-portuguesas. Albano Nunes elogiou os êxitos chineses na construção socialista e o progresso chinês nos últimos 30 anos de reforma e abertura, manifestando o desejo que a China fique mais poderosa. "Penso que está a ser uma visita frutuosa e útil", comentou Albano Nunes, acrescentando que este tipo de intercâmbio político é importante "para formarmos a nossa opinião, autónoma e independente". Albano Nunes chefia uma delegação do PCP que visita a China entre 5 e 14 de Maio, a convite do Departamento Internacional do Comité Central do PCC."
Não apenas acusa o governo português de reduzir as conquistas de Abril como de destruir a indústria, as pescas nacionais e das deslocalizações. Quantas e quantas vezes os vimos já à porta das fábricas, que vão encerrar, a gritar contra o governo, aliado dos patrões, ou a exigir que se façam para ontem as escolas e os hospitais ainda em falta?
Que coisa é esta que faz o PCP não entender o ridículo da sua ideologia e a evidente contradição da sua prática? Vão louvar a economa chinesa e o seu desenvolvimento baseado em salários de miséria, em ausência total de segurança social ou no trabalho, de férias ou de apoio à velhice.
Estes diminutos custos - acrescidos dos maiores crimes contra o ambiente que se conhecem - têm permitido à China destruir por esse mundo fora a indústria dos texteis, dos sapatos, dos plásticos, dos brinquedos, da indústria naval, da indústria ligeira, agora dos automóveis, etc.,têm feito subir em flecha o preço das ramas de petróleo - têm das mais baixas taxas de aproveitamento calórico de todo o mundo -e provocado a deslocalização brutal de centenas de empresas e provocado no Ocidente milhões de desempregados.
Finalmente, sabe-se já que são detentores de cerca de 75% da dívida externa dos EUA e que as reservas de divisas que acumularam - as maiores de sempre na História -lhes permitem agora também entrar força na especulação bancária, empresarial - compram centenas de empresas por ano nos EUA - e por fim, como o seu desenvolvimento tem sido preferentemente industrial, têm cada vez mais necessidade de produtos agrícolas, visto que parte da sua população já pretende comer um pouco melhor. Desta forma são já um dos maiores importadores de alimentos de todo o mundo e sempre a aumentar!
É esta economia selvagem a quem o PCP presta vassalagem .
Manuela Ferreira Leite, about 3
E ela não vai de modas! Logo que pensa uma novidade, um up-grade, aí está ela com aqueles casaquitos de tecido grosso, como se estivéssemos a caminho de nova idade do gelo, a deixar-nos verdadeiras pérolas do seu rosário de originalidades.
Assim, sim, até eu ganhava de caras:
"A candidata à liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite, disse este sábado aos jovens que «ter um canudo ao estilo de Sócrates que dá para tudo» já não serve para ter êxito no mercado de trabalho, noticia a Lusa.
«Precisamos de um sistema educativo sólido. A ideia de que se tem um canudo estilo engenheiro Sócrates, que dá para tudo, já não serve e o desemprego de jovens licenciados está ligado a esta questão: ou bem que o canudo tem algum significado, ou não serve para nada neste momento», afirmou.
Manuela Ferreira Leite falava em Lourosa, Santa Maria da Feira, num encontro organizado pela JSD que serviu para apresentar os mandatários da candidata na estrutura de juventude do partido.
A candidata salientou que a realidade complexa com que os jovens hoje deparam não corresponde ao quadro de há 20 anos, em que os pais ficavam descansados quando os filhos se formavam porque arranjavam emprego.
«Acabaram os empregos para toda a vida e hoje a formação não termina quando se conclui um curso na Universidade», observou, defendendo que a questão educativa não reside tanto nos programas, mas mais em dotar os jovens de uma formação exigente, que lhes confira capacidades para aprenderem e se adaptarem ao longo da vida.
No que respeita à habitação dos jovens, Ferreira Leite reconheceu que «é um problema sério que tem de ser ponderado», mas manifestou a convicção de que «não é com subsídios que se resolve porque essa via tradicional já se viu que não dá resultados» "In Diário"
Podem estar os jovens descansados que ela tem ideias próprias e, um dia, vai apresentá-las.
É desta massa que se fazem os grandes estadistas. Com ideias para resolver os assuntos...ou para ir ponderando!
sexta-feira, maio 09, 2008
A embófia
"Sou muito amigo do dr. Almeida Rodrigues, já trabalhei com ele várias vezes, mas também sou procurador-geral adjunto com dez anos de cargo e por uma questão de estatuto não podia ficar" [na dependência hierárquica de um polícia]."Se eu ficasse, seria mal visto pelos meus colegas do Ministério Público".
Baltasar Pinto, director nacional adjunto da Polícia Judiciária, em declarações ao JN
e já agora, a excelente crónica do Ferreira Fernades no DN :
CARTA É ANTIGA E O PORTUGAL É O DE SEMPRE
""Almeida Rodrigues, polícia, é o novo patrão da PJ. Por isso, Baltasar Pinto, o nº 2, demitiu-se: "Sou procurador-geral adjunto com dez anos de cargo e por uma questão de estatuto não podia ficar". Um procurador sob um simples polícia? Que horror, o estatuto arrepela-se todo! Portugal foi sempre assim, de castas, com raros a oporem-se. Um dia, o duque do Cadaval(procuradoríssimo-geral, pois era o corregedor-mor) tartou por tu o polícia Pina Manique ( simples corregedor ). Pina Manique escreveu ao duque, dizendo que se ele o tratou assim por ser de nascimento humilde, então, " caguei para mim que nada valho". Mas, prosseguiu Pina Manique, se foi por causa do cargo menor que ocupava, então "caguei para o cargo". E, rematou Pina Manique, caso não fosse uma ou outra razão, que o duque lhe dissesse, pois ele queria saber," se devo ou não cagar para V. Exª". Com gosto emprestarei a carta ao polícia que manda hoje na PJ, para ele enviar a quem de direito ""
quinta-feira, maio 08, 2008
Dormir com o inimigo
Manuela Ferreira Leite, about 2

Banco Espírito dos Santos

quarta-feira, maio 07, 2008
She had a dream !
Estas professoras que se dizem preocupadas – aos quatro ventos -com a qualidade do ensino, são ainda pior do que aqueles que frontalmente estão contra tudo:
Afirmam que o sistema educacional, hoje não tem qualidade". Referem-se ao período do experimentalismo pedagógico, sem avaliação, que vigorou de 1974 a 1986?
Ou falam do tempo do ensino liceal apenas para uma minoria nos tempos da ditadura?
Quando é que se perdeu a tal dignidade?
Terá sido com a substituição de Hermano Saraiva por Veiga Simão ou foi o Ministro Galvão Teles?
Ou a culpada é a democracia e o alargamento da escolaridade obrigatória no tempo da primeira maioria absoluta de Cavaco Silva?
Ou a brilhante dignidade foi-lhes roubada quando recusam as aulas de substituição?, a escola a tempo inteiro?, as aulas de 90 minuto?, ou as escolas com mais de dez alunos?, o Estatuto do Aluno?, ou o da Carreira Docente?, quando insultam os seus superiores?, ou organizam arruaças de crianças de 10 ou 12 anos?
Quando aceitam ser enredados pelo PC/CGTP/FENPROF que apenas desejam continuar os seus privilégios sindicais e os utilizam como argumento contra o Governo democraticamente eleito por maioria dos portugueses?
Terá sido quando tiveram de cumprir horários, ou justificar as suas faltas ?
Era bom que a par das preocupações sobre a pedagogia e dos alardes sobre teorizações, mostrassem, na prática e sem lamechices um verdadeiro empenho na aplicação das medidas que este Ministério de MLR tão devotadamente vai implementando.
Era tempo de perceberem que este Ministério permite que as escolas sejam de facto autónomas e definam um trajecto próprio para si e para os seus alunos. E que vai levar a cabo a efectiva ligação da escola à comunidade e aos Municípios, como por esse mundo civilizado se faz há muito.
Excelente a entrevista de ontem na 4. Maria de Lurdes Rodrigues esteve a um nível a que não estamos habituados a ver os nossos políticos. Esteve clara e determinada, sem choradinhos ou acomodações. Ela tem um rumo e vai segui-lo, contra ventos e marés!
Temos Ministra ! She has a Dream !
Banco Alimentar ?
Enfim, acho que já pagamos impostos suficientes para haver um mínimo para todos e para cada um.
Mas o que mais me irrita nestas recolhas do Banco Alimentar é que se colocam à porta dos maiores grupos da destribuição, à porta dos Jumbos, dos Continentes, dos Modelos e Feiras Novas.
Porquê?
Para matar a fome de alguns concidadãos teremos que enriquecer mais e mais os Belmiros deste País ?
Não haverá outra forma, em que uma parte da nossa dádiva não vá parar ao bolso destes magnatas?
Sugiro uma senha que pode ser destribuída no Metro, impressa nos jornais, afixada nas cx multibanco e que permitisse uma dádiva em numerário, directamente para uma conta com a qual se fizessem compras por grosso não a retalho.
Com igual valor pago aos supers e hipers ter-se-ia conseguido aumentar 30% a quantidade de produtos!
Este dia de apelo à nossa solidariedade está irremediavelmente marcado pelo lucro escandaloso obtido com o nosso suor e a beneficiar, em primeiro lugar, os mais ricos homens do País...
Pergunto-me se, por acaso, estes senhores não serão também sócios do tal Banco Alimentar!
terça-feira, maio 06, 2008
Basta! Isto é um horror!

A Crónica da Rosarinho
Por ser excelente, aconselho uma visita. Com o link certinho!segunda-feira, maio 05, 2008
Desemprego , por Pacheco Pereira
"Mas nós falhamos mais se não temos a consciência de fazer alguma coisa. Porque se pode, na acção cívica, no voluntariado, no mundo empresarial, na política, fazer muita coisa por estas mulheres. O que é preciso é vê-las e à sua condição e não as cobrir com o manto diáfano da inevitabilidade. A começar pelo Governo, que mais uma vez se vai voltar para o betão e não para as pessoas."
O texto aflora preocupações ao nível da saudade das campanhas políticas à porta das fábricas, e do sentimentalismo, quase solidariedade, para com os desempregados , em especial com as mulheres.
Ora este tipo de abordagem do desemprego e das suas consequências ao nível familiar não é inocente em Pacheco Pereira.
Aliás nada é inocente em Pacheco Pereira. Esta abordagem tem por finalidade quase freudiana aumentar a simpatia política para com MFLeite de quem é fervoroso apoiante. Como qualquer de nós, dsconhecendo qual o seu programa seja para o PSD , seja para o País, se lá chegar, bem entendido !
Por que raio é que ele se lembraria agora de carpir em cima do desemprego das mulheres?
De facto não condena nunca a situação de exploração da mão-de-obra que foi levada ao limite lá pelo norte naquelas "fábricas" de trabalho intensivo, onde o único valor acrescentado era a tal mão -de-obra não especializada e barata, muito barata !
Também não condena o desaparecimento de milhões e milhões de euros em "cursos de formação" fantasmas e que saíram do bolso dos contribuintes europeus.
Não senhor!
Ele acha que afinal era evitável que os ordenados pagos no Leste, ou na India, ou na China, tornassem essas fábricas completamente inviáveis. Não se trata de os patrôes serem maus ou bonzinhos - como o tal casal de suecos do seu post seguinte..., trata-se isso sim, de sobrevivência da produção. Pura e simples.
Aqui não há sentimentalismo possível. Ou fechavam por decisão dos patrões, ou fechavam por os produtos não se poderem vender com estes custos de produção. Mas Pacheco Pereira sabe muito bem destas leis da formação de preços, do preço médio de mercado para que tendem todos os bens, tenham eles a origem que tiverem. Sabe isso, mas do que se lembra não é condenar a antiga política do emprego a qualquer custo, nem dos subsidios a fundo perdido atribuidos por "posto de trabalho criado", sem atender à sua precariedade, não senhor, ele sugere políticas de apoio com base no voluntariado e na acção cívica...
É de espantar!
Mas não é tudo.
Finaliza, atacando o governo por tentar alavancar a economia, neste momento atacada por todos os lados, através do lançamento de um ambicioso plano de obras públicas que irão criar milhares de empregos directos e indirectos. E que ao final, contribuirão para um País com mais transportes, mais turismo, mais agricultura e mais energia limpa. Também não se lembrou de referir os esforços realizados por este governo ao nível da requalificação dos portugueses, ou do apoio à maternidade, ou no desemprego.
É que está vedado ao governo, qualquer que seja, criar empregos. A sugestão sub-liminar desta possibilidade, é pouco honesta.
Por outro lado, empregos baseados em baixos salários são passado. Aí não podemos competir com os chamados países emergentes. Só se lembrou de chorar nos ombros das mulheres e de criticar o governo...
Mas ainda não fez mea culpa por ter apoiado a invasão do Iraque, a qual como se sabe hoje, foi uma mentira monstruosa que está na base da falência da economia dos EEUU e, por arrasto, da crise na Europa e no Mundo. Detalhes. Minudências.
Isto... há mar e mar... há ir e voltar...
do que a perna. Só visionários, completamente loucos, se aventuravam mar adentro, naquelas tábuas pregadas, sem instrumentos ou metereologia. Ficou a aventura!Diamantes de Angola

O Museu a criar
Não posso estar mais de acordo com esta denúncia.
Que aliás seria bem fácil de verificar e de combater:
Bastaria mandar fiscais às casa de praia da costa Alentejana e Algarvia, nos meses de Estio e pedir os recibozinhos do aluguer das mesmas. Pedir os cheques que comprovam o aluguer e seguir o "arame".
De Junho a Outubro os rendimentos dessa economia paralela mandariam o défice nacional para o Museu das inutilidades!
domingo, maio 04, 2008
O PSD nas Lonas
O PSD não tem condições para liquidar a pronto a coima de 268.415 Euros que lhe foi aplicada pelo Tribunal Constitucional no âmbito do financiamento ilegal efectuado pela Somague. Os cofres estão vazios e os bancos não emprestam. Assim, vai efectuar a sua liquidação em quatro prestações, sem juros, até 2010. OK. Mas qual é, afinal, a situação das finanças do PSD? Segundo Miguel Macedo, antigo secretário-geral do PSD e responsável pelas contas do partido entre 2005 e Outubro de 2007, ouvido pelo Público, o empréstimo de 8 milhões de Euros para as autárquicas de 2005 foi liquidado na totalidade. Recuando no tempo, Macedo recorda que o passivo do PSD, quando Marques Mendes chegou à liderança, era de 13 milhões de Euros, dos quais 4 respeitantes a dívidas do PSD-Madeira. Não sei o que se passa nos outros partidos, mas o desnorte da Buenos Aires devia fazer corar de vergonha os seus economistas e dirigentes, de cada vez que invectivam as finanças do país. Porque quem governa assim a sua casa...
E que dizer então do tratamento de favor dado a este "contribuinte" faltoso?
A dívida não provém de um qualquer negócio legal. Não. Provém de uma ilegalidade que em muitos países dava cadeia ! Da próxima vez que nos mandarem notificações para cobrarem impostos sobre rendimentos legítimos o que deveremos dizer ? Qual o prazo para pagarmos? sem juros, está bem de ver !
sábado, maio 03, 2008
VPValente e o seu gráu Zero
«Quando Sócrates começou o seu programa de "reformas" seduziu e comoveu a direita. Com Ferraz da Costa (o antigo presidente da CIP) à cabeça, toda a gente veio gabar o homem que chegava e muita gente disse logo que, se ele perseverasse em tão bom caminho, votaria PS em 2009. Com o tempo, o entusiasmo esfriou, mas nunca a direita deixou de considerar o primeiro-ministro como coisa sua ou, pelo menos, parcialmente coisa sua. Alguns "notáveis" até passaram para o outro lado, em nome da imparável decadência do PSD e da velha necessidade de salvar a Pátria. O Partido Socialista não andou (e, de certa maneira, ainda não anda) longe de ser adoptado pelo capitalismo: se não como partido único, como único partido. Nem Portas, nem Marques Mendes, nem Menezes se comparavam ao discreto e autoritário Sócrates, que parecia nascido numa tradição de boa memória.
Ao princípio este amor expansivo da direita não trouxe a Sócrates qualquer problema. Pelo contrário, tornou difícil a oposição do CDS e do PSD. Só que pouco a pouco esse mesmo amor fortaleceu a esquerda. Dentro do PS, Manuel Alegre e um bando inconformado com a ortodoxia financeira do Governo. Fora do PS, o Bloco e o PC e, por exemplo, uma "classe" como os professores. Pior: as grandes manifestações de rua (e houve várias) mostraram que o descontentamento não era um fenómeno momentâneo e ameaçava cristalizar numa rejeição militante e durável. Anteontem, com o anúncio de uma moção de censura, o PC (seguido pelo Bloco), declarou guerra ao primeiro-ministro em termos de uma rara violência. Para Jerónimo de Sousa, Sócrates é um traidor, sem "um neurónio social-democrata".
Tacticamente, isto põe Sócrates numa posição embaraçosa. Numa época de vacas magras - muito mais magras do que ele esperava - precisa de recuperar o voto da esquerda, sem perder o voto da direita. Ora, para recuperar o voto da esquerda não basta a retórica do costume e as pequenas concessões que ultimamente vem fazendo (um recuo geral está por natureza excluído). E, para não perder o presuntivo voto da direita, precisa que no PSD a presente balbúrdia não acabe. Mas se em 2009 o PSD se conseguir apresentar com o mínimo de decoro e um "chefe" que o país leve a sério, o seu fiel eleitorado talvez não o abandone à sua sorte. Se, por acaso, isso acontecer, Sócrates cairá pelo buraco, que ele abriu, entre a hostilidade da esquerda e a natural preferência da direita pela própria "família".
E escreve-o na véspera da publicação da sondagem do Expresso que desfralda os mais consolidados números sobre a aprovação que as políticas do Governo recebem do Portugueses, em doses de mais de 42%.............
Parece que afinal, e como é costume, quem tem razão é o povo...
sexta-feira, maio 02, 2008
O gráu zero da Política

A direita trauliteira e os boatos

Manuela Ferreira Leite, about
«os governos PSD/PP nada mudaram em relação aos anteriores governos de Guterres» e mostraram «total incapacidade de fazer a reforma da Administração Pública, que nem sequer foi enunciada».
«Estes senhores [o actual Governo do PS] pelo menos enunciaram-na», acrescentou.
Mira Amaral criticou a operação de venda de créditos do Estado feita por Manuela Ferreira Leite para ter um défice inferior a três por cento em 2003, defendendo que «isso devia ter sido um empréstimo e não uma receita» inscrita no orçamento porque onerou os orçamentos futuros.
De acordo com o ex-ministro do Trabalho e da Indústria de Cavaco Silva, o que se fez foi «contabilidade criativa» e «martelar os défices».
Mira Amaral disse ainda que a situação do País «não se transforma com visão contabilística».
Se pegarmos num responsável empresarial, só porque é sério ou porque tem ar de mau, e o transformarmos» em presidente executivo ou presidente do conselho de administração «o que é acontece? Daqui a um ano está falida», ilustrou. »(TSF online --- 30 de Abril 08)
Iraque, Abril 2008
Quantos estropiados?
Os EEUU estão metidos, como sempre disse, no maior sarilho da sua história.
Ainda os vamos ver a pedir ao Irão que os ajude a resolver o problema !
O seu aliado na zona, Israel, apenas os levará para mais fundo!
quinta-feira, maio 01, 2008
quarta-feira, abril 30, 2008
O pior uso das varandas
O post em directo, 14:03h
Lindo de morrer !
A pôr as manguinhas de fora
1. “De um ponto de vista quer absoluto quer comparativo, os portugueses evidenciam atitudes de baixo envolvimento com a política. A relação entre a idade e o grau de importância dada à (e interesse na) política é curvilinear, ou seja, menor entre os muito jovens e entre os mais velhos. Contudo, as diferenças entre os jovens adultos e o resto da população activa são reduzidas, o que faz com que, comparando exclusivamente, no contexto europeu, os indivíduos com idades entre os 18 e os 29 anos, as atitudes de envolvimento político dos jovens adultos portugueses escapem, do ponto de vista da sua intensidade, aos últimos lugares europeus.”
2.“Do ponto de vista dos comportamentos participativos, os jovens adultos também não se distinguem particularmente do resto da população activa, ao passo que os indivíduos com menos de 18 anos não se distinguem particularmente dos indivíduos com 65 anos ou mais. Esta curvilinearidade na relação entre a participação e a idade é expectável, mas os níveis de disponibilidade para a participação e de participação real dos mais jovens podem ser vistos como sendo comparativamente elevados tendo em conta a sua posição no ciclo de vida.”
Da próxima vez que a nossa Imprensa o abordar talvez valha a pena perguntar-lhe afinal em que estudo é que se baseou para desta forma inusitada atacar a juventude e os seus conhecimentos da política....



