quinta-feira, dezembro 25, 2008

A coerência do culto da morte

Ou, faz o que digo, mas não faças o que eu faço!





Agora que o Vaticano se declara tão defensor das florestas como da homofobia, coisa que nunca se cansou de repetir ao longo da História, ao mesmo tempo que mandou queimar, por razões de fé e de dogmas bíblicos, na maior tranquilidade, uns milhões de incomodidades,
Considerando que a declaração sobre uma sexualidade voltada para o salvamento da espécie, não podia ser mais oportuna,
O Vaticano aceitou receber da sua aliada Austria - tal como, no passado, recebeu elefantes, tigres e rinocerontes empalhados - um abeto gigante que vivia tranquilo a fixar o carbono e a libertar o oxigénio, há para aí uns 70 ou 80 anos, na calma verdejante duma floresta. E vai de o cimentar na Praça de S. Pedro para dar conta das suas profiundas preocupações sobre os seres vivos deste planeta e da muita alegria em se juntar à festança do consumo desenfreado.

E que tal? Consumiram bem? Mesmo?

Olhem que sem consumo isto afunda-se : É como os tubarões que não podem deixar de nadar, ou morrem afogados...

http://www.youtube.com/watch?v=akC5ZOXxrDk

Longe, entre a Ásia e os EUA trava-se já hoje a mãe de todas as batalhas pelo domínio económico

Lá, onde se trava a mãe de todas as batalhas, seja pela sobrevivência do sistema capitalista tal como o conhecemos, seja pelo efectivo domínio económico e militar, a China com a sua extraordinária força de trabalho barata e domesticada, vai dar cartas em todos os sectores e por um imenso período histórico a que podemos já chamar de
Império Global Chinês
La Chine menace de couper les vivres aux Américains
Dans un édito du China Daily, organe du Parti communiste chinois, les autorités de Pékin mettent les Etats-Unis en garde contre une trop grande confiance dans l’emprunt pour financer les plans de crise: plus gros détenteur de bons du Trésor américain, la Chine menace de couper les injections de dollars frais.

Ce n’est pas parce que la Chine a acheté 65,9 milliards de nouveaux bons du Trésor américain, qu’il faut croire qu’elle va se sauver de la crise à coup de dette ! Publié au lendemain de l’annonce d’une future ponction de 14 milliards pour l’automobile dans la cagnotte Paulson de 700 milliards, un édito du China Dail (quotidien en langue anglaise financé par le Parti communiste remettait Washington à sa place.Sous un titre évocateur (« Les clés du Trésors ») il se faisait porte-parole de Pékin. « Toute erreur sur la gravité de la crise causerait des difficultés aux emprunteurs comme au créditeurs, commence le texte. L’appétit apparemment grandissant du pays pour les bons du Trésors américain n’implique pas qu’ils resteront un investissement rentable sur le long terme ou que le gouvernement américain continuera de dépendre des capitaux étrangers. » Et voilà comment, en une phrase, on menace les Américains de couper la pompe à dollars chinoise qui alimente l’économie états-unienne depuis plusieurs années !Le pistolet sur la tempe de la FedComme le rappelle l’article, la Chine a remplacé depuis septembre le Japon comme premier détenteur étranger de bons du Trésor américain et disposerait aujourd’hui de la bagatelle de 652,9 milliards de dollars d’obligations d’Etat. Un outil de financement de la dette américaine permettant notamment de garantir des taux d’emprunts raisonnables donc une consommation constante… de produits chinois !Or, le China Daily laisse entendre que les bons ne sont guère qu’un placement par défaut pour les centaines de milliards de dollars injectés par les investissements dans l’Empire du milieu : « Au vu des rares débouchés pour investir de façon sûre et profitable ses réserves de change en plein essor, la Chine pourrait malgré tout continuer d’acheter des bons du Trésor malgré les inquiétudes grandissantes quant aux pertes considérables qu’ils pourraient générer. »Les conséquences du retrait des capitaux chinois ont de quoi donner des sueurs froides au premier patron de la Réserve fédérale venu : un retrait massif causerait une hausse brutale des taux d’emprunts, rendant inefficace tout plan de sauvetage des institutions ou entreprises américaines. Mais ce n’est qu’une hypothèse, bien sûr….Une volonté de se rabattre sur l’Europe avant de se tourner vers le marché intérieur ?Critiquant les « énormes plans de sauvetage successifs », les autorités chinoises concluent par de véritables instructions pour Washington : « [le gouvernement américain] devrait se lancer dans une course contre la montre en engageant les réformes pénibles mais nécessaires pour relancer son économie avant que la demande [en bons du trésor] ne commence à décroître. »Si la Chine ne se tourne plus vers les Etats-Unis, il ne lui reste plus beaucoup de débouchés : faute de marché suffisant dans les BRIC (Brésil, Russie, Inde et Chine), le pays n’aura pas beaucoup d’autre choix que se tourner vers une Europe moins touchée par la crise. Une étape en attendant de disposer d’un marché intérieur assez développé pour absorber l’immense production de la machine industrielle chinoise. D’ici là, la récession américaine aidant, les dollars dévalués des réserves chinoises auront été remplacés par des euros."
Eu acrescentaria que a queda do preço das matéria sprima se nomeadamente do custo do petróleo, a continuar, vai constituir um gigantesco impulso à produção industrial chinesa e possibilita no fundo o seu controlo sobre a constituição de reservas efectivas e no mercado de futuros. Quem tiver liquidez disponível pode "abastecer-se" quase até ao infinito de matérias primas a preços de saldo...

Por muito menos fizeram-se tantas fogueiras. Era só terem uma nova oportunidade!

Ferreira Fernandes no DN:
ENQUANTO FOR SÓ CONVERSA...
O Papa tem o direito de dizer que os heterossexuais estão em risco de desaparecer como a floresta amazónica.
Os que acham isso tolo têm o direito de lembrar que o celibato dos padres, esse, é que não só extinguiria os heterossexuais como todo o género humano.
O Papa tem o direito em afirmar a sua verdade, a da Bíblia, onde união sexual é entre "homem" e "mulher", e só.
Os anticatólicos têm o direito de lembrar os casos de papas homossexuais.
Eu, com saudades da minha adolescência quando os filmes eram de cowboys que cavalgavam rumo ao pôr do Sol sem segundas intenções, tenho direito em dizer que me incomoda um filme em que dois cowboys se beijam. Dois cowboys da vida real têm direito de se beijar e dizerem estar-se nas tintas para os meus incómodos.
O Papa, eu, os anticatólicos, os homossexuais militantes e os cowboys temos o direito de dizer o que queremos.
Bom é que não tenhamos o poder para impor aos outros o que eles não querem. Seria bom também que toda esta liberdade de dizer tivesse em conta que há lugares em que homens e mulheres - que são o objecto da nossa conversa - são impedidos de ser aquilo que querem ser, homossexuais."

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Uma excelente prenda de Natal pela mão de quem percebe mesmo de Finanças!

Ou Manuela Ferreira Leite no seu melhor!

24 de Dezembro de 2008 - 01h31
Secções PÚBLICO Edição Impressa: Destaque, Opinião, Portugal, Mundo, Temas, Economia, Desporto, Cultura, Media, Local Lisboa, Local Porto
Suplementos PÚBLICO: PÚBLICA, ÍPSILON, FUGAS, ECONOMIA,
Estado pode ter de recomprar dívidas fiscais que vendeu
Sérgio Aníbal
A operação de titularização de créditos fiscais realizada em 2003 continua a ter um impacto financeiro nas contas do Estado
Depois de já ter substituído mais de metade das dívidas fiscais que cedeu ao Citigroup na operação de titularização de 2003, o Estado português pode agora ter de recomprar algumas das dívidas que se revelarem inexistentes.No Parecer da Conta Geral do Estado referente a 2007, ontem entregue pelo Tribunal de Contas na Assembleia da República, a entidade li-derada por Guilherme d'Oliveira Martins faz um balanço do impacto da titularização dos créditos fiscais nos cofres públicos e assinala que, "nos termos contratuais, deixou de ser possível efectuar substituições de créditos depois do dia 20 de Junho de 2007, devendo, a partir dessa data, ser readquiridos pelo Estado os créditos da carteira referentes a dívidas inexistentes ou inexigíveis por factos anteriores à data de separação".A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) garante que até ao final do período analisado pelo Tribunal de Contas (que vai até 29 de Fevereiro de 2008) não foram readquiridos quaisquer créditos, mas o ministro das Finanças admite, em resposta citada no parecer, que "aguardam-se as conclusões dos trabalhos no Siste-ma de Gestão de Créditos Titularizados (Siget) para se efectuarem eventuais recompras". A dúvida está em saber, exactamente, quantos é que são, nos últimos meses, os títulos classificados como "violados", ou seja, aqueles que se verifica não existirem e que forçam o vendedor (Estado) a ressarcir o comprador (Citigroup). Os responsáveis do Tribunal de Contas assinalam que no ficheiro que lhes foi entregue pelas Finanças são contabilizados, entre Setembro de 2007 e Fevereiro de 2008, títulos violados no valor de 27,7 milhões de euros, mas que, no relatório remetido pela DGCI ao Citigroup, o valor que aparece é zero.Questionado pelo tribunal, o ministro das Finanças disse que eventuais dúvidas ficarão desfeitas quando ficar concluído "o desenvolvimento do sistema informático designado por Siget", previsto para o final deste ano. Esta dificuldade em obter informação exacta levou o Tribunal de Contas a defender que, passado tanto tempo depois do início da operação, "não é aceitável que ainda esteja por constituir um sistema informático que assegure informação coerente entre si e com os relatórios entregues ao cessionário".O Estado português já se viu forçado a entregar um número muito elevado de novas dívidas fiscais e à Segurança Social para substituir outras que se revelaram inexistentes. Segundo os cálculos do Tribunal de Contas, desde o início da operação em 2003, 51,8 por cento dos créditos foram substituídos, correspondendo a 33,7 por cento do seu valor. Ou seja, o Estado entregou novas dívidas no valor de 3.187,2 milhões de euros. Entretanto, com tantas substituições, o ritmo de cobrança das dívidas fiscais da carteira vendida ao Citigroup começa finalmente a aproximar-se do previsto inicialmente. Em particular, entre Setembro de 2007 e Fevereiro de 2008, a cobrança ficou 49,3 por cento acima do cenário base. Deste modo, a cobrança acumulada, que nos primeiros semestres não conseguiu mais do que metade do previsto, já atinge agora um valor próximo de 75 por cento. Ao ponto do ministro das Finanças dizer ao Tribunal de Contas que, "pela primeira vez desde o início da operação (...), o cessionário pagou a habitual comissão base acrescida da comissão adicional referente ao prémio previsto sempre que o grau de execução acumulado seja superior a 75 por cento". A operação realizada em 2003 pela então ministra, Ferreira Leite, continua a fazer--se sentir nas contas 51,8%Percentagem dos créditos cedidos ao Citigroup que já tiveram de ser substituídos por outras dívidas, representando 3.187,2 milhões de euros ou 33,7 por cento do valor total da carteira.
Tribunal repete críticas ao Orçamento
Fim
© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA

terça-feira, dezembro 23, 2008

Novilingua

In O País Relativo:
22 Dezembro 2008, 19:40 · Tiago Barbosa Ribeiro

"Fiquei hoje a saber que os professores do ensino básico e secundário não chamam férias às férias, mas sim «pausas lectivas»: cerca de cinco semanas por ano no total, para além das férias propriamente ditas que correspondem a uma «pausa lectiva» superior a dois meses. Está certo. Deve ser aproximadamente o mesmo raciocínio que permite à Fenprof chamar avaliação de desempenho às progressões automáticas na carreira."
Gostaria de acrescentar que não sou um especialista em direito do trabalho mas reconheço que há especialistas em descanso...

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Os delírios dos sindicatos dos professores - 3

O que será que o texto abaixo, retirado do La Nacion de Santiago do Chile, tem de comum com a Avaliação que em Portugal o ME tem longamente proposto, negociado e adaptado ás circunstâncias e apelos dos professores em Portugal?
A única semelhança, é a existência de uma reacção corporativa dos sindicatos de ambos os Países, com a diferença que em Portugal o ME já assinou em Abril com os sindicatos um Memorando para a aplicação da Avaliação e que no Chile a Ministra da Educação ameaça com despedimento quem não se submeter a ela!

É ver:
"Para el Mineduc la evaluación docente es fundamental para mejorar la calidad de la educación en Chile. Por eso no está dispuesto a ceder. Los profesores dicen no estar en contra del test, sino que quieren perfeccionarlo. De partida tener tiempo en la jornada laboral para contestarlo.
Jueves 24 de julio de 2008

Por Soraya Rodríguez / La Nación
Ministerio advierte sanciones para quienes no se evalúen y gremio recurre a Contraloría
Mineduc y profesores en pugna por evaluación docente
Ministra Jiménez dijo que el instructivo del Colegio a no evaluarse habla de “mediocridad” y docentes aseguran que esto no es un boicot, sino un llamado a congelar el proceso por un año para perfeccionarlo y ligarlo a una carrera docente.
Las diferencias entre el Ministerio de Educación y el Colegio de Profesores suman y siguen. Ahora el punto discordante es la evaluación docente 2008.
Para el Mineduc el proceso es irrefrenable y vital para mejorar la calidad de la enseñanza; en cambio, para los maestros, se requiere un diálogo eficaz, congelar al menos un año la iniciativa para mejorarla e incorporarla el establecimiento de una carrera docente.
El tema no es nuevo. De hecho el año pasado profesores de la VII Región solicitaron a la Contraloría un pronunciamiento sobre la legalidad de obligar a los profesores a responder los instrumentos de evaluación fuera de los horarios de trabajo (hoy los dirigentes del gremio volvieron a la entidad a buscar respuestas sobre ese informe), mientras que en marzo de este año, la ex ministra del ramo, Yasna Provoste formó un equipo para buscar acuerdo en la materia, a cargo del jefe del Centro de Perfeccionamiento Experimentación e Investigaciones Pedagógicas (CPEIP), Carlos Eugenio Beca.
Tanto en esa instancia como en otras, los maestros explicaron que no se niegan a ser evaluados, pero que no les parece justo ser los únicos sometidos a esta práctica en todo el aparato fiscal y que deban cumplirla en horarios de descanso, sin el pago correspondiente, pues no se establecía en la normativa un horario suficiente para responder el conjunto de ítems que exige el instrumento: pauta de evaluación, entrevista con un evaluador par; informes de referencias de terceros y portafolio, con sus dos módulos, unidad pedagógica y clase filmada.
Historia del desencuentro
La comisión creada por el Mineduc, que también integró la Asociación Chilena de Municipalidades, trabajó seis meses y tuvo ocho reuniones para el "rediseño y corrección del actual sistema" de evaluación docente.
La propuesta de los profesores en esa instancia fue otorgar más tiempo para responder la evaluación (el Mineduc concedió una hora semanal para cumplir con los instrumentos de evaluación); revisar los instrumentos según su especificidad; que se consagre el respeto al derecho a apelación y que la comisión de evaluación comunal tenga un veedor o un representante del gremio para cautelar los intereses del evaluado. No llegaron a acuerdo y el Magisterio calificó de insatisfactoria la respuesta del Mineduc, razón por la cual en su Asamblea Nacional Programática de enero de este año, aprobó realizar una "Consulta Nacional sobre los resultados de la comisión de Evaluación Docente con el Ministerio de Educación".
La consulta nacional se realizó en junio último y en ella participaron 14.048 docentes (de aproximadamente 36 mil que votan normalmente, según Gajardo) y 13.545 rechazaron las correcciones propuestas por el Mineduc.
Sobre esa base, el Colegio resolvió "llamar a la suspensión de la Evaluación Docente mientras esté concordándose la carrera profesional, que fue el anuncio más importante de la Presidenta Bachelet este 21 de mayo para los profesores".
Ni castigo ni boicot
Ante a este escenario, la ministra de Educación, Mónica Jiménez, golpeó la mesa. Dijo que el llamado a no evaluarse habla de mediocridad y dijo que la "evaluación no es un castigo, es una oportunidad que Chile se da para mejorar la calidad de los aprendizajes y mejorar la calidad de los profesores".
A su vez dijo que el llamado del Colegio sería minoritario y recordó que "hay una legislación clara y los que no se presentan quedan declarados insatisfactorios y, por una tercera vez insatisfactorios, los sostenedores tienen que pedir que se retiren del sistema".
Gajardo -quien desde antes de llegar a presidir el gremio manifestó reparos a la evaluación- subrayó que el llamado del colegio "no es un boicot, es una suspensión" por este año para seguir intentando acordar con el Mineduc que la evaluación sea parte del establecimiento de una carrera docente.
"El Colegio de Profesores está de acuerdo con la evaluación, pero sí decimos que tiene que ser dentro de una carrera profesional y que el actual instrumento debe tener correcciones", recalcó el dirigente, quien coincidió en la crítica formulada por Provoste a la actual gestión y dijo que "nosotros pedimos de la señora ministra que realmente tenga una actitud más de diálogo y no tan cerrada".
Respecto a las advertencias las calificó de "un chiste, porque todos los años, en diciembre, despiden a miles de maestros. Nadie tiene estabilidad, ni siquiera los que han sido galardonados por excelencia"

Os delírios dos sindicatos dos professores - 2

Basta um pouco de paciência e alguma seriedade para ir ler nos jornais Chilenos que a Fenprof de lá também quer suspender a avaliação mas que os professores chilenos têm muito mais respeito pela Escola Pública e pela sua profissão do que nos querem fazer acreditar os sindicatos em Portugal.

É ver:

Los dirigentes del Colegio de Profesores ( a Fenprof deles...) confirmaron el llamado a suspender la evaluación docente este año y seguir negociando con el Mineduc.
Lunes 11 de agosto de 2008

Por Soraya Rodríguez / La Nación
Profesores insisten en carrera docente y rechazo a la LGE
La última asamblea nacional del gremio confirmó el llamado a suspender, por este año, la evaluación docente, lo que fue duramente criticado por la Asociación de Municipalidades.

La Asamblea Nacional del Colegio de Profesores confirmó su llamado a suspender por este año la evaluación docente mientras se busquen instancias de acuerdo con el Mineduc para que el desempeño sea parte de un proyecto de ley que establezca una carrera profesional que favorezca al gremio.
"Estamos haciendo un rediseño de los seis puntos planteados al Mineduc. No descarto que podamos llegar a un acuerdo si nos dan ciertas garantías. La postura tomada por el gremio no es cerrar caminos, sino aliviar de la exigencia desproporcionada y abusiva que ha conllevado la aplicación del actual sistema de evaluación a nuestros colegas y producir condiciones para su inserción en la carrera profesional. El ministerio está interesado en buscar salidas. Lo fundamental es que mantengamos la unidad y actuar con los instructivos emanados del Colegio", dijo en su cuenta el presidente de la entidad, Jaime Gajardo.
La decisión de los docentes tuvo inmediata réplica en el presidente de la Asociación de Municipalidades, Ángel Bozán, quien señaló que la insistencia del colectivo sólo desacredita la educación pública.
"Chile quiere tener un sistema público de educación donde los profesores no se resistan a una evaluación", aseguró Bozán, quien agregó que la mayoría de los profesores sí están entrando en el proceso de evaluación docente.
Já era mais do que tempo de os professores portugueses atenderem aos interesses da maioria das famílias, dos nossos jovens e do País!
Também seria mais do que tempo para se darem ao respeito e não propalarem boatos sobre qualquer ligação entre o governo democrático português e a ditadura chilena do século passado!
Está na hora de serem responsabilizados pelas arruaças e pelos boatos atentatórios da democracia em que vivem.

Os delírios dos sindicatos dos professores 1

Um dos delírios mais frequentemente repetido para que se tornasse verdade é um boato que diz que a Avaliação que Maria de Lurdes Rodrigues defende e promove junto das Escolas Públicas, teria sido uma cópia de um tal modelo chileno ...do tempo de Pinochet.
Claro que não lhes chegava desvalorizar a proposta do ME , tinha que ser lançado um anátema. um insulto fascizoide...
Infelizmente tudo não passa de delírios inventados por uns e repetidos por muitos, que têm como característica a falta de escrúpulos ou de princípios democráticos.
É ver o que escreve la Nacion em Outubro deste ano, sobre o estado da Avaliação de professoress naquele país sul-americano:

“Los profesores y profesoras han comprendido el sentido más profundo que tiene la evaluación docente, el de ser un sistema formativo, que aporta en la calidad de la educación. Estamos muy satisfechos, porque el sistema se ha consolidado y ya se han evaluado 53 mil docentes, lo que representa el 73% del total de profesores del sector municipal, con al menos una evaluación”, explicó la Secretaria de Estado.
No se evaluó un 6%
Para este año 2008 la cifra total de inscritos para realizar el proceso es cercana a 17 mil docentes.
Se calcula que un 6% de quienes debían evaluarse no cumplieron con su obligación legal y obtendrán una calificación insatisfactoria como resultado de la aplicación del artículo 36 de la Ley 20.079. Este porcentaje es menor que el del año 2007, cuando se registró un 6,5% de no evaluados."
Os sublinhados são meus.
E claro, como os professores estão a ser utilizados como arma política e como caça votos, nem se dão conta do logro em que se meteram!

domingo, dezembro 21, 2008

Onde é que assino?

E podemos também proibir as touradas como dos espectáculos mais degradantes, grosseiros e grotescos?

In Câmara de Comuns:
Eu sabia que havia uma manifestação para eu apoiar a 100%...
Associação Animal protesta à porta de circos contra violência sobre animais

sábado, dezembro 20, 2008

Esta minha memória...

Isto já não é como era.
É que não me recordo de quando é que a esquerda da Esquerda, a verdadeira, a que quebra mas não dobra, a que anseia os horizontes e os amanhãs operários, não me recordo dela se ter insurgido, reunido, esperneado, discursado, votado e não votado, com e sem declarações de voto, ou ameaçado com golpes palciano-teatrais quando foi dos governos de Cavaco Silva com duas arrogãncias absolutas, privatizações a esmo, indemnizações latifundiárias e chanfalhada nos polícias, nos padres, nos estudantes, os perdões fiscais, os monstros dos milhões de recibos verdes e o outro dos milhões de Bruxelas que pura e simplesmente não se soube deles para além do betão puro e duro, e sem falar da eficácia redestributiva do consulado de Durão Barroso, das divertidas ideias igualitárias do cheque-ensino e do cheque-saúde...
E onde terá ido de férias esta intransigentérrima esquerda, infrene e sagaz que, no governo de Guterres, tudo fez para o derrubar e lá colocar os seus prediletos PSD e CDS?
É que não me lembro!
Tal como devo ter esquecido as plataformas, os convénios, as reflexões, os espaços de análise e os estados de sítio que promoveram para entalar o extraordinário desgoverno do Santana Lopes e do ainda mais extraordinário défice de 6,83% que deixaram em herança ao este PS que, em vez de continuar a gastar á tripa-forra, se lembrou, imagine-se a arrogância, de poupar para evitar passar cheques sobre o futuro...
Simplesmente não me recordo!
Esta minha memória prega-me cada peça!

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Querem regressar ao tempo da Inquisição ?

A miséria intelectual agora dá-lhes para se refugiarem nas Ordens dos Jesuitas do Sec XV e XVI, travestidos em prosélitos da fé!
Estes professores andam a fumar que tipo de oregãos?
Querem ser tratados como atrasados mentais e ao serviço dos poderosos que pagam Colégios Planaltos e Opus Dei?: Esqueçam a publicidade...dizem!
Já só falta uma inquisiçãozinha para compor o ramalhete da falta de vergonha.
O PCP aliado ao pior da ICR! Ao que ainda iremos assistir?

Mas que tristes figuras, parte 2

Manuel Alegre como lider opinion dos banqueiros vigaristas...
Isto quem tem memória de grilo falante e telhados de vidro sujeita-se a ser desmascarado em público.
O que dirá agora a Roseta, o Louçã, a Benavente, destas caçadas pagas a preço de ouro?
Clicar para ler o panegírico ao BPP [Agência BBDO]


Quem diria que o insuspeito homem de esquerda — da verdadeira, a da Bayer —, sempre pronto a atacar qualquer suposto desvio à linha justa e a fazer uma ampla coligação com os órfãos de Trotsky, Brejnev e Enver Hoxha, seria capaz de acreditar no capital financeiro? Ai o maroto, ainda por cima precisamente em relação ao “banco das grandes fortunas”?Pois é, de Manuel Alegre seria de esperar tudo — menos isto.
Cantar Che Guevara em poesia, desancar o PS, caçar perdizes ou coelhos em ambiente bucólico, declamar com voz grave Os Lusíadas, etc., etc., etc., é habitual e ninguém se surpreende. Mas, no meio de tudo isto, Manuel Alegre ainda ter tempo para nos alertar para os perigos de salvar bancos, quando por “uma par de Purdeys” (as Roll-Royce das espingardas) andou a cantar loas ao banco de João Rendeiro, mostra um amor desmesurado pela caça — e uma profunda convicção de que em política não há memória.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Mas que triste figura que ele anda a fazer!


Tão cheio de si e das suas razões que um dia ainda rebenta!
Que triste figura e que vãs ameaças!
"O Sócrates conhece-me, sabe do que sou capaz!"
Isto, para quem nunca teve qualquer profissão mas várias remunerações e muitas mordomias, mais parece um cuspir no prato da sopa que comeu!

Não podia ser mais explícito...

Hoje é dia de recordar o que é o populismo

17 de Dezembro, 2008 por Outubro

Populismo quer dizer demagogia infrene, exploração das emoções, primarismo ideológico, culto quase messiânico do líder, cumplicidade activa com a comunicação social tablóide, espectacularização da política, atenção exclusiva ao curto prazo, desprezo pelas regras institucionais.
Populismo é substituir os cidadãos pelas massas, a política pela festa, as ideias pelo glamour. Populismo é fazer-se de vítima e piscar o olho aos ressabiados dos vários quadrantes. É escarnecer dos que têm noção de serviço público. É exibir a mania das grandezas, prometer “obra” e “animação”. É esconder o vazio com a paródia. É cultivar o clientelismo e a dependência. É preferir o truque, o tráfico de influências, a gestão dos interesses, a negociata.
O populista odeia o trabalho, o estudo, o rigor, o planeamento, o médio prazo, a transparência, a prestação de contas, o compromisso, o escrutínio, o debate de ideias. O populista adora a multidão e a rua tanto quanto aborrece os cidadãos e a cidade.
O populista não olha a meios para atacar os adversários e procura sistematicamente feri-los na sua honra e dignidade.
Há quem se renda ao populista porque confia que lhe traz vantagens no imediato, mesmo sabendo que o preço a pagar será enorme. Há quem se renda porque no fundo se revê nele, porque lhe inveja a desenvoltura e o sucesso. Há quem se renda porque desistiu de pensar e agir com responsabilidade.
Quem se rende ao populismo não ama a democracia.
Augusto Santos Silva

terça-feira, dezembro 16, 2008

Então a gritaria sobre a super, super, supervisão bancária e as centenas de funcionários? Eihn?

A conta ou a vida ! Isto foi um assalto!
Então o tal de Madoff, mas isto é nome de alguém com um pingo de honestidade?, enganou, vigarizou, dona-branqueou e alvesreisou 4/5 do mundo e as super, super, hiper, hiper, jumbo, jumbo-visões não catrapiscaram nada?
Nem um bocadinho?
E aqui em Portugal a enorme histeria que se levantou quando um bando de assaltantes de meia-tijela enganaram umas tantas figuras da alta-roda da finança e da gestão de activos ( mais pareciam passivos , mas isso é outro post!)
Ele, o Madoff pedia dinheiro aos bancos como quem exige que lhe pagassem impostos, "faça-me hoje um depósito de mil milhões , sem falta, que lhe dou 15% dentro de um mês, e os banqueiros super hiper, jumbo controlados e avaliados e essas coisas, iam a correr buscar ao fundo dos seus cofres, a massa dos incautos e iam ainda mais a correr fazer a transferência que estava-se mesmo a ver, era uma dona-branca, uma estafa, um alvesreisismo, uma branqueação descarada e a tal da super, hiper, jumbo-super-visão, não via um boi?
Um tal de Mad Off enganou 4/5 do mundo, atirou para o brejo com o que restava da credibilidade da banca mundial - se é que ainda havia o que mandar para lá !! - e vai de pagar uma fiança? Como no caso aqui da nossa parvónia onde os "administradores" vigaristas e aldrabões de pacotilha que nem conseguiram enganar quase ninguém mas ficaram podres de ricos e tudo e agora diz que vão ter de pagar umas coimas de um milhão de oiros? E as famílias deles estão bem muito obrigado que os paraísos fiscais e outras mordomias o que querem é destes depositantes, gente séria e super- hiper-jumbo-visionada.
E o conto do vigário, que mais parece uma história de embalar comparado com esta rapaziada, tem que ser assumido pelos governos que nada podem fazer senão pagar as contas que os gajos deixaram penduradas. É a "conta ou a vida"!
Que grande ironia do capitalismo selvagem deixado à solta pelas wall streets das chamadas grandes praças financeiras que não passam, deixa-me cá ver, de uma cambada de candidatos a um super-hiper-jumbo-paredon!
É que não há mesmo alternativa: Ou nós, ou eles! A conta ou a vida!
Mas, claro, convém também acabar de vez com qualquer resquício de supervisão bancária. Como? Fácil. Atacando o nosso próprio BdP e a sua equipa de gestores que não conseguem ver o que todos nunca viram, apesar de todas as empresas de supervisão...

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Para ver se os professores ao menos lêem.

Porque é uma vergonha o facto de uns agitadores terem conseguido capturar milhares e milhares de professores que os seguem sem critério e sem se informarem, aqui fica o desmentido àcerca dos disparates que repetem até não saberem do que é que falam:

"Para prosseguir o esforço de esclarecimento e contrariar alguma ideias erradas relativas ao processo de avaliação de desempenho docente, o Ministério da Educação refuta 10 das noções erradas mais frequentes que surgem quando se discute este tema.
Mito 1 - É um processo muito pesado e burocrático
Não. Os professores avaliados, cerca de 70% do total de professores, apenas intervêm no processo na definição dos seus objectivos individuais e na auto-avaliação. A definição dos objectivos, que inicia o processo de avaliação, segue as orientações de cada escola e é um processo semelhante ao adoptado em todas as organizações. É em função destes objectivos que cada avaliado preenche, no fim do ciclo avaliativo, a ficha de auto-avaliação. Os professores avaliadores têm um volume de trabalho maior, motivo pelo qual lhes foram atribuídas condições especiais de horário.
Mito 2 - A avaliação impede os professores de darem aulas
Não, uma vez que os professores avaliados têm intervenções pontuais no processo, e os horários dos professores avaliadores já integram, regra geral, as horas necessárias ao exercício das actividades de avaliação. Além disso, eventuais necessidades adicionais de redução de horário, na sequência das recentes medidas de simplificação da aplicação do modelo de avaliação, poderão ser ultrapassadas por recurso ao pagamento de horas extraordinárias, de forma a evitar que os professores abandonem as suas turmas.
Mito 3 - O modelo de avaliação de desempenho docente não é exequível
O modelo de avaliação está a ser aplicado em muitas escolas e milhares de professores já desenvolveram, no corrente ano lectivo, actividades associadas à concretização da avaliação. No entanto, face a dificuldades identificadas por escolas e professores, foram tomadas medidas que visam a melhoria das condições de concretização da avaliação.
Mito 4 - Os professores têm que organizar um portefólio exaustivo e complexo.
Não. A escola apenas deverá requerer que o professor reúna elementos decorrentes do exercício da sua profissão que não constem dos registos e dos sistemas de informação da escola e que sejam relevantes para a avaliação do seu desempenho. Aliás, no modelo de avaliação anterior, todos os professores já tinham de organizar um portefólio para poderem ser avaliados, constituindo este (juntamente com o relatório crítico de auto-avaliação) o único instrumento de avaliação.
Mito 5 - As escolas têm que registar o desempenho dos avaliados em instrumentos complexos
Os instrumentos de registo de informação e indicadores de medida são definidos e elaborados nas escolas, no quadro da sua autonomia, devendo estes ser simples e claros. Nos casos em que tenham sido definidos procedimentos e instrumentos demasiado complexos, as direcções executivas das escolas devem garantir a sua simplificação, estando o Ministério da Educação a apoiar este trabalho junto de todas as escolas.
Mito 6 - Os professores avaliam-se uns aos outros
A avaliação de desempenho docente é feita no interior da cada escola, sendo avaliadores os membros do órgão executivo e os professores coordenadores de departamento, que exercem funções de chefias intermédias. Não se trata, pois, de pares que se avaliam uns aos outros, mas de professores mais experientes, investidos de um estatuto específico, que lhes foi conferido pelo exercício de um poder hierárquico ou pela nomeação na categoria de professor titular.
Mito 7 - Os professores titulares não são competentes para avaliar
Acederam à categoria de professor titular, numa primeira fase, aqueles que cumpriam critérios de experiência profissional, formação e habilitações considerados fundamentais para o exercício de funções de maior complexidade, como sejam a coordenação do trabalho, o apoio e orientação dos restantes docentes e a avaliação de desempenho. Assim, não é compreensível nem sustentável a ideia de que os cerca de 35 000 professores titulares que existem actualmente, seleccionados, por concurso, de entre os professores mais experientes, não tenham as competências necessárias ao exercício da função de avaliador.
Mito 8 - Avaliados e avaliadores competem pelas mesmas quotas
Não. As percentagens definidas para a atribuição das menções qualitativas de Excelente e Muito Bom, em cada escola, são aplicadas separadamente aos diferentes grupos de docentes. Está assim, assegurada a atribuição separada de quotas a avaliadores e avaliados.
Mito 9 - A estruturação na carreira impede os professores de progredir
Não. Todos aqueles que obtiverem a classificação de Bom (para a qual não existem quotas) podem progredir na carreira. Para além disso, é importante referir que, neste primeiro ciclo avaliativo, os efeitos de eventuais classificações negativas ficam condicionados ao resultado de uma avaliação a realizar no ciclo avaliativo seguinte. Ou seja, uma classificação negativa só terá consequências na carreira se for confirmada na avaliação seguinte.
Mito 10 - A avaliação de desempenho é injusta e prejudica os professores.
Este modelo não prejudica os professores, assegurando as condições para a progressão normal na carreira, incluindo o acesso à categoria de professor titular, para quem atinja a classificação de Bom, para a qual não existem quotas. Neste período transitório existe uma protecção adicional para os professores, que decorre da não aplicação de efeitos das classificações negativas. É, assim, mais vantajoso que o sistema em vigor para a administração pública.
--------
Quantos dos professores já honestamente leram e se informaram?
Ficar-lhes-ia melhor irem-se informando...sobre o que lhes diz respeito em vez de proferirem boçalidades nos blogs e nas manifs do PCP/Fenprof/CGTP cujo calendário só por acaso coincide, por ora, com o dos professores...desinformados

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Imperdível!

Como se faz um mestrado?
Como se (in)forma um professor de topo? O que lê? O que escreve?
Quantas horas trabalha por semana?
Quantos dias vai à escola por semana?

O que é preciso é ter paciência para os ler! Está lá tudo escrito:

"
Greve!
Aponto para os blogs do Paulo Guinote, A Educação do meu Umbigo, para uma visão da greve a nível nacional, e para o Ai Jesus, para uma visão da greve no distrito de Viseu...
61% o CATANO!!!!!!!!!!!
PS- Os comentários fazem-nos os leitores. Que diabo! É uma professorinha e podia melindrar-se

Finalmente os Professores foram avaliados, e como!

Segundo o Expresso, e com uma maioria de aplausos:

Ministério declara negociações "fechadas"
O secretário de Estado, Jorge Pereira, diz estar desiludido com a proposta dos sindicatos e que as negociações para a avaliação de desempenho para este ano lectivo estão encerradas, apelando para aceitarem a "legitimidade do Governo para governar".
---------
Já era tempo de dizer Basta! a estes arruaceiros, a estes utilizadores de crianças, aos que compraram os ovos e esconderam a mão.
Que dizia eu de começarem a ser instalados uns Processos Disciplinares por insubordinação, desrespeito das hierarquias e dos superiores hierarquicos'? Por insultos públicos, à honra, e até ao pudor dos seus superiores? Mas PDs com vista ao despedimento! Com consequências!
É que, como dizia o saudoso Coimbra, que vcs não conheceram, mas que tinha no curriculo uma dezena de anos no Tarrafal): A Democracia tem limites
Era tempo de avaliar, de facto, estes interlocutores!

E agora uma coisa completamente diferente. Pra desenjoar!

Via Terra dos Espantos: COMER E CALAR!
A bancada parlamentar do PSD não vai justificar faltas dos seus deputados por trabalho político sem aviso prévio.
Por outras palavras: os deputados do PSD são tratados como garotos, pela direcção da sua bancada.
E comem e calam? É que, quem come e cala, consente. Se calhar, acham que não merecem outro tratamento. Será ?
----------
A mão amiga e compreensiva da doce velhinha que compreende, hoje, deputados com a mesma candura com que compreendeu, então, estudantes e ,agora, apoia os docentes pro-avaliação.
Não , não me enganei!
...os professores são a favor da Avalição. Ainda não perceberam?