segunda-feira, janeiro 05, 2009

Como competir sem os mínimos?

Ou como é que se pode ir a jogo sem ter uma equipa?
Ou as consequências dos passos maiores do que a perna?
Ou ainda, como é que foi possível tanta loucura com tão pouca população?
A chave para os problemas do desenvoplvimento sempre foi e continua a ser o factor humano, as etapas do conhecimento, a cuidada preparação, a população em idade produtiva, o consumo e o mercado.
A tudo isto encolhemos os ombros, atravessando séculos, numa cegueira a que apenas adicionámos a necessária dose de intolerância religiosa, muita ignorância, completa impreparação de geração em geração, tudo em nome duma tal fé e dum tal destino civilizador, numa escala incomportável. Aliás, sem limites!
Resumindo: Tretas e fugas em frente.
Agora compete-nos colar os cacos, fazer acordos sem conteúdo ou consequências, assinar tratados com muita cooperação no papel, devolver em perdões de dívidas aquilo que já há muito devia ter sido contabilizado, sem complexos das acções coloniais de que não houve sobreviventes, felizmente!
E assistir de bancada ao novo jogo, com as novas estrelas em campo.
Mesmo que elas brilhem pouco mas compensem em número e ambição o que lhes falta de escrúpulos ou lhes sobeja na protecção dos seus próprios interesses:
http://current.com/items/89565630/chinatown_africa.htm
Ali não há chatices, nem pode haver.
Trata-se de negócio puro e simples.
Por acaso sobre os destroços do que foi a face menos má do colonialismo português. A sua única tentativa de desenvolvimento.
Ali não se discutem passados nem heranças. Horários de trabalho, instalações sanitárias e níveis de escolaridade!
Quem se lembraria de ir para lá discutir como se deve escrever "pacto" ," óptimo", e "bacalhau à Braz"?
Ou qual a equivalência dos cursos universitários?
Um engenheiro chinês ou malaio, é mesmo engenheiro e chinês e malaio!
Ou para que nos serviriam as matérias primas se já não temos indústria, nem a que fabricava produtos para pretos?
Nem marinha mercante? Ou frota de pesca?
Ou vamos continuar a discutir quem paga as bolsas de estudo?
E o ouro continua no BdP, sem utilização para além dos tais perdões de dívidas que corresponderam a coisa nenhuma?
Os novos "sócios" querem lá saber dos leprosos do leste de Angola! O negócio deles são hospitais chave-na-mão onde a incorporação nacional angolana está ao nível da areia do rio e da água do céu. O resto, todo o resto, vem da longínqua metrópole a que agora se chama com propriedade "a nação cooperante e financiadora".
O plano que não existia depois de 1415, é o mesmo que continua a servir-nos de roteiro para todos os oportunismos e aventuras sem rumo, e com objectivos muito para além das nossas reais capacidades humanas...

domingo, janeiro 04, 2009

...E o manancial de boçalidades, vem de onde?

Dos que se dizem professores, de luto e em luta, num blog convidado do Público...
É ver o que escrevem, e como escrevem, por estes dias:
http://educar.wordpress.com/2009/01/03/parem-as-rotativas-eis-o-decreto-regulamentar-1-a2009-e-o-seu-siames-o-1-b2009/#comments
Prevejo mesmo que muitos PCE vão instucionalizar a sodomia...
Meus amigos a única forma de isto ir foi como fizeram ao Sá Carneiro!
diário da republica….Informamos que tembém serve para limpar o rabo em ocasiões de festa…deve ser utilizado de cima para baixo de modo a não causar fricção e deixar pedacinhos enrolados,,,
...tens de levar os teus colegas do 1º ciclo pois os do 2º e 3º ciclo andam marados dos cornos….
Desde o tempo da casa pia que tudo é legal neste país..pedofilia, roubo, prostituição, proxenetismo, juros bancários..etc..
#142 Será o verbo parar ou o verbo parir? É que até me apetece mandar o PR e o PM, a propósito deste DR, para as rotativas que o (os) pariu...
Eu por mim pedia aos israelitas para darem aqui um saltinho.
O Estado recorreu para a 2ª instância. Estou há espera de uma decisão ( Pedro Castro, escrivit! )
Não me vendo! Para isso, há hotéis e, por sinal luxuosos e com boas condições de “trabalho"

GAZA: CRIME E VERGONHA OU ONDE ESTÃO OS INTELECTUAIS PORTUGUESES??

Gaza: crimen y vergüenza

José Saramago, Teresa Aranguren, Belén Gopegui y otros
Público
No es una guerra, no hay ejércitos enfrentados. Es una matanza.
No es una represalia, no son los cohetes artesanales que han vuelto a caer sobre territorio israelí sino la proximidad de la campaña electoral lo que desencadena el ataque.
No es la respuesta al fin de la tregua, porque durante el tiempo en el que la tregua estuvo vigente el ejército israelí ha endurecido aún más el bloqueo sobre Gaza y no ha cesado de llevar a cabo mortíferas operaciones con la cínica justificación de que su objetivo eran miembros de Hamas. ¿Acaso ser miembro de Hamás despoja de condición humana al cuerpo desmembrado por el impacto del misil y al supuesto asesinato selectivo de su condición de asesinato sin más?.
No es un estallido de violencia. Es una ofensiva planificada y anunciada hace tiempo por la potencia ocupante. Un paso más en la estrategia de aniquilación de la voluntad de resistencia de la población palestina sometida al infierno cotidiano de la ocupación en Cisjordania y en Gaza a un asedio por hambre cuyo último episodio es la carnicería que en estos días asoma en las pantallas de nuestros televisores en medio de amables y festivos mensajes navideños.
No es un fracaso de la diplomacia internacional. Es una prueba más de complicidad con el ocupante. Y no se trata sólo de Estados Unidos que no es referencia moral ni política sino parte, la parte israelí, en el conflicto; se trata de Europa, de la decepcionante debilidad, ambigüidad, hipocresía, de la diplomacia europea.
Lo más escandaloso de lo que está pasando en Gaza es que puede pasar sin que pase nada. La impunidad de Israel no se cuestiona. La violación continuada de la legalidad internacional, los términos de la Convención de Ginebra y las mínimas normas de humanidad, no tiene consecuencias. Más bien, al contrario, parece que se premia con acuerdos comerciales preferentes o propuestas para el ingreso de Israel en la OCSE. Y qué obscenas resultan las frases de algunos políticos repartiendo responsabilidades a partes iguales entre el ocupante y el ocupado, entre el que asedia y el asediado, entre el verdugo y la víctima. Qué indecente la pretendida equidistancia que equipara al oprimido con su opresor. El lenguaje no es inocente. Las palabras no matan pero ayudan a justificar el crimen. Y a perpetuarlo.
En Gaza se está perpetrando un crimen. Lleva tiempo perpetrándose ante los ojos del mundo. Y nadie podrá decir, como en otro tiempo se dijo en Europa, que no sabíamos.
Teresa Aranguren, Pedro Martínez Montávez, Rosa Regás, José Saramago, Pilar del Río, Cármen Ruiz Bravo, Belén Gopegui, Constantino Bértolo, Santiago Alba Rico.
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Onde estão os intelectuais portugueses? Os partidos políticos nacionais? A nossa "inteligência", os nossos líderes? Onde páram os nossos escritores? ( Tirando o Saramago, que teve de emigrar...)
Não deve ser por acaso que tanta gente quer perpetuar o semi-analfabetismo nacional e promover a emigração, para sermos os criados dos ricos que fazem as guerras e enriquecem com elas.
É sempre uma questão de classe que leva os professores a pretenderem estar acima dos destinatários da maçada que é fazer deles cidadãos. Para eles é preferível um mundo de senhores, que "sabem" para ensinar, e os que não aprendendo, vão engrossar as fileiras dos excluídos, dos emigrantes e dos que não têm voz...nem costumam votar livremente...
E depois, as televisões nacionais hão-de mostrar-nos excelentes reportagens dos criados portugueses que são muito apreciados para lavarem escadas dos ricos, descascarem batatas dos restaurantes de várias estrelas e servirem de mercenários em qualquer guerra que pague bem!
Ou de algum emigrante de sucesso que regresou à terra natal para edificar uma capelinha e fazer um donativo ao pároco da aldeia...

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Os professores que têm uma excelente opinião sobre eles mesmos...

ou sobre qualquer Instituição que julguem não os apoiar completamente....
Porque se ofendem se alguém, os chamar à atenção para a necessidade de darem o exemplo na educação, no cumprimento das obrigações profissionais, na assiduidade, no respeito pelas hierarquias, e assim...
Porque insultam toda a gente que lhes pareça ter alguma dúvida das suas transparentes qualidade cívicas...
Porque dizem que este blog os despreza e não passa dum "beco esconso..."
Achei por bem fazer uma recolha, aliás rápida, dos mimos com que se entretratam e, já agora, dos que dirigem aos membros do Governo legítimo e democrático, ou aos seus sindicalistas de eleição...
Anything goes, como diria o outro dos filmes baratos...
Também porque já há muito contribuinte que os não pode nem ver...e o que deles já pensam...
E para que conste, o que muitos deles já dizem do Presidente da República:
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http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/30b28db7862b0d6438331d.html#page=6
Abaixo a desonestidade do ministério
Os professores não têm medo de pedófilos, maçónicos, corruptos, oportunistas e afins!Em quem deposita o povo confiança?Políticos? NÃO!Professores? SIM!
Esse parasita desse mário nogueira, está no topo da carreira e não dá aulas há 19 ANOS!
Este e o outro secretário de estado são meras marionetas PS e da DITADURA DE DIREITA PS que já se instalou para dividir e governar, fazendo uma política de ultra direita, que nem Salazar pretendeu aplicar.
O Cavaco e o Socinóquio alinham pelo mesmo diapasão. Estão feitos um para o outro
...Há professores a fazer comentários,que só revelam curteza de inteligência,má educação e mau caracter
....este presidente quer segurar o seu tacho, não tem o minimo respeito pelos Portugueses e por quem votou nele, eu espero que ele se recandidate e tenha a maior derrota de sempre ,para já ele pode contar com os 100.000 professores que já se sabe estarão lá para dizer não a este fantoche ao serviço deste governo ...
É confrangedor assistirmos a respostas, em programas televisivos, de alguns que se dizem professores, e que até a própria matéria que leccionam mostram desconhecer...
Sou prof. e trabalho no privado, convido os meus colegas do publico, a trabalhar no privado, para verem como se trabalha, estáis mal habituados, não querem trabalhar faço um apelo ao governo que os ponha na rua, já que eles prof. não têm vergonha.
Oh prof do privado. Aprende a escrever. És do Efa ou NO? Vai-te catar. Conheço quem trabalha em simultãneo no privado e no público.
Por que motivo especial vocês quando mais progridem na carreira (ganhando mais e criando condições para uma reforma melhor) deverão trabalhar menos tempo (que já não é muito)?Tenham vergonha, sempre pressionaram todos os ministros da educação desde o 25 de Novembro... e sempre lá foram ganhando chegando a situação ao estado em que está (já houve 26 ministros da educação, 26!!!)... deste vez, ao que parece, bateram na porta errada.Trabalhem, façam como os outros!!!
EX-PROFESSOR:
ESTA CAMBADA DE ANALFABETOS QUE AQUI SE PRONUNCIA CONTRA OS PROFESSORES SAO OS QUE NAO CONSEGUIRAM PASSAR DO NONO ANO POR SEREM BURROS!!!AGORA VEM PARA AQUI DEMONSTRAR O PORQUE DE NAO CONSEGUIRAM SEQUER DENTRAR NUMA UNIVERSIDADE COMO O PINOKIO!!!!

Têm-se que deitar cedo porque senão amanhã aparecem todos ainda mais ramelosos nas aulas e a piorar o facto, de muitos, não dizerem coisa com coisa!!!!!!
Enquanto sua exa.gozava de todas as regalias que a carreira de prof. sempre teve, cá os camelos que não tiveram posses para estudar, andavam a pagar impostos ao estado para vos sustentar as vossas mordomias.Agora os camelos sustentam as vss. reformas principescas.
AO EX-PROFESSOR:
Tenha respeito pelas pessoas que como eu fui trabalhar aos 13 anos não por ser BURRO.Fui ao Ultramar como soldado a ganhar uma mizéria e agora com 58 anos ainda me faltam 7 pra reforma ou seija trabalho 51 anostenha respeito pelos BURROS
Eu que ouvi uma professora que integrava uma das manifestações a dizer que era licenciada e tinha mestrado e se tinha obtido estas credênciais era porque tinha sido avaliada portanto a avaliação dos professores não se justificava!!!!!
Professor no 10º escalão (topo da carreira) a dar aulas à noite (das 20 às 22h) tinha um horário de 8 horas SEMANAIS - 2hx4dias). Se por acaso tivesse que dar mais uma hora... ganhava horas extra
Este Pedreira é mesmo um calhau, mas ruim, tem tiques fascistas este gajo. Tem a mania que é um salazarinho.
...só não aceito que queira ter razão quem mais insulta ou mais grita. Lamento muito ter de fazer este discurso para lembrar a alguns "educadores do povo" que por aqui andam que o civismo (ou a boa educação) deve estar presente em todas as nossas atitudes.
...para os acessores do pinoquio socrates que por aqui andam a fazer o seu papel (ou seja a tentar denegrir a imagem dos professores e de todos aqueles que não se rendem a este governo fascista)
Os professores estiveram de férias desde 19 de Dezembro (como todos os outros cidadãos) e voltarão à escola e à obrigação de ensinar no próximo dia 5 deste mês.Como será de esperar, depois do merecido descanso de greves e manifestações que têm agitado o ensino, estarão em condições de poderem continuar o seu "trabalho".
...Ai coitadinho do ensino por causa da avaliação dos srs. professores...Antes era uma porcaria, dos piores da Europa, porquê???
COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO PARA A CONSERVAÇÃO DO BURRO IBÉRICO: Esta Associação está a estudar a origem do SR. Mário Nogueira, isto devido à sua dialéctica nada em conformidade com a alta autoridade da ética e bons modos/costumes e, também, este Sr. por vezes fazer papel da classe dos Prof's e outras vezes, mas mal feito, querer fazer papel de BURRO Ibérico!!!! Esta Associação mais informa, segundo o que foi apurado até esta data, que este Sr. pertence a uma espécie em quase extinção, originária das estepes, que se infiltrou no meio dos Prof's..........
Mas haverá alguém que não respeite e admire os professores?O erro está em eles julgarem-se únicos. Todos competentes, todos dedicados, todos esforçados, todos dando o seu esforço à Escola e por esse motivo deverem chegar todos POR IGUAL ao topo da carreira.
Ordenados elevadissimos dos professores e respectivas reformas, vejam bem, com o menor horário de trabalho,com mais férias, e com os resultados dos seu ensino catastrófico. Só visto!!!!!
Isto é incrível! Ainda o Acordo Ortográfico não está em vigor em Portugal, e já os professores estão A DIZER MAL.Esta gente que deveria fazer parte ds soluções, fazem sempre parte dos problemas
http://educar.wordpress.com/2009/01/02/opinioes-salvador-de-sousa-3/#comments
Já trabalhei num colégio onde os alunos faziam três provas de admissão: Português, Matemática e EF.Os que entram para este colégio não têm nada a ver com os nossos alunos da Escola Pública.
Há filhos de professores de Matemática, História, F.Q., Biologia, Português, Inglês, 1º ciclo… Um pouco de tudo.Professores que conhecem bem a realidade das escolas públicas.
Os profes que comentaram e que merecem crédito e só posso tirar uma conclusão: neste momento, para pais interessados e preocupados, a saída é o Privado. São Vocês mesmo a dizer da implosão da Escola Pública. Do embuste que nos vendem.
http://educar.wordpress.com/2009/01/01/faz-me-lembrar-a-aspirina/#comments
Sou eu que já estou louca, ou VERGONHA é coisa que já não existe MESMO?! Ainda queria acreditar que ao nosso PR sobrava alguma dignidade mas …depois destes 3 ou 4 dias…
A próxima greve do dia 19 deverá ser acompanhada de manifestação em Lisboa( num dia de semana para entupir a capital).Nada de manifestações nem de pedidos ao Cavaco! Estavam à espera de algo de um ” presidente” que nunca tomou chá? Ele está é preocupado com os Açores e com a sua reforma !
Eu era capaz de colocar o meu pescoço na guilhotina( e tenho muito gosto nele) em como o Presidente nunca leu nem o ECD nem o EA, muito menos o modelo de avaliação chileno! Nada não sabe nada, não faz nada… nem sei para que temos um Presidente
Fiquei particularmente sensibilizado pelo facto de o Presidente estar preocupado com o preço do adubo…
...a múmia é o Cavaco.Trabalha a pilhas. Fabrico chinês.
O “aspirina” serve para quê?
Pelo menos os espanhois, comentam os trajes da rainha e das princesas …

# 272: A “Maria” parece uma sopeira!Ihihihihihihihihi
# 278: Você passa das marcas todas. É provocadora. E baixa. Os professores sempre foram avaliados tecnicamente.O que está a ser proposto por esta corja é uma perseguição política, uma não avaliação técnica.
Uma ditadorazita de m**** à imagem e semelhança da “coisa”, uma saloia armandinaça e tal.
O prof. Cavaco Silva é politicamente conservador, entrouxado no seu tortuoso economês, obscuro nos costumes, desocupado culturalmente.....Singularmente vaidoso, birrento, comicamente cediço, o dr. Cavaco – até agora um simples “notário” do governo – entende que acabou o seu tirocínio presidencial e que chegou a hora de salvar a pátria. Autorizado por fervorosas almas gémeas, com assento no bloco central de interesses, o dr. Cavaco vareja ministros, o Governo, a Assembleia da República, o poder local. A catadupa de intervenções públicas do PR, deslocadas no tempo e insolitamente ressabiados, justifica o silêncio existencial da “tia Manuela”. Cavaco Silva (basta ler o que por aí se escreve) é hoje – como se previa – o figurino e a máscara da despeitada oposição.
O sr Silva é mesmo um bimbo, um tosco ou está a gozar descaradamente com os portugas!?
Maria Campos: identifique-se!Isto é, só uma coisa: em que escola lecciona?
O PR não tem quaquer força política neste país tal como se viu na questão do ominoso estatuto dos Açores; daí não valer a pena dar-lhe qualquer importância.É um corta-fitas.
Cavaco foge dos conflitos como o diabo da cruz. É um presidente de faz-de-conta…
Sacana do Cavaco...a promulgar assim leis às 23h59m
Penoso, ridículo, até, o moço de fretes Cavaco.Pelo menos vale para confirmar o que sempre escrevemos. As faltas do PSD no plenário foram calculadas, cirúrgicas e políticas.
Cavaco é o Américo Tomás dos nossos dias. Não votei nele - nunca votarei - e inspira-me pouca confiança
Mas de quê que vocês estavam à espera de um ALDRABÃO como o José Sócrates?
Já vi há muito tempo que este Presidente apenas serve para “bibelot “.
Com homens destes no tempo dos macacos, ainda continuaríamos macacos. (Hummmm, alguns ainda continuam!)
Acho que vai ficar a chorar sozinho enquanto o Sócrates lhe desanca com o chicote.Não tenho pena nenhuma. ( Excelente português , como se pode ver! "lhe" desanca! Excelente! )

A Guernica dos nossos dias, por Tzipi Livni - a cara do extermínio

É de facto impossível calar a revolta que sinto contra a enormidade que se está a realizar neste início de ano na Faixa de Gaza.
Transcrevo um excelente texto do Cantigueiro com o qual me identifico totalmente.
Se em Berlin o Kennedy disse que era um berlinense, hoje acho que seria também, em Gaza, um palestino de arma na mão:


Esta mulher é Tzipi Livni, Ministra dos Negócios Estrangeiros e (praticamente) Primeira Ministra em exercício do Estado de Israel.
Esta mulher é uma assassina profissional. Passou algum tempo na escola e nos quadros da Mossad e se há coisa que esta polícia secreta israelita nem se dá ao trabalho de esconder, é a sua política de assassínios em grande escala, assassínios que comete, estejam as vítimas em que ponto do mundo estiverem.
Esta assassina profissional é mais um dos exemplos que servem para desenganar aqueles que ainda acreditam que ser mulher, homem, hetero, gay ou lésbica, preto, branco ou cinzento, católico, protestante, muçulmano, judeu ou ateu, muda alguma coisa na maneira de exercer o poder. Não muda! Há canalhas para todos os gostos sexuais, religiosos e cores do arco-íris.
Os fascistas que presentemente comandam os destinos de Israel, dirigentes do partido Kadima, a que pertence esta Tzipi Livni, estavam a ficar assustados com a subida nas sondagens do partido (ainda mais) conservador, Likud. Assim, resolveram actuar e, friamente, prepararam durante seis meses esta operação de extermínio de militantes do Hamas (e qualquer criança ou idoso que se atravesse no caminho), reunindo para isso todas as informações necessárias, algumas certamente obtidas com recurso aos corruptos que rodeiam o fantoche Abbas, uma espécie de lacaio dos americanos e israelitas, colocado à frente da chamada Autoridade Palestiniana e que odeia o Hamas e os seus militantes tanto ou mais que os seus “patrões”. Terminada a preparação, a grande operação apenas necessitou de esperar pelo pretexto do eventual rebentamento de mais um ou dois rockets artesanais em território israelita, para ser lançada no terreno.
O plano é um sucesso em termos eleitorais! A operação de extermínio tem (em Israel) uma aprovação acima dos 80%! É o resultado prático de meses de uma espécie de competição entre os principais partidos, para ver quem fazia as ameaças mais duras aos palestinianos. É demasiado porco para ter classificação. No passado (desgraçadamente!!!) os judeus tiveram grandes mestres na arte do extermínio. Nas últimas décadas, por mais abjecto que isso possa parecer, os dirigentes israelitas, alguns, sobreviventes ou filhos de sobreviventes desse horror, decidiram que a melhor maneira de lidar com os problemas políticos que a sua instalação à força na região originou, é exactamente copiar esses mestres.
Este texto não pretende ser uma análise à situação na Faixa de Gaza. Para isso existem centenas de analistas encartados, embora, infelizmente, pendam para o lado dos interesses dos patrões dos seus patrões, donos dos jornais e revistas em que escrevem.
Este texto não pode em poucas linhas, descrever o horror da miséria moral, sanitária e económica em que vive o povo palestiniano. Não pode fazer um retrato da humilhação diária de todo um povo totalmente cercado, a quem, mesmo o pouco que ainda tem, vai sendo tirado friamente, todos os dias. Não pode explicar a impotência de gente com fome, a quem meio mundo quer ajudar, mas que acaba a ter de receber essas ajudas da mão dos carrascos, que controlam todos os aspectos da sua vida, mesmo quanta ajuda recebem e quando.
Este texto é apenas um desabafo. A quem me perguntar se acho bem que alguns militantes palestinianos mais radicais, disparem rockets “as cegas” sobre Israel, eu, cidadão da União Europeia e de Portugal, um país onde uma democracia, se bem que coxa e bastante vesga, se vai arrastando, digo que não, não acho bem! Mas, como já aqui escrevi noutra ocasião e a propósito de outra realidade, fosse eu um palestiniano habitante da Faixa de Gaza e sim! Dispararia todos os rockets que pudesse, assim Alá me desse coragem e sobretudo, perícia!"






Israel tem de ser parado!


Destruction in Rafah refugee camp, southern Gaza Strip, 1 January 2009. (Hatem Omar/MaanImages)
Mas alguém no seu juizo perfeito acredita que estes crimes israelitas não vão ter um altíssimo preço que muitos inocentes vão pagar?
Quando é que a comunidade internacional começa a tratar destes energúmenos, destes fora-da-lei, como devem ser tratados?
Que mão invisível impede a França de exigir o fim dos bombardeamentos e a abertura de canais de ajuda humanitária imediata, ao maior gueto de sempre?
De que é que estão à espera a ONU para declarar os dirigentes de Israel como criminosos de guerra e levá-los a julgamento?
Quem é que permitiu que Israel mantivesse sob tortura quase 2 milhões de habitantes de Gaza a quem cortam a água, os medicamentos, os transportes, a energia....durante mais de 20 anos?
As bombas americanas transportadas pelos aviões americanos cedidos a Israel já mataram mais de 450 pessoas e destruiram completamente todas as infraestruturas da Palestina e eu pergunto o que acontecerá quando começarem as retaliações e as vinganças? Se perante estes crimes não há uma firme condenação, o que vão dizer quando matarem meia dúzia de israelitas, americanos, ingleses ou franceses? Vão declarar guerra a quem?
Provavelmente já não haverá ninguém a quem declarar guerra!

quinta-feira, janeiro 01, 2009

E para começar bem o Ano nada como desmistificar essa treta da Avaliação Chilena !

MERCADO NEGRO DOS PORTFOLIOS NO CHILE
Estes professores portugueses não têm pudor em se comparar a trafulhas que compram portfolios, nem a confundirem os menos avisados sobre uma tal "avaliação chilena" que seria a origem do modelo português...
Como se as condições de trabalho, o que ganham por mês, a carreira docente ou as condições de trabalho tivessem alguma comparação num e noutro País!
É ver dos argumentos de que se socorrem para terem razão a qq preço:

terça-feira, dezembro 30, 2008

As opiniões dos outros

Se o PR se ofende por alguém ter, alguma vez, uma opinião diferente da dele, sobre qualquer assunto, isto melhor mesmo é não termos opinião nenhuma!
É que se temos uma, mesmo esta, de dizer que não devemos ter opinião, pode ser contraditada por S. Excelência a qualquer momento. Perceberam?
É a história do ovo e da galinha. Qual nasceu primeiro? Qual é a contradita do outro?
O problema é que se não temos opinião nenhuma arriscamos um amúo se ele julgar que devemos ter opinião.
A menos que saibamos de antemão todas as suas opiniões e possamos expressar o nosso contentamento por sermos da mesma opinião que S. Exª...
Talvez então possamos ter uma opinião.
Curiosa opinião sobre as opiniões dos outros...

Estatuto dos Açores

Quer dizer, o Parlamento não pode ter uma opinião diferente da do PR?
Claro que tanto pode um, como pode o outro. Não vale a pena fazer de vítima.
Sempre teve os instrumentos para resolver esta contenda. Das duas vezes que devolveu o Estatuto, devia tê-lo enviado ao Tribunal Constucional, tais foram as informações que diz ter recolhido...
E agora perante o enfrentamenmto com a AR, devia ter sido coerente e verificado o "anormal funcionamento das Instituições" ( Afrontamento do PR ) devia ter dissolvido a AR.
Assim ficou pelo "Agarrem-me que não sei o que faço!"

Isto deve servir de resposta,Caro Moura Pinto

Por Margarida Santos Lopes no Público.
Vale a pena ler.
Quem começou as hostilidades?
A 4 de Novembro deste ano, Israel assassinou seis membros do Hamas, violando uma "tahdiyeh" ou trégua, que estabeleceu (mas nunca reconheceu publicamente) com o movimento islâmico, sob mediação egípcia, a 17 de Junho. O Hamas intensificou o lançamento de mísseis e morteiros sobre cidades israelitas – em sete anos, estes disparos mataram pelo menos 20 civis. Israel retaliou sujeitando a Faixa de Gaza a um duro bloqueio económico – com restrição de entrada de alimentos e medicamentos e cortes de combustível –, agravando uma situação humanitária que o Banco Mundial e ONG descreveram como "catastrófica". Khaled Meshaal, o chefe do Hamas exilado em Damasco, justificou a decisão de revogar a "tahdiyeh", a partir do dia 18 de Dezembro, invocando as execuções dos seus operacionais e o cerco a que Gaza está sujeita.Porquê atacar agora?Para alguns analistas, Israel quis aplicar um duro golpe ao Hamas, ainda quem sem a ambição de o eliminar, como tentou, mas fracassou, com o Hezbollah no Líbano, em 2006. Também quis, escreveu o jornal francês "Libération", mudar as regras do jogo antes de uma "desacreditada Administração Bush" sair de cena e Barack Obama entrar na Casa Branca. Decisivo foi também o facto de Israel estar em campanha eleitoral, e de as sondagens beneficiarem o líder da oposição direitista, Benjamin Netanyahu. Que solução para o conflito?Para Israel, dizem analistas, o pior cenário seria o Hezbollah, apoiado pela Síria e financiado pelo Irão, abrir uma "segunda frente" no Líbano. O movimento xiita terá cerca de 40 mil mísseis e provou, em 2006, que sabe resistir ao reputadamente "mais poderoso exército do Médio Oriente". Outro receio é o da eclosão de uma revolta popular na Cisjordânia, onde Mahmoud Abbas tem sido incapaz de obter significativas concessões de Israel: os colonatos continuam a expandir-se, as incursões militares prosseguem, os «checkpoints» não são desmantelados e 6000 prisioneiros permanecem nas cadeias. O cenário mais realista parece, assim, o de negociar uma nova trégua. (...) Conclui Yossi Alpher : "Israel vai ter de escolher se reconhece que o Hamas está para ficar e o aceita como interlocutor, por muito que isso seja intragável, ou se reocupa a Faixa de Gaza, derruba o Hamas e acarreta com todos os custos que isso envolverá."
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Ontem tinha uma resposta toda prontinha e que visitava estes e outros argumentos, mas que uma "avaria" no meu servidor, ou lá como se chama o controleiro de serviço, enviou sem eu perceber como nem porquê, para os quintos dos infernos... e fiquei sem jeito para recomeçar. Afinal está aqui uma resposta às suas procupações.
De facto, e acresecento, Israel é a potência beligerante que utiliza métodos nazis de cortes de água, medicamentos, comida, combustível e que procede às provocações necessárias a manter o Médio Oriente e os EUA na permanente ameaça de "ou é assim ou ainda é pior e atacamos tudo com bombas atómicas".
Israel é e será aquele estado agressor que manda matar até os seus primeiros-ministros e mantém mais de 3 milhões de palestinianos nos campos de concentração do Líbano, dezenas de milhares de prisioneiros sem julgamento ou culpa formada, e transformou Gaza no maior Gueto da História. Nada se lhes compara em fanatismo religioso que embalados pela peregrina ideia de serem o tal Povo escolhido por um deus trafulha, xenófobo, sanguinário, pedófilo e completamente doido, e se julga instituido duma qualquer procuração divina para espalhar o terror!
Moura Pinto, nós não temos uma discordância. O meu caro apenas não olha para a toda a realidade. Tem uma visão parcial do problema.
Termino com uma teoria da conspiração: Que estranha coincidência que logo após a eleição do Bush tenha ocorrido`o 11/9 e agora o Hamas tenha atacado Israel nas vésperas da tomada de posse de Obama.
O primeiro facto trouxe a maior crise militar e fez o maior número de vítimas entre os árabes depois da WWII, e esta agora, vai saldar-se pela ocupação e destruição do embrião do estado Palestiniano. Tudo ao serviço de quem? Quem é o beneficiário das atrocidades ? Qual será o nível de infiltração dos vários serviços secretos?
Dá que pensar!

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Sitting ducks...

Manifesto aqui a minha repugnância por este ataque vil e desproporcionado levado a cabo por Israel contra um povo violentado há mais de 50 anos, e que sofre todos os dias o racismo, os embargos e os actos terroristas dos assassínio selectivos e das prisões até de ministros e chefes religiosos. Estes actos de guerra contra populações civis sob pretextos vários, constituem uma das mais negras páginas da História dos homens e da sua vertigem pelo poder a qualquer preço.
São mais um crime contra alvos indefesos, efectuado por um estado renegado e fora-da-lei com meios desproporcionados e equivalentes a dar tiros nos patos dos lagos públicos.
Israel pretende, com esta guerra suja, a destruição do único interlocutor válido e representativo daquele povo tão martirizado, ao mesmo tempo que visa bloquear qualquer iniciativa de paz por parte de Barak Obama e da sua equipa. Este ataque, e a sua violência e brutalidade, são a expressão última daquilo que os sionistas são capazes em vista do que pensam poder vir a ser uma Nova Política para o Médio Oriente e o seu receio de terem de devolver aos palestianianos, mais tarde ou mais cedo, tudo quanto lhes roubaram com a conivência da França, da Inglaterra e dos EUA.
Prova o seu desespero quanto ao retorno dos 3 milhõesde palestinianos refugiados no Líbano...
Confirma o seu pânico quanto à entrada em funções da nova Administração Americana dentro de três semanas.
Estas bombas apenas estão de passagem por Gaza!
Elas um dia vão cair no centro do poder sionista!
Estas bombas também se ouvem em Washington!
A consultar:
http://www.maannews.net/en/index.php
http://www.freegaza.org/
http://www.end-gaza-siege.ps/index.htm
http://electronicintifada.net/
http://palestineblogs.net/
http://palestiniantimes.blogspot.com/
http://www.rebelliousarabgirl.net/
http://www.actionpalestine.org/
http://desertpeace.wordpress.com/
http://www.theheadlines.org/08/27-12-08.shtml
http://palestinefreevoice.blogspot.com/
http://palestinereview.com/

Com amigos destes...

os professores não precisam de inimigos...

De cabeça perdida, em total desalinho de ideias ou de razoáveis recursos, os que mantêm a agitação entre a classe docente e que visam, em última análise, o descrédito de toda a Escola Pública, estes que se dizem representantes dos professores, deitam mão de tudo quanto encontram. Do pior lixo e dos mais ridículos textos que deviam envergonhar qualquer professor de português escorreito.
Felizmente o ridículo não mata.


quinta-feira, dezembro 25, 2008

A coerência do culto da morte

Ou, faz o que digo, mas não faças o que eu faço!





Agora que o Vaticano se declara tão defensor das florestas como da homofobia, coisa que nunca se cansou de repetir ao longo da História, ao mesmo tempo que mandou queimar, por razões de fé e de dogmas bíblicos, na maior tranquilidade, uns milhões de incomodidades,
Considerando que a declaração sobre uma sexualidade voltada para o salvamento da espécie, não podia ser mais oportuna,
O Vaticano aceitou receber da sua aliada Austria - tal como, no passado, recebeu elefantes, tigres e rinocerontes empalhados - um abeto gigante que vivia tranquilo a fixar o carbono e a libertar o oxigénio, há para aí uns 70 ou 80 anos, na calma verdejante duma floresta. E vai de o cimentar na Praça de S. Pedro para dar conta das suas profiundas preocupações sobre os seres vivos deste planeta e da muita alegria em se juntar à festança do consumo desenfreado.

E que tal? Consumiram bem? Mesmo?

Olhem que sem consumo isto afunda-se : É como os tubarões que não podem deixar de nadar, ou morrem afogados...

http://www.youtube.com/watch?v=akC5ZOXxrDk

Longe, entre a Ásia e os EUA trava-se já hoje a mãe de todas as batalhas pelo domínio económico

Lá, onde se trava a mãe de todas as batalhas, seja pela sobrevivência do sistema capitalista tal como o conhecemos, seja pelo efectivo domínio económico e militar, a China com a sua extraordinária força de trabalho barata e domesticada, vai dar cartas em todos os sectores e por um imenso período histórico a que podemos já chamar de
Império Global Chinês
La Chine menace de couper les vivres aux Américains
Dans un édito du China Daily, organe du Parti communiste chinois, les autorités de Pékin mettent les Etats-Unis en garde contre une trop grande confiance dans l’emprunt pour financer les plans de crise: plus gros détenteur de bons du Trésor américain, la Chine menace de couper les injections de dollars frais.

Ce n’est pas parce que la Chine a acheté 65,9 milliards de nouveaux bons du Trésor américain, qu’il faut croire qu’elle va se sauver de la crise à coup de dette ! Publié au lendemain de l’annonce d’une future ponction de 14 milliards pour l’automobile dans la cagnotte Paulson de 700 milliards, un édito du China Dail (quotidien en langue anglaise financé par le Parti communiste remettait Washington à sa place.Sous un titre évocateur (« Les clés du Trésors ») il se faisait porte-parole de Pékin. « Toute erreur sur la gravité de la crise causerait des difficultés aux emprunteurs comme au créditeurs, commence le texte. L’appétit apparemment grandissant du pays pour les bons du Trésors américain n’implique pas qu’ils resteront un investissement rentable sur le long terme ou que le gouvernement américain continuera de dépendre des capitaux étrangers. » Et voilà comment, en une phrase, on menace les Américains de couper la pompe à dollars chinoise qui alimente l’économie états-unienne depuis plusieurs années !Le pistolet sur la tempe de la FedComme le rappelle l’article, la Chine a remplacé depuis septembre le Japon comme premier détenteur étranger de bons du Trésor américain et disposerait aujourd’hui de la bagatelle de 652,9 milliards de dollars d’obligations d’Etat. Un outil de financement de la dette américaine permettant notamment de garantir des taux d’emprunts raisonnables donc une consommation constante… de produits chinois !Or, le China Daily laisse entendre que les bons ne sont guère qu’un placement par défaut pour les centaines de milliards de dollars injectés par les investissements dans l’Empire du milieu : « Au vu des rares débouchés pour investir de façon sûre et profitable ses réserves de change en plein essor, la Chine pourrait malgré tout continuer d’acheter des bons du Trésor malgré les inquiétudes grandissantes quant aux pertes considérables qu’ils pourraient générer. »Les conséquences du retrait des capitaux chinois ont de quoi donner des sueurs froides au premier patron de la Réserve fédérale venu : un retrait massif causerait une hausse brutale des taux d’emprunts, rendant inefficace tout plan de sauvetage des institutions ou entreprises américaines. Mais ce n’est qu’une hypothèse, bien sûr….Une volonté de se rabattre sur l’Europe avant de se tourner vers le marché intérieur ?Critiquant les « énormes plans de sauvetage successifs », les autorités chinoises concluent par de véritables instructions pour Washington : « [le gouvernement américain] devrait se lancer dans une course contre la montre en engageant les réformes pénibles mais nécessaires pour relancer son économie avant que la demande [en bons du trésor] ne commence à décroître. »Si la Chine ne se tourne plus vers les Etats-Unis, il ne lui reste plus beaucoup de débouchés : faute de marché suffisant dans les BRIC (Brésil, Russie, Inde et Chine), le pays n’aura pas beaucoup d’autre choix que se tourner vers une Europe moins touchée par la crise. Une étape en attendant de disposer d’un marché intérieur assez développé pour absorber l’immense production de la machine industrielle chinoise. D’ici là, la récession américaine aidant, les dollars dévalués des réserves chinoises auront été remplacés par des euros."
Eu acrescentaria que a queda do preço das matéria sprima se nomeadamente do custo do petróleo, a continuar, vai constituir um gigantesco impulso à produção industrial chinesa e possibilita no fundo o seu controlo sobre a constituição de reservas efectivas e no mercado de futuros. Quem tiver liquidez disponível pode "abastecer-se" quase até ao infinito de matérias primas a preços de saldo...

Por muito menos fizeram-se tantas fogueiras. Era só terem uma nova oportunidade!

Ferreira Fernandes no DN:
ENQUANTO FOR SÓ CONVERSA...
O Papa tem o direito de dizer que os heterossexuais estão em risco de desaparecer como a floresta amazónica.
Os que acham isso tolo têm o direito de lembrar que o celibato dos padres, esse, é que não só extinguiria os heterossexuais como todo o género humano.
O Papa tem o direito em afirmar a sua verdade, a da Bíblia, onde união sexual é entre "homem" e "mulher", e só.
Os anticatólicos têm o direito de lembrar os casos de papas homossexuais.
Eu, com saudades da minha adolescência quando os filmes eram de cowboys que cavalgavam rumo ao pôr do Sol sem segundas intenções, tenho direito em dizer que me incomoda um filme em que dois cowboys se beijam. Dois cowboys da vida real têm direito de se beijar e dizerem estar-se nas tintas para os meus incómodos.
O Papa, eu, os anticatólicos, os homossexuais militantes e os cowboys temos o direito de dizer o que queremos.
Bom é que não tenhamos o poder para impor aos outros o que eles não querem. Seria bom também que toda esta liberdade de dizer tivesse em conta que há lugares em que homens e mulheres - que são o objecto da nossa conversa - são impedidos de ser aquilo que querem ser, homossexuais."

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Uma excelente prenda de Natal pela mão de quem percebe mesmo de Finanças!

Ou Manuela Ferreira Leite no seu melhor!

24 de Dezembro de 2008 - 01h31
Secções PÚBLICO Edição Impressa: Destaque, Opinião, Portugal, Mundo, Temas, Economia, Desporto, Cultura, Media, Local Lisboa, Local Porto
Suplementos PÚBLICO: PÚBLICA, ÍPSILON, FUGAS, ECONOMIA,
Estado pode ter de recomprar dívidas fiscais que vendeu
Sérgio Aníbal
A operação de titularização de créditos fiscais realizada em 2003 continua a ter um impacto financeiro nas contas do Estado
Depois de já ter substituído mais de metade das dívidas fiscais que cedeu ao Citigroup na operação de titularização de 2003, o Estado português pode agora ter de recomprar algumas das dívidas que se revelarem inexistentes.No Parecer da Conta Geral do Estado referente a 2007, ontem entregue pelo Tribunal de Contas na Assembleia da República, a entidade li-derada por Guilherme d'Oliveira Martins faz um balanço do impacto da titularização dos créditos fiscais nos cofres públicos e assinala que, "nos termos contratuais, deixou de ser possível efectuar substituições de créditos depois do dia 20 de Junho de 2007, devendo, a partir dessa data, ser readquiridos pelo Estado os créditos da carteira referentes a dívidas inexistentes ou inexigíveis por factos anteriores à data de separação".A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) garante que até ao final do período analisado pelo Tribunal de Contas (que vai até 29 de Fevereiro de 2008) não foram readquiridos quaisquer créditos, mas o ministro das Finanças admite, em resposta citada no parecer, que "aguardam-se as conclusões dos trabalhos no Siste-ma de Gestão de Créditos Titularizados (Siget) para se efectuarem eventuais recompras". A dúvida está em saber, exactamente, quantos é que são, nos últimos meses, os títulos classificados como "violados", ou seja, aqueles que se verifica não existirem e que forçam o vendedor (Estado) a ressarcir o comprador (Citigroup). Os responsáveis do Tribunal de Contas assinalam que no ficheiro que lhes foi entregue pelas Finanças são contabilizados, entre Setembro de 2007 e Fevereiro de 2008, títulos violados no valor de 27,7 milhões de euros, mas que, no relatório remetido pela DGCI ao Citigroup, o valor que aparece é zero.Questionado pelo tribunal, o ministro das Finanças disse que eventuais dúvidas ficarão desfeitas quando ficar concluído "o desenvolvimento do sistema informático designado por Siget", previsto para o final deste ano. Esta dificuldade em obter informação exacta levou o Tribunal de Contas a defender que, passado tanto tempo depois do início da operação, "não é aceitável que ainda esteja por constituir um sistema informático que assegure informação coerente entre si e com os relatórios entregues ao cessionário".O Estado português já se viu forçado a entregar um número muito elevado de novas dívidas fiscais e à Segurança Social para substituir outras que se revelaram inexistentes. Segundo os cálculos do Tribunal de Contas, desde o início da operação em 2003, 51,8 por cento dos créditos foram substituídos, correspondendo a 33,7 por cento do seu valor. Ou seja, o Estado entregou novas dívidas no valor de 3.187,2 milhões de euros. Entretanto, com tantas substituições, o ritmo de cobrança das dívidas fiscais da carteira vendida ao Citigroup começa finalmente a aproximar-se do previsto inicialmente. Em particular, entre Setembro de 2007 e Fevereiro de 2008, a cobrança ficou 49,3 por cento acima do cenário base. Deste modo, a cobrança acumulada, que nos primeiros semestres não conseguiu mais do que metade do previsto, já atinge agora um valor próximo de 75 por cento. Ao ponto do ministro das Finanças dizer ao Tribunal de Contas que, "pela primeira vez desde o início da operação (...), o cessionário pagou a habitual comissão base acrescida da comissão adicional referente ao prémio previsto sempre que o grau de execução acumulado seja superior a 75 por cento". A operação realizada em 2003 pela então ministra, Ferreira Leite, continua a fazer--se sentir nas contas 51,8%Percentagem dos créditos cedidos ao Citigroup que já tiveram de ser substituídos por outras dívidas, representando 3.187,2 milhões de euros ou 33,7 por cento do valor total da carteira.
Tribunal repete críticas ao Orçamento
Fim
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terça-feira, dezembro 23, 2008

Novilingua

In O País Relativo:
22 Dezembro 2008, 19:40 · Tiago Barbosa Ribeiro

"Fiquei hoje a saber que os professores do ensino básico e secundário não chamam férias às férias, mas sim «pausas lectivas»: cerca de cinco semanas por ano no total, para além das férias propriamente ditas que correspondem a uma «pausa lectiva» superior a dois meses. Está certo. Deve ser aproximadamente o mesmo raciocínio que permite à Fenprof chamar avaliação de desempenho às progressões automáticas na carreira."
Gostaria de acrescentar que não sou um especialista em direito do trabalho mas reconheço que há especialistas em descanso...

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Os delírios dos sindicatos dos professores - 3

O que será que o texto abaixo, retirado do La Nacion de Santiago do Chile, tem de comum com a Avaliação que em Portugal o ME tem longamente proposto, negociado e adaptado ás circunstâncias e apelos dos professores em Portugal?
A única semelhança, é a existência de uma reacção corporativa dos sindicatos de ambos os Países, com a diferença que em Portugal o ME já assinou em Abril com os sindicatos um Memorando para a aplicação da Avaliação e que no Chile a Ministra da Educação ameaça com despedimento quem não se submeter a ela!

É ver:
"Para el Mineduc la evaluación docente es fundamental para mejorar la calidad de la educación en Chile. Por eso no está dispuesto a ceder. Los profesores dicen no estar en contra del test, sino que quieren perfeccionarlo. De partida tener tiempo en la jornada laboral para contestarlo.
Jueves 24 de julio de 2008

Por Soraya Rodríguez / La Nación
Ministerio advierte sanciones para quienes no se evalúen y gremio recurre a Contraloría
Mineduc y profesores en pugna por evaluación docente
Ministra Jiménez dijo que el instructivo del Colegio a no evaluarse habla de “mediocridad” y docentes aseguran que esto no es un boicot, sino un llamado a congelar el proceso por un año para perfeccionarlo y ligarlo a una carrera docente.
Las diferencias entre el Ministerio de Educación y el Colegio de Profesores suman y siguen. Ahora el punto discordante es la evaluación docente 2008.
Para el Mineduc el proceso es irrefrenable y vital para mejorar la calidad de la enseñanza; en cambio, para los maestros, se requiere un diálogo eficaz, congelar al menos un año la iniciativa para mejorarla e incorporarla el establecimiento de una carrera docente.
El tema no es nuevo. De hecho el año pasado profesores de la VII Región solicitaron a la Contraloría un pronunciamiento sobre la legalidad de obligar a los profesores a responder los instrumentos de evaluación fuera de los horarios de trabajo (hoy los dirigentes del gremio volvieron a la entidad a buscar respuestas sobre ese informe), mientras que en marzo de este año, la ex ministra del ramo, Yasna Provoste formó un equipo para buscar acuerdo en la materia, a cargo del jefe del Centro de Perfeccionamiento Experimentación e Investigaciones Pedagógicas (CPEIP), Carlos Eugenio Beca.
Tanto en esa instancia como en otras, los maestros explicaron que no se niegan a ser evaluados, pero que no les parece justo ser los únicos sometidos a esta práctica en todo el aparato fiscal y que deban cumplirla en horarios de descanso, sin el pago correspondiente, pues no se establecía en la normativa un horario suficiente para responder el conjunto de ítems que exige el instrumento: pauta de evaluación, entrevista con un evaluador par; informes de referencias de terceros y portafolio, con sus dos módulos, unidad pedagógica y clase filmada.
Historia del desencuentro
La comisión creada por el Mineduc, que también integró la Asociación Chilena de Municipalidades, trabajó seis meses y tuvo ocho reuniones para el "rediseño y corrección del actual sistema" de evaluación docente.
La propuesta de los profesores en esa instancia fue otorgar más tiempo para responder la evaluación (el Mineduc concedió una hora semanal para cumplir con los instrumentos de evaluación); revisar los instrumentos según su especificidad; que se consagre el respeto al derecho a apelación y que la comisión de evaluación comunal tenga un veedor o un representante del gremio para cautelar los intereses del evaluado. No llegaron a acuerdo y el Magisterio calificó de insatisfactoria la respuesta del Mineduc, razón por la cual en su Asamblea Nacional Programática de enero de este año, aprobó realizar una "Consulta Nacional sobre los resultados de la comisión de Evaluación Docente con el Ministerio de Educación".
La consulta nacional se realizó en junio último y en ella participaron 14.048 docentes (de aproximadamente 36 mil que votan normalmente, según Gajardo) y 13.545 rechazaron las correcciones propuestas por el Mineduc.
Sobre esa base, el Colegio resolvió "llamar a la suspensión de la Evaluación Docente mientras esté concordándose la carrera profesional, que fue el anuncio más importante de la Presidenta Bachelet este 21 de mayo para los profesores".
Ni castigo ni boicot
Ante a este escenario, la ministra de Educación, Mónica Jiménez, golpeó la mesa. Dijo que el llamado a no evaluarse habla de mediocridad y dijo que la "evaluación no es un castigo, es una oportunidad que Chile se da para mejorar la calidad de los aprendizajes y mejorar la calidad de los profesores".
A su vez dijo que el llamado del Colegio sería minoritario y recordó que "hay una legislación clara y los que no se presentan quedan declarados insatisfactorios y, por una tercera vez insatisfactorios, los sostenedores tienen que pedir que se retiren del sistema".
Gajardo -quien desde antes de llegar a presidir el gremio manifestó reparos a la evaluación- subrayó que el llamado del colegio "no es un boicot, es una suspensión" por este año para seguir intentando acordar con el Mineduc que la evaluación sea parte del establecimiento de una carrera docente.
"El Colegio de Profesores está de acuerdo con la evaluación, pero sí decimos que tiene que ser dentro de una carrera profesional y que el actual instrumento debe tener correcciones", recalcó el dirigente, quien coincidió en la crítica formulada por Provoste a la actual gestión y dijo que "nosotros pedimos de la señora ministra que realmente tenga una actitud más de diálogo y no tan cerrada".
Respecto a las advertencias las calificó de "un chiste, porque todos los años, en diciembre, despiden a miles de maestros. Nadie tiene estabilidad, ni siquiera los que han sido galardonados por excelencia"