quarta-feira, janeiro 07, 2009

Primeiro mandaram-nos meter dentro duma casa

...depois, bombardearam a casa repetidamente. O resultado? Mais de 70 mortos, todos civis, membros de un clan palestiniano, constituído principalmente por velhos, mulheres e crianças.
A descrição é por si só um horror indizível:
"In The Telegraph, UK"

Gaza medics describe horror of strike which killed 70
Growing evidence emerged today of the bloodiest single incident of the Gaza conflict when around 70 corpses were found by a Palestinian paramedic near a bombed-out house.

By Tim Butcher in Jerusalem Last Updated: 5:03PM GMT 07 Jan 2009

Mohammed Shaheen, a volunteer with Palestinian Red Crescent, was in the first convoy of ambulances to reach the site of the blast in Zeitoun since it was first occupied then shelled by the Israeli army.
His testimony confirmed accounts, first reported in The Telegraph, from survivors of the extended al Samouni clan who said they feared between 60 and 70 family members had been killed.
"Inside the Samouni house I saw about ten bodies and outside another sixty,'' Mr Shaheen said.
"I was not able to count them accurately because there was not much time and we were looking for wounded people.
"We found fifteen people still alive but injured so we took them in the ambulances.
"I could see an Israeli army bulldozer knocking down houses nearby but we ran out of time and the Israeli soldiers started shooting at us.
"We had to leave about eight injured people behind because we could not get to them and it was no longer safe for us to stay.'' Mr Shaheen was in a convoy led by a jeep from the International Committee of the Red Cross that made its way down war-damaged tracks past demolished houses to the town of Zeitoun.
Concerns had been growing that Zeitoun had witnessed massive civilian casualties after surviving members of the Samouni clan reached Gaza City three days ago.
They said that after the Israeli army first took the town on Saturday night soldiers had ordered about 100 members of the clan to gather in a single house owned by Wael Samouni around dawn on Sunday.
At 6.35am on Monday the house was repeatedly shelled with appalling loss of civilian life.
A handful of survivors, some wounded, others carrying dead or dying infants, made it on foot to Gaza's main north-south road before they were given lifts to hospital. Three small children were buried in Gaza City that afternoon.
According to the survivors between 60 and 70 family members had been killed by shrapnel and falling masonry.
Convoys of ambulances twice headed to the area to look for wounded but they were driven back by Israeli shooting.
During today's three hour lull in offensive operations by Israel, the ICRC led the rescue convoy in although it took a long time for the convoy to make its way down war-damaged.
According to Mr Shaheen, the death toll was as high as described by the survivors."
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Nem as ambulâncias da Cruz Vermelha são respeitadas e poupadas ao fogo destes animais.
Agora compreende-se bem a razão de os israelitas terem proibido qualquer jornalista de entrar em Gaza. Querem estar à vontade para proceder a mais uma limpeza étnica.
Até ao dia que um louco da sua espécie tenha os meios para os fazer pagar por estes crimes contra a Humanidade!

Hipocrisia sangrenta

In Le Monde:

"Altos responsáveis de países que se consideram faróis da «civilização» multiplicam apelos à «contenção» e ao «cessar-fogo» em Gaza, como quem procura assim cumprir uma obrigação perante o «agravamento da crise» no Médio Oriente. A hipocrisia de presidentes, ministros, diplomatas ou porta-vozes é tão óbvia como de costume, mas ainda consegue ser chocante tendo em consideração a tragédia que vitima mais de um milhão de meio de pessoas amontoadas num pequeno território inóspito aferrolhado entre Israel, o Egipto e o Mediterrâneo.
Tais apelos baseiam-se na objectividade de um pretenso distanciamento entre as «partes em conflito», assim se exigindo uma rigorosa simetria de comportamentos como numa guerra convencional entre exércitos clássicos. Simetria, pois, entre civis indefesos e as forças armadas que ocupam o quarto lugar no ranking das mais poderosas do mundo; entre ocupados e ocupantes; entre morteiros mais ou menos artesanais e o poder de fogo dos F-16 e dos tanques de última geração; entre comunidades famintas sujeitas há anos a um feroz bloqueio de bens essenciais e uma nação estruturada apoiada sem limites pelo mais poderoso país do planeta; entre as vítimas e respectivos descendentes de uma limpeza étnica e os ses autores.
O Hamas quebrou a trégua e tem de pagar, devendo desde já sujeitar-se ao regresso ao cessar-fogo faça o inimigo o que fizer, sentenciam os diplomatas civilizados. Trégua que verdadeiramente nunca existiu, uma vez que foi desde logo desrespeitada pelo Estado de Israel ao violar um dos seus pressupostos essenciais: o fim do bloqueio humanitário a Gaza. Durante os últimos seis meses o cerco não apenas se manteve como se apertou. ( e durante a qual, acrescenta este bloger, Israel conduziu acções militares que levaram à morte de mais de 50 membros do Hamas, nesse mesmo período de tréguas)
Como movimento terrorista, o Hamas tem que pagar, dirão ainda e sempre os civilizados senhores do poder de distinguir os que são e os que não são terroristas, do mesmo modo que lançam guerras contra possuidores de armas de extermínio que nunca existiram.
O Hamas, porém, praticamente não era nada quando se iniciou a primeira Intifada palestiniana, em fins de 1988. Hoje, o papel dos serviços secretos de Israel na criação efectiva de um movimento islâmico, o Hamas, para dividir a resistência nacional palestiniana dirigida pela Organização de Libertação da Palestina (OLP) já nem é sequer um segredo de Polichinelo. Os interessados em aprofundar o assunto poderão começar por pesquisar através da obra de Robert Dreyfuss e começar a desenrolar o novelo. Descobrirão elementos muito interessantes e com flagrante actualidade. A verdade é que de grupinho divisionista e terrorista o Hamas se transformou num movimento que, tirando dividendos dos fracassos sucessivos do chamado processo de paz, boicotado por Israel e Estados Unidos e assumido pela Fatah como única opção estratégica, conseguiu ganhar as eleições parlamentares palestinianas em 2006. O Hamas cresceu com as estratégias militaristas em redor, como os talibãs no Afeganistão (agora controlando zonas a menos de 50 quilómetros de Cabul) ou o Hezbollah no Líbano, fruto das invasões israelitas da década de oitenta.
Reconhecer que o Hamas é agora uma realidade evidente no problema israelo-palestiniana não significa fraqueza, simpatia ou conivência com o terrorismo. É, prosaicamente, uma simples questão de senso comum.
As eleições de 2006, proclamaram os observadores internacionais, muitos deles oriundos das terras «civilizadas», foram livres e justas. Logo, ao Hamas coube formar governo – diz-se que é assim que funciona a democracia.
Engano puro. A chamada «comunidade internacional» decidiu não reconhecer o governo escolhido pela maioria dos palestinianos; nem sequer aceitou uma aliança entre o Hamas e a Fatah, que praticamente fazia o pleno da vontade dos eleitores. Pelo contrário, também não são segredo as diligências da administração de George W. Bush e do governo israelita de Ehud Olmert para lançar a guerra civil entre as duas principais organizações palestinianas – chegando, para isso, a fornecer armas à Fatah – fazendo simultaneamente por ignorar o acordo entretanto estabelecido pelos dois movimentos sob mediação do Egipto e da Arábia Saudita.
Este processo conduziu à divisão palestiniana: a Fatah na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, dependente do que Israel lhe permite ou não fazer; e o Hamas controlando Gaza, território dos seus principais feudos. Daí ao bloqueio a Gaza e, agora, à invasão, foi um pequeno salto.
O massacre está em curso, assistindo-se na comunicação social a tão curiosos como ridículos esforços para distinguir entre vítimas civis e militares. Em Gaza, para que conste, não há militares, a não ser os invasores. Existem restos da polícia autonómica, militantes do Hamas armados e organizados como milícias. O resto é milhão e meio de desempregados, famintos e humilhados. Tal é o inimigo de Israel que lançou alguns morteiros, por exemplo contra a cidade de Asqelon, que em 1948 se chamava Al-Majdal e era uma aldeia árabe cuja população, vítima da limpeza étnica em que assentou a criação do Estado de Israel, se refugiou em Gaza.
Os dirigentes de Israel asseguram que os «civis» serão poupados durante a invasão. Tal como aconteceu em 1982 em Beirute, onde os militares comandados por Ariel Sharon, fundador do partido de Ehud Olmert e Tzipi Livni, destruíram o sector ocidental da cidade, acabando por patrocinar os massacres de Sabra e Chatila. Ou em 1996, quando Shimon Peres, actual presidente israelita, foi responsável pelo massacre de Canan, também no Líbano, e mesmo assim perdeu as eleições parlamentares.
Gaza, ainda assim, será diferente de Sabra e Chatila. Agora, os soldados israelitas sujam mesmo as mãos com o sangue das populações indefesas – salpicando inevitavelmente os hipócritas que os defendem.
Por JOSÉ GOULÃO

( nota: Os negritos/vermelhitos são da minha responsabilçidade)

Doce reglas infalibles para redactar noticias sobre Medio Oriente en los grandes medios de difusión


( Ou como se deve aprender com a linguagem militarmente correcta da propaganda sionista)

"NUESTRA PAGINA REALIZA ESTE APORTE REALMENTE INVALORABLE PARA QUE NUESTROS LECTORES ESCUCHEN, MIREN Y LEAN CON ATENCIÓN LO QUE DICEN LOS GRANDES MEDIOS DE DIFUSIÓN
(no hemos dicho de comunicación a propósito) CREEMOS QUE SÓLO DIFUNDEN LO QUE LAS POTENCIAS Y GRANDES MEDIOS SUBVENCIONADOS, MANTENIDOS O DE PROPIEDAD DEL IMPERIO NORTEAMERICANO Y SIONÍSTA MUNDIAL.
Probablemente ustedes no entienden o se confunden un poco cuando los Grandes Medios dicen que Israel "abate" palestinos; mientras que los palestinos "asesinan" israelíes. Israel lanza ataques que dejan "daños colaterales" mientras que los palestinos "asesinan civiles".
1) En Oriente Próximo son siempre los árabes quienes atacan primero, y siempre es Israel quien se defiende. Esa defensa se llama "represalia".
2) Ni árabes, ni palestinos ni libaneses tienen derecho a matar civiles. A eso se le llama "terrorismo".
3) Israel tiene derecho a matar civiles. Eso se llama "legítima defensa".
4) Cuando Israel mata civiles en masa, las potencias occidentales piden que lo haga con mayor mucho cuidado. Eso se llama "reacción de la comunidad internacional".
5) Ni palestinos ni libaneses tienen derecho a capturar soldados israelíes dentro de instalaciones militares con centinelas y puestos de combate. A eso hay que llamarlo "secuestro de personas indefensas".
6) Israel tiene derecho a secuestrar a cualquiera hora y en cualquier lugar a cuantos palestinos y libaneses se le antoje. Su cifra actual ronda los 10 mil, 300 de los cuales son niños y mil, mujeres. No se precisa prueba alguna de culpabilidad. Israel tiene derecho a mantener secuestrados presos indefinidamente, aunque sean autoridades democráticamente elegidas por los palestinos. A eso se le llama "encarcelamiento de terroristas". Actualmente Israel tiene diputados y ministros Palestinos presos.
7) Cuando se menciona la palabra "Hezbollah", es obligatorio añadir en la misma frase "apoyados y financiados por Siria y por Irán".
8) Cuando se menciona "Israel", está terminantemente prohibido añadir: "apoyados y financiados por los EEUU". Eso podría dar la impresión de que el conflicto es desigual y de que la existencia de Israel no corre peligro.
9) En informaciones sobre Israel, hay que evitar siempre que aparezcan las siguientes locuciones: "Territorios ocupados", "Resoluciones de la ONU", "Violaciones de los Derechos Humanos" y "Convención de Ginebra".
10) Los palestinos, lo mismo que los libaneses, son siempre "cobardes" que se esconden entre la población civil que "no los quiere". Si duermen en casa con sus familias, eso tiene un nombre: "cobardía". Israel tiene derecho a aniquilar con bombas y misiles los barrios donde duermen. A eso se le llama "acción quirúrgica de alta precisión".
11) Los israelíes hablan mejor inglés, francés, castellano o portugués que los árabes. Por eso merecen ser entrevistados con mayor frecuencia y tener más oportunidades que los árabes para explicar al gran público las presentes reglas de redacción (de la 1 a la 10). A eso se le llama "neutralidad periodística".
12) Todas las personas que no están de acuerdo con las sobredichas Reglas, son, y así debe hacerse constar, "terroristas antisemitas de alta peligrosidad".
Fuente: Revista Sin Permiso

Edinbrô, como por lá se diz!

In Der Terrorist:

Algures numa Escola em Setúbal...

"No teste de Inglês o puto respondeu que a capital da Escócia era Edinburgh.
E a professora considerou a resposta como errada porque a capital da Escócia é Edimburgo.
O puto que só tem 11 anos mas não é parvo, reclamou: “Sotôra, mas eu fiz tal e qual como na ficha que a sotôra deu!”.
E a sotôra respondeu: “A ficha está errada”.
Só que a ficha é um Print Screen do Google, fotocopiado e distribuído à turma pela professora.
E o puto teve menos 1 ponto no teste e foi para casa pior que o Deus Me Livre. (Mas isto são contas a acertar na próxima reunião do director de turma com os encarregado de educação).

Ah! Não sei se tem alguma relação, mas a sotôra esteve nas duas manifs, é contra a avaliação e faz parte daqueles 99, 99% que aderiu à greve e grita palavras de ordem contra uma tal de Milu"

Novos crimes não apagam a História

nem branqueiam os continuados crimes de guerra de Israel contra a Palestina e os seus habitantes.
Em 2006 um relatório da Nações Unidas referia a gravidade das acções e a impunidade de que gozava Israel nas suas continuadas acções de terror contra as populações palestinianas.
Os criminosos continuam a ser os mesmos. As vítimas, essas, é que têm que ir sendo renovadas.
E quando faltem adultos, bombardeiam-se escolas e crianças. Ainda há por lá muitas...

The full text of a statement issued on Wednesday on the conditions in Gaza can be found at the link ... here are extracts ;
"Following the events of 25 June, including the capture of Corporal Gilad Shalit, Israel has carried out numerous military interventions in the Gaza Strip.
According to UN sources, more than 100 Palestinians have been killed, including 18 children. Almost 400 Palestinians have been injured, including 108 children.
With limited exceptions, Israel has sealed Gaza's borders.
Some patients returning home to Gaza after medical treatment abroad, and some patients seeking treatment abroad, have been unable to pass through the Rafah crossing: while waiting, nine Palestinians have died.
On the night of 27-28 June, Gaza's only electricity power station was attacked and incapacitated."Following the attack, the lack of power for pumps is causing a serious water shortage, and affecting sewage disposal, for tens of thousands of households throughout the Gaza Strip. There are reports of sewage leakage, as well as a reduction in municipal waste collection and disposal. Reported cases of diarrhoea have increased by 163% compared to the same period last year. It is possible that communicable diseases, like cholera and poliomyelitis, will re-emerge. Reduced hospital services are dependent upon generators that are unsuitable for constant, long-term use.The right to the highest attainable standard of health includes access to medical services and also access to adequate sanitation and safe drinking water. The destruction of Gaza's electricity power station is profoundly inconsistent with the health and safety of all civilians living in Gaza, especially the young, sick, infirm and elderly, as well as their right to the highest attainable standard of health, enshrined in the International Bill of Rights and other international human rights instruments.
Moreover, the destruction of Gaza's electricity power station may be a violation of international humanitarian law (sometimes known as the 'laws of war').The basic rule of international humanitarian law is that parties to a conflict must always distinguish between combatants and civilians. Attacks can only be directed against combatants and military objectives. "
"If the attack on the electricity power station was not in conformity with international humanitarian law it amounts to a war crime. For example, if the attack were disproportionate, it was a war crime.In these circumstances, I strongly recommend that, as a matter of urgency, an independent enquiry be made to determine whether or not the recent attack on Gaza's electricity power station was a war crime.
"News reports at the time ..."Israeli warplanes fired at least nine missiles at Gaza's only power station, cutting electricity to 65 percent of the Gaza Strip, engineers at the station said. The station's three functioning turbines and a gasoline reservoir were engulfed in flames, raising the specter of a humanitarian crisis in Gaza, where water pumps are powered by electricity."

terça-feira, janeiro 06, 2009

Os idiotas úteis que reproduzem sem critério a propaganda sionista

não passam de tamborzinhos a desempenhar o papel de ressonância da máquina de propaganda que controla praticamente toda a media internacional.
Em especial dentro dos EUA, onde a manipulação é permanente.
Aos que pretendem comparar as vítimas aos algozes, aconselho uma leitura deste texto que bem demonstra a mentira e a desproporção dos meios militares, informativos, económicos e de puro sadismo racista, de que Israel não tem pudor em deitar mão:
"The images of two women on the front page of an edition of The Washington Post last week illustrates how mainstream US media has been reporting Israel's war on Gaza.
On the left was a Palestinian mother who had lost five children. On the right was a nearly equally sized picture of an Israeli woman who was distressed by the fighting, according to the caption. As the Palestinian woman cradled the dead body of one child, another infant son, his face blackened and disfigured with bruises, cried beside her.
The Israeli woman did not appear to be wounded in any way but also wept.
Arab frustration
To understand the frustration often felt in the Arab world over US media coverage, one only needs to imagine the same front page had the situation been reversed.
IN DEPTH
Latest news and analysis from Gaza and Israel
Send us your views and videos
Watch our coverage of the war on Gaza
If an Israeli woman had lost five daughters in a Palestinian attack, would The Washington Post run an equally sized photograph of a relatively unharmed Palestinian woman, who was merely distraught over Israeli missile fire?
When the front page photographs of the two women were published on December 30, over 350 Palestinians had reportedly been killed compared to just four Israelis. What if 350 Israelis had been killed and only four Palestinians - would the newspaper have run the stories side by side as if equal in news value?
Like many major news organisations in the US, The Washington Post has chosen to cover the conflict from a perspective that reflects the US government's relationship with Israel. This means prioritising Israel's version of events while underplaying the views of Palestinian groups.
For example, the newspaper's lead article on Tuesday, which was published above the mothers' photographs, quotes Israeli military and civilian sources nine times before quoting a single Palestinian. The first seven paragraphs explain Israel's military strategy. The ninth paragraph describes the anxiety among Israelis, spending evenings in bomb shelters. Ordinary Palestinians, who generally have no access to bomb shelters, do not make an appearance until the 23rd paragraph.
To balance this top story, The Washington Post published another article on the bottom half of the front page about the Palestinian mother and her children. But would the paper have ever considered balancing a story about a massive attack on Israelis with an in-depth lead piece on the strategy of Palestinian militants?"
( ler o restante)
Ainda há quem queira fazer como o WPost: Comparar a dor de uma mãe que perdeu todos os seus 5 filhos com uma nervosa israelita que ficou perturbada com a queda d eum roquet la sua vila...
Comparar os horrores das mortes e da carnificina generalizada entre civis, com uma noite mal dormida num abrigo...constitui uma monstruosidade sem nome e uma provocação que só pode despoletar violentas acções dos que nada mais têm a perder!

O Padre Manuel Mussalam fala dos horrores em Gaza

Para aqueles que ainda pensam que Israel é a vítima, e os palestinos os algozes, recomendo a visão deste depoimento e peço alguma humanidade!
http://video.corriere.it/?vxSiteId=404a0ad6-6216-4e10-abfe-f4f6959487fd&vxChannel=tuttiivideo&vxClipId=2524_da0161b2-da92-11dd-a7f8-00144f02aabc&vxBitrate

E prosseguem os testemunhos dos horrores infligidos pelos cobardes hiper-armados contra crianças, escolas, hospitais...
CIENTOS DE PALESTINOS SE REFUGIABAN ALLÍ
Al menos 43 muertos tras dos ataques de Israel a sendas escuelas de la ONU
- La escuela de Asma estaba identificada e Israel conocía su ubicación, según la fuente
- En un segundo ataque a otro centro horas después han muerto al menos 40 personas
- Al menos 12 miembros de una familia han muerto en otro ataque en la ciudad de Gaza

Israel prossegue os seus crimes. 30 crianças mortas dentro de uma escola



Agora bombardeia uma Escola da ONU em Gaza. Por três vezes os seus tanques bombardearam a Escola e mataram 30 crianças ali refugiadas.
Há que pedir a ambos os beligerantes para se moderarem. Há que insistir que ambos, as vítimas e os carrascos, se sentem à mesma mesa e dialoguem. Suponho é que estas crianças vão ter dificuldade em dar a sua opinião sobre o andamento das conversações.
Onde pára a vergonha? Ou a falta dela?
Israel tem de pagar pelos seus horrendos crimes que leva a cabo há mais de 50 anos!
Parece que hoje, finalmente Obama conseguiu sair de sob a pressão sionista nos EUA e declarar que estava " preocupado com as vítimas civis ...de ambos os lados do conflito"
Foi o máximo que lhe foi permitido pelo lobby sionista !
Depois, admirem-se que venham aí actos de desespero, terrorismo e mais loucuras sanguinárias!
Os palestinos, iraquis, libaneses...já pouco lhes resta para perder.

Depois da entrevista ao 1º Ministro a falta de educação dos professores asssume outras proporções nos dislates ...

....e nas ofensas pessoais em que são mestres incontestados, embora estejam à altura dos jornalistas da SIC.
De facto qual o 1º ministro europeu que se sujeitaria a uma baixaria daquelas, sem os ter metido na ordem?
O que é que se passa neste País que já se considere normal que o 1º Ministro, eleito com maioria absoluta e que tem desempenhado interna e externamente as suas funções de forma discutível, mas honrada, (como é possível) que os entrevistadores na ãnsia de se mostrarem dentro dos assuntos e muito críticos de tudo, como convém ao seu ( deles) patrão, não se coíbam de se atropelarem um ao outro e de interromperem as respostas do entrevistado, com piadas e àpartes, de mau gosto, como aquele "o banco é seu!", já não sei se a respeito da CGD ou do BPN que nem um nem outro são do 1º Ministro! Como se sabe!
E aquela outra de se insistir até ao vómito na Dívida Externa, que este governo herdou, e que sobe sempre que o poder de compra dos portugueses aumenta...é inconcebível como nada se consegiu perceber...
Que jornalistas são estes que não percebem patavina de economia mas que se atrevem a entrevistar este PM?
Dizer que os salários são baixos e que devem subir, e não perceber que isso apenas aumenta a dívida externa dado o consumo de bens transaccionáveis subir e que isso quer dizer mais importações visto que o país produz muito pouco desses bens, é perceber nada do que são as regras básicas de um modelo económico.
Estão ao nível do Cadilhe que queria vender o ouro para financiar o consumo... através de reformas antecipadas e de indemnizações a funcionários públicos sem atender sequer à necessidade do posto de trabalho continuar a existir ou não...
Adiante!

Mas o insulto é de facto a arma dos que carecem de razões. E nisso, os agitadores dos professores de luto e em luta, são especialistas e não se cansam de nos surpreender pelas piores razões:

(Mas hoje, para que fique completamente documentado, vai com toda a informação , caso a caso)

- Mário Rodrigues Diz: Janeiro 5, 2009 at 10:21 pm
Este indivíduo é um crápula (indivíduo sem escrúpulos).
É um mentiroso (pessoa que mente usualmente).
É triste. Mas um país que o elegeu só merece mesmo isto…


- Mário Rodrigues Diz: Janeiro 5, 2009 at 10:25 pm
Não admira que haja cada vez mais alunos no ensino profissional. Se não aprenderam a ler e a escrever na escola, para onde hão-de ir se não para cursos profissionais?

- Sísifo Diz: Janeiro 5, 2009 at 10:28 pm
Uma novidade: Sócrates abandonou o estilo do celebérrimo ministro da informação de Saddam....
Na SIC-N fala o imbecil do Henrique Monteiro e até ele já se refere a disfarce, isto é, mentira, falsidade… Irresponsabilidade do Governo…

- Fafe Diz: Janeiro 5, 2009 at 10:33 pm
Jantava no Martelo, quando chegou um camionista romeno. Estava a “dar” o socretino.
Pergunta: “Presidente?”
Eu disse: “Não, é o mentiroso do primeiro ministro”


- terinha Diz: Janeiro 5, 2009 at 11:41 pm
Alguém está a ver o focinho do Santos Silva nos Prós e Contras. Apertaram os tintins ao menino doirado e ele afocinhou!!!

Isto é caso para dizer: Com professores destes não admira que o jornalismo seja de sarjeta!

segunda-feira, janeiro 05, 2009

E eu a pensar que eles já tinham atingido o grau zero da falta de carácter...

Enganei-me!
Afinal sempre era possível descer mais baixo.
Há uns dias fui avisando o seu guinote que a continuar desta maneira ainda corria o risco de encontar algum, ou alguma, das pessoas ofendidas e destratadas, e que lhe mostrasse toda a indignação de que tem sido alvo.
Parece que o homem não tem emenda ...
Mas já lá deixei hoje a minha surpresa por "aquilo" se ter transformado num local tão mal frequentado que agora se insultam especialmente entre eles próprios...
Para um blog de professores para defender as suas causas, o nível parece-me bastante baixo, digo eu!

Os agressores feitos vítimas

O protectorado britânico até 1947




Em 1947, o mandato das Nações Unidas para a Palestina e o Estado Judeu


O actual Estado de Israel depois das guerras de conquista e da expulsão dos palestinianos das suas terras

A História é a que nos contam as fronteiras de Israel, e a dos palestinianos expulsos das suas terras e empilhados em Gazza - o território mais densamente povoado do mundo - e para os campos de refugiados no Líbano e Jordânia.
Tudo o mais é publicidade enganosa. tudo o mais é propaganda sem vergonha e sem verdade!
Quem é que gosta de viver em condições de refugiado na sua própria terra ocupada por estrangeiros ?
E humilhado todos os dias? Sujeito a todas as incursões militares que o ocupante entenda fazer. Atodas as punições e arbitrariedades? Sempre sob amira das armas e da vigilância das comunicações? Enterrando todos os dias, anos a fio, as vítimas dos assassínios selectivops e programados nos gabinetes de Telavive? Sem trabalho, sem água, sem medicamentos, sem Estado e sem Exército ou Marinha ou Aviação? Sob a arbitrariedade dos colonos estrangeiros, todos armados, que construiram o maior muro de betão da História com 10m de altura e mais de 250 kms de comprimento?
Quem é que vem agora comparar as vítimas com os agressores e "pedir" a ambas as partes que se contenham. A ambas as partes?

Isto está a ficar cada vez mais selectivo!

Senhores professores, vejam se conseguem colocar-se do lado das soluções, que os problemas já são mais do que suficientes e a selecção natural está aí em plena força.
Só os mais aptos podem aspirar a ser mais do que meros figurantes num espectáculo planetário onde os atrasos são irrecuperáveis e já não há atalhos disponíveis:

Como competir sem os mínimos?

Ou como é que se pode ir a jogo sem ter uma equipa?
Ou as consequências dos passos maiores do que a perna?
Ou ainda, como é que foi possível tanta loucura com tão pouca população?
A chave para os problemas do desenvoplvimento sempre foi e continua a ser o factor humano, as etapas do conhecimento, a cuidada preparação, a população em idade produtiva, o consumo e o mercado.
A tudo isto encolhemos os ombros, atravessando séculos, numa cegueira a que apenas adicionámos a necessária dose de intolerância religiosa, muita ignorância, completa impreparação de geração em geração, tudo em nome duma tal fé e dum tal destino civilizador, numa escala incomportável. Aliás, sem limites!
Resumindo: Tretas e fugas em frente.
Agora compete-nos colar os cacos, fazer acordos sem conteúdo ou consequências, assinar tratados com muita cooperação no papel, devolver em perdões de dívidas aquilo que já há muito devia ter sido contabilizado, sem complexos das acções coloniais de que não houve sobreviventes, felizmente!
E assistir de bancada ao novo jogo, com as novas estrelas em campo.
Mesmo que elas brilhem pouco mas compensem em número e ambição o que lhes falta de escrúpulos ou lhes sobeja na protecção dos seus próprios interesses:
http://current.com/items/89565630/chinatown_africa.htm
Ali não há chatices, nem pode haver.
Trata-se de negócio puro e simples.
Por acaso sobre os destroços do que foi a face menos má do colonialismo português. A sua única tentativa de desenvolvimento.
Ali não se discutem passados nem heranças. Horários de trabalho, instalações sanitárias e níveis de escolaridade!
Quem se lembraria de ir para lá discutir como se deve escrever "pacto" ," óptimo", e "bacalhau à Braz"?
Ou qual a equivalência dos cursos universitários?
Um engenheiro chinês ou malaio, é mesmo engenheiro e chinês e malaio!
Ou para que nos serviriam as matérias primas se já não temos indústria, nem a que fabricava produtos para pretos?
Nem marinha mercante? Ou frota de pesca?
Ou vamos continuar a discutir quem paga as bolsas de estudo?
E o ouro continua no BdP, sem utilização para além dos tais perdões de dívidas que corresponderam a coisa nenhuma?
Os novos "sócios" querem lá saber dos leprosos do leste de Angola! O negócio deles são hospitais chave-na-mão onde a incorporação nacional angolana está ao nível da areia do rio e da água do céu. O resto, todo o resto, vem da longínqua metrópole a que agora se chama com propriedade "a nação cooperante e financiadora".
O plano que não existia depois de 1415, é o mesmo que continua a servir-nos de roteiro para todos os oportunismos e aventuras sem rumo, e com objectivos muito para além das nossas reais capacidades humanas...

domingo, janeiro 04, 2009

...E o manancial de boçalidades, vem de onde?

Dos que se dizem professores, de luto e em luta, num blog convidado do Público...
É ver o que escrevem, e como escrevem, por estes dias:
http://educar.wordpress.com/2009/01/03/parem-as-rotativas-eis-o-decreto-regulamentar-1-a2009-e-o-seu-siames-o-1-b2009/#comments
Prevejo mesmo que muitos PCE vão instucionalizar a sodomia...
Meus amigos a única forma de isto ir foi como fizeram ao Sá Carneiro!
diário da republica….Informamos que tembém serve para limpar o rabo em ocasiões de festa…deve ser utilizado de cima para baixo de modo a não causar fricção e deixar pedacinhos enrolados,,,
...tens de levar os teus colegas do 1º ciclo pois os do 2º e 3º ciclo andam marados dos cornos….
Desde o tempo da casa pia que tudo é legal neste país..pedofilia, roubo, prostituição, proxenetismo, juros bancários..etc..
#142 Será o verbo parar ou o verbo parir? É que até me apetece mandar o PR e o PM, a propósito deste DR, para as rotativas que o (os) pariu...
Eu por mim pedia aos israelitas para darem aqui um saltinho.
O Estado recorreu para a 2ª instância. Estou há espera de uma decisão ( Pedro Castro, escrivit! )
Não me vendo! Para isso, há hotéis e, por sinal luxuosos e com boas condições de “trabalho"

GAZA: CRIME E VERGONHA OU ONDE ESTÃO OS INTELECTUAIS PORTUGUESES??

Gaza: crimen y vergüenza

José Saramago, Teresa Aranguren, Belén Gopegui y otros
Público
No es una guerra, no hay ejércitos enfrentados. Es una matanza.
No es una represalia, no son los cohetes artesanales que han vuelto a caer sobre territorio israelí sino la proximidad de la campaña electoral lo que desencadena el ataque.
No es la respuesta al fin de la tregua, porque durante el tiempo en el que la tregua estuvo vigente el ejército israelí ha endurecido aún más el bloqueo sobre Gaza y no ha cesado de llevar a cabo mortíferas operaciones con la cínica justificación de que su objetivo eran miembros de Hamas. ¿Acaso ser miembro de Hamás despoja de condición humana al cuerpo desmembrado por el impacto del misil y al supuesto asesinato selectivo de su condición de asesinato sin más?.
No es un estallido de violencia. Es una ofensiva planificada y anunciada hace tiempo por la potencia ocupante. Un paso más en la estrategia de aniquilación de la voluntad de resistencia de la población palestina sometida al infierno cotidiano de la ocupación en Cisjordania y en Gaza a un asedio por hambre cuyo último episodio es la carnicería que en estos días asoma en las pantallas de nuestros televisores en medio de amables y festivos mensajes navideños.
No es un fracaso de la diplomacia internacional. Es una prueba más de complicidad con el ocupante. Y no se trata sólo de Estados Unidos que no es referencia moral ni política sino parte, la parte israelí, en el conflicto; se trata de Europa, de la decepcionante debilidad, ambigüidad, hipocresía, de la diplomacia europea.
Lo más escandaloso de lo que está pasando en Gaza es que puede pasar sin que pase nada. La impunidad de Israel no se cuestiona. La violación continuada de la legalidad internacional, los términos de la Convención de Ginebra y las mínimas normas de humanidad, no tiene consecuencias. Más bien, al contrario, parece que se premia con acuerdos comerciales preferentes o propuestas para el ingreso de Israel en la OCSE. Y qué obscenas resultan las frases de algunos políticos repartiendo responsabilidades a partes iguales entre el ocupante y el ocupado, entre el que asedia y el asediado, entre el verdugo y la víctima. Qué indecente la pretendida equidistancia que equipara al oprimido con su opresor. El lenguaje no es inocente. Las palabras no matan pero ayudan a justificar el crimen. Y a perpetuarlo.
En Gaza se está perpetrando un crimen. Lleva tiempo perpetrándose ante los ojos del mundo. Y nadie podrá decir, como en otro tiempo se dijo en Europa, que no sabíamos.
Teresa Aranguren, Pedro Martínez Montávez, Rosa Regás, José Saramago, Pilar del Río, Cármen Ruiz Bravo, Belén Gopegui, Constantino Bértolo, Santiago Alba Rico.
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Onde estão os intelectuais portugueses? Os partidos políticos nacionais? A nossa "inteligência", os nossos líderes? Onde páram os nossos escritores? ( Tirando o Saramago, que teve de emigrar...)
Não deve ser por acaso que tanta gente quer perpetuar o semi-analfabetismo nacional e promover a emigração, para sermos os criados dos ricos que fazem as guerras e enriquecem com elas.
É sempre uma questão de classe que leva os professores a pretenderem estar acima dos destinatários da maçada que é fazer deles cidadãos. Para eles é preferível um mundo de senhores, que "sabem" para ensinar, e os que não aprendendo, vão engrossar as fileiras dos excluídos, dos emigrantes e dos que não têm voz...nem costumam votar livremente...
E depois, as televisões nacionais hão-de mostrar-nos excelentes reportagens dos criados portugueses que são muito apreciados para lavarem escadas dos ricos, descascarem batatas dos restaurantes de várias estrelas e servirem de mercenários em qualquer guerra que pague bem!
Ou de algum emigrante de sucesso que regresou à terra natal para edificar uma capelinha e fazer um donativo ao pároco da aldeia...

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Os professores que têm uma excelente opinião sobre eles mesmos...

ou sobre qualquer Instituição que julguem não os apoiar completamente....
Porque se ofendem se alguém, os chamar à atenção para a necessidade de darem o exemplo na educação, no cumprimento das obrigações profissionais, na assiduidade, no respeito pelas hierarquias, e assim...
Porque insultam toda a gente que lhes pareça ter alguma dúvida das suas transparentes qualidade cívicas...
Porque dizem que este blog os despreza e não passa dum "beco esconso..."
Achei por bem fazer uma recolha, aliás rápida, dos mimos com que se entretratam e, já agora, dos que dirigem aos membros do Governo legítimo e democrático, ou aos seus sindicalistas de eleição...
Anything goes, como diria o outro dos filmes baratos...
Também porque já há muito contribuinte que os não pode nem ver...e o que deles já pensam...
E para que conste, o que muitos deles já dizem do Presidente da República:
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http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/30b28db7862b0d6438331d.html#page=6
Abaixo a desonestidade do ministério
Os professores não têm medo de pedófilos, maçónicos, corruptos, oportunistas e afins!Em quem deposita o povo confiança?Políticos? NÃO!Professores? SIM!
Esse parasita desse mário nogueira, está no topo da carreira e não dá aulas há 19 ANOS!
Este e o outro secretário de estado são meras marionetas PS e da DITADURA DE DIREITA PS que já se instalou para dividir e governar, fazendo uma política de ultra direita, que nem Salazar pretendeu aplicar.
O Cavaco e o Socinóquio alinham pelo mesmo diapasão. Estão feitos um para o outro
...Há professores a fazer comentários,que só revelam curteza de inteligência,má educação e mau caracter
....este presidente quer segurar o seu tacho, não tem o minimo respeito pelos Portugueses e por quem votou nele, eu espero que ele se recandidate e tenha a maior derrota de sempre ,para já ele pode contar com os 100.000 professores que já se sabe estarão lá para dizer não a este fantoche ao serviço deste governo ...
É confrangedor assistirmos a respostas, em programas televisivos, de alguns que se dizem professores, e que até a própria matéria que leccionam mostram desconhecer...
Sou prof. e trabalho no privado, convido os meus colegas do publico, a trabalhar no privado, para verem como se trabalha, estáis mal habituados, não querem trabalhar faço um apelo ao governo que os ponha na rua, já que eles prof. não têm vergonha.
Oh prof do privado. Aprende a escrever. És do Efa ou NO? Vai-te catar. Conheço quem trabalha em simultãneo no privado e no público.
Por que motivo especial vocês quando mais progridem na carreira (ganhando mais e criando condições para uma reforma melhor) deverão trabalhar menos tempo (que já não é muito)?Tenham vergonha, sempre pressionaram todos os ministros da educação desde o 25 de Novembro... e sempre lá foram ganhando chegando a situação ao estado em que está (já houve 26 ministros da educação, 26!!!)... deste vez, ao que parece, bateram na porta errada.Trabalhem, façam como os outros!!!
EX-PROFESSOR:
ESTA CAMBADA DE ANALFABETOS QUE AQUI SE PRONUNCIA CONTRA OS PROFESSORES SAO OS QUE NAO CONSEGUIRAM PASSAR DO NONO ANO POR SEREM BURROS!!!AGORA VEM PARA AQUI DEMONSTRAR O PORQUE DE NAO CONSEGUIRAM SEQUER DENTRAR NUMA UNIVERSIDADE COMO O PINOKIO!!!!

Têm-se que deitar cedo porque senão amanhã aparecem todos ainda mais ramelosos nas aulas e a piorar o facto, de muitos, não dizerem coisa com coisa!!!!!!
Enquanto sua exa.gozava de todas as regalias que a carreira de prof. sempre teve, cá os camelos que não tiveram posses para estudar, andavam a pagar impostos ao estado para vos sustentar as vossas mordomias.Agora os camelos sustentam as vss. reformas principescas.
AO EX-PROFESSOR:
Tenha respeito pelas pessoas que como eu fui trabalhar aos 13 anos não por ser BURRO.Fui ao Ultramar como soldado a ganhar uma mizéria e agora com 58 anos ainda me faltam 7 pra reforma ou seija trabalho 51 anostenha respeito pelos BURROS
Eu que ouvi uma professora que integrava uma das manifestações a dizer que era licenciada e tinha mestrado e se tinha obtido estas credênciais era porque tinha sido avaliada portanto a avaliação dos professores não se justificava!!!!!
Professor no 10º escalão (topo da carreira) a dar aulas à noite (das 20 às 22h) tinha um horário de 8 horas SEMANAIS - 2hx4dias). Se por acaso tivesse que dar mais uma hora... ganhava horas extra
Este Pedreira é mesmo um calhau, mas ruim, tem tiques fascistas este gajo. Tem a mania que é um salazarinho.
...só não aceito que queira ter razão quem mais insulta ou mais grita. Lamento muito ter de fazer este discurso para lembrar a alguns "educadores do povo" que por aqui andam que o civismo (ou a boa educação) deve estar presente em todas as nossas atitudes.
...para os acessores do pinoquio socrates que por aqui andam a fazer o seu papel (ou seja a tentar denegrir a imagem dos professores e de todos aqueles que não se rendem a este governo fascista)
Os professores estiveram de férias desde 19 de Dezembro (como todos os outros cidadãos) e voltarão à escola e à obrigação de ensinar no próximo dia 5 deste mês.Como será de esperar, depois do merecido descanso de greves e manifestações que têm agitado o ensino, estarão em condições de poderem continuar o seu "trabalho".
...Ai coitadinho do ensino por causa da avaliação dos srs. professores...Antes era uma porcaria, dos piores da Europa, porquê???
COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO PARA A CONSERVAÇÃO DO BURRO IBÉRICO: Esta Associação está a estudar a origem do SR. Mário Nogueira, isto devido à sua dialéctica nada em conformidade com a alta autoridade da ética e bons modos/costumes e, também, este Sr. por vezes fazer papel da classe dos Prof's e outras vezes, mas mal feito, querer fazer papel de BURRO Ibérico!!!! Esta Associação mais informa, segundo o que foi apurado até esta data, que este Sr. pertence a uma espécie em quase extinção, originária das estepes, que se infiltrou no meio dos Prof's..........
Mas haverá alguém que não respeite e admire os professores?O erro está em eles julgarem-se únicos. Todos competentes, todos dedicados, todos esforçados, todos dando o seu esforço à Escola e por esse motivo deverem chegar todos POR IGUAL ao topo da carreira.
Ordenados elevadissimos dos professores e respectivas reformas, vejam bem, com o menor horário de trabalho,com mais férias, e com os resultados dos seu ensino catastrófico. Só visto!!!!!
Isto é incrível! Ainda o Acordo Ortográfico não está em vigor em Portugal, e já os professores estão A DIZER MAL.Esta gente que deveria fazer parte ds soluções, fazem sempre parte dos problemas
http://educar.wordpress.com/2009/01/02/opinioes-salvador-de-sousa-3/#comments
Já trabalhei num colégio onde os alunos faziam três provas de admissão: Português, Matemática e EF.Os que entram para este colégio não têm nada a ver com os nossos alunos da Escola Pública.
Há filhos de professores de Matemática, História, F.Q., Biologia, Português, Inglês, 1º ciclo… Um pouco de tudo.Professores que conhecem bem a realidade das escolas públicas.
Os profes que comentaram e que merecem crédito e só posso tirar uma conclusão: neste momento, para pais interessados e preocupados, a saída é o Privado. São Vocês mesmo a dizer da implosão da Escola Pública. Do embuste que nos vendem.
http://educar.wordpress.com/2009/01/01/faz-me-lembrar-a-aspirina/#comments
Sou eu que já estou louca, ou VERGONHA é coisa que já não existe MESMO?! Ainda queria acreditar que ao nosso PR sobrava alguma dignidade mas …depois destes 3 ou 4 dias…
A próxima greve do dia 19 deverá ser acompanhada de manifestação em Lisboa( num dia de semana para entupir a capital).Nada de manifestações nem de pedidos ao Cavaco! Estavam à espera de algo de um ” presidente” que nunca tomou chá? Ele está é preocupado com os Açores e com a sua reforma !
Eu era capaz de colocar o meu pescoço na guilhotina( e tenho muito gosto nele) em como o Presidente nunca leu nem o ECD nem o EA, muito menos o modelo de avaliação chileno! Nada não sabe nada, não faz nada… nem sei para que temos um Presidente
Fiquei particularmente sensibilizado pelo facto de o Presidente estar preocupado com o preço do adubo…
...a múmia é o Cavaco.Trabalha a pilhas. Fabrico chinês.
O “aspirina” serve para quê?
Pelo menos os espanhois, comentam os trajes da rainha e das princesas …

# 272: A “Maria” parece uma sopeira!Ihihihihihihihihi
# 278: Você passa das marcas todas. É provocadora. E baixa. Os professores sempre foram avaliados tecnicamente.O que está a ser proposto por esta corja é uma perseguição política, uma não avaliação técnica.
Uma ditadorazita de m**** à imagem e semelhança da “coisa”, uma saloia armandinaça e tal.
O prof. Cavaco Silva é politicamente conservador, entrouxado no seu tortuoso economês, obscuro nos costumes, desocupado culturalmente.....Singularmente vaidoso, birrento, comicamente cediço, o dr. Cavaco – até agora um simples “notário” do governo – entende que acabou o seu tirocínio presidencial e que chegou a hora de salvar a pátria. Autorizado por fervorosas almas gémeas, com assento no bloco central de interesses, o dr. Cavaco vareja ministros, o Governo, a Assembleia da República, o poder local. A catadupa de intervenções públicas do PR, deslocadas no tempo e insolitamente ressabiados, justifica o silêncio existencial da “tia Manuela”. Cavaco Silva (basta ler o que por aí se escreve) é hoje – como se previa – o figurino e a máscara da despeitada oposição.
O sr Silva é mesmo um bimbo, um tosco ou está a gozar descaradamente com os portugas!?
Maria Campos: identifique-se!Isto é, só uma coisa: em que escola lecciona?
O PR não tem quaquer força política neste país tal como se viu na questão do ominoso estatuto dos Açores; daí não valer a pena dar-lhe qualquer importância.É um corta-fitas.
Cavaco foge dos conflitos como o diabo da cruz. É um presidente de faz-de-conta…
Sacana do Cavaco...a promulgar assim leis às 23h59m
Penoso, ridículo, até, o moço de fretes Cavaco.Pelo menos vale para confirmar o que sempre escrevemos. As faltas do PSD no plenário foram calculadas, cirúrgicas e políticas.
Cavaco é o Américo Tomás dos nossos dias. Não votei nele - nunca votarei - e inspira-me pouca confiança
Mas de quê que vocês estavam à espera de um ALDRABÃO como o José Sócrates?
Já vi há muito tempo que este Presidente apenas serve para “bibelot “.
Com homens destes no tempo dos macacos, ainda continuaríamos macacos. (Hummmm, alguns ainda continuam!)
Acho que vai ficar a chorar sozinho enquanto o Sócrates lhe desanca com o chicote.Não tenho pena nenhuma. ( Excelente português , como se pode ver! "lhe" desanca! Excelente! )

A Guernica dos nossos dias, por Tzipi Livni - a cara do extermínio

É de facto impossível calar a revolta que sinto contra a enormidade que se está a realizar neste início de ano na Faixa de Gaza.
Transcrevo um excelente texto do Cantigueiro com o qual me identifico totalmente.
Se em Berlin o Kennedy disse que era um berlinense, hoje acho que seria também, em Gaza, um palestino de arma na mão:


Esta mulher é Tzipi Livni, Ministra dos Negócios Estrangeiros e (praticamente) Primeira Ministra em exercício do Estado de Israel.
Esta mulher é uma assassina profissional. Passou algum tempo na escola e nos quadros da Mossad e se há coisa que esta polícia secreta israelita nem se dá ao trabalho de esconder, é a sua política de assassínios em grande escala, assassínios que comete, estejam as vítimas em que ponto do mundo estiverem.
Esta assassina profissional é mais um dos exemplos que servem para desenganar aqueles que ainda acreditam que ser mulher, homem, hetero, gay ou lésbica, preto, branco ou cinzento, católico, protestante, muçulmano, judeu ou ateu, muda alguma coisa na maneira de exercer o poder. Não muda! Há canalhas para todos os gostos sexuais, religiosos e cores do arco-íris.
Os fascistas que presentemente comandam os destinos de Israel, dirigentes do partido Kadima, a que pertence esta Tzipi Livni, estavam a ficar assustados com a subida nas sondagens do partido (ainda mais) conservador, Likud. Assim, resolveram actuar e, friamente, prepararam durante seis meses esta operação de extermínio de militantes do Hamas (e qualquer criança ou idoso que se atravesse no caminho), reunindo para isso todas as informações necessárias, algumas certamente obtidas com recurso aos corruptos que rodeiam o fantoche Abbas, uma espécie de lacaio dos americanos e israelitas, colocado à frente da chamada Autoridade Palestiniana e que odeia o Hamas e os seus militantes tanto ou mais que os seus “patrões”. Terminada a preparação, a grande operação apenas necessitou de esperar pelo pretexto do eventual rebentamento de mais um ou dois rockets artesanais em território israelita, para ser lançada no terreno.
O plano é um sucesso em termos eleitorais! A operação de extermínio tem (em Israel) uma aprovação acima dos 80%! É o resultado prático de meses de uma espécie de competição entre os principais partidos, para ver quem fazia as ameaças mais duras aos palestinianos. É demasiado porco para ter classificação. No passado (desgraçadamente!!!) os judeus tiveram grandes mestres na arte do extermínio. Nas últimas décadas, por mais abjecto que isso possa parecer, os dirigentes israelitas, alguns, sobreviventes ou filhos de sobreviventes desse horror, decidiram que a melhor maneira de lidar com os problemas políticos que a sua instalação à força na região originou, é exactamente copiar esses mestres.
Este texto não pretende ser uma análise à situação na Faixa de Gaza. Para isso existem centenas de analistas encartados, embora, infelizmente, pendam para o lado dos interesses dos patrões dos seus patrões, donos dos jornais e revistas em que escrevem.
Este texto não pode em poucas linhas, descrever o horror da miséria moral, sanitária e económica em que vive o povo palestiniano. Não pode fazer um retrato da humilhação diária de todo um povo totalmente cercado, a quem, mesmo o pouco que ainda tem, vai sendo tirado friamente, todos os dias. Não pode explicar a impotência de gente com fome, a quem meio mundo quer ajudar, mas que acaba a ter de receber essas ajudas da mão dos carrascos, que controlam todos os aspectos da sua vida, mesmo quanta ajuda recebem e quando.
Este texto é apenas um desabafo. A quem me perguntar se acho bem que alguns militantes palestinianos mais radicais, disparem rockets “as cegas” sobre Israel, eu, cidadão da União Europeia e de Portugal, um país onde uma democracia, se bem que coxa e bastante vesga, se vai arrastando, digo que não, não acho bem! Mas, como já aqui escrevi noutra ocasião e a propósito de outra realidade, fosse eu um palestiniano habitante da Faixa de Gaza e sim! Dispararia todos os rockets que pudesse, assim Alá me desse coragem e sobretudo, perícia!"






Israel tem de ser parado!


Destruction in Rafah refugee camp, southern Gaza Strip, 1 January 2009. (Hatem Omar/MaanImages)
Mas alguém no seu juizo perfeito acredita que estes crimes israelitas não vão ter um altíssimo preço que muitos inocentes vão pagar?
Quando é que a comunidade internacional começa a tratar destes energúmenos, destes fora-da-lei, como devem ser tratados?
Que mão invisível impede a França de exigir o fim dos bombardeamentos e a abertura de canais de ajuda humanitária imediata, ao maior gueto de sempre?
De que é que estão à espera a ONU para declarar os dirigentes de Israel como criminosos de guerra e levá-los a julgamento?
Quem é que permitiu que Israel mantivesse sob tortura quase 2 milhões de habitantes de Gaza a quem cortam a água, os medicamentos, os transportes, a energia....durante mais de 20 anos?
As bombas americanas transportadas pelos aviões americanos cedidos a Israel já mataram mais de 450 pessoas e destruiram completamente todas as infraestruturas da Palestina e eu pergunto o que acontecerá quando começarem as retaliações e as vinganças? Se perante estes crimes não há uma firme condenação, o que vão dizer quando matarem meia dúzia de israelitas, americanos, ingleses ou franceses? Vão declarar guerra a quem?
Provavelmente já não haverá ninguém a quem declarar guerra!

quinta-feira, janeiro 01, 2009

E para começar bem o Ano nada como desmistificar essa treta da Avaliação Chilena !

MERCADO NEGRO DOS PORTFOLIOS NO CHILE
Estes professores portugueses não têm pudor em se comparar a trafulhas que compram portfolios, nem a confundirem os menos avisados sobre uma tal "avaliação chilena" que seria a origem do modelo português...
Como se as condições de trabalho, o que ganham por mês, a carreira docente ou as condições de trabalho tivessem alguma comparação num e noutro País!
É ver dos argumentos de que se socorrem para terem razão a qq preço: