In Causa Nostra com um forte aplauso:
"PSD-MFL e Guantanamo: ó pra ela...
[Publicado por AG] [Permanent Link]
Diz a LUSA que "a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, lamentou hoje que o Governo não tenha consultado os partidos da oposição sobre o acolhimento de prisioneiros de Guantanamo, afirmando que em política externa é desejável "um consenso entre governo e oposições". Alguém fará o favor de recordar à líder do PSD que o tal consenso em matéria de política externa entre governo e oposições foi ostensivamente mandado às urtigas pelo Executivo que a Dra. Manuela Ferreira Leite integrou e que o Dr. Durão Barroso chefiou, quando decidiu apoiar a invasão do Iraque, contra as oposições e a esmagadora maioria do povo português?Alguém fará o favor de fazer notar à líder do PSD que o tal consensozinho em matéria de política externa foi mandado às urtigas pelo Governo que ela integrou, e que o Dr. Durão Barroso chefiou, quando decidiu dar luz verde à passagem e aterragem em Portugal de aviões fretados pela CIA e de aviões militares americanos carregadinhos de prisioneiros, destinados a Guantanamo e às prisões secretas para onde o Presidente Bush decidiu "deslocalizar" a tortura? Em 2003 e 2004 eu mesma exerci o cargo de Secretária para as Relações Internacionais do PS e garanto que nunca, mas nunca, durante esses anos, o Governo Durão Barroso notificou sequer o maior partido da oposição dos servicinhos que disponibilizava à Administração Bush."
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Quando a Dona Manuela acertar uma, digam-me, tá bem?
sexta-feira, dezembro 12, 2008
É preciso defender a Escola Pública. Os valores da Democracia e os que todos os dias lutam por ela! 2
Setora disse...
"Há mais quem pense como eu e o diga de melhor forma. Cá fica.
Desidério Murcho faz a Perguntinha no “de rerum natura”
Parece-me que uma das perguntas mais relevantes no que respeita à avaliação dos professores é a seguinte:
Com esta ou outra avaliação, ou sem qualquer avaliação, que diferença faz no que respeita à excelência no ensino?
Que diferença faz na qualidade do ensino real, que os estudantes realmente recebem na escola?
E a resposta que me parece plausível é:
“Não faz qualquer diferença relevante”.
Não é com esta ou com outra avaliação que a qualidade do ensino será promovida.
Esta avaliação tem por único objectivo poupar dinheiro, vedando o acesso ao topo da carreira à maior parte dos professores.
E os protestos dos professores têm como única razão de ser a tolice burocrática e kafkiana que o processo de avaliação envolve.
O que realmente conta para promover a qualidade do ensino, contudo, não é abordado.
Nem os dirigentes educativos nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino. Houvesse esse comprometimento, e o debate seria completamente diferente."
Resposta a uma Setora:
Porque o seu comentário é um verdadeiro paradigma da sua posição de classe, tenho o maior gosto em responder-lhe:
Setora,
Deixe-me adivinhar:
Os culpados da Escola Pública estar como está, e dos srs professores não quererem ser avaliados, tal como diz, é dos diferentes ministros, dos pais, e da sociedade.
Nada disto é com os professores: Eles são todos excelentes, e doutra galáxia.
Viu? Foi fácil!
Primeiro foram os governos que deram de ombros. O assunto não era com eles.
Eles faziam óptimos programas, destribuiam o nosso dinheiro por tudo o que era capela e reivindincação, acabavam tranquilamente com qualquer exigência, a começar exactamente nos professores corporativizados e a acabar nos destinatários da educação: as crianças e jovens, e que cada um tratasse de si.
Os que tivessem dinheiro e ânimo para entender a necessidade da educação e da aprendizagem , esses, as famílias ( as boas , claro!) salvavam-se da ignorância.
Os outros?
Quais outros?
Ah!, esses! Bom, esses podiam ser divididos em vários grupos, que sempre coloriam a sociedade. Os polícias, os ladrões ( esses não, os outros!), os ciganos, os do interior, os emigrantes analfabetos, os empresários com a 4ª classe, os eleitores manipuláveis pela ICR, os devotos de Fátima, as mulheres espancadas e mortas, as casas mais ou menos pias.
Quer mais, senhora professora? Era disto que gostava? É disto que tem saudades? Dos eleitores semi-analfabetos que se arrebanham com bolos e nas feiras? Com electrodomésticos e com garraiadas madeirenses? É esta democracia que a reconforta? Se é, tenha paciência, vá escrever para o seu blog. Aproveite enquanto houver quem a saiba ler...
Mas o que é notável, o que arrepia numa professora, é que nem se dá conta do que escreve àcerca dos seus pares: Que eles não estão, nem nunca estiveram preocupados como ensino: " nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino"
O que é que quer que lhe diga? A Setora Eugénia Prata Pinheiro tira-me as palavras do teclado...
PS- Não se "ofenda" com a etiqueta PCP. Ela refere apenas os agitadores e os oportunistas que esperam colher os frutos podres do "quanto pior, melhor!" e cavalgar a onda dos desmiolados. Não será o seu caso!
Atentamente!
"Há mais quem pense como eu e o diga de melhor forma. Cá fica.
Desidério Murcho faz a Perguntinha no “de rerum natura”
Parece-me que uma das perguntas mais relevantes no que respeita à avaliação dos professores é a seguinte:
Com esta ou outra avaliação, ou sem qualquer avaliação, que diferença faz no que respeita à excelência no ensino?
Que diferença faz na qualidade do ensino real, que os estudantes realmente recebem na escola?
E a resposta que me parece plausível é:
“Não faz qualquer diferença relevante”.
Não é com esta ou com outra avaliação que a qualidade do ensino será promovida.
Esta avaliação tem por único objectivo poupar dinheiro, vedando o acesso ao topo da carreira à maior parte dos professores.
E os protestos dos professores têm como única razão de ser a tolice burocrática e kafkiana que o processo de avaliação envolve.
O que realmente conta para promover a qualidade do ensino, contudo, não é abordado.
Nem os dirigentes educativos nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino. Houvesse esse comprometimento, e o debate seria completamente diferente."
Resposta a uma Setora:
Porque o seu comentário é um verdadeiro paradigma da sua posição de classe, tenho o maior gosto em responder-lhe:
Setora,
Deixe-me adivinhar:
Os culpados da Escola Pública estar como está, e dos srs professores não quererem ser avaliados, tal como diz, é dos diferentes ministros, dos pais, e da sociedade.
Nada disto é com os professores: Eles são todos excelentes, e doutra galáxia.
Viu? Foi fácil!
Primeiro foram os governos que deram de ombros. O assunto não era com eles.
Eles faziam óptimos programas, destribuiam o nosso dinheiro por tudo o que era capela e reivindincação, acabavam tranquilamente com qualquer exigência, a começar exactamente nos professores corporativizados e a acabar nos destinatários da educação: as crianças e jovens, e que cada um tratasse de si.
Os que tivessem dinheiro e ânimo para entender a necessidade da educação e da aprendizagem , esses, as famílias ( as boas , claro!) salvavam-se da ignorância.
Os outros?
Quais outros?
Ah!, esses! Bom, esses podiam ser divididos em vários grupos, que sempre coloriam a sociedade. Os polícias, os ladrões ( esses não, os outros!), os ciganos, os do interior, os emigrantes analfabetos, os empresários com a 4ª classe, os eleitores manipuláveis pela ICR, os devotos de Fátima, as mulheres espancadas e mortas, as casas mais ou menos pias.
Quer mais, senhora professora? Era disto que gostava? É disto que tem saudades? Dos eleitores semi-analfabetos que se arrebanham com bolos e nas feiras? Com electrodomésticos e com garraiadas madeirenses? É esta democracia que a reconforta? Se é, tenha paciência, vá escrever para o seu blog. Aproveite enquanto houver quem a saiba ler...
Mas o que é notável, o que arrepia numa professora, é que nem se dá conta do que escreve àcerca dos seus pares: Que eles não estão, nem nunca estiveram preocupados como ensino: " nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino"
O que é que quer que lhe diga? A Setora Eugénia Prata Pinheiro tira-me as palavras do teclado...
PS- Não se "ofenda" com a etiqueta PCP. Ela refere apenas os agitadores e os oportunistas que esperam colher os frutos podres do "quanto pior, melhor!" e cavalgar a onda dos desmiolados. Não será o seu caso!
Atentamente!
quinta-feira, dezembro 11, 2008
O tal Guinote vai tirando a máscara e o que vemos é nojento!
http://educar.wordpress.com/2008/12/10/manifesto-anti-%e2%80%93-jose-jorge-lemos-e-lourdes-ld%c2%aa/
Posted by Paulo Guinote under Deixa-me Rir, Manifesto
Um país que consente deixar-se amesquinhar por governantes a fazer de conta é um país que nunca o foi! É uma corja de indigentes, de indignos e de cegos! É uma teia de aranhões e um bando de covardes!
Um país com um José, um Lemos , um Jorge e uma Lurdes a mandar na Educação é um barco desgovernado, uma capoeira sem galo, uma universidade Lusíada!
O Zé é um mentiroso ! o Lemos é um gazeteiro! O Jorge é revanchista! A Lurdes é neofascista!
O Zé é um guterrista degenerado, mal agradecido e tem a mania!
O Lemos saberá vestir-se, saberá calçar-se, saberá lavar-se, saberá tudo menos ser secretário de Estado.
O Jorge pesca tanto de Educação como de dar aulas!
A Lurdes é habilidosa mas usa roupa de feira!
A Lurdes é Lurdes!
A Lurdes é uma Maria vai c’o as outras!
Não é preciso ir p’ra Ministra p’ra se ser pantomineira. Basta ser pantomineira!
Não é preciso fingir-se de ferro quando se é feita de palha. E a Lurdes é feita de palha!
Ponham um fósforo na Lurdes e vejam. Arde em trinta segundos!
A Lurdes nasceu p’ra engordar depressa . P’ra ser sisuda e frustrada. Não foi p’ra ser Ministra!
A Lurdes deita p’ra fora o que já sabemos que vai sair!
Em génio a Lurdes é zero ; E em talento é abaixo de zero!
A Lurdes é quase horrorosa e cheira a perfume LeclerK!
A Lurdes não tem consciência. Ou se a tem não está limpa. É a vergonha dos professores universitários e dos licenciados em sociologia!
E ainda há quem a admire, quem lhe estenda a mão e quem lhe lave a roupa!
E ainda há quem duvide que a Lurdes não sabe nada, não vale nada, não é inteligente, nem esperta, nem zero!
Não queiram ser arrogantes como a Lurdes! Sejam apenas arrogantes, se tiverem que ser arrogantes.
Se forem mais que arrogantes já são quase como a Lurdes e não vos ficará bem.
Sorriam, sejam felizes! Deixem a Lurdes ser sisuda sozinha!
Não a queiram! Não a amem! Não a tolerem!
Deixem-na ser quem é sozinha! Dentro de casa, de porta fechada!
E tranquem-lhe bem a porta!
A Lurdes está cheia de tudo o que é mau p’ró Ensino e pode contaminar!
Tirem a Lurdes dali. Depressa que posso perder a cabeça!
ASSINA: Ana Maria Saudade de Guterres
Cunha Ribeiro
-------------
Aqueles que acolhem este tipo de textos, e os acarinham e os não desprezam, o que é que esperam aconteça se um dia encontrarem um pai, um avô, que se tenha ofendido com esta qualidade civilizacional?
Com este esterco filosofal?
Se me pergunatrem com bons modos, eu informo! Se me encontrarem, garanto que se recordarão da expressão da minha admiração!
Entretanto sugiro uma nova leitura do "magnífico" texto feito e apoiado por professores deste país!
por professores que exigem ser ouvidos e respeitados!
Vá releiam!
Posted by Paulo Guinote under Deixa-me Rir, Manifesto
Um país que consente deixar-se amesquinhar por governantes a fazer de conta é um país que nunca o foi! É uma corja de indigentes, de indignos e de cegos! É uma teia de aranhões e um bando de covardes!
Um país com um José, um Lemos , um Jorge e uma Lurdes a mandar na Educação é um barco desgovernado, uma capoeira sem galo, uma universidade Lusíada!
O Zé é um mentiroso ! o Lemos é um gazeteiro! O Jorge é revanchista! A Lurdes é neofascista!
O Zé é um guterrista degenerado, mal agradecido e tem a mania!
O Lemos saberá vestir-se, saberá calçar-se, saberá lavar-se, saberá tudo menos ser secretário de Estado.
O Jorge pesca tanto de Educação como de dar aulas!
A Lurdes é habilidosa mas usa roupa de feira!
A Lurdes é Lurdes!
A Lurdes é uma Maria vai c’o as outras!
Não é preciso ir p’ra Ministra p’ra se ser pantomineira. Basta ser pantomineira!
Não é preciso fingir-se de ferro quando se é feita de palha. E a Lurdes é feita de palha!
Ponham um fósforo na Lurdes e vejam. Arde em trinta segundos!
A Lurdes nasceu p’ra engordar depressa . P’ra ser sisuda e frustrada. Não foi p’ra ser Ministra!
A Lurdes deita p’ra fora o que já sabemos que vai sair!
Em génio a Lurdes é zero ; E em talento é abaixo de zero!
A Lurdes é quase horrorosa e cheira a perfume LeclerK!
A Lurdes não tem consciência. Ou se a tem não está limpa. É a vergonha dos professores universitários e dos licenciados em sociologia!
E ainda há quem a admire, quem lhe estenda a mão e quem lhe lave a roupa!
E ainda há quem duvide que a Lurdes não sabe nada, não vale nada, não é inteligente, nem esperta, nem zero!
Não queiram ser arrogantes como a Lurdes! Sejam apenas arrogantes, se tiverem que ser arrogantes.
Se forem mais que arrogantes já são quase como a Lurdes e não vos ficará bem.
Sorriam, sejam felizes! Deixem a Lurdes ser sisuda sozinha!
Não a queiram! Não a amem! Não a tolerem!
Deixem-na ser quem é sozinha! Dentro de casa, de porta fechada!
E tranquem-lhe bem a porta!
A Lurdes está cheia de tudo o que é mau p’ró Ensino e pode contaminar!
Tirem a Lurdes dali. Depressa que posso perder a cabeça!
ASSINA: Ana Maria Saudade de Guterres
Cunha Ribeiro
-------------
Aqueles que acolhem este tipo de textos, e os acarinham e os não desprezam, o que é que esperam aconteça se um dia encontrarem um pai, um avô, que se tenha ofendido com esta qualidade civilizacional?
Com este esterco filosofal?
Se me pergunatrem com bons modos, eu informo! Se me encontrarem, garanto que se recordarão da expressão da minha admiração!
Entretanto sugiro uma nova leitura do "magnífico" texto feito e apoiado por professores deste país!
por professores que exigem ser ouvidos e respeitados!
Vá releiam!
Mesmo as visitas ao Zoo podem ter o seu lado educativo
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Carta aberta aos Srs. Professores que se sentem visados por este blogue
Depois de escrever o título deste post mudei de ideias.
É uma das prerrogativas dos autores. Dos que dão a cara. Daqueles que não se escondem atrás de anonimatos mais cómodos.
Mudei de ideias.
Vou mas é dirigir-me aos que nunca sentiram que as minhas críticas os visassem.
Quer dizer, hoje escrevo aos bons professores, aos que como alguns dos meus familiares, tudo deram à Escola Pública.
Escrevo até aos que a Pide retirou o Diploma de professor por perigosidade cívica. Sem julgamento e sem acusação.
Escrevo a uma velhinha de 80 anos que juntava as sopeiras do prédio , altas horas da noite, para lhes ensinar a Cartilha do João de Deus até adormecerem, todas, por cima da mesa da cozinha...
Escrevo a todos os outros que durante anos a fio deram o que tinham de melhor aos seus alunos.
Sem atender a quaisquer outros valores. Apenas os alunos. Sem atender às suas origem de classe e ao atraso relativo em que se encontravam.
Escrevo aos que de noite, andando em transportes públicos, tentaram que alunos adultos lessem uma notícia de jornal e a percebessem. Isto não foi em Angola nem em Cabo Verde, foi em Azeitão. Também não foi em 1930. Não. Foi em 1992 ou 1993..
Escrevo aos que se incomodam com o atraso nacional. Escrevo aos que não se revêem nos professores carreiristas, nos que faltam metade do ano, nos que saem em arruaças e que insultam, a esmo, a Ministra e o Governo legítimo, dos que tudo exigem e pouco dão.
Escrevo aos professores dedicados e aos que tomaram a sua profissão como um "metier", uma coisa onde deixam a pele, todos os dias.
Aos que ensinam aprendendo, e que respeitam as hierarquias e se fazem respeitar.
Só estes professores me motivam, e a eles dedico algumas das minhas fracas capacidades neste blog.
Os outros, que me desculpem, mas há por aí muito blog onde se podem rever, aqueles onde sobram os insultos e sobejam os seus apaniguados, abundam os denunciantes, amontoam-se os que querem manter este País na cauda da Europa. À custa do contribuinte e das nossas crianças.
Eu fico pelos primeiros!
É que, como diz Saramago, até o Salvador declarou que não trazia a salvação, mas apenas a espada!
É uma das prerrogativas dos autores. Dos que dão a cara. Daqueles que não se escondem atrás de anonimatos mais cómodos.
Mudei de ideias.
Vou mas é dirigir-me aos que nunca sentiram que as minhas críticas os visassem.
Quer dizer, hoje escrevo aos bons professores, aos que como alguns dos meus familiares, tudo deram à Escola Pública.
Escrevo até aos que a Pide retirou o Diploma de professor por perigosidade cívica. Sem julgamento e sem acusação.
Escrevo a uma velhinha de 80 anos que juntava as sopeiras do prédio , altas horas da noite, para lhes ensinar a Cartilha do João de Deus até adormecerem, todas, por cima da mesa da cozinha...
Escrevo a todos os outros que durante anos a fio deram o que tinham de melhor aos seus alunos.
Sem atender a quaisquer outros valores. Apenas os alunos. Sem atender às suas origem de classe e ao atraso relativo em que se encontravam.
Escrevo aos que de noite, andando em transportes públicos, tentaram que alunos adultos lessem uma notícia de jornal e a percebessem. Isto não foi em Angola nem em Cabo Verde, foi em Azeitão. Também não foi em 1930. Não. Foi em 1992 ou 1993..
Escrevo aos que se incomodam com o atraso nacional. Escrevo aos que não se revêem nos professores carreiristas, nos que faltam metade do ano, nos que saem em arruaças e que insultam, a esmo, a Ministra e o Governo legítimo, dos que tudo exigem e pouco dão.
Escrevo aos professores dedicados e aos que tomaram a sua profissão como um "metier", uma coisa onde deixam a pele, todos os dias.
Aos que ensinam aprendendo, e que respeitam as hierarquias e se fazem respeitar.
Só estes professores me motivam, e a eles dedico algumas das minhas fracas capacidades neste blog.
Os outros, que me desculpem, mas há por aí muito blog onde se podem rever, aqueles onde sobram os insultos e sobejam os seus apaniguados, abundam os denunciantes, amontoam-se os que querem manter este País na cauda da Europa. À custa do contribuinte e das nossas crianças.
Eu fico pelos primeiros!
É que, como diz Saramago, até o Salvador declarou que não trazia a salvação, mas apenas a espada!
terça-feira, dezembro 09, 2008
A Igreja, os professores e os números. Ou como se faz um monstro
Que tal uma visita à Velhice do Padre Eterno?
A Guerra Junqueiro?
A "Como se faz um monstro"? Ora vamos lá:
A Guerra Junqueiro?
A "Como se faz um monstro"? Ora vamos lá:
Como ninguém ignora, os sórdidos palhaços
Compram, roubam às mães as loiras criancinhas,
Torcem-lhes o pescoço, as mãos, os pés, os braços,
Transformam-lhes num junco elástico as espinhas,
E exibem-nas depois nos palcos das barracas,
Dando saltos mortais e devorando facas
Ante o espanto imbecil da ingénua multidão;
E para lhes cobrir a lividez plangente
Costumam-lhes pintar carnavalescamente
Na face de alvaiade, um rir de vermelhão.
Também o jesuitismo hipócrita-romano,
Palhaço clerical, anda pelos caminhos
A comprar, a furtar, assim como um cigano,
As crianças às mães, os rouxinóis aos ninhos.
Vão levá-las depois ao negro seminário,
Às terríveis galés, ao sacro matadoiro,
E escondem-nas da luz, assim como o usurário
Esconde também dela os seus punhados d'oiro.
Dentro da estupidez e da superstição,
Casamata da fé, guardam-lhes a razão,
A análise, esse forte e venenoso fluido,
Que, andando em liberdade, ao mínimo descuido
Poderia estoirar com trágica explosão.
O que o palhaço faz ao corpo da criança,
Fazem-lho à alma, até que dela reste enfim,
Em lugar do histrião que nas barracas dança,
O pobre missionário, o inútil manequim,
O histrião que nos prega a bem-aventurança
A murros de missal e a roncos de latim.
As almas infantis são brandas como a neve,
São pérolas de leite em urnas virginais:
Tudo quanto se grava e quanto ali se escreve,
Cristaliza em seguida e não se apaga mais.
Desta forma, consegue o astucioso clero
Transformar, de repente, uma criança loira
Num pássaro nocturno estúpido e sincero.
É abrir-lhe na cabeça a golpes de tesoira
A marca industrial do fabricante um zero!
Ainda não é bem um milagre....mas para já não me parece nada mal...
Eu não vos dizia que, afinal, sempre era um problema de comunicação? Uma questão do foro médico?:
Segundo transcreve , todo animado, o ProfAvaliação, os representantes sindicais foram a Fátima ter com as autoridades que são responsáveis por séculos de obscurantismo, milhares de mortos e de muita queima de livros, e para quê?
Para que os apoiem na luta contra as autoridades legítimas e contra uma política de Escola Pública, laica, independente e democrática.
Tudo assuntos sobre os quais os bispos católicos são naturais autoridades:
IGREJA CATÓLICA DEFENDE QUE A VOZ DOS PROFESSORES TEM QUE SER OUVIDA
"O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), padre Manuel Morujão, afirmou hoje que existem "problemas de audição" na Educação, defendendo que a voz dos professores tem de ser ouvida.
"Tem havido problemas de audição, de ouvir as vozes que gritaram forte e, certamente, não gritaram tanto contra, mas em favor de um melhor projecto de educação", afirmou o responsável no final de uma reunião que juntou o presidente da CEP, D.Jorge Ortiga, e representantes de oito dos onze sindicatos que integram a Plataforma Sindical dos Professores.
O secretário da CEP reconheceu que se sente um "mal-estar profundo" na Educação, que não se circunscreve ao modelo de avaliação dos professores ou à carreira docente, bastando para o reconhecer "abrir os olhos, os ouvidos e o coração".Fonte: RTP1, 9/12/08
Comentário ( da mesma origem, diga-se!)
Estas palavras amigas do porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa são boas de ouvir. Eu esperava estas palavras. Ao longo desta longa luta, a Igreja Católica esteve sempre do lado dos professores. A Igreja Católica sabe do que fala. É a instituição mais antiga no ramo da Educação. Criou e gere os melhores colégios e universidades do Mundo. É com atitudes destas que a Igreja Católica toca os nossos corações. Sabemos que não toca os corações empedernidos dos nossos governantes. Pois eles até mandaram retirar os crucifixos das escolas. E essa foi mais uma prova da sua desumanidade. Porque é de desumanidade que se trata quando se fustiga e maltrata um grupo profissional constituído, esmagadoramente, por mulheres e mães. Dificilmente, serão perdoados.
----------
fico mesmo comovido com esta tirada apologética do fundamentalismo religioso, do sectarismo anti-Constituição, Lei que os professores, deviam, tinham obrigação de respeitar!
Mas que estranhas, espúrias alianças entre a mais do que reaccionária Igreja Portuguesa e estes sindicalistas proto-marxistas...todos a olhar para o OGE e para futuros cheques-aluno!
Vão, vão por aí que o povo vos agradecerá! De joelhos!
Segundo transcreve , todo animado, o ProfAvaliação, os representantes sindicais foram a Fátima ter com as autoridades que são responsáveis por séculos de obscurantismo, milhares de mortos e de muita queima de livros, e para quê?
Para que os apoiem na luta contra as autoridades legítimas e contra uma política de Escola Pública, laica, independente e democrática.
Tudo assuntos sobre os quais os bispos católicos são naturais autoridades:
IGREJA CATÓLICA DEFENDE QUE A VOZ DOS PROFESSORES TEM QUE SER OUVIDA
"O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), padre Manuel Morujão, afirmou hoje que existem "problemas de audição" na Educação, defendendo que a voz dos professores tem de ser ouvida.
"Tem havido problemas de audição, de ouvir as vozes que gritaram forte e, certamente, não gritaram tanto contra, mas em favor de um melhor projecto de educação", afirmou o responsável no final de uma reunião que juntou o presidente da CEP, D.Jorge Ortiga, e representantes de oito dos onze sindicatos que integram a Plataforma Sindical dos Professores.
O secretário da CEP reconheceu que se sente um "mal-estar profundo" na Educação, que não se circunscreve ao modelo de avaliação dos professores ou à carreira docente, bastando para o reconhecer "abrir os olhos, os ouvidos e o coração".Fonte: RTP1, 9/12/08
Comentário ( da mesma origem, diga-se!)
Estas palavras amigas do porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa são boas de ouvir. Eu esperava estas palavras. Ao longo desta longa luta, a Igreja Católica esteve sempre do lado dos professores. A Igreja Católica sabe do que fala. É a instituição mais antiga no ramo da Educação. Criou e gere os melhores colégios e universidades do Mundo. É com atitudes destas que a Igreja Católica toca os nossos corações. Sabemos que não toca os corações empedernidos dos nossos governantes. Pois eles até mandaram retirar os crucifixos das escolas. E essa foi mais uma prova da sua desumanidade. Porque é de desumanidade que se trata quando se fustiga e maltrata um grupo profissional constituído, esmagadoramente, por mulheres e mães. Dificilmente, serão perdoados.
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fico mesmo comovido com esta tirada apologética do fundamentalismo religioso, do sectarismo anti-Constituição, Lei que os professores, deviam, tinham obrigação de respeitar!
Mas que estranhas, espúrias alianças entre a mais do que reaccionária Igreja Portuguesa e estes sindicalistas proto-marxistas...todos a olhar para o OGE e para futuros cheques-aluno!
Vão, vão por aí que o povo vos agradecerá! De joelhos!
Por este andar....
Aqui há uns meses escrevi que por este andar o PS nem precisa de gastar dinheiro em campanha eleitoral. E estava longe de imaginar no que se iriam tranformar a direita trauliteira e a esquerda irresponsável...
Capacidade de síntese é o que mais invejo neste autor. Escreve o Eduardo Pitta:
"Afinal de contas, se a rua tivesse tradução em votos, o PCP teria ganho as eleições em 1975, em 1976, etc. Não ganhou. Em 30 e tal anos de eleições, o mais que conseguiu foi assegurar o 3.º lugar. A realidade não se confunde com a opinião publicada ou com campanhas corporativas de agit-prop. O espanto com as sondagens apenas prova que muita gente vive na lua. "
Capacidade de síntese é o que mais invejo neste autor. Escreve o Eduardo Pitta:
"Afinal de contas, se a rua tivesse tradução em votos, o PCP teria ganho as eleições em 1975, em 1976, etc. Não ganhou. Em 30 e tal anos de eleições, o mais que conseguiu foi assegurar o 3.º lugar. A realidade não se confunde com a opinião publicada ou com campanhas corporativas de agit-prop. O espanto com as sondagens apenas prova que muita gente vive na lua. "
A Plataforma Sindical foi a Fátima pedir algum milagre ?
Das últimas coisas de que estávamos à espera, depois da surpreendente inexistência do Inferno, seria ver a Fenprof/CGTP/PCP irem a Fátima, implorar por milagres.
Depois de ouvirmos os bispos mandarem recados ao Ministério da Educação para que "abram os olhos e os ouvidos", ficamos informados que o aguardado milagre desta vez é do foro da oftalmologia e da otorrinolaringologia. Coisa ligada às novas tecnologias, à multimedia portanto...
Mas, como este País se está transformar no maior "desmentideiro" do Planeta, o Mário Nogueira também disse que não tinham lá ido a pedir qq apoio da Igreja. Claro que não! Quem é que acredita numa atoarda dessas?
Fico tão descansado com este desmentido, como com os do Dias Loureiro, ou dos árbitros da Liga do futebol, ou do comunicado do PR sobre as suas contas bancárias.
Ele ainda há coisas em que se pode confiar. Coisas tranquilizantes! Milagres!
Depois de ouvirmos os bispos mandarem recados ao Ministério da Educação para que "abram os olhos e os ouvidos", ficamos informados que o aguardado milagre desta vez é do foro da oftalmologia e da otorrinolaringologia. Coisa ligada às novas tecnologias, à multimedia portanto...
Mas, como este País se está transformar no maior "desmentideiro" do Planeta, o Mário Nogueira também disse que não tinham lá ido a pedir qq apoio da Igreja. Claro que não! Quem é que acredita numa atoarda dessas?
Fico tão descansado com este desmentido, como com os do Dias Loureiro, ou dos árbitros da Liga do futebol, ou do comunicado do PR sobre as suas contas bancárias.
Ele ainda há coisas em que se pode confiar. Coisas tranquilizantes! Milagres!
Guilherme Silva e a assiduidade dos Srs. Deputados
Em directo no Forum da TSF - nem tudo corre pelo melhor nesta coisa dos directos...- O Ex-lider da bancada do PSD, grande tribuno insular e notável representante do povo, acaba de relativizar as faltas dos Deputados, uma vez "que não residem em Lisboa" e, notem, "têm família a quem se juntam sempre que possível"!
Tratou também de comparar os seus colegas de Bancada a alunos de um colégio que o líder Paulo Rangel não teria a obrigação de controlar e de punir...
Mas a cereja no cimo do bolo estava reservada para o que sugere seja o trabalho na Assemblei da República: Que os plenários e votações tenham lugar apenas às terças, quartas e quintas-feiras evitando-se assim as faltas "ligadas aos fins-de-semana.
Quer dizer o PSD pensa que os Deputados devem ser pagos principescamente por três dias de trabalho por semana. Isto dá 156 dias de trabalho, a que se devem descontar os feriados que calhem entre a 3ª e a 5ª feira, mais as férias regimentais e as muito prováveis doenças profissionais, e as ausências por "trabalho político".
Guilherme Silva deve estar a brincar com o serviço! E a precisar de uma Avaliação do desempenho, com consequências no prosseguimento da carreira...
Tratou também de comparar os seus colegas de Bancada a alunos de um colégio que o líder Paulo Rangel não teria a obrigação de controlar e de punir...
Mas a cereja no cimo do bolo estava reservada para o que sugere seja o trabalho na Assemblei da República: Que os plenários e votações tenham lugar apenas às terças, quartas e quintas-feiras evitando-se assim as faltas "ligadas aos fins-de-semana.
Quer dizer o PSD pensa que os Deputados devem ser pagos principescamente por três dias de trabalho por semana. Isto dá 156 dias de trabalho, a que se devem descontar os feriados que calhem entre a 3ª e a 5ª feira, mais as férias regimentais e as muito prováveis doenças profissionais, e as ausências por "trabalho político".
Guilherme Silva deve estar a brincar com o serviço! E a precisar de uma Avaliação do desempenho, com consequências no prosseguimento da carreira...
A opinião publicada começa a dar-se conta do logro...
In Correio da Manhã:
Estado do Sítio
É só fumaça
O espectáculo dado por professores, sindicatos e oposição é profundamente lamentável. Neste filme de terceira ou quarta categoria é lamentável que a discussão gire, mais uma vez, em torno dos professores. Nesta monumental encenação, em que até uma grande parte da Comunicação Social e dos que fazem opinião colaboram activamente, é lamentável que os utentes ou clientes da escola pública sejam pura e simplesmente ignorados.
Neste forró de mentiras, é lamentável que os pais e os alunos não sejam os principais actores de uma história triste, recheada de insucessos, abandonos e falta de qualidade, características marcantes do ensino público nestes 34 anos de Democracia. O Ministério da Educação e a ministra da Educação têm razão. E seria um verdadeiro desastre se José Sócrates repetisse na Educação o que fez há poucos meses na Saúde a troco de uns bons milhares de votos de professores e respectivas famílias.
Maria de Lurdes Rodrigues revelou-se uma excelente ministra. Com erros, obviamente. Mas mostrou que tem coragem e, mais do que isso, procurou e procura pôr os interesses de pais e alunos à frente dos chamados direitos adquiridos dos professores. As manifestações, as greves, as vigílias, o folclore montado pelos sindicatos têm pouco a ver com a avaliação. A guerra prometida pela Fenprof tem a ver com o Estatuto da Carreira Docente, com a distinção entre professores titulares e não-titulares, com as aulas de substituição, com mais trabalho e mais horas dos professores nas escolas. Depois vem a avaliação, o modelo e principalmente o facto de os resultados influenciarem a carreira dos docentes.
É tudo isto que está em causa, é tudo isto que os sindicatos e os professores não querem. Maria de Lurdes Rodrigues tenta pôr a escola pública ao serviço dos pais e dos alunos. Os professores, sindicatos e uma oposição cada vez mais lamentável querem voltar a um passado recente em que os alunos apenas serviam para perturbar as masturbações pedagógicas dos professores que transformaram a escola pública em algo muito pouco recomendável.
É por isso que, neste sítio pobre, manhoso, hipócrita e cada vez mais mal frequentado, uma mulher como Maria de Lurdes Rodrigues faz falta. Pelo exemplo, pela coragem e pela capacidade de fazer reformas indispensáveis contra uma corporação que ao longo de anos e anos se habituou a mandar no Ministério da 5 de Outubro e na escola pública.
António Ribeiro Ferreira, Jornalista
Estado do Sítio
É só fumaça
O espectáculo dado por professores, sindicatos e oposição é profundamente lamentável. Neste filme de terceira ou quarta categoria é lamentável que a discussão gire, mais uma vez, em torno dos professores. Nesta monumental encenação, em que até uma grande parte da Comunicação Social e dos que fazem opinião colaboram activamente, é lamentável que os utentes ou clientes da escola pública sejam pura e simplesmente ignorados.
Neste forró de mentiras, é lamentável que os pais e os alunos não sejam os principais actores de uma história triste, recheada de insucessos, abandonos e falta de qualidade, características marcantes do ensino público nestes 34 anos de Democracia. O Ministério da Educação e a ministra da Educação têm razão. E seria um verdadeiro desastre se José Sócrates repetisse na Educação o que fez há poucos meses na Saúde a troco de uns bons milhares de votos de professores e respectivas famílias.
Maria de Lurdes Rodrigues revelou-se uma excelente ministra. Com erros, obviamente. Mas mostrou que tem coragem e, mais do que isso, procurou e procura pôr os interesses de pais e alunos à frente dos chamados direitos adquiridos dos professores. As manifestações, as greves, as vigílias, o folclore montado pelos sindicatos têm pouco a ver com a avaliação. A guerra prometida pela Fenprof tem a ver com o Estatuto da Carreira Docente, com a distinção entre professores titulares e não-titulares, com as aulas de substituição, com mais trabalho e mais horas dos professores nas escolas. Depois vem a avaliação, o modelo e principalmente o facto de os resultados influenciarem a carreira dos docentes.
É tudo isto que está em causa, é tudo isto que os sindicatos e os professores não querem. Maria de Lurdes Rodrigues tenta pôr a escola pública ao serviço dos pais e dos alunos. Os professores, sindicatos e uma oposição cada vez mais lamentável querem voltar a um passado recente em que os alunos apenas serviam para perturbar as masturbações pedagógicas dos professores que transformaram a escola pública em algo muito pouco recomendável.
É por isso que, neste sítio pobre, manhoso, hipócrita e cada vez mais mal frequentado, uma mulher como Maria de Lurdes Rodrigues faz falta. Pelo exemplo, pela coragem e pela capacidade de fazer reformas indispensáveis contra uma corporação que ao longo de anos e anos se habituou a mandar no Ministério da 5 de Outubro e na escola pública.
António Ribeiro Ferreira, Jornalista
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Dá ideia que a opinião publicada começa a dar-se conta da captura que os partidos da esquerda irresponsável fizeram do descontentamento atávico de uma parte significativa dos professores muito bem instalados nas mordomias da corporação e felizes com os péssimos resultados da Escola Pública.
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Claro que, como bons democratas e excelentes cidadãos, deixaram já estas pérolas no rosário da cx de comentários de um dos seus blogs de estimação:
Anónimo disse...
Não me importo de fazer um "broche pedagógico" ao Sr. A.R.F.,desde que ele prometa que não torna a dizer tantos disparates de uma só vez!
8 de Dezembro de 2008 20:21
Anónimo disse...
Este senhor jornalista devia ser responsabilizado pelos disparates que escreve!...E avaliado por isso...já agora...
8 de Dezembro de 2008 20:47
José Silva, professor disse...
Mas o que se podia esperar de um cretino como aquele?Onde é que ele viu (ou melhor, leu) o que a ministra sabe sobre educação?Copiar modelos estafados é fácil e acessível a qualquer uma.
8 de Dezembro de 2008 21:33
JFrade disse...
E eu, que sou ingénuo, pergunto: ao serviço de quem estará este António R. Ferreira? Cuidado! Se me disserem que é ao lado dos Pais ou dos Alunos solto uma data de palavrões, daqueles que fazem corar um carroceiro...JFrade
8 de Dezembro de 2008 21:36
Spiritwolf disse...
Vão lá deixar os vossos comentários, eu já lá fui e até estou curioso de saber se a censura ainda existe.
8 de Dezembro de 2008 21:53
Anónimo disse...
A censura existe,sim.Deixei lá o meu (anónimo 20:21) e não foi publicado.Cambada de cretinos!
8 de Dezembro de 2008 22:01
Anónimo disse...
Notem a ironia/cretinice: antes de deixarmos um comentário ao artigo,avisam-nos de que serão excluídos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados.Não obstante,publicam um artigo com aquele teor...
8 de Dezembro de 2008 22:08
Anónimo disse...
Tá aqui tá na cama com a Lurdes. Por este andar, e com tanto frete que lhe tem feito, a Rodrigues deve estar cheia de cio. Agora a sério: por quem é que este ARF se toma? Mesmo noutros assuntos é de uma debilidade mental muito grande. É assim muito rasteirinho, coitado. Ah! E totalmente desprovido de alternativas qualquer que seja o assunto, repito! Deve ser o comentador mais económico e previsível que o CM tem. Faz jus ao pasquim. Está muito bem rodeado com todo aquele ramalhete de Sangue, Sexo e Escandaleira. Cada crónica (?) é uma mão cheia de arrotos de pescada...
Não me importo de fazer um "broche pedagógico" ao Sr. A.R.F.,desde que ele prometa que não torna a dizer tantos disparates de uma só vez!
8 de Dezembro de 2008 20:21
Anónimo disse...
Este senhor jornalista devia ser responsabilizado pelos disparates que escreve!...E avaliado por isso...já agora...
8 de Dezembro de 2008 20:47
José Silva, professor disse...
Mas o que se podia esperar de um cretino como aquele?Onde é que ele viu (ou melhor, leu) o que a ministra sabe sobre educação?Copiar modelos estafados é fácil e acessível a qualquer uma.
8 de Dezembro de 2008 21:33
JFrade disse...
E eu, que sou ingénuo, pergunto: ao serviço de quem estará este António R. Ferreira? Cuidado! Se me disserem que é ao lado dos Pais ou dos Alunos solto uma data de palavrões, daqueles que fazem corar um carroceiro...JFrade
8 de Dezembro de 2008 21:36
Spiritwolf disse...
Vão lá deixar os vossos comentários, eu já lá fui e até estou curioso de saber se a censura ainda existe.
8 de Dezembro de 2008 21:53
Anónimo disse...
A censura existe,sim.Deixei lá o meu (anónimo 20:21) e não foi publicado.Cambada de cretinos!
8 de Dezembro de 2008 22:01
Anónimo disse...
Notem a ironia/cretinice: antes de deixarmos um comentário ao artigo,avisam-nos de que serão excluídos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados.Não obstante,publicam um artigo com aquele teor...
8 de Dezembro de 2008 22:08
Anónimo disse...
Tá aqui tá na cama com a Lurdes. Por este andar, e com tanto frete que lhe tem feito, a Rodrigues deve estar cheia de cio. Agora a sério: por quem é que este ARF se toma? Mesmo noutros assuntos é de uma debilidade mental muito grande. É assim muito rasteirinho, coitado. Ah! E totalmente desprovido de alternativas qualquer que seja o assunto, repito! Deve ser o comentador mais económico e previsível que o CM tem. Faz jus ao pasquim. Está muito bem rodeado com todo aquele ramalhete de Sangue, Sexo e Escandaleira. Cada crónica (?) é uma mão cheia de arrotos de pescada...
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É esta gente que diz ter razões de queixa da Ministra e de serem tratados com desrespeito e com falta de educação....
segunda-feira, dezembro 08, 2008
A Miséria do nosso Descontentamento, parte 2
Já percebo agora a já famosa tirada sobre quem é que quer a guerra com o Ministério da Educação...
A Educação do seu umbigo, No seu melhor!
Do prof Guinote que costuma representar os que criticam a Ministra da Educação, que vai aos "Prós e aos Contras", que dirige um blog de ataque às reformas na Educação, que diz defender a Escola do antigamente e que dá abrigo a todo o disparate desde que venha rotulado de ataque à Ministra e ao Governo, deveria ter mais cuidado com o que aparece por lá escrito ,não sei se por ele se por outros professores, de cujo saber só espíritos muito mesquinhos, se atrevem a duvidar:
Uma pérola daquele rosário:
"Paulo:
Um exemplo, creio que evidente, da estratégia de actuação do ME. Não está, nunca esteve e não estará nunca, de boa-fé!
É imprescindível resistir! Haveremos de conseguir!
A pressão vai aumentar e é fundamental a informação e divulgação do maior nº possível de situações com que nos poderemos deparar. Se considerar colocar no blogue peço-lhe que não seja possível identificar a escola e assinatura do executivo (que tentei tornar ilegível), que por enquanto e num clima de liberdade não tem colocado entraves ou obstáculos às reuniões e moções dos professores.
Atenciosamente,
J.F.
----
É verdade : Haveremos de conseguir!
É caso para duvidar que lá cheguem...
Isto para não entrar noutras análises a este magnífico naco de prosa. Se por acaso sentirem alguma dificuldade de interpretação no que está escrito, tenham paciência que os professores andam agora ocupados com outros assuntos....
Uma pérola daquele rosário:
"Paulo:
Um exemplo, creio que evidente, da estratégia de actuação do ME. Não está, nunca esteve e não estará nunca, de boa-fé!
É imprescindível resistir! Haveremos de conseguir!
A pressão vai aumentar e é fundamental a informação e divulgação do maior nº possível de situações com que nos poderemos deparar. Se considerar colocar no blogue peço-lhe que não seja possível identificar a escola e assinatura do executivo (que tentei tornar ilegível), que por enquanto e num clima de liberdade não tem colocado entraves ou obstáculos às reuniões e moções dos professores.
Atenciosamente,
J.F.
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É verdade : Haveremos de conseguir!
É caso para duvidar que lá cheguem...
Isto para não entrar noutras análises a este magnífico naco de prosa. Se por acaso sentirem alguma dificuldade de interpretação no que está escrito, tenham paciência que os professores andam agora ocupados com outros assuntos....
domingo, dezembro 07, 2008
O BE ao ataque do sindicalismo do PCP...
ÚLTIMA HORA
"RESOLUÇÃO" DA REUNIÃO EM LEIRIA DE REPRESENTANTES DE 100 ESCOLAS
"Os professores reunidos no Encontro Nacional das Escolas em Luta aprovaram hoje (6/12/08), por maioria, uma proposta na qual exigem que qualquer acordo entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores seja objecto de um referendo."
A única coisa que pedimos é que os sindicatos auscultem e interpretem adequadamente o sentir dos professores", justificou o coordenador do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MMUP), Ilídio Trindade, no final do encontro que reuniu em Leiria cerca de 150 professores representantes de uma centena de escolas de todo o país.
Na ocasião, Ilídio Trindade lembrou que "os sindicatos existem porque existem professores", reiterando:
"É indispensável que os sindicatos representem o verdadeiro sentir dos professores".
"A única coisa que pedimos é que os sindicatos auscultem e interpretem adequadamente o sentir dos professores", justificou o coordenador do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MMUP), Ilídio Trindade, no final do encontro que reuniu em Leiria cerca de 150 professores representantes de uma centena de escolas de todo o país.
Na ocasião, Ilídio Trindade lembrou que "os sindicatos existem porque existem professores", reiterando: "É indispensável que os sindicatos representem o verdadeiro sentir dos professores". Pela minha parte considero que seria loucura neste momento escamotear o trabalho de mobilização dos sindicatos e entrar em rota de colisão com eles. Mas a verdade é que desde o entendimento com o ME (e quem conhece o modo de actuação dos sindicatos, nomeadamente a Fenprof) os professores estão sempre suspensos do mesmo anti-clímax que se deu após a assimatura do famigerado memorando. E actualmente há medo, muito medo nas escolas. Um medo que urge desdramatizar, fruto das pressões e chantagens que todos os dias os professores e os Conselhos Executivos sofrem, e também da actuação de uns quantos, poucos a que saiu a sorte grande e se sentem entronizados.
A luta dos professores ultrapassa hoje em dia largamente o enquadramento sindical e urge iniciar um movimento de reforma dos próprios sindicatos, exigir a extinção da maioria deles e rejuvenescê-los.
Para isso é preciso fazer um debate político sério, democrático e desincrustrar os dinossaurios do aparelho sindical, dando lugar aos novos. Há que também desmascarar dentro das escolas os 'adesivos' que dizem que estão contra o modelo mas que andam num afã frenético para o tentar implementar. São os seguidistas do costumo sempre dispostos a tirar vantagem de situações pantanosas como esta."
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Isto é apenas uma das pérolas num rosário da solidariedade, da união de classe e da inter-confiança entre os membros da agitpro cuja organização reflecte em muito, o carácter e os valores que acarinham e protegem.
Um grande contributo para a longa lista dos que exigem ser ouvidos, em profundo respeito, pelo ME, na qualidade de interlocutores válidos
E que tal um momento mais intimista? Talvez até uma oração?
Um grupo de professores acabou de me fazer chegar um belo texto para meditar:
Aproveitando este alto momento de UNIÃO DOS PROFESSORES, e fazendo jus à nossa tradição cristã, propomos um acto de profundo arrependimento.
Eu, pecador, me confesso:
Por ter contribuído para a eleição de um Conselho Executivo que exerce com arbitrariedade o seu mandato e em quem não confio nada;
Ter eleito para coordenador do meu Grupo Disciplinar um professor, um colega, em quem agora, não reconheço competência para me avaliar;
Ter sido incapaz de aprender com os outros colegas, reconhecendo as minhas fraquezas;
Não ter alertado o meu colega do lado – que eu sabia não estar a desempenhar com responsabilidade o seu mandato – para o seu dever de melhorar a sua prestação profissional;
Ter esquecido os meus deveres para com a Escola Pública, reprovando, ano após ano, os meus alunos, tranquilamente, sem cuidar perceber quais as suas reais dificuldades.
Prometo corrigir os meus erros por todas as formas ao meu alcance, nomeadamente:
Participando em todas as reuniões, manifestações e greves para declarar, bem alto:
A AVALIAÇÃO É INDISPENSÁVEL PARA MELHORAR A ESCOLA PÚBLICA!
DEVO RESPONDER PELOS RESULTADOS OBTIDOS PELOS MEUS ALUNOS, DEIXANDO CLARO O TRABALHO POR MIM REALIZADO!
QUERO QUE ME AJUDEM A REFLECTIR SOBRE O TRABALHO QUE FAÇO, OBSERVANDO AS MINHAS AULAS, PARA QUE OS MEUS ALUNOS POSSAM APRENDER MAIS!
Prometo, ainda, que no futuro, serei mais rigoroso com o meu trabalho e o dos meus pares, com o objectivo de contribuir para uma ESCOLA PÚBLICA de Qualidade!
E, por que não?
Ámen!
Aproveitando este alto momento de UNIÃO DOS PROFESSORES, e fazendo jus à nossa tradição cristã, propomos um acto de profundo arrependimento.
Eu, pecador, me confesso:
Por ter contribuído para a eleição de um Conselho Executivo que exerce com arbitrariedade o seu mandato e em quem não confio nada;
Ter eleito para coordenador do meu Grupo Disciplinar um professor, um colega, em quem agora, não reconheço competência para me avaliar;
Ter sido incapaz de aprender com os outros colegas, reconhecendo as minhas fraquezas;
Não ter alertado o meu colega do lado – que eu sabia não estar a desempenhar com responsabilidade o seu mandato – para o seu dever de melhorar a sua prestação profissional;
Ter esquecido os meus deveres para com a Escola Pública, reprovando, ano após ano, os meus alunos, tranquilamente, sem cuidar perceber quais as suas reais dificuldades.
Prometo corrigir os meus erros por todas as formas ao meu alcance, nomeadamente:
Participando em todas as reuniões, manifestações e greves para declarar, bem alto:
A AVALIAÇÃO É INDISPENSÁVEL PARA MELHORAR A ESCOLA PÚBLICA!
DEVO RESPONDER PELOS RESULTADOS OBTIDOS PELOS MEUS ALUNOS, DEIXANDO CLARO O TRABALHO POR MIM REALIZADO!
QUERO QUE ME AJUDEM A REFLECTIR SOBRE O TRABALHO QUE FAÇO, OBSERVANDO AS MINHAS AULAS, PARA QUE OS MEUS ALUNOS POSSAM APRENDER MAIS!
Prometo, ainda, que no futuro, serei mais rigoroso com o meu trabalho e o dos meus pares, com o objectivo de contribuir para uma ESCOLA PÚBLICA de Qualidade!
E, por que não?
Ámen!
Resposta a uma Professora - 1
Recebi, via email, da professora M. Eugénia Prata Ribeiro, o texto que a seguir transcrevo em bold e que é merecedor da resposta escrita em cor mais viva:
Vi o comentário que deixou no profavaliação. Você não sabe nada do que se passa nas escolas. (Felizmente que assim é, porque pelo que me diz, deveria andar muito mais preocupado!). Fique a saber que os "profes baldas", esses que faltavam e pouco tinham a ver com a tarefa que lhes competia, esses eram protegidos dos Conselhos Executivos (Mas os Conselhos Executivos eram eleitos pelos professores baldas para os protegerem? Olhe que essas afirmações são um bocadinho comprometedores. Então se a Gestão Democrática não garantia a democraticidade nas Escolas por que se manifestam contra o novo modelo de gestão?) se não, não se manteriam por lá (E eu a pensar que as responsabilidades e o trabalho dos Conselhos Executivos exigiam grande esforço e dedicação... Afinal, pelas suas palavras, aquilo é uma “rica vidinha”, um "compadrio". Será?). E são esses que estão agora com baixas prolongadas que ninguém atrapalha. E não é com a avaliação que vai resolver isto. Os outros, a maioria, vão lá e fazem o melhor que podem e sabem. Ninguém nunca lhe dirá que todos os professores são excelentes. Há de tudo como em qualquer outra profissão. (Pelas suas palavras, depreende-se que considera indispensável que exista uma Avaliação rigorosa, feita pelos professores, capaz de premiar os que se distinguem pelo seu trabalho, e afastar da Educação todos os que lhe prestam um mau serviço. Entendi bem?). Enquanto estudante, tive professores bons e maus e lá fui aprendendo com todos alguma coisa.(“Alguma coisa” parece-me falsa modéstia. Será que assim conseguiu tornar-se uma boa profissional?) Só dois ou três é que preferia nem ter conhecido. A sua experiência deve ser igual à minha. E está provado que, em todas as profissões, os bons profissionais não são os que têm melhores "notas". (Onde foi buscar essas provas? Será uma espécie de desígnio dos demónios? Se assim é, parece-me que os bons professores se devem bater por ter as piores notas. E tudo passa a estar certo!)Pena que lhe passe pela cabeça que esta avaliação vai distinguir os melhores. Não vai e vai destruir a "habilidade" que tantos professores revelam para gerir as suas aulas tantas vezes com tão poucas condições para que a coisa resulte, para gerir a relação com as famílias. Bom seria que esta "habilidade" fosse contagiando o maior número mas estas titularidades e validações grelhadas vão castrar todos. (Lastimo, mas das suas palavras só posso inferir a incapacidade dos professores para avaliar. E interrogo-me: será que estes professores, com todas estas incapacidades, são capazes de avaliar os meus familiares, alunos desta Escola Pública – desculpe, mas a descrença é sua, não minha.) Não venha com a treta de que não querem ser avaliados. Andam todos (menos eu) a dizer que querem. E eu, que já sou velha, fiz um exame, uma prova pública, para passar para 8º escalão. Até tive nota máxima mas é uma cara inutilidade. Era bom que em vez de andar aí pelos blogues a espalhar provocações se detivesse a pensar um pouco. (Então, vá em frente! Mostre que é uma professora competente! Convide os seus pares a assistirem às suas aulas. Diga-lhes como se distingue um Bom de um Mau Professor. E continue a trabalhar para esta Escola Pública a quem a maioria das famílias confia os seus filhos. Sem medos! Nem corporativismos! Não são todos maus! Mas, também nem todos são Excelentes!)
Cumprimentos
Eu também lhos retribuo ! Não sem ter de acrescentar, para que conste, que aquilo a que chamou provocações que espalhei por aí, foi apenas o Comunicado do Ministério da Educação a desmentir as provocações do seu émulo Mário Nogueira e que nunca vejo merecer a mais leve crítica, diga ele o que disser, minta ele o que mentir, insulte ele quem insultar!
Srª. professora, meta a mão na consciência e mude de campo. Junte-se aos que seriamente querem uma Escola Pública digna dos valores da Democracia, distinta da escola punitiva e excluidora em que trabalha, há tantos anos, sem se insurgir contra isso mesmo!
Ainda está a tempo!
Vi o comentário que deixou no profavaliação. Você não sabe nada do que se passa nas escolas. (Felizmente que assim é, porque pelo que me diz, deveria andar muito mais preocupado!). Fique a saber que os "profes baldas", esses que faltavam e pouco tinham a ver com a tarefa que lhes competia, esses eram protegidos dos Conselhos Executivos (Mas os Conselhos Executivos eram eleitos pelos professores baldas para os protegerem? Olhe que essas afirmações são um bocadinho comprometedores. Então se a Gestão Democrática não garantia a democraticidade nas Escolas por que se manifestam contra o novo modelo de gestão?) se não, não se manteriam por lá (E eu a pensar que as responsabilidades e o trabalho dos Conselhos Executivos exigiam grande esforço e dedicação... Afinal, pelas suas palavras, aquilo é uma “rica vidinha”, um "compadrio". Será?). E são esses que estão agora com baixas prolongadas que ninguém atrapalha. E não é com a avaliação que vai resolver isto. Os outros, a maioria, vão lá e fazem o melhor que podem e sabem. Ninguém nunca lhe dirá que todos os professores são excelentes. Há de tudo como em qualquer outra profissão. (Pelas suas palavras, depreende-se que considera indispensável que exista uma Avaliação rigorosa, feita pelos professores, capaz de premiar os que se distinguem pelo seu trabalho, e afastar da Educação todos os que lhe prestam um mau serviço. Entendi bem?). Enquanto estudante, tive professores bons e maus e lá fui aprendendo com todos alguma coisa.(“Alguma coisa” parece-me falsa modéstia. Será que assim conseguiu tornar-se uma boa profissional?) Só dois ou três é que preferia nem ter conhecido. A sua experiência deve ser igual à minha. E está provado que, em todas as profissões, os bons profissionais não são os que têm melhores "notas". (Onde foi buscar essas provas? Será uma espécie de desígnio dos demónios? Se assim é, parece-me que os bons professores se devem bater por ter as piores notas. E tudo passa a estar certo!)Pena que lhe passe pela cabeça que esta avaliação vai distinguir os melhores. Não vai e vai destruir a "habilidade" que tantos professores revelam para gerir as suas aulas tantas vezes com tão poucas condições para que a coisa resulte, para gerir a relação com as famílias. Bom seria que esta "habilidade" fosse contagiando o maior número mas estas titularidades e validações grelhadas vão castrar todos. (Lastimo, mas das suas palavras só posso inferir a incapacidade dos professores para avaliar. E interrogo-me: será que estes professores, com todas estas incapacidades, são capazes de avaliar os meus familiares, alunos desta Escola Pública – desculpe, mas a descrença é sua, não minha.) Não venha com a treta de que não querem ser avaliados. Andam todos (menos eu) a dizer que querem. E eu, que já sou velha, fiz um exame, uma prova pública, para passar para 8º escalão. Até tive nota máxima mas é uma cara inutilidade. Era bom que em vez de andar aí pelos blogues a espalhar provocações se detivesse a pensar um pouco. (Então, vá em frente! Mostre que é uma professora competente! Convide os seus pares a assistirem às suas aulas. Diga-lhes como se distingue um Bom de um Mau Professor. E continue a trabalhar para esta Escola Pública a quem a maioria das famílias confia os seus filhos. Sem medos! Nem corporativismos! Não são todos maus! Mas, também nem todos são Excelentes!)
Cumprimentos
Eu também lhos retribuo ! Não sem ter de acrescentar, para que conste, que aquilo a que chamou provocações que espalhei por aí, foi apenas o Comunicado do Ministério da Educação a desmentir as provocações do seu émulo Mário Nogueira e que nunca vejo merecer a mais leve crítica, diga ele o que disser, minta ele o que mentir, insulte ele quem insultar!
Srª. professora, meta a mão na consciência e mude de campo. Junte-se aos que seriamente querem uma Escola Pública digna dos valores da Democracia, distinta da escola punitiva e excluidora em que trabalha, há tantos anos, sem se insurgir contra isso mesmo!
Ainda está a tempo!
Os professores têm que ser respeitados? De certeza? Estes professores?
A crer na Fenprof, no BE, no PCP, no CDS e na Dona Manuela, sem esquecer os deputados do Manuel Alegre, que não sei a que partido pertencem, os professores têm sido vítimas da falta de consideração da Srª Ministra...
E, para ser respeitados, o que fazem?
Associam-se ao que de pior a política conserva do passado, o PCP.
Os professores queixam-se de que o ME os trata com sobranceria e arrogância. E o que fazem para desmerecer desse tratamento?
Os professores insultam, fazem arruaças e "esperas" aos responsáveis do PS, agridem a Srª Ministra, esgravatam nas vidas privadas e nos curricula de cada um dos reponsáveis do ME.
Há meses que insultam nos seus blogs anónimos com caricaturas ofensivas e descabeladas, com insinuações torpes e que mais reflectem o seu próprio nível como seres humanos.
Há meses circulam pelos emails e pelos blogs as mais sujas, porcas, e abjectas histórias que sublinham de facto, o grande respeito que lhes é devido.
Respeito que aliás a Constituição e o Código Penal garantem, em democracia, mesmo àqueles que a desrespeitam.
Na minha modesta opinião, a maioria dos professores já deve estar envergonhada de tanto respeito que têm espalhado por aí...
É ver:
Por especial empréstimo de Miguel Abrantes do Câmara Corporativa a quem agradeço.
E, para ser respeitados, o que fazem?
Associam-se ao que de pior a política conserva do passado, o PCP.
Os professores queixam-se de que o ME os trata com sobranceria e arrogância. E o que fazem para desmerecer desse tratamento?
Os professores insultam, fazem arruaças e "esperas" aos responsáveis do PS, agridem a Srª Ministra, esgravatam nas vidas privadas e nos curricula de cada um dos reponsáveis do ME.
Há meses que insultam nos seus blogs anónimos com caricaturas ofensivas e descabeladas, com insinuações torpes e que mais reflectem o seu próprio nível como seres humanos.
Há meses circulam pelos emails e pelos blogs as mais sujas, porcas, e abjectas histórias que sublinham de facto, o grande respeito que lhes é devido.
Respeito que aliás a Constituição e o Código Penal garantem, em democracia, mesmo àqueles que a desrespeitam.
Na minha modesta opinião, a maioria dos professores já deve estar envergonhada de tanto respeito que têm espalhado por aí...
É ver:
Por especial empréstimo de Miguel Abrantes do Câmara Corporativa a quem agradeço.
Como é que se pode ser tão vesgo? Um Excelente artigo do JPP.
O que me faz espécie, é este caso de estrabismo político.
Tivesse o JPP metade da acuidade visual para com o seu partido, e para a natureza do PS de Sócrates, e teríamos que ler o Abrupto á noite, ao deitar...
Assim, ficamos só com estes afluxos, cuja origem e frequência, têm tanto de secreto como de aleatório. Diz ele:
"O último Congresso do PCP mostra um partido que nada tem a ver com os outros e é penoso observar como jornalistas e comentadores tentam aplicar ao PCP a mesma receita de lugares comuns que passa por ser análise. Se nos outros partidos já é muitas vezes redutor o estilo, no PCP é quase hilariante. Olhe-se para aquele Congresso e a importância dos seus rituais de identidade, emotivamente sentidos, para se perceber que estamos perante um partido-comunidade, com a sua carga de “vida” toda (como os seus militantes mais velhos, e a idade pesa no PCP, diziam) , com uma história densa de sentido, muitas vezes para os delegados uma história familiar, familiar de família, familiar de terra, e um sentimento de pertença que supõe abandono de vantagens materiais, muitas vezes perseguições e prejuízos, ausência de carreira, “dedicação” a valores como o “partido”, em primeiro lugar, depois, à “revolução”, seja lá qual for o sentido que cada um atribui à palavra. É um partido que tem para os seus militantes uma carga não apenas política mas também moral, é um partido-moral, o “único” do sistema político português.
Não importa que A ou B, dirigente, funcionário, militante, faça o mesmo que os membros dos partidos “burgueses”, seja ambicioso, invejoso dos seus “camaradas”, se aproveite das suas funções para abusar, meta a mão na caixa, cometa todas as aleivosias, que o “partido” como “colectivo” está acima dessas coisas, permanece intacto no imaginário dos comunistas. O texto de Cunhal sobre a “superioridade moral dos comunistas” é para esta comunidade a fundamental afirmação da diferença.
A FORÇA DE JERÓNIMO DE SOUSA
Jerónimo de Sousa é feito desta massa e nunca ninguém como ele soube perceber tão bem que o “partido” precisava de uma injecção de adrenalina identitária, em tempos de dissolução e dúvida, Nem Cunhal se relacionou assim com os militantes. Cunhal era respeitado, idolatrado, mas permanecia acima de cada militante. Cunhal passou toda a vida a simular que era um deles, mas nunca foi um deles. Na sua juventude usava roupas proletárias, forçou-se sempre a uma modéstia de vida que não era inteiramente natural, mas intencional: ele, o intelectual, o teórico, o dirigente, o resistente, vindo da classe acima, vivia como os operários, sem luxos, nem prebendas. Todos diziam dele que era um homem “simples”, que imediatamente se oferecia para os trabalhos mais humildes, mas todos compreendiam que essa atitude, não sendo uma expiação, porque Cunhal era um homem de fé, era uma proclamação de que, sendo diferente, desejava ser igual.Jerónimo de Sousa não precisa de nada disso e trouxe ao PCP, a ecologia política que com Carvalhas estava a embaciar-se, ou seja aquilo que se chama cá fora, “ortodoxia”. Não se importa em falar de trabalhadores como os comunistas falam de trabalhadores, não se importa de pela primeira vez ter trazido os comunistas à rua com as bandeiras do PCP, sem o manto diáfano da CDU, fala de revolução, de combate ao capitalismo, de internacionalismo proletário, de comunismo sem o cálculo político (de Cunhal) que levou ao abandono da “expressão” (e só da expressão) de “ditadura do proletariado”. Por ele, não haveria problema nenhum em usa-la, nem para os milhares de militantes que se ergueram em uníssono quando Odete Santos disse uma coisa parecida.
O RETORNO À TEORIA
Outro aspecto interessante deste Congresso foi o discurso de Jerónimo de Sousa em que este teoriza, numa “análise de classe” marxista-leninista, sobre o Bloco de Esquerda e sobre a ala esquerda do PS. Desde Cunhal que tal não se ouvia em Congressos do PCP, acompanhando aliás alguns artigos do Avante! sobre o Bloco de Esquerda que não são só as tradicionais peças de exorcismo. Também aqui o PCP apanha o BE pela esquerda, fornecendo uma interpretação, “ortodoxa”, face a uma organização eclética, sem teorização nem sequer ao nível político mais básico e dependente dos adjectivos moralistas com que Louça enfatiza o discurso.
RITUAL E REALIDADE
Claro que esta identidade “revolucionária” é mais ritual do que real. Pode introduzir alguma radicalidade nas lutas sociais, como já se vê nos professores, alguma tensão política, mas estamos longe de considerar que o PCP toma a sua retórica a sério. É o quadro da luta social e eleitoral a que esta “revolucionarização” anti-capitalista vai desembocar, não à “revolução”. É boa para fazer o pleno dos militantes comunistas e recuperar votos perdidos nos últimos anos, e, funcionando como manifestação de força, influencia sectores da esquerda. Mas não estou a ver o PCP a organizar-se clandestinamente, a preparar grupos armados, a fazer agitação revolucionária nas forças armadas, ou seja a cumprir as velhas determinações da Internacional para não se cair no “cretinismo parlamentar”.
Tivesse o JPP metade da acuidade visual para com o seu partido, e para a natureza do PS de Sócrates, e teríamos que ler o Abrupto á noite, ao deitar...
Assim, ficamos só com estes afluxos, cuja origem e frequência, têm tanto de secreto como de aleatório. Diz ele:
"O último Congresso do PCP mostra um partido que nada tem a ver com os outros e é penoso observar como jornalistas e comentadores tentam aplicar ao PCP a mesma receita de lugares comuns que passa por ser análise. Se nos outros partidos já é muitas vezes redutor o estilo, no PCP é quase hilariante. Olhe-se para aquele Congresso e a importância dos seus rituais de identidade, emotivamente sentidos, para se perceber que estamos perante um partido-comunidade, com a sua carga de “vida” toda (como os seus militantes mais velhos, e a idade pesa no PCP, diziam) , com uma história densa de sentido, muitas vezes para os delegados uma história familiar, familiar de família, familiar de terra, e um sentimento de pertença que supõe abandono de vantagens materiais, muitas vezes perseguições e prejuízos, ausência de carreira, “dedicação” a valores como o “partido”, em primeiro lugar, depois, à “revolução”, seja lá qual for o sentido que cada um atribui à palavra. É um partido que tem para os seus militantes uma carga não apenas política mas também moral, é um partido-moral, o “único” do sistema político português.
Não importa que A ou B, dirigente, funcionário, militante, faça o mesmo que os membros dos partidos “burgueses”, seja ambicioso, invejoso dos seus “camaradas”, se aproveite das suas funções para abusar, meta a mão na caixa, cometa todas as aleivosias, que o “partido” como “colectivo” está acima dessas coisas, permanece intacto no imaginário dos comunistas. O texto de Cunhal sobre a “superioridade moral dos comunistas” é para esta comunidade a fundamental afirmação da diferença.
A FORÇA DE JERÓNIMO DE SOUSA
Jerónimo de Sousa é feito desta massa e nunca ninguém como ele soube perceber tão bem que o “partido” precisava de uma injecção de adrenalina identitária, em tempos de dissolução e dúvida, Nem Cunhal se relacionou assim com os militantes. Cunhal era respeitado, idolatrado, mas permanecia acima de cada militante. Cunhal passou toda a vida a simular que era um deles, mas nunca foi um deles. Na sua juventude usava roupas proletárias, forçou-se sempre a uma modéstia de vida que não era inteiramente natural, mas intencional: ele, o intelectual, o teórico, o dirigente, o resistente, vindo da classe acima, vivia como os operários, sem luxos, nem prebendas. Todos diziam dele que era um homem “simples”, que imediatamente se oferecia para os trabalhos mais humildes, mas todos compreendiam que essa atitude, não sendo uma expiação, porque Cunhal era um homem de fé, era uma proclamação de que, sendo diferente, desejava ser igual.Jerónimo de Sousa não precisa de nada disso e trouxe ao PCP, a ecologia política que com Carvalhas estava a embaciar-se, ou seja aquilo que se chama cá fora, “ortodoxia”. Não se importa em falar de trabalhadores como os comunistas falam de trabalhadores, não se importa de pela primeira vez ter trazido os comunistas à rua com as bandeiras do PCP, sem o manto diáfano da CDU, fala de revolução, de combate ao capitalismo, de internacionalismo proletário, de comunismo sem o cálculo político (de Cunhal) que levou ao abandono da “expressão” (e só da expressão) de “ditadura do proletariado”. Por ele, não haveria problema nenhum em usa-la, nem para os milhares de militantes que se ergueram em uníssono quando Odete Santos disse uma coisa parecida.
O RETORNO À TEORIA
Outro aspecto interessante deste Congresso foi o discurso de Jerónimo de Sousa em que este teoriza, numa “análise de classe” marxista-leninista, sobre o Bloco de Esquerda e sobre a ala esquerda do PS. Desde Cunhal que tal não se ouvia em Congressos do PCP, acompanhando aliás alguns artigos do Avante! sobre o Bloco de Esquerda que não são só as tradicionais peças de exorcismo. Também aqui o PCP apanha o BE pela esquerda, fornecendo uma interpretação, “ortodoxa”, face a uma organização eclética, sem teorização nem sequer ao nível político mais básico e dependente dos adjectivos moralistas com que Louça enfatiza o discurso.
RITUAL E REALIDADE
Claro que esta identidade “revolucionária” é mais ritual do que real. Pode introduzir alguma radicalidade nas lutas sociais, como já se vê nos professores, alguma tensão política, mas estamos longe de considerar que o PCP toma a sua retórica a sério. É o quadro da luta social e eleitoral a que esta “revolucionarização” anti-capitalista vai desembocar, não à “revolução”. É boa para fazer o pleno dos militantes comunistas e recuperar votos perdidos nos últimos anos, e, funcionando como manifestação de força, influencia sectores da esquerda. Mas não estou a ver o PCP a organizar-se clandestinamente, a preparar grupos armados, a fazer agitação revolucionária nas forças armadas, ou seja a cumprir as velhas determinações da Internacional para não se cair no “cretinismo parlamentar”.
sábado, dezembro 06, 2008
Tem graça, escrevi isto, por aí, ontem às 19:28h

À beira do abismo, a fazer fosquetas... e ameaças de guerra!
"Dez 5th, 2008 at 19:28
Pode ser que me engane, mas creio que está chegado o ponto de não retorno e de viragem para esta questão:
Os sindicatos e os professores já esticaram a corda e agora pedem outras coisas. pedem não, exigem! Exigem tudo!, disse o tal Nogueira.
Para além da Ministra e do E.C.Docente querem também a queda do Governo. E, aí chegados, acho que conseguiram acordar a população para o real perigo que representam os seus mentores.
Ninguém no seu juizo perfeito quer aturar o PCP e o BE no Governo e a ninguém passa pela cabeça que essa seria uma escolha para o País e para a crise que se vive.
Os professores e os sindicatos que os representam foram longe de mais.
Estão à beira do precipício.
E foram eles que lá se colocaram. E quebraram todas as pontes atrás de si.
Sem retorno.Apostaram tudo, mas tudo, numa quimera.
Foram enganados e vão torcer as orelhas.
Muito típico de lutas da pequena burguesia habituada a ser apadrinhada por governos fracos e por dirigentes oportunistas.
Enganaram-se!
É a vida!
-----
Curioso é que o mesmo Nogueira vem agora ameaçar com a guerra. A quem? Ao governo? À democracia? O homem onde pensa que está? E julga-se o quê?
"Dez 5th, 2008 at 19:28
Pode ser que me engane, mas creio que está chegado o ponto de não retorno e de viragem para esta questão:
Os sindicatos e os professores já esticaram a corda e agora pedem outras coisas. pedem não, exigem! Exigem tudo!, disse o tal Nogueira.
Para além da Ministra e do E.C.Docente querem também a queda do Governo. E, aí chegados, acho que conseguiram acordar a população para o real perigo que representam os seus mentores.
Ninguém no seu juizo perfeito quer aturar o PCP e o BE no Governo e a ninguém passa pela cabeça que essa seria uma escolha para o País e para a crise que se vive.
Os professores e os sindicatos que os representam foram longe de mais.
Estão à beira do precipício.
E foram eles que lá se colocaram. E quebraram todas as pontes atrás de si.
Sem retorno.Apostaram tudo, mas tudo, numa quimera.
Foram enganados e vão torcer as orelhas.
Muito típico de lutas da pequena burguesia habituada a ser apadrinhada por governos fracos e por dirigentes oportunistas.
Enganaram-se!
É a vida!
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Curioso é que o mesmo Nogueira vem agora ameaçar com a guerra. A quem? Ao governo? À democracia? O homem onde pensa que está? E julga-se o quê?
Manuela Ferreira leite vai avaliar os seus deputados...
Segundo a TSF:
A presidente do PSD revelou que chamou o líder da bancada social-democrata, Paulo Rangel, à sede do partido para saber quem foram os deputados que faltaram, esta sexta-feira, às votações na Assembleia da República.
Manuela Ferreira Leite diz que considera inadmissível que os deputados faltem às suas obrigações
Mário Bettencourt Resendes, comentador da TSF, elogia a intervenção de Ferreira Leite
Isto está é na moda!
Avalição já!
"Manuela Ferreira Leite avisa que esta é uma situação que “não se pode tornar a repetir” no grupo parlamentar “laranja”. ( RR )
Lá para o norte já há outras avaliações e exigências de demissões...
Um partido todo, todo partidinho...
A presidente do PSD revelou que chamou o líder da bancada social-democrata, Paulo Rangel, à sede do partido para saber quem foram os deputados que faltaram, esta sexta-feira, às votações na Assembleia da República.
Manuela Ferreira Leite diz que considera inadmissível que os deputados faltem às suas obrigações
Mário Bettencourt Resendes, comentador da TSF, elogia a intervenção de Ferreira Leite
Isto está é na moda!
Avalição já!
"Manuela Ferreira Leite avisa que esta é uma situação que “não se pode tornar a repetir” no grupo parlamentar “laranja”. ( RR )
Lá para o norte já há outras avaliações e exigências de demissões...
Um partido todo, todo partidinho...
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Última Hora! Mário Nogueira é um mentiroso irresponsável- Comunicado do Ministério da Educação
ÚLTIMA HORA
Com os olhos esbugalhados pelo seu próprio desespero, Mário Nogueira veio aos gulosos tele-jornais dar conta de um baixar da guarda por parte do MEducação.
Veio contar que tinha desmarcado as greves regionais visto que o ME teria entregue os pontos e aceitado colocar sobre a mesa de negociações tudo e mais alguma cloisa.
Mário Nogueira foi longe demais e declarou expressamente que o Ministério teria mesmo aceite discutir com a Plataforma, o Estatuto da Carreira Docente a par de, pelos vistos, poder até suspender a Avaliação dos professores.
Nada mais falso!
Estou em condições de avançar que o ME acaba de fazer sair um comunicado esclarecedor.
1 – Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
2 – Os sindicatos, neste processo, não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o ME dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
3 – O ME, mantendo a abertura de sempre, respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
4 – Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.
A falta de vergonha e o oportunismo não têm limites!
Mas em que mãos se foram meter estes professores...
Com os olhos esbugalhados pelo seu próprio desespero, Mário Nogueira veio aos gulosos tele-jornais dar conta de um baixar da guarda por parte do MEducação.
Veio contar que tinha desmarcado as greves regionais visto que o ME teria entregue os pontos e aceitado colocar sobre a mesa de negociações tudo e mais alguma cloisa.
Mário Nogueira foi longe demais e declarou expressamente que o Ministério teria mesmo aceite discutir com a Plataforma, o Estatuto da Carreira Docente a par de, pelos vistos, poder até suspender a Avaliação dos professores.
Nada mais falso!
Estou em condições de avançar que o ME acaba de fazer sair um comunicado esclarecedor.
COMUNICADO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
21:00h, 5 de Dezembro de 20081 – Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
2 – Os sindicatos, neste processo, não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o ME dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
3 – O ME, mantendo a abertura de sempre, respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
4 – Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.
A falta de vergonha e o oportunismo não têm limites!
Mas em que mãos se foram meter estes professores...
E agora uma coisa completamente diferente. Assim, tipo Avaliação de Desempenho da classe docente?
In Pátio das Conversas com o meu agradecimento pela cábula:
"Em Portugal, os professores continuam, para além de não avaliados:
1) A ter das turmas mais pequenas (19 alunos contra uma média na OCDE de 21,5 e UE19 de 20,2. Note-se os valores para países como USA - 23,1; UK - 24,1; França - 22,5; Alemanha - 22,1 ou Holanda - 22,1),
2) A ser dos que trabalham menos horas (1.440 hrs contra uma média na OCDE de 1.662 e na UE19 de 1.619. Note-se os valores para países como a Dinamarca - 1.680; a Alemanha 1.765; a Holanda - 1.659; a Noruega - 1.688 ou a Suécia - 1.767),
3) A ser dos que, em topo de carreira, ganham mais dinheiro em termos absolutos ( 51.552 dólares em paridade de poder de compra, o que compara com 43.289 na Austrália, 49.634 na Dinamarca, 43.058 em Inglaterra, 49.155 em França, 38.525 na Grécia, 36.264 na Islândia, 40.934 em Itália, 40.785 na Noruega ou 38.760 na Suécia),
4) A ser igualmente dos que mais ganham em termos relativos, por relação ao PIB per capita (os portugueses ganham 1,58 vezes mais, o que compara com uma média OCDE de 1,34 e uma média UE19 de 1,31. Outros valores comparativos - USA - 0,98; Suécia - 0,98; Noruega - 0,72; Islândia - 0,95; França - 1,1 ou Grécia - 1,18).Tudo disponível no Education at a Glance 2008: OECD Indicators, relatório de Setembro de 2008, que, inexplicavelmente, ainda não vi ninguém explorar devidamente."(No 25 Centímetros de Neve, via Causa Nossa)
Ora valha-nos Deus!
Os deputados do PS que votaram contra a Ministra da Educação não têm vergonha na cara!
Estão apenas a tentar garantir a sua reeleição para continuar como a maioria dos professores deste País: a fazerem o mínimo, ou a nem isso!
"Em Portugal, os professores continuam, para além de não avaliados:
1) A ter das turmas mais pequenas (19 alunos contra uma média na OCDE de 21,5 e UE19 de 20,2. Note-se os valores para países como USA - 23,1; UK - 24,1; França - 22,5; Alemanha - 22,1 ou Holanda - 22,1),
2) A ser dos que trabalham menos horas (1.440 hrs contra uma média na OCDE de 1.662 e na UE19 de 1.619. Note-se os valores para países como a Dinamarca - 1.680; a Alemanha 1.765; a Holanda - 1.659; a Noruega - 1.688 ou a Suécia - 1.767),
3) A ser dos que, em topo de carreira, ganham mais dinheiro em termos absolutos ( 51.552 dólares em paridade de poder de compra, o que compara com 43.289 na Austrália, 49.634 na Dinamarca, 43.058 em Inglaterra, 49.155 em França, 38.525 na Grécia, 36.264 na Islândia, 40.934 em Itália, 40.785 na Noruega ou 38.760 na Suécia),
4) A ser igualmente dos que mais ganham em termos relativos, por relação ao PIB per capita (os portugueses ganham 1,58 vezes mais, o que compara com uma média OCDE de 1,34 e uma média UE19 de 1,31. Outros valores comparativos - USA - 0,98; Suécia - 0,98; Noruega - 0,72; Islândia - 0,95; França - 1,1 ou Grécia - 1,18).Tudo disponível no Education at a Glance 2008: OECD Indicators, relatório de Setembro de 2008, que, inexplicavelmente, ainda não vi ninguém explorar devidamente."(No 25 Centímetros de Neve, via Causa Nossa)
Ora valha-nos Deus!
Os deputados do PS que votaram contra a Ministra da Educação não têm vergonha na cara!
Estão apenas a tentar garantir a sua reeleição para continuar como a maioria dos professores deste País: a fazerem o mínimo, ou a nem isso!
Os dentes da D. Manuela
Quem mente descaradamente e a propósito de assuntos que envolvem terceiros, arrisca-se a ser desmentida pelos próprios intervenientes.
Este tipo de mentiroso de que falam os dentistas ( ...com os dentes todos...! ) ficam depois sem palavras para voltar ao assunto...
É esta gente que diz que nos quer governar!
Dá para acreditar??
Este tipo de mentiroso de que falam os dentistas ( ...com os dentes todos...! ) ficam depois sem palavras para voltar ao assunto...
É esta gente que diz que nos quer governar!
Dá para acreditar??
A greve dos Médicos, por LGR

Magnífico texto do Random Precision que transcrevo na íntegra:
"Os médicos portugueses estiveram hoje em greve.Segundo Mário Azinheira, o secretário-geral da federação dos sindicatos dos médicos, a FenMed, a greve foi um sucesso esmagador e revela bem a fortíssima união e a inequívoca oposição de toda a classe médica às políticas do ministério de Ana Jorge.De acordo com a FenMed a adesão dos médicos portugueses a esta greve chegou a cerca de 96%, um número histórico e nunca antes visto nas lutas sindicais em Portugal.
Esta adesão significa sem dúvida um claro aviso à ministra da Saúde para que ponha um fim imediato a sua intransigência e ao actual sistema de avaliação de desempenho dos médicos.A FenMed é clara: a luta dos médicos não cessará enquanto o Ministério da Saúde não suspender o actual sistema de avaliação de desempenho e o substituir por uma avaliação que dignifique a classe.Nem sequer quando é confrontado com o acordo de princípio celebrado com a ministra da Saúde há escassos 6 meses o secretário-geral da FenMed hesita por um momento: "simplesmente mudámos de ideias", afirma Mário Azinheira.E acrescenta: "é completamente falso que os médicos não queiram ser avaliados".De facto, a FenMed tem proposto nos últimos dias um sistema de avaliação de desempenho alternativo ao sistema ministerial, que Mário Azinheira classifica de “muito simples”:- Em primeiro lugar deixa de haver essa coisa iníqua e abstrusa que é um médico avaliar outro médico. Os colegas estão unidos e não se deixam instrumentalizar; pô-los a avaliarem-se uns aos outros está absolutamente fora de questão.- Depois, não se entende a teimosia da ministra em pretender que os resultados do desempenho dos médicos contem para a sua avaliação. Pretender isso é ignorar as precárias condições de trabalho com que os médicos todos os dias se deparam, e a completa falta de apoios do ministério.Na verdade, não é possível confrontar um médico com os resultados do seu trabalho, ou com os sucessos ou insucessos dos seus diagnósticos ou das suas prescrições, quando é sabido que muitos médicos estão sujeitos a serviços de “banco” de 24 horas seguidas.- Também não é admissível que continue o sistema de «consultas de substituição» implementado pelo Ministério da Saúde. Se um médico tem de faltar ao seu trabalho, isso não quer dizer que os doentes tenham de ser atendidos por outro médico, só porque este não está naquele momento a dar consultas.- Terá igualmente de terminar a obrigatoriedade de os médicos permanecerem nos Hospitais durante o seu horário de trabalho. Com efeito, os médicos não podem dar mais do que 16 horas semanais de consultas e muito menos de desgastantes intervenções cirúrgicas.Não é possível que o Ministério da Saúde continue a ignorar que os médicos têm de preparar as consultas e as operações, têm de ver as análises, depois disso ainda têm de estar presentes em reuniões de trabalho com os chefes de serviço e com os directores dos Hospitais, e ainda por cima têm de preencher uma resma interminável de relatórios e de fichas clínicas."Esta papelada é uma burocracia insustentável", afirmam os médicos. E ainda por cima há que preencher as fichas das doenças de comunicação obrigatória que vão aparecendo. Um autêntico pesadelo!- Resultado, os médicos não têm tempo para se actualizar, para estudar ou para ir a congressos profissionais, o que desde sempre têm feito por sua conta e risco, sem o menor reconhecimento e apoio por parte das entidades ministeriais.Uma conhecida médica afirmou mesmo: antes de ser implementado este sistema, quando vinha para o Hospital nem sentia que vinha trabalhar! Agora há dias em que chego a casa quase às 4 da tarde, vejam só, e até o meu filho já me diz: só agora?- É que os médicos também são seres humanos e querem estar de pleno direito na sua profissão porque têm família, porque têm filhos e precisam de tempo para eles.- Antes ainda havia alguns cursos de formação reconhecidos pelo Ministério da Saúde e de inegável interesse pessoal e profissional para os médicos portugueses, como sejam os cursos de Arraiolos, de aromaterapia, de "reiki", de "feng-shui", etc. Agora nem isso!- Os médicos portugueses estão também unidos na sua pretensão de continuarem como até agora: a concentração das suas 16 horas de consultas semanais em quatro dias, de modo a poderem ter um dia de folga por semana, nem que isso se reflicta nos horários das consultas e obrigue os doentes a estarem nos Hospitais de manhã à noite.- Também não se entende a intransigência da ministra que quer acabar com o sistema de férias dos médicos, que constitui um inequívoco direito por si adquirido ao longo de muitos anos: a interrupção das consultas e das intervenções cirúrgicas de 18 de Dezembro a 6 de Janeiro, uma semana no Carnaval, mais 15 dias por ocasião da Páscoa e, finalmente, de 15 de Junho a 15 de Setembro, o que mal passa os quatro meses de férias, período manifestamente insuficiente para os médicos retemperarem as suas forças do esgotante trabalho que desempenham.- Pretendem ainda os médicos que as suas carreiras sejam divididas em 10 escalões, com subida automática de 2 em 2 anos ao escalão seguinte, e obviamente com a correspondente actualização salarial.- Quanto à avaliação de desempenho propriamente dita, a proposta da FenMed é bem clara:O médico a ser avaliado faz uma «auto-avaliação». A explicação para este sistema de avaliação é muito simples, uma vez que a auto-avaliação resulta de uma profunda reflexão do médico que está a ser avaliado.- Então, depois dessa auto-avaliação, cada médico reúne-se em conjunto com os restantes médicos do seu serviço e, agora em conjunto, fazem todos uma reflexão conjunta, de que resulta então uma «co-avaliação».Mas atenção: é uma co-avaliação em que não se põem os médicos uns contra os outros, nem ninguém dá notas a ninguém, o que seria denegrir a classe dos médicos, pois que os colegas não se avaliam uns aos outros.- Como é óbvio, depois da reflexão conjunta e da co-avaliação, cada um dos médicos volta a fazer uma reflexão por ele próprio, e assim termina a sua avaliação de desempenho, que é a única forma de avaliação que os médicos portugueses admitem: a auto-avaliação.E a esmagadora adesão à greve fala por si: 96% dos médicos portugueses estão unidos e estão a favor e apoiam inequivocamente este sistema de auto-avaliação de desempenho da sua classe profissional.Por isso, assegura a FenMed, os portugueses que estejam doentes e que precisem de ir ao médico para uma consulta ou até mesmo para serem operados podem estar descansados:- A sua saúde e até a sua vida estão em boas mãos; a dignidade profissional e a incontestável competência dos médicos portugueses estão perfeitamente asseguradas!
Esta adesão significa sem dúvida um claro aviso à ministra da Saúde para que ponha um fim imediato a sua intransigência e ao actual sistema de avaliação de desempenho dos médicos.A FenMed é clara: a luta dos médicos não cessará enquanto o Ministério da Saúde não suspender o actual sistema de avaliação de desempenho e o substituir por uma avaliação que dignifique a classe.Nem sequer quando é confrontado com o acordo de princípio celebrado com a ministra da Saúde há escassos 6 meses o secretário-geral da FenMed hesita por um momento: "simplesmente mudámos de ideias", afirma Mário Azinheira.E acrescenta: "é completamente falso que os médicos não queiram ser avaliados".De facto, a FenMed tem proposto nos últimos dias um sistema de avaliação de desempenho alternativo ao sistema ministerial, que Mário Azinheira classifica de “muito simples”:- Em primeiro lugar deixa de haver essa coisa iníqua e abstrusa que é um médico avaliar outro médico. Os colegas estão unidos e não se deixam instrumentalizar; pô-los a avaliarem-se uns aos outros está absolutamente fora de questão.- Depois, não se entende a teimosia da ministra em pretender que os resultados do desempenho dos médicos contem para a sua avaliação. Pretender isso é ignorar as precárias condições de trabalho com que os médicos todos os dias se deparam, e a completa falta de apoios do ministério.Na verdade, não é possível confrontar um médico com os resultados do seu trabalho, ou com os sucessos ou insucessos dos seus diagnósticos ou das suas prescrições, quando é sabido que muitos médicos estão sujeitos a serviços de “banco” de 24 horas seguidas.- Também não é admissível que continue o sistema de «consultas de substituição» implementado pelo Ministério da Saúde. Se um médico tem de faltar ao seu trabalho, isso não quer dizer que os doentes tenham de ser atendidos por outro médico, só porque este não está naquele momento a dar consultas.- Terá igualmente de terminar a obrigatoriedade de os médicos permanecerem nos Hospitais durante o seu horário de trabalho. Com efeito, os médicos não podem dar mais do que 16 horas semanais de consultas e muito menos de desgastantes intervenções cirúrgicas.Não é possível que o Ministério da Saúde continue a ignorar que os médicos têm de preparar as consultas e as operações, têm de ver as análises, depois disso ainda têm de estar presentes em reuniões de trabalho com os chefes de serviço e com os directores dos Hospitais, e ainda por cima têm de preencher uma resma interminável de relatórios e de fichas clínicas."Esta papelada é uma burocracia insustentável", afirmam os médicos. E ainda por cima há que preencher as fichas das doenças de comunicação obrigatória que vão aparecendo. Um autêntico pesadelo!- Resultado, os médicos não têm tempo para se actualizar, para estudar ou para ir a congressos profissionais, o que desde sempre têm feito por sua conta e risco, sem o menor reconhecimento e apoio por parte das entidades ministeriais.Uma conhecida médica afirmou mesmo: antes de ser implementado este sistema, quando vinha para o Hospital nem sentia que vinha trabalhar! Agora há dias em que chego a casa quase às 4 da tarde, vejam só, e até o meu filho já me diz: só agora?- É que os médicos também são seres humanos e querem estar de pleno direito na sua profissão porque têm família, porque têm filhos e precisam de tempo para eles.- Antes ainda havia alguns cursos de formação reconhecidos pelo Ministério da Saúde e de inegável interesse pessoal e profissional para os médicos portugueses, como sejam os cursos de Arraiolos, de aromaterapia, de "reiki", de "feng-shui", etc. Agora nem isso!- Os médicos portugueses estão também unidos na sua pretensão de continuarem como até agora: a concentração das suas 16 horas de consultas semanais em quatro dias, de modo a poderem ter um dia de folga por semana, nem que isso se reflicta nos horários das consultas e obrigue os doentes a estarem nos Hospitais de manhã à noite.- Também não se entende a intransigência da ministra que quer acabar com o sistema de férias dos médicos, que constitui um inequívoco direito por si adquirido ao longo de muitos anos: a interrupção das consultas e das intervenções cirúrgicas de 18 de Dezembro a 6 de Janeiro, uma semana no Carnaval, mais 15 dias por ocasião da Páscoa e, finalmente, de 15 de Junho a 15 de Setembro, o que mal passa os quatro meses de férias, período manifestamente insuficiente para os médicos retemperarem as suas forças do esgotante trabalho que desempenham.- Pretendem ainda os médicos que as suas carreiras sejam divididas em 10 escalões, com subida automática de 2 em 2 anos ao escalão seguinte, e obviamente com a correspondente actualização salarial.- Quanto à avaliação de desempenho propriamente dita, a proposta da FenMed é bem clara:O médico a ser avaliado faz uma «auto-avaliação». A explicação para este sistema de avaliação é muito simples, uma vez que a auto-avaliação resulta de uma profunda reflexão do médico que está a ser avaliado.- Então, depois dessa auto-avaliação, cada médico reúne-se em conjunto com os restantes médicos do seu serviço e, agora em conjunto, fazem todos uma reflexão conjunta, de que resulta então uma «co-avaliação».Mas atenção: é uma co-avaliação em que não se põem os médicos uns contra os outros, nem ninguém dá notas a ninguém, o que seria denegrir a classe dos médicos, pois que os colegas não se avaliam uns aos outros.- Como é óbvio, depois da reflexão conjunta e da co-avaliação, cada um dos médicos volta a fazer uma reflexão por ele próprio, e assim termina a sua avaliação de desempenho, que é a única forma de avaliação que os médicos portugueses admitem: a auto-avaliação.E a esmagadora adesão à greve fala por si: 96% dos médicos portugueses estão unidos e estão a favor e apoiam inequivocamente este sistema de auto-avaliação de desempenho da sua classe profissional.Por isso, assegura a FenMed, os portugueses que estejam doentes e que precisem de ir ao médico para uma consulta ou até mesmo para serem operados podem estar descansados:- A sua saúde e até a sua vida estão em boas mãos; a dignidade profissional e a incontestável competência dos médicos portugueses estão perfeitamente asseguradas!
Pois é:Senhora Ministra: por favor, não desista!"
42,5% ...em Dezembro
Entretanto o PS já vai nos 42,5%...
Já vai nos 42,5% !!
Apesar disto: http://www.petitiononline.com/demissao/petition.htmle
confirmado por isto: http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=376266&visual=26&tema=1
Sobe PS sobe !(Sondagem para a RR, Expresso e SIC )http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/sondagemlegislativas.htm
Já vai nos 42,5% !!
Apesar disto: http://www.petitiononline.com/demissao/petition.htmle
confirmado por isto: http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=376266&visual=26&tema=1
Sobe PS sobe !(Sondagem para a RR, Expresso e SIC )http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/sondagemlegislativas.htm
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Salvem-nos da Odete Santos ( SOS )
(foto roubada do http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/ )
O PCP, não satisfeito com a agitação via Fenprof/CGTP/criancinhas e professores, acabou no Campo Pequeno um Congresso deLuxe onde veio exibir todo o lixo tóxico que ainda transporta do passado.
Toda a ganga ideológica de que é herdeiro.
Veio recordar-nos o pior da União Soviética, da China, do Laos, das Farc, e de Cuba.
Mas que, terminada esta fase, venha agora a Odete Santos, fardada a maoista, a tentar pregar-nos sustos...
Não havia necessidade!
A vida de todos os dias já está difícil!
Salvem-nos da Odete Santos!
SOS!
Eu concordo!
E até exijo que todas as emissões daquela origem passem a ter, pelo menos, um ano de desfazamento. A malta agradece.
Assembleia da Madeira retarda emissões em directo na internet para poder cortar "cenas desprestigiantes"
Só espero que S. Exa. o Presidente da República atenda aos nossos interessses e esqueça por momentos o "normal funcionamento das Instituições Democráticas" e a prevalência daquela outra, a que se tem o hábito de chamar de Lei Fundamental...
Já me preocupam menos as reacções vindas dos restantes Partidos, uma vez que andam mais entretidos com a acumulação primitiva do capital...
Assembleia da Madeira retarda emissões em directo na internet para poder cortar "cenas desprestigiantes"
Só espero que S. Exa. o Presidente da República atenda aos nossos interessses e esqueça por momentos o "normal funcionamento das Instituições Democráticas" e a prevalência daquela outra, a que se tem o hábito de chamar de Lei Fundamental...
Já me preocupam menos as reacções vindas dos restantes Partidos, uma vez que andam mais entretidos com a acumulação primitiva do capital...
Talvez trabalhar
In Absorto, com um forte aplauso:
Desde ontem que passei o tempo a cogitar para que serve uma greve com uma adesão pré anunciada de quase 100%? Para que serve uma greve geral de professores do ensino básico e secundário com uma adesão de quase 100%? (segundo fonte sindical). Para protestar contra o modelo de avaliação de desempenho dos professores que já é aplicado na generalidade da administração pública? Para derrubar a ministra da educação a que se sucederá outra (ou outro) ministro da educação? Pensam que outro (ou outra) ministro da educação encetaria um recuo nas políticas que têm sido seguidas? Talvez dar uma vista de olhos pelo programa do governo! (a partir da página 42). Para derrubar o governo? Ao qual se sucederá outro governo? Qual governo? Com que programa? Porque razão foi embora o homem que coordenava o programa de governo alternativo do PSD de Manuela Ferreira Leite? Talvez a “esquerda da esquerda” se queira habilitar a fazer uma experiência de governo revolucionário. Só quando os portugueses quiserem? É esperar! O Outono é propício aos nostálgicos. O dia esteve chuvoso e promissor no campo das experiências de engenharia financeira e social. Para quem tem capacidade para fazer greves, ou escrevinhar acerca das mesmas, a vida não está mal de todo. Assim também o estado tenha capacidade financeira para pagar todas as contas. Hoje, amanhã e depois! Aqui é que a porca torce o rabo. Talvez trabalhar!
Desde ontem que passei o tempo a cogitar para que serve uma greve com uma adesão pré anunciada de quase 100%? Para que serve uma greve geral de professores do ensino básico e secundário com uma adesão de quase 100%? (segundo fonte sindical). Para protestar contra o modelo de avaliação de desempenho dos professores que já é aplicado na generalidade da administração pública? Para derrubar a ministra da educação a que se sucederá outra (ou outro) ministro da educação? Pensam que outro (ou outra) ministro da educação encetaria um recuo nas políticas que têm sido seguidas? Talvez dar uma vista de olhos pelo programa do governo! (a partir da página 42). Para derrubar o governo? Ao qual se sucederá outro governo? Qual governo? Com que programa? Porque razão foi embora o homem que coordenava o programa de governo alternativo do PSD de Manuela Ferreira Leite? Talvez a “esquerda da esquerda” se queira habilitar a fazer uma experiência de governo revolucionário. Só quando os portugueses quiserem? É esperar! O Outono é propício aos nostálgicos. O dia esteve chuvoso e promissor no campo das experiências de engenharia financeira e social. Para quem tem capacidade para fazer greves, ou escrevinhar acerca das mesmas, a vida não está mal de todo. Assim também o estado tenha capacidade financeira para pagar todas as contas. Hoje, amanhã e depois! Aqui é que a porca torce o rabo. Talvez trabalhar!
Ler Helena Garrido e aplaudir
O Banco Privado ...Público
O modelo de salvação do Banco Privado Português foi hoje divulgado pelo Banco de Portugal.
O Tesouro fica com garantias que se afirma avaliadas em 672 milhões de euros para avalizar o empréstimo do grupo de seis bancos no montante de 450 milhões de euros. (Não sei que activos são esses)
A presidência provisória do banco fica a cargo do BCP. Os restantes elementos são da CGD, do Banco de Portugal - o director de supervisão bancária - e o BPI.
Ainda de acordo com o comunicado o O Estado concede às seis Instituições de Crédito uma garantia no quadro da Lei nº 112/97, de 16 de Setembro, com referência especial à alínea c) do n.2 do Artigo 9º, que refere como objectivo a «manutenção da exploração enquanto se proceda…ao estudo e concretização de acções de viabilização»; Nas reticências, que o comunicado não refere, está escrito no diploma «por intermédio de qualquer entidade designada pelo Governo»
Pretende o Governo avaliar a viabilização do Banco Privado Português?
A administração provisória tem esse mandato?
Há dúvidas quanto à viabilidade do BPP?
Lamento continuar a considerar esta solução uma lamentável e gravíssima solução. Com efeitos graves para a convicção e a atitude face ao mercado.
Continuo sem perceber porque é que os accionistas não fizeram parte da solução.
Não se podia deixar cair o banco. Compreendo os argumentos do ministro das Finanças em Bruxelas.
Compreendo menos que um banco que conta como accionistas, como elementos do Conselho Consultivo, como elementos do Conselho de Administração, enfim, como elementos dos seus órgãos sociais algumas das pessoas de referência da sociedade portuguesa não tenha conseguido encontrar uma solução com a participação desse mesmo sector privado.
Um banco, como muitas empresas, que é de todos e não é de ninguém.
E por isso ninguém considera que o banco seja seu, ninguém se considera um banqueiro responsável pelo património que lhe entregaram à guarda.
Esta crise financeira revela o que de pior tem o capitalismo dito popular.
Publicada por Helena Garrido
O modelo de salvação do Banco Privado Português foi hoje divulgado pelo Banco de Portugal.
O Tesouro fica com garantias que se afirma avaliadas em 672 milhões de euros para avalizar o empréstimo do grupo de seis bancos no montante de 450 milhões de euros. (Não sei que activos são esses)
A presidência provisória do banco fica a cargo do BCP. Os restantes elementos são da CGD, do Banco de Portugal - o director de supervisão bancária - e o BPI.
Ainda de acordo com o comunicado o O Estado concede às seis Instituições de Crédito uma garantia no quadro da Lei nº 112/97, de 16 de Setembro, com referência especial à alínea c) do n.2 do Artigo 9º, que refere como objectivo a «manutenção da exploração enquanto se proceda…ao estudo e concretização de acções de viabilização»; Nas reticências, que o comunicado não refere, está escrito no diploma «por intermédio de qualquer entidade designada pelo Governo»
Pretende o Governo avaliar a viabilização do Banco Privado Português?
A administração provisória tem esse mandato?
Há dúvidas quanto à viabilidade do BPP?
Lamento continuar a considerar esta solução uma lamentável e gravíssima solução. Com efeitos graves para a convicção e a atitude face ao mercado.
Continuo sem perceber porque é que os accionistas não fizeram parte da solução.
Não se podia deixar cair o banco. Compreendo os argumentos do ministro das Finanças em Bruxelas.
Compreendo menos que um banco que conta como accionistas, como elementos do Conselho Consultivo, como elementos do Conselho de Administração, enfim, como elementos dos seus órgãos sociais algumas das pessoas de referência da sociedade portuguesa não tenha conseguido encontrar uma solução com a participação desse mesmo sector privado.
Um banco, como muitas empresas, que é de todos e não é de ninguém.
E por isso ninguém considera que o banco seja seu, ninguém se considera um banqueiro responsável pelo património que lhe entregaram à guarda.
Esta crise financeira revela o que de pior tem o capitalismo dito popular.
Publicada por Helena Garrido
A cicuta de Sócrates
Tenho imensa pena, mas esta operação de salvamento, em alto mar, engendrada pelo BdP e que salva da banca-rota um banco de especuladores sanguinários, que sempre colocaram as suas mais-valias, anos a fio, em frondosos paraísos fiscais, deixa-me a pensar se este é o cálice de cicuta que vai mandar este governo para os quintos dos Infernos, ou se vamos todos juntamente!
Esta operação de destribuição das poupanças dos futuros contribuintes para salvar umas tantas fortunas de especuladores de bolsas em casinos tropicais é:
- Desonesta
- Intoxicante
- Anti-democrática
- Anti PS
- Própria de um Estado primitivo
- Equivalente às tão condenadas golpadas da Direita, aos perdões fiscais, às facturas falsas e aos carroceis do IVA. Apenas mais simples e por decreto-lei!
Esta golpada é insuportável e terá consequências muito graves para o PS.
Será a sua taça de cicuta.
Vou mandar colocar uma prancha extra.
Pelos vistos a clientela vai aumentar.
Esta operação de destribuição das poupanças dos futuros contribuintes para salvar umas tantas fortunas de especuladores de bolsas em casinos tropicais é:
- Desonesta
- Intoxicante
- Anti-democrática
- Anti PS
- Própria de um Estado primitivo
- Equivalente às tão condenadas golpadas da Direita, aos perdões fiscais, às facturas falsas e aos carroceis do IVA. Apenas mais simples e por decreto-lei!
Esta golpada é insuportável e terá consequências muito graves para o PS.
Será a sua taça de cicuta.
Vou mandar colocar uma prancha extra.
Pelos vistos a clientela vai aumentar.
Curiosidades pré-greve, ou pró-greve?
Estatuto da Carreira Docente– Decreto-Lei 15/2007 (15 de Janeiro)
2—A carreira docente desenvolve-se pelas categorias
hierarquizadas de:
a) Professor;
b) Professor titular.
3—À categoria de professor titular, além das funções
de professor, correspondem funções diferenciadas
pela sua natureza, âmbito e grau de responsabilidade.
Estatuto carreira docente, artigo 34
2—São avaliadores:
a) O coordenador do conselho de docentes ou do
departamento curricular ou os professores titulares
que por ele forem designados quando o número de
docentes a avaliar o justifique;
Curiosidades: Não há memória de os professores se terem recusado a candidatarem-se à categoria de professores titulares. ( vide regalias...)
Mas não deixo de me interrogar: Os dirigentes sindicais – em condições legais para o fazerem – candidataram-se ou não?
Tenho cá uma fesada que muitos dos que andam aí pelas arruaças, e a mobilizar criancinhas, que tranquilamente descartam na primeira oportunidade, são os mesmos que correram para apanhar essa titularidade...
é que não há outros...
2—A carreira docente desenvolve-se pelas categorias
hierarquizadas de:
a) Professor;
b) Professor titular.
3—À categoria de professor titular, além das funções
de professor, correspondem funções diferenciadas
pela sua natureza, âmbito e grau de responsabilidade.
Estatuto carreira docente, artigo 34
2—São avaliadores:
a) O coordenador do conselho de docentes ou do
departamento curricular ou os professores titulares
que por ele forem designados quando o número de
docentes a avaliar o justifique;
Curiosidades: Não há memória de os professores se terem recusado a candidatarem-se à categoria de professores titulares. ( vide regalias...)
Mas não deixo de me interrogar: Os dirigentes sindicais – em condições legais para o fazerem – candidataram-se ou não?
Tenho cá uma fesada que muitos dos que andam aí pelas arruaças, e a mobilizar criancinhas, que tranquilamente descartam na primeira oportunidade, são os mesmos que correram para apanhar essa titularidade...
é que não há outros...
terça-feira, dezembro 02, 2008
Dos melhores saltos para a água que se têm visto por aí!
Trabalho de recolha em Cãmara Corporativa:
"Crise internacional — “Há factos sem precedentes, como a crise petrolífera, a crise financeira ligada ao ‘subprime’ ou a crise alimentar.” [Moção de estratégia da Dr.ª Manuela, Maio 2008, p. 9]
Previsões — “Mas o desenvolvimento tecnológico e a globalização em que vivemos tornaram mais difícil a interpretação dos sinais. Às previsões quase infalíveis está a suceder o fenómeno da imprevisibilidade que passou a ser a marca dos nossos dias. O horizonte das certezas passou a ter a duração de minutos, tal a rapidez com que os fenómenos se propagam”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 17 de Maio 2008]
Resposta do Governo à crise — “Efectivamente estamos perante uma crise social que atinge especificamente os mais desfavorecidos, a classe média e as pequenas e médias empresas, e, por isso, tudo o que vier ajudar a minimizar os efeitos desta situação difícil, é bem-vindo. Neste contexto, percebe-se o congelamento dos preços dos passes sociais, o aumento dos abonos de família e um ou outro benefício às empresas”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 31 de Maio 2008]
Contas nacionais — “Os números hoje conhecidos são uma surpresa melhor do que se estava à espera, são um bom resultado que permite afastar um cenário catastrófico.” [António Borges, Lusa, 14 de Agosto de 2008]
Desemprego — “Pergunta - E o aumento da taxa de desemprego significa que a política económica seguida está errada? Resposta - Não necessariamente, porque o desemprego pode ser o preço da alteração do nosso modelo económico de desenvolvimento”, acrescentando que, “[p]or isso, nenhuma análise objectiva pode ser feita só com base na leitura dos números”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 24 de Fevereiro de 2007]
Controlo da despesa — “Todas as medidas de contenção da despesa foram correctas.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]Saúde — “A reorganização da rede hospitalar, que é algo que é correcto fazer-se”. [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Segurança social —“Concordo também com a reforma da Segurança Social”. [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [1] — “O novo aeroporto é uma decisão que está tomada e, mais uma vez digo, não pode haver um Governo que venha atrás e que torne a rever o projecto - isso seria contra os interesses do país.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [2] — “[O TGV] É um tema em que é necessário reunir bastantes informações - as que forem consideradas necessárias - para que possa tomar uma decisão.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [3] — “O país não tem dinheiro para nada.” [Dr.ª Manuela, TVI, 1 de Julho de 2008]
Educação [1] — “Maria de Lurdes Rodrigues trouxe ao Ministério da Educação uma extraordinária lufada de ar fresco. Pela primeira vez, desde há muitos anos, estão-se a atacar os verdadeiros problemas de um sector fundamental para a acção do Estado.” [António Borges, Público, 18 de Junho de 2006]
Educação [2] — “[O] sistema [educativo] não funciona" e "é preciso alterá-lo", pelo que «alertou mesmo José Sócrates para a necessidade de não mudar o rumo das reformas neste sector: "Acho que vai ser julgado" por essa decisão, disse Ferreira Leite, acrescentando que "daria um voto negativo" a Sócrates caso esse recuo viesse a acontecer.”» [Dr.ª Manuela, Rádio Renascença, aquando da manifestação dos professores em Março de 2008]
Lei das Finanças Locais — “[a] nova proposta de lei das finanças locais cujas linhas gerais, anunciadas recentemente pelo Governo, apontam para a adopção de princípios cuja bondade é indiscutível. De entre eles saliento a intenção de introduzir alguma responsabilidade pela gestão da receita e de consagrar a importância dos limites ao endividamento”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 24 de Junho de 2006]
Povo português — “O povo português não tem raízes democráticas profundas. Nem cultura liberal. Por isso, convém ter cuidado. As pessoas não têm predisposição para uma intervenção cívica, estão instaladas na sua vida”. [Paulo Rangel, Visão, 3 de Maio de 2007]
Precariedade — “Qualquer trabalho que se arranje tem sempre um aspecto de precariedade”, esse aspecto é “positivo”. [Dr.ª Manuela, Lusa/RTP, 27 de Maio de 2008]
CGD — “Não há nenhuma razão para que o maior banco português pertença ao Estado.” [António Borges, Diário Económico, 4 de Agosto de 2008]
Regulação financeira — «Borges manifesta-se contra um aumento da regulação, porque quem tem estado no epicentro da crise são “as componentes mais reguladas ou intervencionadas do sistema financeiro”.» [Expresso, 11 de Outubro de 2008]
Subprime — «O economista António Borges defendeu na noite de quinta-feira que “o subprime é uma das melhores inovações dos últimos anos”, demarcando-se assim da convicção generalizada de que este produto financeiro está na origem da presente crise mundial.» [António Borges, Lusa/RTP, 9 de Maio de 2008]
Violência doméstica — Pergunta – “Qual deve ser o grau de empenhamento do Estado no combate ao problema da violência doméstica?” Resposta – “Não creio que ele se resolva. Tem de ser acompanhado e tem sempre de ser tido em atenção que é um fenómeno que existe.” [Dr.ª Manuela, Público, 28 de Maio de 2008]
Governo deve “falar para fora” — “Governar não é um trabalho técnico que se esgota na produção legislativa e não transpõe as paredes do Conselho de Ministros. […] Governar é também e acima de tudo agir politicamente. É falar para fora. É ser capaz de envolver a sociedade nos projectos que se consideram essenciais para o progresso do país […].” [Dr.ª Manuela, Expresso, 23 de Fevereiro 2008]"
Se a esta lista se juntar o que diz JPP e Marcelo Rebelo de Sousa sobre o súbito enriquecimento dos ex-governantes do PSD, ainda há quem pense que o PSD pode ser alternativa para alguma coisa? Para nos governar?
Ao vê-los saltarem para a água, aos magotes e numa correria desenfreada, em busca de qualquer fugaz aplauso, do mínimo protagonismo, Cavaco Silva deve andar a dormir pessimamente!
"Crise internacional — “Há factos sem precedentes, como a crise petrolífera, a crise financeira ligada ao ‘subprime’ ou a crise alimentar.” [Moção de estratégia da Dr.ª Manuela, Maio 2008, p. 9]
Previsões — “Mas o desenvolvimento tecnológico e a globalização em que vivemos tornaram mais difícil a interpretação dos sinais. Às previsões quase infalíveis está a suceder o fenómeno da imprevisibilidade que passou a ser a marca dos nossos dias. O horizonte das certezas passou a ter a duração de minutos, tal a rapidez com que os fenómenos se propagam”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 17 de Maio 2008]
Resposta do Governo à crise — “Efectivamente estamos perante uma crise social que atinge especificamente os mais desfavorecidos, a classe média e as pequenas e médias empresas, e, por isso, tudo o que vier ajudar a minimizar os efeitos desta situação difícil, é bem-vindo. Neste contexto, percebe-se o congelamento dos preços dos passes sociais, o aumento dos abonos de família e um ou outro benefício às empresas”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 31 de Maio 2008]
Contas nacionais — “Os números hoje conhecidos são uma surpresa melhor do que se estava à espera, são um bom resultado que permite afastar um cenário catastrófico.” [António Borges, Lusa, 14 de Agosto de 2008]
Desemprego — “Pergunta - E o aumento da taxa de desemprego significa que a política económica seguida está errada? Resposta - Não necessariamente, porque o desemprego pode ser o preço da alteração do nosso modelo económico de desenvolvimento”, acrescentando que, “[p]or isso, nenhuma análise objectiva pode ser feita só com base na leitura dos números”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 24 de Fevereiro de 2007]
Controlo da despesa — “Todas as medidas de contenção da despesa foram correctas.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]Saúde — “A reorganização da rede hospitalar, que é algo que é correcto fazer-se”. [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Segurança social —“Concordo também com a reforma da Segurança Social”. [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [1] — “O novo aeroporto é uma decisão que está tomada e, mais uma vez digo, não pode haver um Governo que venha atrás e que torne a rever o projecto - isso seria contra os interesses do país.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [2] — “[O TGV] É um tema em que é necessário reunir bastantes informações - as que forem consideradas necessárias - para que possa tomar uma decisão.” [Dr.ª Manuela, Jornal de Notícias, 11 de Maio de 2008]
Investimento público [3] — “O país não tem dinheiro para nada.” [Dr.ª Manuela, TVI, 1 de Julho de 2008]
Educação [1] — “Maria de Lurdes Rodrigues trouxe ao Ministério da Educação uma extraordinária lufada de ar fresco. Pela primeira vez, desde há muitos anos, estão-se a atacar os verdadeiros problemas de um sector fundamental para a acção do Estado.” [António Borges, Público, 18 de Junho de 2006]
Educação [2] — “[O] sistema [educativo] não funciona" e "é preciso alterá-lo", pelo que «alertou mesmo José Sócrates para a necessidade de não mudar o rumo das reformas neste sector: "Acho que vai ser julgado" por essa decisão, disse Ferreira Leite, acrescentando que "daria um voto negativo" a Sócrates caso esse recuo viesse a acontecer.”» [Dr.ª Manuela, Rádio Renascença, aquando da manifestação dos professores em Março de 2008]
Lei das Finanças Locais — “[a] nova proposta de lei das finanças locais cujas linhas gerais, anunciadas recentemente pelo Governo, apontam para a adopção de princípios cuja bondade é indiscutível. De entre eles saliento a intenção de introduzir alguma responsabilidade pela gestão da receita e de consagrar a importância dos limites ao endividamento”. [Dr.ª Manuela, Expresso, 24 de Junho de 2006]
Povo português — “O povo português não tem raízes democráticas profundas. Nem cultura liberal. Por isso, convém ter cuidado. As pessoas não têm predisposição para uma intervenção cívica, estão instaladas na sua vida”. [Paulo Rangel, Visão, 3 de Maio de 2007]
Precariedade — “Qualquer trabalho que se arranje tem sempre um aspecto de precariedade”, esse aspecto é “positivo”. [Dr.ª Manuela, Lusa/RTP, 27 de Maio de 2008]
CGD — “Não há nenhuma razão para que o maior banco português pertença ao Estado.” [António Borges, Diário Económico, 4 de Agosto de 2008]
Regulação financeira — «Borges manifesta-se contra um aumento da regulação, porque quem tem estado no epicentro da crise são “as componentes mais reguladas ou intervencionadas do sistema financeiro”.» [Expresso, 11 de Outubro de 2008]
Subprime — «O economista António Borges defendeu na noite de quinta-feira que “o subprime é uma das melhores inovações dos últimos anos”, demarcando-se assim da convicção generalizada de que este produto financeiro está na origem da presente crise mundial.» [António Borges, Lusa/RTP, 9 de Maio de 2008]
Violência doméstica — Pergunta – “Qual deve ser o grau de empenhamento do Estado no combate ao problema da violência doméstica?” Resposta – “Não creio que ele se resolva. Tem de ser acompanhado e tem sempre de ser tido em atenção que é um fenómeno que existe.” [Dr.ª Manuela, Público, 28 de Maio de 2008]
Governo deve “falar para fora” — “Governar não é um trabalho técnico que se esgota na produção legislativa e não transpõe as paredes do Conselho de Ministros. […] Governar é também e acima de tudo agir politicamente. É falar para fora. É ser capaz de envolver a sociedade nos projectos que se consideram essenciais para o progresso do país […].” [Dr.ª Manuela, Expresso, 23 de Fevereiro 2008]"
Se a esta lista se juntar o que diz JPP e Marcelo Rebelo de Sousa sobre o súbito enriquecimento dos ex-governantes do PSD, ainda há quem pense que o PSD pode ser alternativa para alguma coisa? Para nos governar?
Ao vê-los saltarem para a água, aos magotes e numa correria desenfreada, em busca de qualquer fugaz aplauso, do mínimo protagonismo, Cavaco Silva deve andar a dormir pessimamente!
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Qual será a ideia?
Será para acabar de vez com a Escola Pública?
É que se não é, parece!
Aproveitando uma excelente lista das bases(?) da contestação da Fenprof/CGTP/PCP, nada como desmontar cada uma das queixas feitas "argumentos":
A todos os profs., e em especial ao Anónimo das 18:38, que fez uma lista de disparates no profblog.org, mas que agradeço:
a)Coordenação de Departamento não remunerada; - Têm que dar 36h por samana , sabiam?
b)Aulas de apoio não remuneradas;- Afinal já não é a avaliação o problema? É o trabalho? Não querem? Podem sair que há outros que desejam trabalhar.
c)Aulas de substituição não remuneradas;- Afinal é dinheiro que querem mais ?
d)Direcção de Instalações não remunerada;- Que é isto de direcção de instalações? Foi promovido a porteiro?
e)Desenvolver actividades extracurriculares não remuneradas.- A questão é que vos mandaram dar aulas e trabalhar? Tadinhos! Parece impossível!
f)Visitas de estudo não remuneradas.- Queriam dar mais passeios e receber em dobro? Além do que já recebem pela tal hora de passeio? Está-se mesmo a ver!Injustiças! exploração do Homem pela Mulher!
g)Reuniões fora de horas não remuneradas.- Se calhar foi a Ministra que vos mandou marcarem essas reuniões infindáveis de quem não se sabe organizar nem trabalhar. Coitados!
h)Reuniões à noite, fora de horas.- à noite? Ui!! Corror!! e o lobo mau não vos apareceu? Não comeu nenhum de vcs?
i)Ficar fechado na Escola horas sem fim, sem condições de trabalho, em vez de estar em casa a preparar as aulas. - Deve ser mais a preparar as explicações. Enganou-se?!
j)Estar na Escola à espera que um colega falte, como se os colegas cumpridores fossem os responsáveis pelos colegas faltistas; apontem uma outra profissão onde se passe o mesmo.- Oh Diabo!, não me diga que há faltistas na vossa profissão? Há-os que não querem ser avaliados?E vc aí, mais para a frente, vai dizer que TODOS deviam ser iguais e proguedir igualmente na carreira, não vai? Eu sei que vai! Daqueles que faltam todo o ano? Dos que não querem saber da EP para nada? E vcs estão solidários com esses e que a EP se lixe, não é? Que maçada essa de ter de dar aulas de substituição . Um horror! E vc pergunta se haverá outra profissão em que tal aconteça? está a reinar? nunca ouviu falar em profissionais dignos? Mineiros, Médicos, Polícias, Militares???
k)Que a Sra. Ministra obrigue a trabalhar mais horas e o agradecimento passe apenas por um obrigado cínico no Parlamento.- Já está melhor: Srª Ministra. Gostei. Agora é que borrou a pintura. Então se a Ministra agradece, é cínica, e vc insulta-a? Como educador estava a pedir um correctivo!
l)Que um colega de outra disciplina assista às nossas aulas.- Palavra ? Isso pode acontecer? Um outro colega a assistir? Um horror e um atentado à vossa imensa capacidade profissional para produzirem jovens bem formados e com qualificações. parece impossível!! Já não há privacidade!Mas isso já não foi alterado para colegas da mesma disciplina? Vá lá ver os apontamentos, homem...
m)Que as notas dos alunos que não querem estudar te impeçam de progredir na carreira. - Lá está vc com lapsos de memória. Ou com ataques de vigarice? Isso não foi alterado p/ Ministério? Ou, no máximo, daria uma míni percentagem na avaliação compensada por outros items? Faça lá um esforço que vc chega lá!
n)Com o congelamento dos vencimentos e progressão na carreira. - Fácil! faça o favor de se auto-avaliar e de promover a avaliação e já vai ter progressão. Não quer? Pois bem, fica retido como vcs fazem a milhares de alunos marginalizados...Simples nao é?
o)Que a maternidade, morte de um familiar próximo te impeça de progredir na carreira.- Porquê? A aldrabice e a mentira não são para aqui chamadas. Onde é que isso está escrito? Isso apenas é mais uma falsidade! Juizo!
p)Com o Estatuto do Aluno. -Qual o problema do EdA? Vcs não querem que as crianças sejam os destinatários da EP? Não querem que este País se torne como os outros? Só querem direitos, sem deveres? e o contribuinte a pagar? reformas aos 52 aninhos? com 2500 Euros e depois vão para os Colégios chupar mais uns tontos?
q)Com a diminuição da autoridade dos PROFESSORES.- Porque é que há professores com autoridade com aulas decentes, que não faltam e cumprem e há-os como vc? Perderam a autoridade? Foi culpa de quem? da Srª. Ministra? Faça o favor!!! Antes do PS a Educação era uma maravilha? pois era. Vcs faziam ronha e recebiam por a fazerem! Acabou-se essa mama!
r)Com os insultos e agressões por parte de alguns alunos e respectivos Encarregados de Educação. - Agora já começo a gostar. Não me diga que a população escolar já não vos pode ver? Que vos dá na cara? E vcs continuam a fazer arruaças a comprar ovos e tomates e a arrebanhar crianças para esses números de grande civismo? E depois não têm autoridade? Acha que deviam ter? Acha mesmo???Isto quem semeia ventos....
s)Com a destruição da Escola Pública.- Não me diga que estas medidas de organizar e estes investimentos massivos são para acabar com a EP? Olhe que precisa de mandar ver essa cabeça e esses olhos!
t)Com a divisão da carreira em duas: titular e não titular colocando Professores contra Professores. - Afinal lá volta a avaliação, perdão o ECD,: Todos no topo e ao molho!? Mesmo aqueles que aí em cima vc tratava de mandriões? Isso é que era um regabofe! Sem hierarquia, nem respeito por ela, de preferência...
u)Com as cotas na progressão. - ----Para professor é uma pena que não saiba o que quer dizer "Cotas". Que tal umas Novas Oportunidades para um portuguiês básico?
v)Com os critérios que levaram à escolha dos professores titulares.--- Já vi que continua a não perceber nada do que fala e como escreve...Durante anos andaram a obrigar os jovens professores, acabados de entrar na carreira, a fazer o trabalho que não dava redução de horário - a única coisa que vos motiva depois do dinheiro!!!- e agora queixam-se que eles é que ficaram titulares? Foi uma gaita não foi? Talvez umas grevezitas vos retemperem o ânimo!
w)Com o péssimo ambiente de trabalho que se está a instalar nas Escolas.- Pois, compreende-se , o bom ambienmte era o do deixa-andar-que- logo-chumbamos-os-"gajos"-e-nós- para-o-ano-nem-aqui-estamos, não era? A EP que se lixasse! e os filhos dos pobres também, que vcs tinham era explicações para dar!
x)Com o fim dos destacamentos. - Faltava esta pérola. O que era bom era tirar o lugar a alguém em Cascos-de-Rolha e, depois, ao abrigo de uma qq regra avulsa e idiota, requerer o destacamento para onde queriam ficar...Dando assim a volta aos valores do CGP e à Listagem de prioritários...e a EP que se lixasse, e os alunos que ficassem sem aulas durante meses à espera que toda a máquina se recuperasse das golpadas ...Uma maravilha essa escola de que tem saudades! e a Ministra acabou com esse regime de tanta justiça e tanto rigor educativo? Lá está. Vc tem razão. É mesmo para acabar com a Escola Pública. Continue a denunciar(-se) ! Vá por aí que toda a gente percebe ao que veio!
y)Com os concursos por três anos. - Claro, o bom era concursos todos os anos e as escolas sem professores, sem projecto e sem responsabilidade. Isso é que era Bom: Posso dar-lhe uma boa notícia? Os Concursos qq dia acabam mesmo e então é que é ver os C.Ex. a escolherem os melhores e, os piores, a irem para os tais Cascos-de-Rolha....ou ficarem mesmo sem vagas...A culpa será toda da Srª Ministra. Tem razão!
z)Com o trabalho excessivo.- É uma profissão de desgaste rápido. Veja a forma como se arrastam pelas arruaças e pelas passeatas de autocarro à custa das CM do PSD e do PCP...
aa)Com a permanência na Escola de 40 horas. - Um horror! Tem razão. Qual é o trabalhador que permanece no local de trabalho por tanto tempo? Eu despedia-me!
bb)Que os Professores se substituam aos Pais e que os Pais só sirvam para procriar. - Perdão? então os professorezinhos já não truca-truca? O ideal mesmo era uma escola sem alunos ! Sem filhos de qq natureza ou espécie! Façam uma greve a exigir as escolas vazias! Boa!
cc)Que Professores tenham 10 Turmas, mais de 250 alunos e 1500 testes para corrigir por ano, para não falar dos trabalhos. - Sabe o que acho? Acho que o nível da matemática vai subir neste País. A ver os professores a praticarem tanto as continhas...pelo menos a aritmética básica vai ultrapassar o do português ( o tal das "cotas")
dd) … Depois de tudo isto, a Sra Ministra agradece chamando-te preguiçoso, incompetente, mentiroso, humilhando-nos, colocando os Pais contra os professores, impedindo-nos de progredir na carreira.- Não me recordo de ela ou algum Secretário de Estado ter dito isso assim a frio...mas olhe que se não disse, dá para pensar depois de vos ver, ouvir e ler....cambada de madraços!
cc)Em resumo a Sra. Ministra dá mais trabalho e ao mesmo tempo diz que para dignificar a carreira tem que pagar menos ao impedir que todos cheguem ao topo da mesma. - O que a Srª Ministra mandou foi que fossem responsáveis e empenhados e quanto à progressão estamos conversados....
ee)O mais engraçado, é que ela ia implementando tudo isto sem darmos conta, só agora é que acordámos, dava a impressão que a reforma não era para nós. O grande erro da Ministra foi ter apertado, de uma só vez, tanto a corda e ela ter partido. "A carga era maior que BURRO e o BURRO caiu…" - E eu digo que dificilmernte se levanta! Quem sou eu para o levantar.
ff) Se tivéssemos assistido às reuniões sindicais e aderido em massa à greve aos exames há dois anos atrás nada disto teria acontecido. - Está a ver como afinal andar acordado e ser responsável pode dar benefícios?Que grande lição da vida, não é?????
gg)Passo a passo a Ministra ia levando a água ao seu moinho, implementado medida após medida sem que nós reagíssemos, ela pensou que nos podia sugar o sangue todo de uma só vez. Chegou a altura de dizer BASTA de tanta malvadez e injustiça.-Um horror! Coitadinhos!
hh) VAMOS LÁ VER QUANTOS SÃO OS "ADESIVOS" QUE ESTÃO AO LADO DA MINISTRA CONTRA OS COLEGAS, a favor de uma política nefasta que só tem o objectivo de destruir a Escola Pública e enviar os professores para os psiquiatras. -- Olhe que eu estava capaz de lhe aconselhar um tratamento e uma baixa médica. Afinal vc já se lembrou disso! Mas tem que ser mesmo psiquiátrica? não pode ser por manifesta incompetência e falta de vergonha?
É que se não é, parece!
Aproveitando uma excelente lista das bases(?) da contestação da Fenprof/CGTP/PCP, nada como desmontar cada uma das queixas feitas "argumentos":
A todos os profs., e em especial ao Anónimo das 18:38, que fez uma lista de disparates no profblog.org, mas que agradeço:
a)Coordenação de Departamento não remunerada; - Têm que dar 36h por samana , sabiam?
b)Aulas de apoio não remuneradas;- Afinal já não é a avaliação o problema? É o trabalho? Não querem? Podem sair que há outros que desejam trabalhar.
c)Aulas de substituição não remuneradas;- Afinal é dinheiro que querem mais ?
d)Direcção de Instalações não remunerada;- Que é isto de direcção de instalações? Foi promovido a porteiro?
e)Desenvolver actividades extracurriculares não remuneradas.- A questão é que vos mandaram dar aulas e trabalhar? Tadinhos! Parece impossível!
f)Visitas de estudo não remuneradas.- Queriam dar mais passeios e receber em dobro? Além do que já recebem pela tal hora de passeio? Está-se mesmo a ver!Injustiças! exploração do Homem pela Mulher!
g)Reuniões fora de horas não remuneradas.- Se calhar foi a Ministra que vos mandou marcarem essas reuniões infindáveis de quem não se sabe organizar nem trabalhar. Coitados!
h)Reuniões à noite, fora de horas.- à noite? Ui!! Corror!! e o lobo mau não vos apareceu? Não comeu nenhum de vcs?
i)Ficar fechado na Escola horas sem fim, sem condições de trabalho, em vez de estar em casa a preparar as aulas. - Deve ser mais a preparar as explicações. Enganou-se?!
j)Estar na Escola à espera que um colega falte, como se os colegas cumpridores fossem os responsáveis pelos colegas faltistas; apontem uma outra profissão onde se passe o mesmo.- Oh Diabo!, não me diga que há faltistas na vossa profissão? Há-os que não querem ser avaliados?E vc aí, mais para a frente, vai dizer que TODOS deviam ser iguais e proguedir igualmente na carreira, não vai? Eu sei que vai! Daqueles que faltam todo o ano? Dos que não querem saber da EP para nada? E vcs estão solidários com esses e que a EP se lixe, não é? Que maçada essa de ter de dar aulas de substituição . Um horror! E vc pergunta se haverá outra profissão em que tal aconteça? está a reinar? nunca ouviu falar em profissionais dignos? Mineiros, Médicos, Polícias, Militares???
k)Que a Sra. Ministra obrigue a trabalhar mais horas e o agradecimento passe apenas por um obrigado cínico no Parlamento.- Já está melhor: Srª Ministra. Gostei. Agora é que borrou a pintura. Então se a Ministra agradece, é cínica, e vc insulta-a? Como educador estava a pedir um correctivo!
l)Que um colega de outra disciplina assista às nossas aulas.- Palavra ? Isso pode acontecer? Um outro colega a assistir? Um horror e um atentado à vossa imensa capacidade profissional para produzirem jovens bem formados e com qualificações. parece impossível!! Já não há privacidade!Mas isso já não foi alterado para colegas da mesma disciplina? Vá lá ver os apontamentos, homem...
m)Que as notas dos alunos que não querem estudar te impeçam de progredir na carreira. - Lá está vc com lapsos de memória. Ou com ataques de vigarice? Isso não foi alterado p/ Ministério? Ou, no máximo, daria uma míni percentagem na avaliação compensada por outros items? Faça lá um esforço que vc chega lá!
n)Com o congelamento dos vencimentos e progressão na carreira. - Fácil! faça o favor de se auto-avaliar e de promover a avaliação e já vai ter progressão. Não quer? Pois bem, fica retido como vcs fazem a milhares de alunos marginalizados...Simples nao é?
o)Que a maternidade, morte de um familiar próximo te impeça de progredir na carreira.- Porquê? A aldrabice e a mentira não são para aqui chamadas. Onde é que isso está escrito? Isso apenas é mais uma falsidade! Juizo!
p)Com o Estatuto do Aluno. -Qual o problema do EdA? Vcs não querem que as crianças sejam os destinatários da EP? Não querem que este País se torne como os outros? Só querem direitos, sem deveres? e o contribuinte a pagar? reformas aos 52 aninhos? com 2500 Euros e depois vão para os Colégios chupar mais uns tontos?
q)Com a diminuição da autoridade dos PROFESSORES.- Porque é que há professores com autoridade com aulas decentes, que não faltam e cumprem e há-os como vc? Perderam a autoridade? Foi culpa de quem? da Srª. Ministra? Faça o favor!!! Antes do PS a Educação era uma maravilha? pois era. Vcs faziam ronha e recebiam por a fazerem! Acabou-se essa mama!
r)Com os insultos e agressões por parte de alguns alunos e respectivos Encarregados de Educação. - Agora já começo a gostar. Não me diga que a população escolar já não vos pode ver? Que vos dá na cara? E vcs continuam a fazer arruaças a comprar ovos e tomates e a arrebanhar crianças para esses números de grande civismo? E depois não têm autoridade? Acha que deviam ter? Acha mesmo???Isto quem semeia ventos....
s)Com a destruição da Escola Pública.- Não me diga que estas medidas de organizar e estes investimentos massivos são para acabar com a EP? Olhe que precisa de mandar ver essa cabeça e esses olhos!
t)Com a divisão da carreira em duas: titular e não titular colocando Professores contra Professores. - Afinal lá volta a avaliação, perdão o ECD,: Todos no topo e ao molho!? Mesmo aqueles que aí em cima vc tratava de mandriões? Isso é que era um regabofe! Sem hierarquia, nem respeito por ela, de preferência...
u)Com as cotas na progressão. - ----Para professor é uma pena que não saiba o que quer dizer "Cotas". Que tal umas Novas Oportunidades para um portuguiês básico?
v)Com os critérios que levaram à escolha dos professores titulares.--- Já vi que continua a não perceber nada do que fala e como escreve...Durante anos andaram a obrigar os jovens professores, acabados de entrar na carreira, a fazer o trabalho que não dava redução de horário - a única coisa que vos motiva depois do dinheiro!!!- e agora queixam-se que eles é que ficaram titulares? Foi uma gaita não foi? Talvez umas grevezitas vos retemperem o ânimo!
w)Com o péssimo ambiente de trabalho que se está a instalar nas Escolas.- Pois, compreende-se , o bom ambienmte era o do deixa-andar-que- logo-chumbamos-os-"gajos"-e-nós- para-o-ano-nem-aqui-estamos, não era? A EP que se lixasse! e os filhos dos pobres também, que vcs tinham era explicações para dar!
x)Com o fim dos destacamentos. - Faltava esta pérola. O que era bom era tirar o lugar a alguém em Cascos-de-Rolha e, depois, ao abrigo de uma qq regra avulsa e idiota, requerer o destacamento para onde queriam ficar...Dando assim a volta aos valores do CGP e à Listagem de prioritários...e a EP que se lixasse, e os alunos que ficassem sem aulas durante meses à espera que toda a máquina se recuperasse das golpadas ...Uma maravilha essa escola de que tem saudades! e a Ministra acabou com esse regime de tanta justiça e tanto rigor educativo? Lá está. Vc tem razão. É mesmo para acabar com a Escola Pública. Continue a denunciar(-se) ! Vá por aí que toda a gente percebe ao que veio!
y)Com os concursos por três anos. - Claro, o bom era concursos todos os anos e as escolas sem professores, sem projecto e sem responsabilidade. Isso é que era Bom: Posso dar-lhe uma boa notícia? Os Concursos qq dia acabam mesmo e então é que é ver os C.Ex. a escolherem os melhores e, os piores, a irem para os tais Cascos-de-Rolha....ou ficarem mesmo sem vagas...A culpa será toda da Srª Ministra. Tem razão!
z)Com o trabalho excessivo.- É uma profissão de desgaste rápido. Veja a forma como se arrastam pelas arruaças e pelas passeatas de autocarro à custa das CM do PSD e do PCP...
aa)Com a permanência na Escola de 40 horas. - Um horror! Tem razão. Qual é o trabalhador que permanece no local de trabalho por tanto tempo? Eu despedia-me!
bb)Que os Professores se substituam aos Pais e que os Pais só sirvam para procriar. - Perdão? então os professorezinhos já não truca-truca? O ideal mesmo era uma escola sem alunos ! Sem filhos de qq natureza ou espécie! Façam uma greve a exigir as escolas vazias! Boa!
cc)Que Professores tenham 10 Turmas, mais de 250 alunos e 1500 testes para corrigir por ano, para não falar dos trabalhos. - Sabe o que acho? Acho que o nível da matemática vai subir neste País. A ver os professores a praticarem tanto as continhas...pelo menos a aritmética básica vai ultrapassar o do português ( o tal das "cotas")
dd) … Depois de tudo isto, a Sra Ministra agradece chamando-te preguiçoso, incompetente, mentiroso, humilhando-nos, colocando os Pais contra os professores, impedindo-nos de progredir na carreira.- Não me recordo de ela ou algum Secretário de Estado ter dito isso assim a frio...mas olhe que se não disse, dá para pensar depois de vos ver, ouvir e ler....cambada de madraços!
cc)Em resumo a Sra. Ministra dá mais trabalho e ao mesmo tempo diz que para dignificar a carreira tem que pagar menos ao impedir que todos cheguem ao topo da mesma. - O que a Srª Ministra mandou foi que fossem responsáveis e empenhados e quanto à progressão estamos conversados....
ee)O mais engraçado, é que ela ia implementando tudo isto sem darmos conta, só agora é que acordámos, dava a impressão que a reforma não era para nós. O grande erro da Ministra foi ter apertado, de uma só vez, tanto a corda e ela ter partido. "A carga era maior que BURRO e o BURRO caiu…" - E eu digo que dificilmernte se levanta! Quem sou eu para o levantar.
ff) Se tivéssemos assistido às reuniões sindicais e aderido em massa à greve aos exames há dois anos atrás nada disto teria acontecido. - Está a ver como afinal andar acordado e ser responsável pode dar benefícios?Que grande lição da vida, não é?????
gg)Passo a passo a Ministra ia levando a água ao seu moinho, implementado medida após medida sem que nós reagíssemos, ela pensou que nos podia sugar o sangue todo de uma só vez. Chegou a altura de dizer BASTA de tanta malvadez e injustiça.-Um horror! Coitadinhos!
hh) VAMOS LÁ VER QUANTOS SÃO OS "ADESIVOS" QUE ESTÃO AO LADO DA MINISTRA CONTRA OS COLEGAS, a favor de uma política nefasta que só tem o objectivo de destruir a Escola Pública e enviar os professores para os psiquiatras. -- Olhe que eu estava capaz de lhe aconselhar um tratamento e uma baixa médica. Afinal vc já se lembrou disso! Mas tem que ser mesmo psiquiátrica? não pode ser por manifesta incompetência e falta de vergonha?
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In Absorto:
Acrescentar o quê ?
"Ora aqui está um discurso político claro por parte do PCP. Não haverá alianças políticas do PCP com quaisquer outras forças. Para ser coerente o PCP concorrerá sozinho em todas as eleições: europeias, legislativas e autárquicas. Um dia quando o povo português, em eleições livres, através do voto universal e secreto, atribuir ao PCP a maioria dos votos ele aceitará ser poder. Ficam assim o PS e o BE (e os restantes partidos) sabendo, de fonte segura, que não vale a pena sonharem com a colaboração política do PCP para quaisquer acordos que digam respeito a questões de poder. Ora como a politica não é mais do que a questão do poder o PCP acaba de decretar o seu isolamento político. O PCP regressa, assim, aos tempos dos sonhos revolucionários que têm como epicentro do seu programa a destruição do capitalismo e a tomada do poder pela vanguarda da classe operária que o PCP encarnaria. Um partido com uma direcção de funcionários! É o regresso a um futuro que nunca se transformará em realidade. Fico mais descansado!
Acrescentar o quê ?
"Ora aqui está um discurso político claro por parte do PCP. Não haverá alianças políticas do PCP com quaisquer outras forças. Para ser coerente o PCP concorrerá sozinho em todas as eleições: europeias, legislativas e autárquicas. Um dia quando o povo português, em eleições livres, através do voto universal e secreto, atribuir ao PCP a maioria dos votos ele aceitará ser poder. Ficam assim o PS e o BE (e os restantes partidos) sabendo, de fonte segura, que não vale a pena sonharem com a colaboração política do PCP para quaisquer acordos que digam respeito a questões de poder. Ora como a politica não é mais do que a questão do poder o PCP acaba de decretar o seu isolamento político. O PCP regressa, assim, aos tempos dos sonhos revolucionários que têm como epicentro do seu programa a destruição do capitalismo e a tomada do poder pela vanguarda da classe operária que o PCP encarnaria. Um partido com uma direcção de funcionários! É o regresso a um futuro que nunca se transformará em realidade. Fico mais descansado!
Agora, acreditem, uma coisa com ple ta men te diferente
"Enciclopédia da política , sem magoar ninguém"
Vol 1,
Vol 1,
sábado, novembro 29, 2008
Dá ideia que a agitpro da Fenprof /PCP já está a dar resultados.
Em Gondomar os alunos, acabados os ovos, passaram à agressão física dos professores.
Será uma dessas escolas onde os alunos do 9º ano não sabem ler nem escrever?
Ou é já o reflexo dos exemplos que os jovens copiam?
É que a Srª. professora que ontem levou umas estaladas e uns socos, devidamente acompanhados de insultos em vernáculo, muito provavelmente, tem andado a insultar a Ministra da Educação e a promover a avicultura da arruaça....
Estes professores vão levar os seus protestos tão longe quanto as suas caras aguentarem as estaladas que os alunos lhes vão dar...
Quem não se dá ao respeito não costuma ser respeitado!
Cheguem-lhes, carago!
Em Gondomar os alunos, acabados os ovos, passaram à agressão física dos professores.
Será uma dessas escolas onde os alunos do 9º ano não sabem ler nem escrever?
Ou é já o reflexo dos exemplos que os jovens copiam?
É que a Srª. professora que ontem levou umas estaladas e uns socos, devidamente acompanhados de insultos em vernáculo, muito provavelmente, tem andado a insultar a Ministra da Educação e a promover a avicultura da arruaça....
Estes professores vão levar os seus protestos tão longe quanto as suas caras aguentarem as estaladas que os alunos lhes vão dar...
Quem não se dá ao respeito não costuma ser respeitado!
Cheguem-lhes, carago!
Adenda
Escola EB 1 do Fujacal
Escola Básica Arquitecto Ribeiro Teles
Escola Primária nº 2 do Monte da Caparica
Escola Básica 118 do Alto da Ajuda
Escola Básica 2, 3 Dr. João Rocha
Escola Básica 2, 3 Ana de Castro Osório
EB São Gonçalo, no Lumiar
Escola Básica 2, 3 de Santa Maria, em Beja
Escola do 1º Ciclo do Cerco do Porto
Escola Secundária Carolina Michaelis, no Porto
Escola da Fajã de Baixo
Escola Básica dos 2.º, 3.º ciclos e Secundária de Tarouca
Escola Básica Arquitecto Ribeiro Teles
Escola Primária nº 2 do Monte da Caparica
Escola Básica 118 do Alto da Ajuda
Escola Básica 2, 3 Dr. João Rocha
Escola Básica 2, 3 Ana de Castro Osório
EB São Gonçalo, no Lumiar
Escola Básica 2, 3 de Santa Maria, em Beja
Escola do 1º Ciclo do Cerco do Porto
Escola Secundária Carolina Michaelis, no Porto
Escola da Fajã de Baixo
Escola Básica dos 2.º, 3.º ciclos e Secundária de Tarouca
sexta-feira, novembro 28, 2008
quinta-feira, novembro 27, 2008
Entradas de leão...
Pois parece que amanhã a tal plataforma sindical não vai levar ao Ministério da Educação qualquer proposta alternativa de avaliação...
Parece que não conseguiram arranjar coisa que se mantivesse de pé...tal como os sacos cheios de coisa nenhuma!
E nos blogs da direita trauliteira, em vez de discutir argumentos o que fazem é arruaças e insultos. Agora parece que já não se pode estar de acordo com a Ministra da Educação sem ser insultado e comparado a pides...
Agora trabalhar em prol dos alunos e da Escola Pública , está quieto!
Apenas querem acabar com o ECD. Só e apenas!
Parece que não conseguiram arranjar coisa que se mantivesse de pé...tal como os sacos cheios de coisa nenhuma!
E nos blogs da direita trauliteira, em vez de discutir argumentos o que fazem é arruaças e insultos. Agora parece que já não se pode estar de acordo com a Ministra da Educação sem ser insultado e comparado a pides...
Agora trabalhar em prol dos alunos e da Escola Pública , está quieto!
Apenas querem acabar com o ECD. Só e apenas!
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