O BE não passa, actualmente, do partido sombra do Manuel Alegre.
Com uma diferença: O Manuel Alegre não tem qq proposta para o País real. É só diálogo, mais democracia e mais diálogo.
O BE, não, o BE tem uma proposta. De rir!
Despedimentos autorizados, nas empresas sem resultados, em plena crise, serviria de vacina, por muitos anos, caso fosse posta em vigor.
Vacina contra os disparates de quem não passa de idiotas úteis!
Isto é o que se chama de uma proposta de "suicídio assistido"
sábado, fevereiro 07, 2009
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Como se deve lidar com a reacção
ou o que o PS tem que fazer para os derrotar em toda a linha
Manual de procedimentos:
- Freeport:Exigir que o PR, o PGR e o MP se ponham de acordo sobre as investigações, a letra da Lei, as violações do Segredo de Justiça, a audição de testemunhas e a pronúncia de despachos, sejam acusatórios ou de arquivamento dentro de um prazo razoável de, digamos, três meses. A continuada falta de respeito pela presunção de inocência não deve ser tolerada e devem ser responsabilizados os seus autores, sejam orgãos de soberania, jornalistas ou comentadores de serviço.
- Que a cada insulto ou insinuação corresponda um desmentido e repúdio formal e sem margem para dúvidas. Por outras palavras é preciso fazer cair as máscaras aos mascarados, tipo Mário Crespo...
- Reforma do Estado/Apoios sociais:Que o PS proponha de imediato uma série de medidas de carácter social e de esquerda, doa a quem doer ou afecte os interesses de quem quer que seja, a saber:
- Pura a simples proibição do pagamento, por um período mínimo de 4 anos de todos os rendimentos, pensões e salários que excedam os 7.500€ por mês x 14 meses, por ano.
- Todo o excedente a que o titular tivesse direito, independentemenete da sua origem, e deduzidos dos impostos aplicáveis, deveria ser transformado em títulos do Tesouro, de renda fixa, não transacionáveis, nominais, e a pedido do interessado, e que seria públicado no site do Ministério da Finanças. Títulos que beneficiariam, no período de imobilização de 4 anos, de correcção a que corresponderia a taxa de inflação verificada nesse período e que seriam rebatidos, por sorteio, no final do 4º, 5º e 6º anos de imobilização, à razão de 1/3 por ano.
- Independentemente do valor dos rendimentos acima mencionados, e da sua origem, seria sempre aplicável uma taxa máxima de IRS de 50% sobre tudo que exceda os referidos 7.500.00€ mensais x 14 meses, anuais.
- Aumento das pensões e do salário mínimo mensal dos funcionários públicos para os 500.00€, com início em 1 de Março próximo
- Aumento de 5% no salário todas as forças de segurança, PSP, GNR, PJ e Forças Armadas para todos os vencimentos até aos 1500.00€ mensais. Os restantes funcionários públicos teriam o aumento previsto de 2,9%
- Admissão dos professores necessários ao funcionamento de todas as Escolas das 8:00h até às 19:00h com início em Junho, até ao 9º ano, sem interrupção para férias, e com todas as valências a funcionar, tais como alimentação gratuíta e apoio docente extra-curricular. Com activa participação das Ass. de Pais e das Autarquias
- Lançamento de mais 200 creches com horário alargado que permitam aos pais organizar uma vida profissional de forma tranquila.
- Contratação e imediata colocação de mais 1000 médicos e de 4.000 enfermeiros nos Centros de Saúde mais carenciados, por todo o País.
- Lançamento de todas as Obras públicas previstas para os próximos 4 anos, com a maior celeridade, e com o concomitante lançamento de um vasto plano de controlo de despesas públicas e de custos das OP.
- Implementação de uma vasta campanha de capitalização a nível interno e externo no sentido de captar as poupanças dos nossos emigrantes dirigindo-as para investimentos reprodutívos e criadores de riqueza, em vez da inútil construção de mais habitações que destroem a paisagem e criam zero de riqueza nacional.
sábado, janeiro 31, 2009
A quem não serve este sistema judicial?
Ao arrepio das teses da direita mais descabelada, das permanentes teorias da conspiração dos media que "suportariam" o governo do PS, aí estão os mais zelosos próceres em busca da prova última da sua independência, como que jogados por mãos invisiveis. Não se trata de mãos invisíveis nem de desconhecidos inimigos do PS e deste Governo.
Trata-se mesmo do sistema da justiça e dos interesses que o PS perturbou.
Qual independência jornalística, qual nada!
Para que conste, ontem a RTP1 esteve em directo com Londres, mais de 15m, em permanente violação do segredo de justiça, e do tal sistema judicial de liberdades e garantias.
Quais garantias, qual nada!
E esteve a violar o segredo de justiça apenas pelo prazer de destruir a reputação do 1º Ministro.
Nada acrescentou de factual ou de interessante para a descoberta da verdade e para nosso esclarecimento. ( Mesmo que isso não fosse ofensa ao segredo de justiça...)
Pergunto-me para que é que ainda temos polícias e tribunais e ministério público?
Acho que estamos a caminho da segurança privada, dos julgamentos em praça pública e do ministério popular.
Neste momento são dois os objectivos: Destruir este governo e demonstrar à opinião pública como é independente e justiceira esta imprensa.
Não é preciso nenhuma bola de cristal para descobrir que, ambos, servem apenas a direita mais reaccionária e ululante. E para atirar para o caixote do lixo, definitivamente, este sistema judicial.
Porquê?
Trata-se mesmo do sistema da justiça e dos interesses que o PS perturbou.
Qual independência jornalística, qual nada!
Para que conste, ontem a RTP1 esteve em directo com Londres, mais de 15m, em permanente violação do segredo de justiça, e do tal sistema judicial de liberdades e garantias.
Quais garantias, qual nada!
E esteve a violar o segredo de justiça apenas pelo prazer de destruir a reputação do 1º Ministro.
Nada acrescentou de factual ou de interessante para a descoberta da verdade e para nosso esclarecimento. ( Mesmo que isso não fosse ofensa ao segredo de justiça...)
Pergunto-me para que é que ainda temos polícias e tribunais e ministério público?
Acho que estamos a caminho da segurança privada, dos julgamentos em praça pública e do ministério popular.
Neste momento são dois os objectivos: Destruir este governo e demonstrar à opinião pública como é independente e justiceira esta imprensa.
Não é preciso nenhuma bola de cristal para descobrir que, ambos, servem apenas a direita mais reaccionária e ululante. E para atirar para o caixote do lixo, definitivamente, este sistema judicial.
Porquê?
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Dois jornalismos, duas realidades
Aqui em Portugal é o Governo que é criticado por tentar salvar os bancos com seguros de crédito e com avales...Nos EUA vão ser precisos 4 Triliões de US$ para salvar a economia real...Enquanto nos EUA da América o Presidente critica as vigarices e oportunismos dos banqueiros, aqui em Portugal a imprensa, se por um lado silencia os desmentidos ouvidos na Comissão de inqérito ao BPN, organiza uma campanha suja que visa desmobilizar o Governo e menorizar as medidas de apoio à sociedade e à economia, quase em pedaços.
A quem serve e donde vem esta nacional-flagelação?
Ontem a jornalista queria mesmo saber se o Sócrates estava para se demitir...em vez de governar e de tudo fazer para evitar o afundanço da economia.
Despite crippling losses, multibillion-dollar bailouts and the passing of some of the most prominent names in the business, employees at financial companies in New York, the now-diminished world capital of capital, collected an estimated $18.4 billion in bonuses for the year.
That was the sixth-largest haul on record, according to a report released Wednesday by the New York State comptroller.
While the payouts paled next to the riches of recent years, Wall Street workers still took home about as much as they did in 2004, when the Dow Jones industrial average was flying above 10,000, on its way to a record high.
Some bankers took home millions last year even as their employers lost billions
Tira-se a tampa á sarjeta e...lá está
a sujeira do nosso descontentamento
"In Câmara Corporativa, Miguel Abrantes", com sua licença:
Há por aí alguma confusão, Rodrigo, o que é natural em resultado do bombardeamento a que todos vimos sendo sujeitos.
Com efeito, parece que há uma investigação em curso, a qual estará sujeita ao segredo de justiça.
Já a ocorrência dos “encontros da Aroeira” foi comprovada em tribunal.
Assim como no mesmo julgamento se comprovou ter havido uma conspiração entre gente da polícia, do jornalismo e da política. A sentença já transitou em julgado (não estando em segredo de justiça).Indo directo à pergunta do Rodrigo, podemos ver referidos os “encontros da Aroeira”, por exemplo, aqui:
“Em Janeiro de 2005, Armando Carneiro, presidente da administração da Euronoticias, proprietária da revista Tempo, junta na sua casa de Aroeira o inspector Torrão, o antigo chefe de gabinete de Santana Lopes Miguel Almeida, o advogado José Dias, que trabalhou no escritório de Rui Gomes da Silva, ex-ministro adjunto e ministro dos Assuntos Parlamentares do Governo de Santana Lopes, e o jornalista Vítor Norinha. Segundo Torrão, todos eram seus informadores. Realizou-se, depois, outra reunião com a inspectora Carla Gomes, titular do processo.”E se o Rodrigo quiser saber mais sobre a conspiração, pode também ler esta descrição deliciosa [com carros do primeiro-ministro da época à mistura e tudo]:
O empresário Armando Jorge Carneiro revelou hoje em tribunal que, em 2005 e antes das legislativas, levou Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, a jantar com uma inspectora da PJ que acompanhava o "caso Freeport".(…)O ex-presidente do Conselho de Administração da revista "Tempo" contou em tribunal que o primeiro contacto que teve com José Torrão (…) ocorreu, em Janeiro de 2005, na sua casa na Aroeira, tendo o ora arguido sido-lhe apresentado pelo advogado Bello Dias.Questionado pelo juiz sobre o número de contactos que manteve com elementos da PJ de Setúbal em Janeiro e Fevereiro de 2005, incluindo encontros com a inspectora Carla Gomes e o inspector Peixoto, Armando Jorge Carneiro contabilizou seis, mas tentou negar que essas reuniões tivessem como motivação o "caso Freeport".Num dos encontros com a inspectora, num bar em Setúbal, o empresário admitiu que entregou já perto da meia-noite, a pedido desta, um exemplar daquele que seria a manchete, no dia seguinte, do semanário "O Independente", sobre o "caso Freeport", em que se falava de um mandado de busca e em que aparece na primeira página a fotografia de José Sócrates.O empresário teve dificuldades em explicar porque razão decidiu levar Miguel Almeida, actual deputado do PSD e figura próxima de Santana Lopes (à data primeiro-ministro) a jantar, em Setúbal, com a inspectora da PJ, alegando que nessa dia estava muito cansado e pediu àquele seu amigo para conduzir.No jantar, onde o ex-chefe de gabinete de Santana Lopes foi apresentado como "Miguel", a testemunha revelou que a inspectora da PJ se mostrou "stressada" , "nervosa" e com receio de estar a ser alvo de vigilância ou perseguição, pois via carros suspeitos.Miguel Almeida terá explicado que se fossem carros do SIS (Sistema de Informações e Segurança) estes teriam necessariamente matrícula registada na Direcção-Geral do Património.A procuradora do Ministério Público quis saber se a testemunha tinha ligações a partidos políticos, ao que este disse que não, dizendo porém que na adolescência militou na Juventude Centrista (JC).Quando aos políticos que conhece melhor pessoalmente, a testemunha indicou Pedro Pinto e Santana Lopes (PSD), bem como Paulo Portas (CDS/PP) e Manuel Monteiro, antigo líder da JC e do CDS/PP. Quanto a Miguel Almeida disse ser "visita de sua casa".Destes, assegurou que só trocou impressões sobre o "caso Freeport" com Miguel Almeida e que nunca acompanhou muito de perto o lado jornalístico das investigações, que estava a cargo de Victor Norinha e de outros membros da equipa redactorial da extinta revista "Tempo".No decurso da audiência e em resposta a uma pergunta do juiz, Armando Jorge Carneiro admitiu que, no decurso deste caso, estabeleceu contacto com um amigo que tinha no SIS, porque suspeitava que estava a ser vigiado por carros que pensava ser da PJ ou do próprio SIS, tendo anotado o número das matrículas.Segundo disse, o amigo do SIS ter-lhe-á garantido que os carros "eram da Presidência do Conselho de Ministros" [era então Santana Lopes primeiro-ministro].
-------
Nota do copista: O título a sujeira... é meu. Apanhei-a por aí!
quinta-feira, janeiro 29, 2009
A Portuguesa, outra vez!
Já estou calejado com assassínios mais ou menos a frio.
Já os vi em directo e em diferido.
Com maior ou menor precisão e pontaria.
Aquilo a que estamos a ser sujeitos com o desenterrar de esqueletos e com insinuações tornadas conserva de múmias, é que me suscita a maior das revoltas.
O que esta imprensa de sarjeta está fazer ao País não tem nome, nem paralelo.
E digo, ao País, já que o 1º Ministro, defender-se-á da forma que melhor lhe aprouver e com os meios que a Justiça lhe permitir.
O que estão ao fazer, atabalhoadamente diga-se, é a montagem talvez até internacional duma armadilha sobre a honra e sobre a personalidade que mais tem lutado para tirar o País do círculo vicioso da ignorância, do desemprego, do "nacinal-não-te-rales" e da "patriótica-inveja"!
?Quem beneficia da destruição do melhor governo que Portugal já teve, não sei desde quando?
Quais foram os inimigos prejudicados nos seus interesses por este governo?
Neste momento, até se servem da inesperada ajuda da superioridade moral ( que por acaso não reconheço!) de uns tais ingleses, que sempre nos trataram abaixo de cão!
Tudo serve a esta campanha e a esta gente!
É preciso fazer-lhes frente.
Desmascará-los!
Contra os canhões, marchar, marchar!
Já os vi em directo e em diferido.
Com maior ou menor precisão e pontaria.
Aquilo a que estamos a ser sujeitos com o desenterrar de esqueletos e com insinuações tornadas conserva de múmias, é que me suscita a maior das revoltas.
O que esta imprensa de sarjeta está fazer ao País não tem nome, nem paralelo.
E digo, ao País, já que o 1º Ministro, defender-se-á da forma que melhor lhe aprouver e com os meios que a Justiça lhe permitir.
O que estão ao fazer, atabalhoadamente diga-se, é a montagem talvez até internacional duma armadilha sobre a honra e sobre a personalidade que mais tem lutado para tirar o País do círculo vicioso da ignorância, do desemprego, do "nacinal-não-te-rales" e da "patriótica-inveja"!
?Quem beneficia da destruição do melhor governo que Portugal já teve, não sei desde quando?
Quais foram os inimigos prejudicados nos seus interesses por este governo?
Neste momento, até se servem da inesperada ajuda da superioridade moral ( que por acaso não reconheço!) de uns tais ingleses, que sempre nos trataram abaixo de cão!
Tudo serve a esta campanha e a esta gente!
É preciso fazer-lhes frente.
Desmascará-los!
Contra os canhões, marchar, marchar!
domingo, janeiro 25, 2009
O arquivo morto da PGR
Instado pela imprensa, o PGR declarou que o Processo da FreePort se encontrava "completamente parado e só com a intervenção da Direcção do DIAP é que foi "reiniciado".
Não será caso para perguntar ao Sr. PGR :
- Qual a explicação que encontrou para essa imobilização de vários anos?
- Quem são os responsáveis e que medidas propõe para a sua punição?
É que me parece insufiente que declare tais coisas àcerca de Serviços que dependem de si e acrescente que ninguém está acima da Lei, excluindo-se a si próprio dessa subordinação:
Quanto ao respeito pela norma do Segredo de Justiça dá ideia que acaba de o enviar para o arquivo morto.
Ficamos a aguardar os próximos desenvolvimentos já que em ano de eleições não consta que esse instituto Jurídico melhore de saúde...
----
Este post foi publicado e depois foi mais tarde editado por mim; como não tenho satisfações a dar sobre os meus humores, até posso mudar de ideias um dia...
O Sartre é que dizia que, imóveis são as pedras.
Não será caso para perguntar ao Sr. PGR :
- Qual a explicação que encontrou para essa imobilização de vários anos?
- Quem são os responsáveis e que medidas propõe para a sua punição?
É que me parece insufiente que declare tais coisas àcerca de Serviços que dependem de si e acrescente que ninguém está acima da Lei, excluindo-se a si próprio dessa subordinação:
Quanto ao respeito pela norma do Segredo de Justiça dá ideia que acaba de o enviar para o arquivo morto.
Ficamos a aguardar os próximos desenvolvimentos já que em ano de eleições não consta que esse instituto Jurídico melhore de saúde...
----
Este post foi publicado e depois foi mais tarde editado por mim; como não tenho satisfações a dar sobre os meus humores, até posso mudar de ideias um dia...
O Sartre é que dizia que, imóveis são as pedras.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
E a gafe foi de tal ordem, que Obama teve que repetir o juramento de posse...
Num acerimónia de apenas alguns segundos, repetiu-se o texto do juramento de fidelidade á Constituição, mas agora sem a Bíblia que, essa, já tinha voltado para o Museu do Capitólio...
Obama continua original:
E a gafe, a meias com o Juiz Roberts, foi esta:
Obama continua original:
E a gafe, a meias com o Juiz Roberts, foi esta:
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Barack Obama, dia primeiro, claro e límpo
Indiferente aos comentadores portugueses que, mesmo após a tomada de posse, vaticinavam que tudo ia ficar na mesma e que o discurso da tomada de posse sabia a pouco, ou seria mera maquilhagem política, para esses vaticinadores, "velhos da praia de Caxias e das esquinas da Porcalhota", não é que no seu primeiro dia como Presidente, Barack Obama se encarregou de quebrar uma data de princípios sagrados aos neo-cons, à administração neo-conservadora e evangélica do JWB?
É ver espantar óh gente negativa e derrotista!
Obama Makes Changes on Day One
By Arthur Delaney
Posted Thursday, Jan. 22, 2009, at 5:33 AM ET
Todos os jornais dão máxima importância aos relatos sobre o primeiro e atarefado dia de trabalho do Presidente Barack Obama.
O New York Times titula com os planos de Obama para assinar uma ordem para mandar encerrar a rede das prisões secretas da CIA no estrangeiro e para o encerramento da de Guantanamo dentro de um ano.
O New York Times titula com os planos de Obama para assinar uma ordem para mandar encerrar a rede das prisões secretas da CIA no estrangeiro e para o encerramento da de Guantanamo dentro de um ano.
O Washington Post titula com a confirmação da ordem e com as novas e duras regras sobre o comportamento ético do seu staff, nomeadamente quanto aos lobbies e sobre a publicação de documentos classificados da sua Admionistração.
O Los Angeles Times foca-se na reunião com os militares de topo para a elaboração de um plano para a retirada do Iraque.
O Wall Street Journal valoriza e sublinha o congelamento de salários para os membros seniors do staff presidencial.
O USAToday declara que "Começou a mudança" pouco tempo depois de Obama ter tomado posse e logo que se sentou na Sala Oval.
Procurando tornar mais sólida o presente cessar-fogo no Médio Oriente, Obama tomou a iniciativa de falar ao telefone pessoalmente com os líderes do Egipto, Israel, Jordânia e com a Autoridade Palestiniana.
Na frente interna o Presidente O Post relata que that a ordem de ontem sobre ética do serviço público proibe que futuros-ex-funcionários desta administração de trabalharem para quaisquer Lobbis tanto tempo quanto Barack Obama for Presidente.
Na frente interna o Presidente O Post relata que that a ordem de ontem sobre ética do serviço público proibe que futuros-ex-funcionários desta administração de trabalharem para quaisquer Lobbis tanto tempo quanto Barack Obama for Presidente.
O LAT Publica um excelente sumário das três Ordens de Serviço ontem assinadas para aumentar a responsabilidade e a transparência do poder executivo.
É ver!
terça-feira, janeiro 20, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Ao contrário de tudo...os outros que se danem!
No dia em que os professores em Portugal, pelo menos a maioria deles, realizou mais uma greve a favor da manutenção dos seus privilégios de classe, reafirmando o seu total desprezo pelos valores da vida em sociedade e dos princípios da democracia e da Escola Pública, neste mesmo dia, Barack Obama o presidente-eleito americano que amanhã toma posse, foi fazer uma jornada de trabaho voluntário a pintar umas paredes num centro de recolha de jovens...e escreveu uma emocionante carta às suas próprias filhas e que aqui transcrevo em parte:
"Dear Malia and Sasha,
I know that you've both had a lot of fun these last two years on the campaign trail, going to picnics and parades and state fairs, eating all sorts of junk food your mother and I probably shouldn't have let you have. But I also know that it hasn't always been easy for you and Mom, and that as excited as you both are about that new puppy, it doesn't make up for all the time we've been apart. I know how much I've missed these past two years, and today I want to tell you a little more about why I decided to take our family on this journey. When I was a young man, I thought life was all about me-about how I'd make my way in the world, become successful, and get the things I want. But then the two of you came into my world with all your curiosity and mischief and those smiles that never fail to fill my heart and light up my day. And suddenly, all my big plans for myself didn't seem so important anymore. I soon found that the greatest joy in my life was the joy I saw in yours. And I realized that my own life wouldn't count for much unless I was able to ensure that you had every opportunity for happiness and fulfillment in yours. In the end, girls, that's why I ran for President: because of what I want for you and for every child in this nation. I want all our children to go to schools worthy of their potential-schools that challenge them, inspire them, and instill in them a sense of wonder about the world around them. I want them to have the chance to go to college-even if their parents aren't rich. And I want them to get good jobs: jobs that pay well and give them benefits like health care, jobs that let them spend time with their own kids and retire with dignity"
Traduzo apenas esta última frase:
"Quero que elas, as crianças americanas, tenham a oportunidade de estudarem em universidades mesmo que os seus pais não sejam ricos"
Aqui em Portugal estes professores estão apenas interessados na manutenção dos seus privilégios de classe, absurdos, obsoletos e egoístas. Estão-se realmente nas tintas para os pobres, os excluídos, e apenas defendem os seus interesses mesquinhos.
Estes professores que temos, e que pagamos a preço internacional, apenas promovem o insucesso escolar e a reprodução de mais, e mais, e mais, desigualdades e exclusões.
Os outros que se danem. É o seu lema.
Ao que chegámos!
"Dear Malia and Sasha,
I know that you've both had a lot of fun these last two years on the campaign trail, going to picnics and parades and state fairs, eating all sorts of junk food your mother and I probably shouldn't have let you have. But I also know that it hasn't always been easy for you and Mom, and that as excited as you both are about that new puppy, it doesn't make up for all the time we've been apart. I know how much I've missed these past two years, and today I want to tell you a little more about why I decided to take our family on this journey. When I was a young man, I thought life was all about me-about how I'd make my way in the world, become successful, and get the things I want. But then the two of you came into my world with all your curiosity and mischief and those smiles that never fail to fill my heart and light up my day. And suddenly, all my big plans for myself didn't seem so important anymore. I soon found that the greatest joy in my life was the joy I saw in yours. And I realized that my own life wouldn't count for much unless I was able to ensure that you had every opportunity for happiness and fulfillment in yours. In the end, girls, that's why I ran for President: because of what I want for you and for every child in this nation. I want all our children to go to schools worthy of their potential-schools that challenge them, inspire them, and instill in them a sense of wonder about the world around them. I want them to have the chance to go to college-even if their parents aren't rich. And I want them to get good jobs: jobs that pay well and give them benefits like health care, jobs that let them spend time with their own kids and retire with dignity"
Traduzo apenas esta última frase:
"Quero que elas, as crianças americanas, tenham a oportunidade de estudarem em universidades mesmo que os seus pais não sejam ricos"
Aqui em Portugal estes professores estão apenas interessados na manutenção dos seus privilégios de classe, absurdos, obsoletos e egoístas. Estão-se realmente nas tintas para os pobres, os excluídos, e apenas defendem os seus interesses mesquinhos.
Estes professores que temos, e que pagamos a preço internacional, apenas promovem o insucesso escolar e a reprodução de mais, e mais, e mais, desigualdades e exclusões.
Os outros que se danem. É o seu lema.
Ao que chegámos!
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Algures numa Escola perto de si:
Dia de frio céu cinzento mais portas fechadas que abertas de par em par.
A porta abre-se e a presidente olha a colega que lhe passa o telefone é RTP que quer falar contigo.
Professora é a presidente daqui a RTP para saber se podemos falar aí com dois professores, queríamos falar com um dos que fazem greve na próxima segunda e com outro que não faça greve. Vou saber se alguém quer falar. Oh colega não precisas de me responder se não quiseres mas a RTP quer falar com alguém que vá fazer greve eu não faço greve mas posso falar
e aí colega fazes greve fazer greve faço mas não falo para a RTP, não falas essa é que eu não percebo agora é que a RTP vai dizer que anda aqui alguém com medo com medo de quê?
Quase quase a presidente esteve para fazer ali mesmo um esclarecimento sobre as vantagens de se assumirem posições de forma frontal e sem titubeios mas já ia cada um á sua vida uns calados outros a falarem algures numa escola perto de si.
A porta abre-se e a presidente olha a colega que lhe passa o telefone é RTP que quer falar contigo.
Professora é a presidente daqui a RTP para saber se podemos falar aí com dois professores, queríamos falar com um dos que fazem greve na próxima segunda e com outro que não faça greve. Vou saber se alguém quer falar. Oh colega não precisas de me responder se não quiseres mas a RTP quer falar com alguém que vá fazer greve eu não faço greve mas posso falar
e aí colega fazes greve fazer greve faço mas não falo para a RTP, não falas essa é que eu não percebo agora é que a RTP vai dizer que anda aqui alguém com medo com medo de quê?
Quase quase a presidente esteve para fazer ali mesmo um esclarecimento sobre as vantagens de se assumirem posições de forma frontal e sem titubeios mas já ia cada um á sua vida uns calados outros a falarem algures numa escola perto de si.
quinta-feira, janeiro 15, 2009
Sarilhos Grandes
Dom (?) José Policarpo escolheu uma tertúlia de amigos, numa sala dum casino, para avisar de sarilhos, metendo-se neles.
A escolha do tema e do lugar são curiosidades a que os mais providos de argumentos dedicarão as suas análises.
Todavia, depois de mais de 45 mulheres portuguesas mortas pelos maridos católicos apostólicos e portugueses, (para referir apenas o ano passado), depois de milhares de casos de maus tratos físicos e psíquicos sobre as portuguesas de qualquer credo e classe social, levados a cabo por outros católicos, o que levou este principe da ICR a meter-se em sarilhos com os seus preconceitos religioso-racistas?
A isto chama-se uma especial capacidade para arranjar sarilhos: No momento em que Israel já provocou mais de 1000 mortos e mais de 4600 feridos em Gaza, sem que se ouvisse da ICR a mais leve condenação destes crimes, Policarpo junta-se ao ataque...
A menos que queira passar a ter estatísticas de crimes efectuados pelos membros de cada credo religioso, não se compreende esta busca de sarilhos na Sala do Bacará do Casino da Figueira da Foz.
Era sabido que os casinos eram lugares onde se perdia o dinheiro e a esperança.
O que se desconhecia era que se podia também perder a credibilidade e a razão!
A escolha do tema e do lugar são curiosidades a que os mais providos de argumentos dedicarão as suas análises.
Todavia, depois de mais de 45 mulheres portuguesas mortas pelos maridos católicos apostólicos e portugueses, (para referir apenas o ano passado), depois de milhares de casos de maus tratos físicos e psíquicos sobre as portuguesas de qualquer credo e classe social, levados a cabo por outros católicos, o que levou este principe da ICR a meter-se em sarilhos com os seus preconceitos religioso-racistas?
A isto chama-se uma especial capacidade para arranjar sarilhos: No momento em que Israel já provocou mais de 1000 mortos e mais de 4600 feridos em Gaza, sem que se ouvisse da ICR a mais leve condenação destes crimes, Policarpo junta-se ao ataque...
A menos que queira passar a ter estatísticas de crimes efectuados pelos membros de cada credo religioso, não se compreende esta busca de sarilhos na Sala do Bacará do Casino da Figueira da Foz.
Era sabido que os casinos eram lugares onde se perdia o dinheiro e a esperança.
O que se desconhecia era que se podia também perder a credibilidade e a razão!
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Apesar de tudo o Mundo vai respirar de alívio...
Bye Bye Bush !
Participa na festa mundial. Organiza a tua festa.
http://bushbyebyeparty.com/home.html
Que isto não volte a acontecer, nunca mais!
Participa na festa mundial. Organiza a tua festa.
http://bushbyebyeparty.com/home.html
Que isto não volte a acontecer, nunca mais!
terça-feira, janeiro 13, 2009
A visão de um intelectual árabe
Gaza : la trahison des clercs
par Mezri Haddad
Bien plus que le spectacle tragique des enfants déchiquetés et des familles décimées, c'est le mutisme, en France, des archanges de la liberté et des droits de l'homme qui est incompréhensible et insupportable.
On les a vus se mobiliser pour les Tchétchènes ou pour les Bosniaques - ce qui est bien louable -, mais pourquoi se taisent-ils sur le massacre quotidien de populations civiles palestiniennes ? Pourquoi ne dénoncent-ils pas, avec la même ardeur humaniste et la même prise de conscience, les actes criminels de l'armée israélienne à Gaza ?
Les centaines morts, pour la plupart des civils, et les milliers de blessés sont-ils des êtres inférieurs ou n'appartiennent-ils pas à cette humanité si chère aux universalistes, pour que la campagne de punition collective dont ils sont victimes aujourd'hui soit traitée avec autant d'indifférence ? Et, plus graves que l'omerta, les propos scandaleux de certains pharisiens qui établissent une responsabilité symétrique des coupables et des victimes, de ceux qui tuent et de ceux qui décèdent par centaines.
Celui qui pose ces questions n'est pas un prosélyte des causes intégristes, ni un zélote de l'activisme terroriste, ni un ignoble consommateur du poison antisémite.
Contre ces trois nécroses mortelles qui rongent certains de mes coreligionnaires et qui sont si contraires à l'islam, je me suis battu en prenant des risques. Chaque fois que les circonstances l'ont exigé, je n'ai pas hésité à blâmer les miens, au nom de ce que je prenais pour des valeurs universelles, au nom d'une coexistence pacifique entre Israéliens et Palestiniens, au nom d'une fraternisation entre juifs et musulmans. J'ai dénoncé l'imposture démocratique qui a hissé le Hamas à la tête de Gaza. Je craignais pour le déjà agonisant processus de paix, je redoutais le choc des civilisations, j'appréhendais le totalitarisme théocratique que devaient subir les habitants de Gaza en les isolant du reste du monde.
Le Hamas n'a pas eu le temps de transformer Gaza en enfer. Israël et l'Egypte, avec la complicité active des Etats-Unis, ont précipité ce funeste destin. Durant deux longues années, comme les Irakiens avant la chute de Saddam Hussein, 1,5 million de Palestiniens ont été mis en quarantaine. Gaza est devenue une "prison à ciel ouvert", reconnaissait Stéphane Hessel.
Aucune chance n'a été donnée aux dirigeants du Hamas de négocier avec l'"ennemi" qui les avait jadis et naguère soutenus contre le Fatah, à l'instar de l'administration américaine dans son appui à Ben Laden contre l'URSS ! A l'époque, les stratèges d'Israël et les "terroristes" du Hamas s'entendaient si bien pour isoler Yasser Arafat, l'humilier et le dépouiller de tous les attributs du pouvoir ! Les attentats-suicides du Hamas avaient payé. Israël a ainsi renforcé la légitimité martyrologique du Hamas en brisant la légitimité historique d'Arafat, double fiasco qui a conduit à l'apothéose électorale de l'organisation islamiste. Et Israël a continué avec l'héritier sans héritage qu'est devenu Mahmoud Abbas.
L'unique compromis qu'Israël, sous l'insistance de l'Egypte, a fini par concéder, c'est la signature d'une trêve de six mois avec le Hamas, en contrepartie d'une levée bien contrôlée du blocus. Même à dose homéopathique, l'étau de ce blocus n'a jamais été desserré. Beaucoup moins pour alléger le calvaire des Gazaouis que pour entretenir leur image de protecteurs de la veuve et de l'orphelin et de résistants inflexibles à "l'entité sioniste", les maximalistes du Hamas ont fini par commettre l'irréparable : la rupture de la trêve le 18 décembre.
Est-ce une raison suffisante pour Israël de se lancer dans cette impitoyable guerre punitive à l'encontre de toute une population prise en otage par ses propres dirigeants ? On sait ce que vaut la vie d'un homme ou d'un enfant dans l'idéologie sacrificielle du Hamas. Mais comment les dirigeants israéliens peuvent-ils considérer la vie de ces enfants avec le même dédain ?
Selon Montesquieu, "le droit des gens est naturellement fondé sur ce principe que les diverses nations doivent se faire, dans la paix, le plus de bien, et, dans la guerre, le moins de mal qu'il est possible". En temps de paix, Israël a imposé à la population de Gaza un blocus cruel et inhumain ; en temps de guerre, la puissante armée de ce pays n'hésite pas à tuer cinquante civils pour atteindre un combattant du Hamas. Autrement dit, éliminer les combattants du Hamas pour ce qu'ils font, et tuer les habitants de Gaza pour ce qu'ils sont. Est-ce cela, l'équité et la moralité ?
N'en déplaise à André Glucksmann, il y a bien eu disproportion entre l'erreur commise et le châtiment infligé. Aligner une armada militaire des plus sophistiquées et massacrer en douze jours plus de sept cents Palestiniens parce que le Hamas a lancé quelques roquettes bricolées qui ont fait quatre blessés et quelques dégâts matériels, cela s'appelle bien disproportion et démesure. L'hybris (démesure) est fille de Némésis (vengeance), et "la démesure, en mûrissant, produit le fruit de l'erreur et la moisson qui en lève n'est faite que de larmes", écrivait Eschyle.
Rien ne peut justifier un tel déchaînement qui ne laisse derrière lui que ruines, désolation, haine et candidats aux suicides. Ni les raisons bassement électoralistes en Israël ni les manoeuvres vaguement tactiques pour tester la discontinuité éventuelle ou la continuité probable de la future administration américaine dans sa gestion du conflit israélo-palestinien. Quant à la légende du petit David contre le méchant Goliath, elle est désuète et anachronique. Car même si plusieurs innocents civils ont été atteints par les abominable attentats-suicides, il y a bien longtemps que la sécurité d'Israël n'est plus menacée. Et pour cause, en termes de puissance militaire et de dissuasion nucléaire, Israël peut rayer de la carte qui il veut et quand il veut.
Ce n'est pas aimer Israël que de lui "souffleter l'imprudent patriotisme", comme disait Zola. Aimer Israël, c'est, à l'instar d'Hannah Arendt hier, de Tzvetan Todorov, de Gideon Levy et de tant d'intellectuels israéliens aujourd'hui, lui "dire la vérité, même si ça coûte. Surtout si ça coûte", comme disait Hubert Beuve-Méry, fondateur et directeur du Monde.
Aimer cet Etat né après l'innommable Holocauste, c'est le mettre en garde de l'ivresse de la puissance et de l'impunité. "Israël a toujours gagné les guerres et perdu les paix", disait l'illustre Raymond Aron. Il ne s'est pas trompé : avec celui qui lui a assuré tant de guerres, Itzhak Rabin, Israël a failli gagner la paix. On l'a assassiné et avec sa disparition, l'espoir d'une paix durable s'est évaporé. Mais tôt ou tard, lorsque les armes vont se taire et que cessera de couler le sang des Palestiniens, avec ou contre la volonté de Dieu, le destin du peuple hébreu croisera à nouveau la volonté d'un prophète.
Mezri Haddad est écrivain et philosophe tunisien
Imaginemos
Com Gaza, 2
By José Saramago
"...Hoje é diferente. Temos liberdade de expressão, liberdade de manifestação e não sei quantas liberdades mais. Podemos sair à rua aos milhares ou aos milhões que a nossa segurança sempre estará assegurada pelas constituições que nos regem, podemos exigir o fim dos sofrimentos de Gaza ou a restituição ao povo palestino da sua soberania e a reparação dos danos morais e materiais sofridos ao longo de sessenta anos, sem piores consequências que os insultos e as provocações da propaganda israelita. As imaginadas manifestações dos anos trinta seriam reprimidas com violência, em algum caso com ferocidade, as nossas, quando muito, contarão com a indulgência dos meios de comunicação social e logo entrarão em acção os mecanismos do olvido. O nazismo alemão não daria um passo atrás e tudo seria igual ao que veio a ser e a História registou. Por sua vez, o exército israelita, esse que o filósofo Yeshayahu Leibowitz, em 1982, acusou de ter uma mentalidade “judeonazi”, segue fielmente, cumprindo ordens dos seus sucessivos governos e comandos, as doutrinas genocidas daqueles que torturaram, gasearam e queimaram os seus antepassados. Pode mesmo dizer-se que em alguns aspectos os discípulos ultrapassaram os mestres. Quanto a nós, continuaremos a manifestar-nos."
-------
Haja alguém que em Portugal tenha uma intervenção corajosa em defesa de valores básicos e de tantas vítimas da bestialidade fascista e nazi que domina o estado sionista. A este, a Saramago, pelo menos ainda não conseguiram calá-lo!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


