Como se calcula, a culpa dos condutores portugueses serem uns irresponsáveis , uns alcoólicos, uns idiotas, e não saberem comportar-se atrás de um volante, só pode ser deste governo!
Antes, nunca tal aconteceu.
Bêbados?
Idiotas?
Irresponsáveis?
Presidentes do Automável Clube de Portugal?
Logo que o governo mude, estou em condições de avançar que o Presidente do Automóvel Clube de Portugal passará a ter um discurso coerente, os irresponsáveis vão aprender boas maneiras, os idiotas vão pedir outra nacionalidade, os bêbados passam aos AAs e os directores dos pasquins se vão deitar a afogar.
Aliás nos outros países, com muitos ou poucos acidentes de trânsito, a culpa é da falta da Brigada de Trãnsito da GNR.
Qual será o interesse do ACP neste caso?
É que nunca percebi esta sanha persecutória do ACP contra o Governo PS!
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Os novos cruzados, a ordem internacional e a nova guerra do Obama
Quer dizer, a primeira vez que alguém saltou a cerca e foi roubar a galinha ou a mulher do vizinho, Tchanmm!, estava assim como que inventada a globalização.
Claro, depois vieram coisas mais em grande, a guerra de Troia, os Ixos, o Gengis Cão, as Cruzadas, a destruição das cidades do médio-oriente, as várias conquistas de Jerusalém, o saque de Santarém, os milhares de mortos na "conquista de Lisboa" que nada teve de conquista, mas tudo de massacre e de roubo em nome de um deus maior.
Aliás O único e Aquele por quem se deve matar e morrer. Os deuses dos outros, já se sabe, ardem melhor! Daí a vulgarização das fogueiras e mais tarde, já depois da revolução industrial e, quando o Papa olhava para o lado, os forninhos crematórios, que a tarefa era grande e Os nossos deuses não gostam de esperar, como se sabe.
Mas, voltemos à actualidade que tanto se esforça pela nossa educação religioso-cultural e que nós, pecadores, temos a soberba de considerar como coisa longínqua e desprovida desse lado tão cultural como a observação das normas da religião oficial ( esta da "religião oficial" tem piada, mas é para outro post!).
E que é que a actualidade nos diz?: Diz-nos duas coisas, a saber: Que, próximo de nós, até por uma questão de comodidade, devemos manter uma postura da maior abertura e compreensão pelas crenças dos outros mas diz-nos também que por esse mundo de deus ( expressão muito a propósito!) há muito boa gente que, preocupada com o nosso bem-estar, a nossa crença natural, a nosso deus superior, se dedica afincadamente a combater os infieis ( outra expressão interessantíssima que pode servir para outro post!) e que por razões de economia de meios até inventaram uns cruzados, tipo anjos, que voando comandados à distância - como devem voar os anjos, aliás! - vão em busca dos fieis dos outros deuses e Tschanmm!, fazem-lhes a folha. Que é o mesmo dizer que os mandam apresentar-se não ao deus menor deles, mas perante O verdadeiro que lhes lerá a sinazinha, como merecem.
Que isto de um gajo se revoltar e começar a congeminar vinganças contra os pilha galinhas, perdão, os que lhes invadiram e ocuparam o País, isso, está bem de ver, não passa de uma tremenda heresia condenada à morte e ao fracasso! E portanto, nada como ir para lá reinar aos aviõesinhos controlados à distância que identificam os incréus e os mandam desta para melhor com o apertar de um botão. Coisa que para além de higiénica é de uma simplicidade inatacável.
I-na-ta-cá-vel?
Quer dizer, em princípio!, que os deuses deles também já andaram pelas madrassas a falar sobre os solos pátrios, os invasores, as "nossas mulheres", outras invasões, e até, vejam lá, o "nosso deus", e por aí fora.
Em que mundo é que estamos?, onde já um gajo não pode armar-se em cruzado e ir por esse mundo a espadeirar nos "infieis"?
Espadeirar, e com muitíssima razão?!
E o que não falta, é mundo, estados falhados ( até ía a escrever outra coisa...) e deuses menores e infieis ... onde se possam praticar livre e desportivamente as novas guerras., sempre em nome dos valores da nossa civilização e da falta de civilidade da dos outros.
Editado: Nem foi preciso esperar muito: Eu não dizia que perto de nós, é a direita que faz de morta, de defensora dos fracos e dos oprimidos? Que promove o ecumenismo enquanto lá longe, apoia a morte aos infieis?
domingo, janeiro 03, 2010
Olha aquilo com que o Cavaco Silva não está preocupado!
Este assunto por não ser do seu agrado. Não lhe interessa. Não o preocupa! Quanto às acções que ele e a família compraram a baixo custo e depois revenderam ganhando, isso são contas doutro rosário!
O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza. Da participação do Dias Loureiro isso é para esquecer!
Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS…..) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4850 carrinhas de transporte de valores!
E o homem vem falar-nos em situação explosiva. Terá sido à bomba que assaltaram os cofres?
O Caso BPN
( agorinha colhido por aí )
O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza. Da participação do Dias Loureiro isso é para esquecer!
Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS…..) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4850 carrinhas de transporte de valores!
E o homem vem falar-nos em situação explosiva. Terá sido à bomba que assaltaram os cofres?
sábado, janeiro 02, 2010
Olha o esplendor da democracia a funcionar! Olha tudo a correr pelo melhor na Madeira! Olha o paraíso da democracia a funcionar!
Este blog junta-se às felicitações ao Cónego Vitor dos Reis Franco Gomes que substituiu um perigoso comunista lá na Madeira de todos os Jardins
Padre foi «perseguido» na Madeira «por defender os pobres
Denúncia feita pelo presidente em Portugal da Rede Europeia Anti-Pobreza
Denúncia feita pelo presidente em Portugal da Rede Europeia Anti-Pobreza
"A denúncia é feita pelo presidente em Portugal da Rede Europeia Anti-Pobreza, mas já remonta ao dia 5 de Setembro de 2009, data em que o cónego Manuel Martins foi dispensado das funções de pároco da Sé do Funchal e deslocalizado para Machico e Ribeira Seca.
«Na região da Madeira, o meu colega, que era pároco da sé catedral do Funchal, porque falou nas missas da defesa das crianças, dos pobres do Funchal, teve atrás dele uma comissão do Governo do Madeira para investigarem se ele era comunista. Como se nós tivéssemos num país não sei o quê», disse Jardim Moreira à RTP, falando em pressões constantes.
«Por defender e falar da pobreza é colocado numa aldeia», frisou, considerando que «este caso tem de ser denunciado, porque não é possível que no Estado português, onde há separação do Estado e da Igreja, não haja liberdade de pregar pela defesa dos pobres e que isso seja penalizado».
«Temos regiões do país onde não é permitido pregar o evangelho, o amor, apontar as mazelas reais», frisou.
O cónego Manuel Martins foi afastado do cargo a 5 de Setembro, segundo decreto do Bispo do Funchal, D. António Carrilho, tendo tomado posse em Machico a 26 do mesmo mês. Foi substituído pelo cónego Vítor dos Reis Franco Gomes.
Na altura, Manuel Martins assegurou que saiu da Sé por razões pessoais, mas agora surge a confirmação das suspeitas levantas então, de que seria por motivos políticos." (In TVI24 on line)
«Na região da Madeira, o meu colega, que era pároco da sé catedral do Funchal, porque falou nas missas da defesa das crianças, dos pobres do Funchal, teve atrás dele uma comissão do Governo do Madeira para investigarem se ele era comunista. Como se nós tivéssemos num país não sei o quê», disse Jardim Moreira à RTP, falando em pressões constantes.
«Por defender e falar da pobreza é colocado numa aldeia», frisou, considerando que «este caso tem de ser denunciado, porque não é possível que no Estado português, onde há separação do Estado e da Igreja, não haja liberdade de pregar pela defesa dos pobres e que isso seja penalizado».
«Temos regiões do país onde não é permitido pregar o evangelho, o amor, apontar as mazelas reais», frisou.
O cónego Manuel Martins foi afastado do cargo a 5 de Setembro, segundo decreto do Bispo do Funchal, D. António Carrilho, tendo tomado posse em Machico a 26 do mesmo mês. Foi substituído pelo cónego Vítor dos Reis Franco Gomes.
Na altura, Manuel Martins assegurou que saiu da Sé por razões pessoais, mas agora surge a confirmação das suspeitas levantas então, de que seria por motivos políticos." (In TVI24 on line)
Claro que nem por sombras nos lembraríamos de questionar fosse Cavaco Silva sobre a qualidade do funcionamento da falta de ar na Madeira, ou algum líder da direita sobre a existência de pobres naquele paraíso democrático, que nos custa o couro e o cabelo.
E relembro a todos os inquietos que, os Bispos reunidos em Fátima para dar palpites sobre a governação, não têm por hábito discutir minudências como a condenação por delito de opinião. Isso só se for no Zimbabwe ou na Venezuela.
Por cá, tal coisa nunca se passou!
Outro que não desampara a loja!
Para quem tinha dúvidas acerca da "presidência para todos os portugueses" e da inabalável "Independência" do aparelho desinformativo, aí está em todo o seu esplendor um discurso irresponsável e que, além de pontapés no próprio estatuto presidencial, não avança qualquer ideia de como se sai da crise. Limita-se a avisar que, adiante, há um precipício! Ganda novidade!
Até o Carvalho da Silva pede mais e melhor!
Talvez dizer aos seus amigos que devolvam a Portugal os milhares de milhões que puseram só este ano nos paraísos fiscais.
Galera com isto tudo!
Enquanto estivermos na área Euro, enquanto os ricos em Portugal consumirem apenas produtos importados e de luxo, jogarem nas bolsas e mandarem tudo o que puderem para os bancos nas "ilhas Cambão", o que é que resta a qualquer governo sério?
O que é que fica para o vulgar povo? E vêm sibilinamente dizer que são muito grandes as diferenças entre ricos e pobres em Portugal! mas que fdp!
E depois uns serventuários dessa gente vêm explicar-nos que " é preciso desenvolver o mercado interno!" PFFFFFFFFF!: Mais Porches, mais BMW, mais contas off-shore, mais viagens de luxo, mais jogadores de bola, mais negócios com sede em paraísos!
Aturar um presidente que intriga, que tem uma agenda reservada e um projecto para si e para os seus comparsas? Que nos intervalos conjura contra o Governo e faz discursos de santo de pau?
Onde estão os milhões dos submarinos?
Os do BPN?
Os perdões fiscais foram dados a quem? E por quem?
As contrapartidas, que mais são "partidas" do que outra coisa? Quem é o responsável por nada se fazer?
Até o Carvalho da Silva pede mais e melhor!
Talvez dizer aos seus amigos que devolvam a Portugal os milhares de milhões que puseram só este ano nos paraísos fiscais.
Galera com isto tudo!
Enquanto estivermos na área Euro, enquanto os ricos em Portugal consumirem apenas produtos importados e de luxo, jogarem nas bolsas e mandarem tudo o que puderem para os bancos nas "ilhas Cambão", o que é que resta a qualquer governo sério?
O que é que fica para o vulgar povo? E vêm sibilinamente dizer que são muito grandes as diferenças entre ricos e pobres em Portugal! mas que fdp!
E depois uns serventuários dessa gente vêm explicar-nos que " é preciso desenvolver o mercado interno!" PFFFFFFFFF!: Mais Porches, mais BMW, mais contas off-shore, mais viagens de luxo, mais jogadores de bola, mais negócios com sede em paraísos!
Aturar um presidente que intriga, que tem uma agenda reservada e um projecto para si e para os seus comparsas? Que nos intervalos conjura contra o Governo e faz discursos de santo de pau?
Onde estão os milhões dos submarinos?
Os do BPN?
Os perdões fiscais foram dados a quem? E por quem?
As contrapartidas, que mais são "partidas" do que outra coisa? Quem é o responsável por nada se fazer?
sexta-feira, janeiro 01, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Este é o Ano Novo que nos aguarda: O Neo-plano circense, ou o País que se lixe!
O plano desta oposição ignara é simples.
Encostado o PS às cordas, detestando-se entre si, eles encostam-se a Belém.
Pode ser que daí, o homem se queira suicidar, e os promova sem avaliação.
Entretanto, prosseguem as medidas para tolher a governação do PS.
A começar claro pelo OE que, se já seria um exercício de grande perícia, passou agora para o nível da magia. Da prestidigitação.
Depois, e dado que nada indica que, nos tempos mais próximos, a actividade privada produza mais empregos que desempregados, a mesma oposição tudo fará para evitar que se realizem os prometidos investimentos públicos. Mesmo que de públicos só tenham a intenção, isso não os interessa nada. Já perderam há muito o seu horizonte ideológico. Querem lá saber se os projectos lançados pelo PS são do interesse nacional e beneficiam também os grandes capitalistas e financeiros. O que é preciso, indispensável e inadiável é destruir este Governo e o Secretário Geral do PS.
O País que se lixe!
Portanto há que tornar inviáveis as obras públicas e incapacitar o Governo de prosseguir uma política de apoio social, aumentando assim o descontentamento social e colher daí o fruto bastardo.
A receita é conhecida e já foi posta no prato de muita gente.
Sabe ao que sabe.
O que sei é que, ao enveredar por esse caminho, ao transaccionar este tipo de mercadoria com o inquilino de Belém, esta oposição e este Presidente apenas têm um plano de poder pessoal em tudo semelhante a uma grande feira de interesses onde não faltam nem os palhaços, nem os carteiristas entre a multidão...
Encostado o PS às cordas, detestando-se entre si, eles encostam-se a Belém.
Pode ser que daí, o homem se queira suicidar, e os promova sem avaliação.
Entretanto, prosseguem as medidas para tolher a governação do PS.
A começar claro pelo OE que, se já seria um exercício de grande perícia, passou agora para o nível da magia. Da prestidigitação.
Depois, e dado que nada indica que, nos tempos mais próximos, a actividade privada produza mais empregos que desempregados, a mesma oposição tudo fará para evitar que se realizem os prometidos investimentos públicos. Mesmo que de públicos só tenham a intenção, isso não os interessa nada. Já perderam há muito o seu horizonte ideológico. Querem lá saber se os projectos lançados pelo PS são do interesse nacional e beneficiam também os grandes capitalistas e financeiros. O que é preciso, indispensável e inadiável é destruir este Governo e o Secretário Geral do PS.
O País que se lixe!
Portanto há que tornar inviáveis as obras públicas e incapacitar o Governo de prosseguir uma política de apoio social, aumentando assim o descontentamento social e colher daí o fruto bastardo.
A receita é conhecida e já foi posta no prato de muita gente.
Sabe ao que sabe.
O que sei é que, ao enveredar por esse caminho, ao transaccionar este tipo de mercadoria com o inquilino de Belém, esta oposição e este Presidente apenas têm um plano de poder pessoal em tudo semelhante a uma grande feira de interesses onde não faltam nem os palhaços, nem os carteiristas entre a multidão...
Ora aqui está um inestimável reforço para muitos tele-jornais
Este blog está em condições de informar, a pedido, as numerosas ofertas de emprego para este add-on ao desempenho de vários apresentadores e comentadores da nossa praça...
Afinal foi o juiz de Aveiro quem cometeu ilegalidades e nulidades jurídicas
De acordo com a decisão do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça quem feriu de morte a instrução do processo Face oculta no que se refere às escutas ao 1º Ministro foi o próprio Juiz de Instrução.
É ler e apreciar:
"O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Noronha do Nascimento, criticou o juiz de instrução de Aveiro, que terá extrapolado as suas funções ao considerar haver indícios do crime de atentado ao Estado de Direito nas escutas entre Armando Vara e José Sócrates, extraídas do processo Face Oculta.
Este é o argumento que Noronha do Nascimento utiliza no seu primeiro despacho, datado de 3 de Setembro, para considerar nulas as primeiras seis conversas entre o primeiro-ministro e o vice-presidente do BCP.
"A decisão do JIC [juiz de instrução criminal] ao retirar consequências de conversações interceptadas em que interveio o primeiro-ministro, valorando e dando sequência a conhecimentos fortuitos revelados por uma conversação, viola as regras de competência material e funcional do artigo 11º, nº 2, alínea b) do Código do Processo Penal, sendo consequentemente nula", lê-se no despacho.
No segundo despacho, o presidente do STJ declara novamente nulas as restantes cinco escutas entre os dois amigos, mas com base noutro argumento: não foi cumprido o prazo de 48 horas para o Ministério Público apresentar as escutas ao juiz de instrução"
Mas isto pode ficar por uma crítica?
Não há nada que esta justiça deva fzaer para se limpar da porcaria que fez?
E qual o valor da indemnização a que Sócrates e Vara têm direito?
A suspeita , pior, os indícios, eram de que teriam atentado contra o Estado de Direito. Coisa irrelevante!
E nada acontece?
Desta forma, com estas garantias individuais, só vai para a política e para o serviço público quem já nada tenha a perder. Nem a vergonha!
É ler e apreciar:
"O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Noronha do Nascimento, criticou o juiz de instrução de Aveiro, que terá extrapolado as suas funções ao considerar haver indícios do crime de atentado ao Estado de Direito nas escutas entre Armando Vara e José Sócrates, extraídas do processo Face Oculta.
Este é o argumento que Noronha do Nascimento utiliza no seu primeiro despacho, datado de 3 de Setembro, para considerar nulas as primeiras seis conversas entre o primeiro-ministro e o vice-presidente do BCP.
"A decisão do JIC [juiz de instrução criminal] ao retirar consequências de conversações interceptadas em que interveio o primeiro-ministro, valorando e dando sequência a conhecimentos fortuitos revelados por uma conversação, viola as regras de competência material e funcional do artigo 11º, nº 2, alínea b) do Código do Processo Penal, sendo consequentemente nula", lê-se no despacho.
No segundo despacho, o presidente do STJ declara novamente nulas as restantes cinco escutas entre os dois amigos, mas com base noutro argumento: não foi cumprido o prazo de 48 horas para o Ministério Público apresentar as escutas ao juiz de instrução"
Mas isto pode ficar por uma crítica?
Não há nada que esta justiça deva fzaer para se limpar da porcaria que fez?
E qual o valor da indemnização a que Sócrates e Vara têm direito?
A suspeita , pior, os indícios, eram de que teriam atentado contra o Estado de Direito. Coisa irrelevante!
E nada acontece?
Desta forma, com estas garantias individuais, só vai para a política e para o serviço público quem já nada tenha a perder. Nem a vergonha!
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Da natureza do Imperialismo. De todos os tempos. E da próxima aventura militar dos EUA.Agora vai ser o Yemen, bem nosso conhecido doutros carnavais...
E para terminar o devir do ano, porque não recorrer à memória e deixarmo-nos de rodriginhos sobre a história do imperialismo?:
"Restava ainda aos portugueses o desafio de destruir o poder árabe no Oceano Índico e, deste modo, fazer gorar as rotas comerciais com Veneza. Embora Afonso de Albuquerque nunca tenha concretizado as suas ambições declaradas - desviar o rio Nilo do Egipto e capturar o túmulo do Profeta Maomé, em Meca-" páginas 158 e seguintes em "A primeira Aldeia Global - Como Portugal Mudou o Mundo" de Martin Page/ Ed. Casa das Letras
" Francisco de Almeida, o primeiro vice-rei, partiu de Lisboa com uma frota de 22 navios. Cerca de 1500 dos 2500 homens a bordo eram soldados fortemente armados e bem protegidos por armaduras. Muitos outros tinham a tarefa de operar os canhões de carregar pela culatra. Encaminharam-se para o entreposto árabe de Kilwa, na costa oriental de África, e metralharam a cidade, durante horas. (..) O emir fugiu com muitos dos seus apoiantes. Os portugueses permaneceram e construiram um forte a partir dos escombros das casas e de outros edifícios que tinham destruído no bombardeamento. A velocidade com que trabalharam foi espantosa. Concluiram a estrutura em 16 dias (...) Instalaram tropa de infantaria no forte e nomearam governador um africano local. Deixaram dois barcos para patrulhar a entrada do porto e afastar os árabes que tentassem aproximar-se."
Já em Mombaça, mais ao norte:
(...) Aqui foram alvejados por canhões que os locais tinham recuperado dos destroços de um navio português abandonado na costa. Os portugueses ripostaram com um bombardeamento impressionante de balas de canhão e archotes acesos, que destruiram a cidade. (...)
Tristão da Cunha foi entretanto enviado de Lisboa com uma larga frota para Socotorá, à entrada do Mar Vermelho onde os portugueses construiram um forte que dominava os estreitos.
Fico por aqui. O resto são atrocidades de todas as qualidades, muito aventureirismo, e uma dose ilimitada de loucura.
Mas, entretanto:
Membros da Al-Qaeda podem chegar aos 300 no Iémen
"Várias centenas de membros da Al-Qaeda são susceptíveis de operar no Iémen e de planear ataques comparáveis à recente tentativa de atentado contra um avião comercial norte-americano, considerou o ministro dos negócios estrangeiros iemenita Abu Bakr Al-Qirbi "
E os americanos já desenvolvem no Yemen uma guerra secreta que ameaça tornar-se na próxima Somália/Afeganistão com os aventureirismos que já conhecemos e apenas fruto de um militarismo que nem o comércio das especiarias justificaria...
Com o Obama ou sem ele, os destinos do imperialismo são inelutáveis!
Esta vai ser a nova frente de combate contra os árabes, leia-se iranianos...
"Restava ainda aos portugueses o desafio de destruir o poder árabe no Oceano Índico e, deste modo, fazer gorar as rotas comerciais com Veneza. Embora Afonso de Albuquerque nunca tenha concretizado as suas ambições declaradas - desviar o rio Nilo do Egipto e capturar o túmulo do Profeta Maomé, em Meca-" páginas 158 e seguintes em "A primeira Aldeia Global - Como Portugal Mudou o Mundo" de Martin Page/ Ed. Casa das Letras
" Francisco de Almeida, o primeiro vice-rei, partiu de Lisboa com uma frota de 22 navios. Cerca de 1500 dos 2500 homens a bordo eram soldados fortemente armados e bem protegidos por armaduras. Muitos outros tinham a tarefa de operar os canhões de carregar pela culatra. Encaminharam-se para o entreposto árabe de Kilwa, na costa oriental de África, e metralharam a cidade, durante horas. (..) O emir fugiu com muitos dos seus apoiantes. Os portugueses permaneceram e construiram um forte a partir dos escombros das casas e de outros edifícios que tinham destruído no bombardeamento. A velocidade com que trabalharam foi espantosa. Concluiram a estrutura em 16 dias (...) Instalaram tropa de infantaria no forte e nomearam governador um africano local. Deixaram dois barcos para patrulhar a entrada do porto e afastar os árabes que tentassem aproximar-se."
Já em Mombaça, mais ao norte:
(...) Aqui foram alvejados por canhões que os locais tinham recuperado dos destroços de um navio português abandonado na costa. Os portugueses ripostaram com um bombardeamento impressionante de balas de canhão e archotes acesos, que destruiram a cidade. (...)
Tristão da Cunha foi entretanto enviado de Lisboa com uma larga frota para Socotorá, à entrada do Mar Vermelho onde os portugueses construiram um forte que dominava os estreitos.
Fico por aqui. O resto são atrocidades de todas as qualidades, muito aventureirismo, e uma dose ilimitada de loucura.
Mas, entretanto:
Membros da Al-Qaeda podem chegar aos 300 no Iémen
"Várias centenas de membros da Al-Qaeda são susceptíveis de operar no Iémen e de planear ataques comparáveis à recente tentativa de atentado contra um avião comercial norte-americano, considerou o ministro dos negócios estrangeiros iemenita Abu Bakr Al-Qirbi "
E os americanos já desenvolvem no Yemen uma guerra secreta que ameaça tornar-se na próxima Somália/Afeganistão com os aventureirismos que já conhecemos e apenas fruto de um militarismo que nem o comércio das especiarias justificaria...
Com o Obama ou sem ele, os destinos do imperialismo são inelutáveis!
Esta vai ser a nova frente de combate contra os árabes, leia-se iranianos...
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Cavaco nas funções de coordenador do Governo e da AR
Ele ainda há coisas dignas da Revista à Portuguesa!
No despacho que promulga o impedimento da entrada em vigor do novo Código dos Regimes Contributivos, Cavaco Silva, o grande-lider, não só explica o que o Governo deve fazer sobre a Segurança Social e as contribuições, mas vai mais longe. O grande-lider avança mesmo como é que o Governo pode tentar dar a volta ao problema que ele acaba de mandar transformar em não-Lei.Até, calcule-se, dá palpites sobre a continuidade em funções do Governo...
Um primor para a galeria da tragi-comédia-cavacal:
"4. A promulgação do presente diploma não impede o Governo de relançar, logo que considere oportuno, a discussão em torno do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, introduzindo os aperfeiçoamentos que considere adequados e abrindo um espaço de discussão aprofundada com os parceiros sociais e com os partidos políticos representados na Assembleia da República. Tal negociação poderá, ainda, alterar a entrada em vigor de uma nova versão do Código.
5. A suspensão da entrada em vigor do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social não exclui, igualmente, a possibilidade de adopção de providências legislativas que, antecipando algumas das reformas previstas, compensem, ainda que parcialmente, os efeitos financeiros associados à perda de receitas que adviriam da disciplina contida neste Código. Designadamente, o Governo não está impedido de introduzir na proposta de Orçamento de Estado para 2010 as alterações aos regimes vigentes que considere necessárias, submetendo-as à negociação própria da lei orçamental"
sábado, dezembro 26, 2009
Para que se entenda das causas e dos efeitos
Os americanos, ao tempo do Lyndon B. Johnson , mandaram bombardear Hanoi sob o pretexto duma inventona mais ou menos forjada e que ficou na História como Os Incidentes no Golfo de Tonquim.
Os mesmos americanos, ao tempo de Reagan, encarregaram-se de mandar bombardear a Líbia por uns alegados líbios estarem envolvidos no derrube de um avião civil em Lockerbie, no reino Unido.
A invasão do Iraque, disse o Bush, foi baseada em fortes indícios de que o Sadam possuia armas que poderiam pôr em causa a paz no mundo. Ou atacar israel...
A invasão e ocupação do Afeganistão, defende igualmente o Obama, assentou na informação de que a Al-Qaeda e os seus líderes, responsáveis pelo 9/11, estariam por lá refugiados.
Acho que podemos aguardar que os americanos se preparam para invadir e ocupar a Grã-Bretanha e a Nigéria pela simples razão de que o atentado falhado ao avião da Delta foi prepretado por um nigeriano que estudou em Londres e onde estabeleceu os necessários conctos e obteve os explosivos com que tentou o ataque do passado dia 24 pp.
Os mesmos americanos, ao tempo de Reagan, encarregaram-se de mandar bombardear a Líbia por uns alegados líbios estarem envolvidos no derrube de um avião civil em Lockerbie, no reino Unido.
A invasão do Iraque, disse o Bush, foi baseada em fortes indícios de que o Sadam possuia armas que poderiam pôr em causa a paz no mundo. Ou atacar israel...
A invasão e ocupação do Afeganistão, defende igualmente o Obama, assentou na informação de que a Al-Qaeda e os seus líderes, responsáveis pelo 9/11, estariam por lá refugiados.
Acho que podemos aguardar que os americanos se preparam para invadir e ocupar a Grã-Bretanha e a Nigéria pela simples razão de que o atentado falhado ao avião da Delta foi prepretado por um nigeriano que estudou em Londres e onde estabeleceu os necessários conctos e obteve os explosivos com que tentou o ataque do passado dia 24 pp.
Acrescentar o quê? A enorme diáspora portuguesa tem exemplos espantosos!
São notícias velhas. Isso passou-se nos anos 80". É desta forma, com genuína modéstia, que Carlos de Mattos arruma a conversa sobre os dois exemplares da estatueta dourada mais cobiçada do mundo da Sétima Arte que guarda na sua casa em Westlake Village, uma pequena cidade no extremo oeste do condado de Los Angeles, na Califórnia. "Foi há tanto tempo que já estão a ficar verdes...", atira com ironia.É, até hoje, o único português premiado com o Óscar da Academia. Recebeu-o, em ambas as ocasiões, na categoria de "Avanço Técnico", pelo pioneirismo dos equipamentos que desenvolveu para cinema: em 1983, pela primeira grua para operar câmaras, utilizada por Steven Spielberg no mítico "ET"; e, três anos mais tarde, por uma câmara activada por controlo remoto que Francis Ford Coppola estreou em "Cotton Club".
Para contar a história de sucesso deste empresário luso-americano de 57 anos é preciso recuar até ao início dos anos 70 do século passado. Nascido em Angola mas criado entre Moçambique (onde viveu até aos 8 anos) e Portugal, Carlos tinha 18 anos quando foi estudar Economia na Universidade Estatal da Califórnia, em Northridge, no coração do vale de S. Fernando (acabaria por licenciar-se em Contabilidade).
A adaptação ao Sul da Califórnia não foi fácil. "Os dois primeiros anos foram mais complicados", admite. "A área de LA é tão imensa que era muito difícil desenvolver um sentimento de vizinhança. Além disso, a maior parte das pessoas não sabia nada sobre Portugal, as suas origens, a história e os costumes. Como me chamo Carlos, julgavam que era mexicano."
Com apenas 19 anos, juntou-se ao amigo Ed Philips e, aproveitando a proximidade dos grandes estúdios, montou, numa pequena garagem, uma empresa de equipamentos para cinema, a Matthews Studio Equipment Inc. Na época, as maiores produções estavam a sair dos estúdios para serem realizadas em diversas localizações, mas cada estúdio tinha equipamentos próprios, o que criava, por vezes, problemas de incompatibilidade. Os jovens empreendedores vislumbraram aqui uma oportunidade e agarraram-na com as duas mãos: apostaram em produzir e aprovar formatos standard de tripés, iluminação e outros equipamentos, que rapidamente se tornaram a escolha de eleição em Hollywood. O êxito foi meteórico. "Chegámos a facturar mais de 100 milhões de dólares (perto de 70 milhões de euros), empregar 460 pessoas e estar cotados na Bolsa de Nova Iorque", recorda o empresário.
Quando o telefone tocou O reconhecimento da Academia chegou na década de 80: primeiro pelo desenvolvimento da "Tulip Crane", a primeira grua para operar câmaras, passível de ser instalada em qualquer lugar. Depois com a "Cam-Remote", uma câmara controlada à distância que conquistou os principais realizadores ao longo de mais de duas décadas.
A ideia de criar a câmara surgiu depois de um operador de televisão ter morrido durante as gravações de um programa. Carlos e o sócio juntaram-se então ao engenheiro Bob Netman para desenhar e produzir um sistema de suporte para câmaras com movimentos controlados à distância. A ideia era alugar o equipamento para rentabilizar a inovação, mas os potenciais clientes acharam o preço demasiado elevado e a "Cam-Remote" não vingou de imediato.
Face à escassez de clientes, a solução encontrada passou por oferecer a utilização do sistema à NBC para a realização de um jogo, recebendo como contrapartida os créditos no final do encontro. Foi o suficiente para o telefone de Carlos tocar no dia seguinte. Do outro lado da linha, uma voz soava estranhamente familiar. Era Francis Ford Coppola, que estava a rodar "Cotton Club" e se tornaria o primeiro cineasta a usar a nova invenção. Seguiu-se o realizador japonês Akira Kurosawa, que a usou em "Ran, os Senhores da Guerra". "Gostou tanto do equipamento que me convidou a mim e à minha mulher para sermos hóspedes dele no Japão", conta Carlos de Mattos.
Uma paixão nascida por causa de Angola
As amizades famosas dentro do círculo de Hollywood não se esgotam em Kurosawa ou Coppola. De Mattos é tido como próximo de Steven Spielberg, George Lucas e até do clã Kennedy, mas é diplomático na resposta. "Todos os realizadores e produtores de excepção que usam os meus equipamentos são meus amigos, desde que sejam justos, criativos, moralmente credíveis e íntegros." A lista de clientes ilustres inclui também James Cameron: o mega-êxito de bilheteira "Titanic", como a maioria dos filmes do realizador, foi todo filmado com equipamento alugado à Matthews Studio Group. O logótipo da empresa está também em filmes como "O Quinto Elemento", de Luc Besson, "Jackie Brown" (Quentin Tarantino), "A Máscara de Zorro" (Martin Campbel ) e "Forrest Gump" (Robert Zemeckis).
Actualmente, De Mattos - que é um dos quase 6000 eleitores da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas que decide, anualmente, os Óscares - preside à CDM Interactive, que detém participações em diversas companhias, incluindo a Cinemills, pioneira no fabrico de iluminação eficiente para cinema e televisão, e a produtora Generation Entertainment.
Com ele, trabalham os três filhos, fruto de um casamento com 34 anos. Uma história que o português recorda com visível orgulho. "Conheci a minha mulher numa loja de arte, onde ela trabalhava. Temos isso em comum: ambos apreciamos a arte", começa a contar. "Comprei uns quadros e quando fui pagar ela viu o meu nome no cartão de crédito e quis saber de onde era. Sem paciência para explicar, uma vez mais, onde é que Portugal ficava no mapa, disse-lhe que era de um país estranho chamado Angola.
Para minha surpresa ela respondeu-me: 'Então é português, porque Angola é uma colónia de Portugal.' Fiquei impressionado por finalmente conhecer alguém da minha idade, e ainda por cima uma jovem tão bonita, que conhecia a história de um país tão pequeno, e para muitos californianos tão estranho, como Portugal. Contou-me que Portugal era o seu país favorito e que tinha acabado de passar lá as férias de Verão. Apaixonei-me de imediato e convidei-a para jantar. O resto é história."
Uma aposta de 700 euros
Apesar de, entretanto, ter adquirido também a cidadania americana e de ter passado mais de dois terços da sua vida nos EUA, De Mattos não esconde o orgulho de ser português. "A minha esposa prometeu-me mil dólares (cerca de 700 euros) se eu conseguir passar um dia sem falar de Portugal, da comida, da música, dos jogadores de futebol ou de qualquer outro assunto relacionado com o país. Tenho que admitir: ainda não ganhei essa aposta."
O "Embaixador de Portugal na Califórnia", como muitos o apelidam, garante que prega as virtudes da sua pátria a todos aqueles com que se cruza, de políticos a actores, produtores, empresários, amigos ou simplesmente vizinhos. Bill Clinton não foi excepção. O então presidente dos EUA convidou duas vezes o português para discursar na Casa Branca e, em ambas as ocasiões, De Mattos fez questão de lembrar as conquistas históricas do seu pequeno país.
(Texto original publicado na Revista Única da edição do Expresso de 24 de Dezembro de 2009)
Mentiras, aventuras militares e muita arrogância são o alfobre de todos os desesperados!
Se a justificação para a invasão do Iraque, está provado!, além duma total mentira, conduziu a um gigantesco erro militar, a política de alianças no Médio Oriente e as aventuras militares em curso, nada conseguem prevenir.
O monstruoso muro de mais de 700 km entre Israel e o segregado povo da Palestima, além de ser uma inutilidade do ponto de vista militar, constitui um agravo e uma provocação aos excluídos e aos desalojados. E estes contam-se por milhões que já nada mais têm a perder.
A devastação completa do Iraque, das suas infraestruturas, social e industrial, política e administrativa, militar e de segurança civil, completada agora por uma retirada militar de consequências internas e externas desconhecidas mas seguramente gravosas para toda a área, o que é que vão produzir senão mais terrorismo, mais actos de desespero?
Se acrescentarmos, a invasão do Afeganistão e a mais que provável ocupação do Paquistão, cujo custo económico-militar há muito ultrapassou a capacidade dos EUA de manter a um nível de alguma efectividade, podemos ficar descansados, o número de desesperados e dos que nada têm a perder cresce todos os dias.
Nem é preciso juntar aqui a esta lista os erros militares, as vítimas colaterais, os governos corruptos, as eleições de comédia, o tráfico e a mútua dependência da droga, o afrontamento religioso, ou a continuada justificação de uma guerra santa contra os infieis.
O quadro está completo e a crise económica internacional deve ser vista no quadro das consequências destas aventuras que vão acabar muito mal.
Principalmente para os que têm algo a perder.
E estes, são os invasores, os que levantam muros, os que enviam exércitos de mercenários, os que fazem negociatas com a guerra, os que detêm a máquina de propaganda internacional e que afinal produzem desesperados a um ritmo que já não controlam.
Um dia destes vamos ser acordados por piores notícias.
Isso é garantido!
O monstruoso muro de mais de 700 km entre Israel e o segregado povo da Palestima, além de ser uma inutilidade do ponto de vista militar, constitui um agravo e uma provocação aos excluídos e aos desalojados. E estes contam-se por milhões que já nada mais têm a perder.
A devastação completa do Iraque, das suas infraestruturas, social e industrial, política e administrativa, militar e de segurança civil, completada agora por uma retirada militar de consequências internas e externas desconhecidas mas seguramente gravosas para toda a área, o que é que vão produzir senão mais terrorismo, mais actos de desespero?
Se acrescentarmos, a invasão do Afeganistão e a mais que provável ocupação do Paquistão, cujo custo económico-militar há muito ultrapassou a capacidade dos EUA de manter a um nível de alguma efectividade, podemos ficar descansados, o número de desesperados e dos que nada têm a perder cresce todos os dias.
Nem é preciso juntar aqui a esta lista os erros militares, as vítimas colaterais, os governos corruptos, as eleições de comédia, o tráfico e a mútua dependência da droga, o afrontamento religioso, ou a continuada justificação de uma guerra santa contra os infieis.
O quadro está completo e a crise económica internacional deve ser vista no quadro das consequências destas aventuras que vão acabar muito mal.
Principalmente para os que têm algo a perder.
E estes, são os invasores, os que levantam muros, os que enviam exércitos de mercenários, os que fazem negociatas com a guerra, os que detêm a máquina de propaganda internacional e que afinal produzem desesperados a um ritmo que já não controlam.
Um dia destes vamos ser acordados por piores notícias.
Isso é garantido!
terça-feira, dezembro 22, 2009
Parece impossível! Pensar autorizar a adopção de crianças por casais do mesmo sexo!
Tenho andado cá a remoer e hoje não me contenho:
Mas quem é esta gente que propõe a adopção de crianças por casais do mesmo sexo? Casados ou solteiros, isso não interessa.
O que interessa são os superiores interesses da criança que a sociedade tem o dever de acolher nos seus mais estremecidos princípios!
Esta gente não tem coração? As crianças precisam do conforto e da segurança que só uma verdadeira família pode dar!
Esta gente não vê como, por todo o lado, abundam os exemplos de crianças com origem em famílias amantíssimas, com tudo para dar, e que são famílias "normalíssimas"?
Estes deputados não lêem jornais e não vêem a televisão?
Hoje foi assim:
Criança internada em Lisboa
Mas quem é esta gente que propõe a adopção de crianças por casais do mesmo sexo? Casados ou solteiros, isso não interessa.
O que interessa são os superiores interesses da criança que a sociedade tem o dever de acolher nos seus mais estremecidos princípios!
Esta gente não tem coração? As crianças precisam do conforto e da segurança que só uma verdadeira família pode dar!
Esta gente não vê como, por todo o lado, abundam os exemplos de crianças com origem em famílias amantíssimas, com tudo para dar, e que são famílias "normalíssimas"?
Estes deputados não lêem jornais e não vêem a televisão?
Hoje foi assim:
Criança internada em Lisboa
Bebé ingere cocaína em casa da avó
Um bebé de apenas treze meses está internado no Hospital D. Estefânia, em Lisboa, desde o dia 11 de Dezembro, por intoxicação com cocaína. A criança estaria em casa dos avós quando ingeriu a droga e foi a mãe que, apercebendo-se da situação quando chegou a casa, pegou no menino e o transportou ao hospital.
A família, residente na capital, tem um longo historial de antecedentes criminais por tráfico e consumo de droga. A avó, que estava naquele dia a tomar conta da criança, já esteve presa pelo crime de tráfico de estupefacientes e o pai abandonou a família, logo à nascença da criança. Há duas semanas, quando ocorreu o incidente, o bebé foi atendido nas Urgências, mas ficou internado no serviço de Pediatria Geral do Hospital, onde vai permanecer até os serviços de assistência social concluírem o processo de avaliação da situação familiar. Não se sabe a quem o bebé vai ser entregue quando tiver alta. Até agora, a mãe tem estado a acompanhar o estado de saúde do menino. Questionado pelo CM, o hospital recusou-se a prestar quaisquer declarações sobre a criança, bem como sobre a evolução da sua saúde.
Venha lá o Santana !
Levantou-se aí uma onda anti-Santana que convém observar melhor...
O PSD está num estado perigosamente terminal e, os do activo, representam o que de pior a política já produziu neste País.
Entre o Santana e o Paulo Rangel, quem preferem?
O Rui Rio ou ...?
O Aguiar Branco ou ...?
O Pacheco? O Pacheco senhores!
O Alberto João ou ...?
O Preto ou ...?
O Passos Coelho ou ...?
A Manuela ou ...?
Venha de lá o Santana que a gente ainda leva muita água a este moinho!
Pelo menos não será nunca um protegé do Cavaco ... e esse sim, é um inimigo que não vai dar quartel!
O PSD está num estado perigosamente terminal e, os do activo, representam o que de pior a política já produziu neste País.
Entre o Santana e o Paulo Rangel, quem preferem?
O Rui Rio ou ...?
O Aguiar Branco ou ...?
O Pacheco? O Pacheco senhores!
O Alberto João ou ...?
O Preto ou ...?
O Passos Coelho ou ...?
A Manuela ou ...?
Venha de lá o Santana que a gente ainda leva muita água a este moinho!
Pelo menos não será nunca um protegé do Cavaco ... e esse sim, é um inimigo que não vai dar quartel!
segunda-feira, dezembro 21, 2009
O Código de Cuoloco III
A guerra está a correr-lhes tão mal ( ou tão bem, dependendo do ponto de vista!) que um General Americano no Iraque, chamado Anthony Cuoloco III, decidiu levar a Tribunal Militar as militares que fiquem grávidas e mais quem as engravidou.
E puni-los, está bem de ver!
O homem é capaz de ter razão.
Claro que umas mentes mais religiosas e fundamentalistas vão querer discutir o direito à vida.
Outros, mais perversos, vão exigir uma vida afectiva "normal", mesmo no Iraque.
Uns, mais pragmáticos, vão sugerir a instauração de prostibulos para-militares, anexos a cada unidade operacional: Uns para eles, outros para elas, que todos têm direito, não é? Até porque está fora de cogitação qualquer contacto com os, ou as, autóctones...
O nome do general é que é daquelas coisas que só acontecem nos exércitos de elite... e raios me partam se não parece provocação aos militares que por opção, pelo menos os masculinos, não devem engravidar...
Vai ser interessante seguir esta história, isso vai!
E puni-los, está bem de ver!
O homem é capaz de ter razão.
Claro que umas mentes mais religiosas e fundamentalistas vão querer discutir o direito à vida.
Outros, mais perversos, vão exigir uma vida afectiva "normal", mesmo no Iraque.
Uns, mais pragmáticos, vão sugerir a instauração de prostibulos para-militares, anexos a cada unidade operacional: Uns para eles, outros para elas, que todos têm direito, não é? Até porque está fora de cogitação qualquer contacto com os, ou as, autóctones...
O nome do general é que é daquelas coisas que só acontecem nos exércitos de elite... e raios me partam se não parece provocação aos militares que por opção, pelo menos os masculinos, não devem engravidar...
Vai ser interessante seguir esta história, isso vai!
quinta-feira, dezembro 17, 2009
quarta-feira, dezembro 16, 2009
E a CGTP nada diz?
Se proviesse num daqueles paraísos do leste, que faneceram, deixando-nos apenas os saudosos orfãos dos amanhãs cantantes, tal notícia não passaria de mera propaganda do imperialismo do capitalismo e da reacção. Quer dizer, tal coisa era impensável numa economia planificadinha, com muita polícia política e sem perturbações de mercado...
Tavez isto explique a mudez da CGTP e aliados, sobre estas golpadas e dos prejuizos causados aos outros contribuintes...
Negócios equitativos, tá-se a ver!

Primeiro, vai-se lá explorar o petróleo numa base de 90% para nós e de 10% para os autóctones.
Depois, paga-se-lhes em notas de dólares que nós imprimimos.
De seguida, dizemos-lhes que devem investir os tais 10% nos nossos próprios empreendimentos, em solo imperial.
Isto assim é que são negócios legítimos e equitativos.
Abaixo portanto o colonialismo, a exploração , o esclavagismo, o comércio triangular, sei lá...
Las Vegas inaugura hotel em parceira com a Dubai World
Vista do hote-casino Aria, no centro de Las Vegas, que é inauguado amanhã. O Aria é a peça principal do projecto CityCenter, da capital do jogo dos EUA, no valor de 8500 milhões de dólares (cerca de 5800 mihões de euros), desenvolvido numa parceira entre a MGM Mirage e a holdind pública Dubai World, que está a tentar negociar com os seus credores uma moratória sobre o pagamento da sua dívida. Através de uma subsidária, detém alguns dos projectos inobiliários mais extravagantes do Dubai.
Depois, paga-se-lhes em notas de dólares que nós imprimimos.
De seguida, dizemos-lhes que devem investir os tais 10% nos nossos próprios empreendimentos, em solo imperial.
Isto assim é que são negócios legítimos e equitativos.
Abaixo portanto o colonialismo, a exploração , o esclavagismo, o comércio triangular, sei lá...
Las Vegas inaugura hotel em parceira com a Dubai World
Vista do hote-casino Aria, no centro de Las Vegas, que é inauguado amanhã. O Aria é a peça principal do projecto CityCenter, da capital do jogo dos EUA, no valor de 8500 milhões de dólares (cerca de 5800 mihões de euros), desenvolvido numa parceira entre a MGM Mirage e a holdind pública Dubai World, que está a tentar negociar com os seus credores uma moratória sobre o pagamento da sua dívida. Através de uma subsidária, detém alguns dos projectos inobiliários mais extravagantes do Dubai.
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