MAIS UMA DAS NEGOCIATAS PSD, VINDAS DO TEMPO DOS 10 ANOS DO SNR SILVA COMO PRIMEIRO MINISTRO : É que tudo lhes serve para enriquecer rapidamente: Até a saúde e a dor dos portugueses...
*O CLAN DUARTE LIMA e o POLVO LARANJA*
COMO CIDADÃO PORTUGUÊS TENS O DEVER CÍVICO DE DIVULGAR MAIS ESTA CANALHICE ou passar a ser apenas um colaborador dos piratas dos negócios sem ética...
*"O POLVO" E A OPERAÇÃO FACE OCULTA COM RABO DE FORA**
1- A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face Oculta foi
redireccionada pela investigação e pelos Media para passar a visar
principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo,
porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN
prometia dar cabo do PSD.
2. Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de uma
torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.
3. O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça
fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o
BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é
sabido. *
*A táctica então escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito
parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar»
a comunicação social ! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o
caso BPN e desviar as atenções.
4. Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água
abaixo.
5. Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de
milhões , amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino
pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena,
concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos
Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los
generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. *
*Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e
não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser ajustado entre os
amigos vendedores e compradores, quiçá com umas comissões a transferir para
a Suíça.
6. Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002
e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha óptimas relações
para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de
homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias
anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos
para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse
como interessado no negócio.
7. Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra
dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca
foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se
der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projecto não será
da responsabilidade do município de Oeiras."
8. Como assim, "mudança de opinião do governo"?
9. Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo
encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava
a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito.
Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições
para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.
10. No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência
foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um
terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista
Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projecto Lima-Isaltino: o
ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova
Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à
frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito
diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E
Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo
Isaltino.
11. Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de
Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de
janeiro de 2008. Desgostado com as críticas malignas do vingativo
Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. *
*Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do
governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a
pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do
projecto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan do seu amigo Duarte
Lima e ao polvo laranja *(ª)*.*
*
É bem possível que essa tenha sido a razão.*
*(ª) - é bom que se entenda que o polvo laranja tem o seu pai no Senhor
Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN, mas o lodo deste senhor é bem
maior !!! Oxalá Portugal fosse uma França !!!*
ESTA, ACABOU!
MAS, …
SE QUERES REVERTER ESTA SITUAÇÃO E VER A JUSTIÇA SENDO FEITA PELA FORÇA DOS CIDADÃOS,
ENTÃO REPASSA PARA TODOS OS TEUS CONTATOS SEM RECEIO DO QUE POSSAM VIR A PENSAR DE TI. Ajuda-os a serem CIDADÃOS, despertando a sua consciência.
terça-feira, janeiro 24, 2012
terça-feira, janeiro 17, 2012
sábado, janeiro 14, 2012
Conversa de café - 23
- ... os professores ainda não viram a matéria...nem a onda que os vai afogar!
- ... ???
- ...é que desta vez tirararm-lhes a Avaliação e o salário, e eles continuam a gostar!
- ... ???
- ...é que desta vez tirararm-lhes a Avaliação e o salário, e eles continuam a gostar!
FIM
quinta-feira, janeiro 12, 2012
A insuportável estupidez da "superioridade" do Império
Serão estes os nossos aliados a distribuir a Democracia entre os povos atrasados?
humilhação e destruição de povos e de nações?
quinta-feira, janeiro 05, 2012
Conversa de café - 22-B
- Os médicos queixam-se dos pobres que passam ao tempo a levar os filhos às urgências do SNS e querem que os internem, tratem e alimentem!
- Palavra? Realmente não me recordo de nenhum médico a queixar-se das doenças dos filhos dos ricos... nos hospitais privados...Devem ser doenças diferentes!
- Palavra? Realmente não me recordo de nenhum médico a queixar-se das doenças dos filhos dos ricos... nos hospitais privados...Devem ser doenças diferentes!
Conversa de café - 22-A
- Os médicos são tão dedicados, tão dedicados aos doentes, que não passam sem lhes telefonar!!
- É? E qual vai ser a lista de espera?... Se é para uma dor de dentes, prima 1, se for para um parto prima 2, se teve um ataque e está em paragem cárdio respiratória há mais de 5 minutos prima O, se o doente é incurável, reze e prima 4, se deixou de ver, e não tem saldo bancário, desligue que temos mais que fazer...Se é para falar com o médico, só para a semana!
- É? E qual vai ser a lista de espera?... Se é para uma dor de dentes, prima 1, se for para um parto prima 2, se teve um ataque e está em paragem cárdio respiratória há mais de 5 minutos prima O, se o doente é incurável, reze e prima 4, se deixou de ver, e não tem saldo bancário, desligue que temos mais que fazer...Se é para falar com o médico, só para a semana!
quarta-feira, janeiro 04, 2012
Conversa de café - 21
quinta-feira, dezembro 29, 2011
Directora-Geral do Orçamento demite-se !
Por discordar do abandono do regime trimestral do controlo orçamental outrora implementado pelo anterior Governo, mas que este brilhante Vitor Gaspar mandou substituir por um extraordinário sistema de controlo por duodécimos, acabando por mandar às malvas o OE2012, acabadinho de ser aprovado..., a Directora-Geral achou chegado o momento para ela passar também de imediato a um regime de defesa do bom senso e da seriedade orçamental em vez de aventuras com compromissos assumidos...
"A diretora-geral do orçamento, apresentou a demissão ao ministro das Finanças, invocando discordâncias com algumas das políticas orçamentais do executivo. A notícia foi dada em primeira mão na edição online do Diário Económico, que adianta que Maria Eugénia Pires já se despediu da sua equipa e vai abandonar o cargo na próxima semana."
"A diretora-geral do orçamento, apresentou a demissão ao ministro das Finanças, invocando discordâncias com algumas das políticas orçamentais do executivo. A notícia foi dada em primeira mão na edição online do Diário Económico, que adianta que Maria Eugénia Pires já se despediu da sua equipa e vai abandonar o cargo na próxima semana."
domingo, dezembro 25, 2011
Conversa de café - 20
- Em Boliqueime levaram o multibanco à hora da consoada!
- Devem estar a juntar a meia-hora diária de trabalho ...em regime de utilização aos domingos e feriados...
- ...!
- Devem estar a juntar a meia-hora diária de trabalho ...em regime de utilização aos domingos e feriados...
- ...!
sábado, dezembro 24, 2011
Conversa de café - 19
- Ouviste o comunicado do PS sobre a venda da EDP ós chinocas?
- ...?
- "Eu que saiba que não está a correr violentamente bem!"
- ...?
- "Eu que saiba que não está a correr violentamente bem!"
FIM
sexta-feira, dezembro 23, 2011
A declaração do PS sobre o investimento chinês deve estar a ser terminada...
Esquecendo que parece haver por aí, uma globalização - aliás iniciada aqui atrasado por um certo povo de esfarrapados, apertados que estavam entre a Espanha e o Mar - oiço e leio as mais descabeladas opiniões, e muito azedume, sobre o recente investimento chinês em Portugal. Tem uma certa graça este tipo de memória selectiva, muitísimo intelectual, que os faz gritar "vamos ser invadidos" e esquecer que, por acaso, este mini-povo conseguiu ocupar território da gigantesca China, durante apenas 450 anos. Ou de que este investimento nos pode aliviar do garrote da UE e do FMI... E já nem se lembram que ainda há menos de um mês a própria UE foi à China solicitar apoio financeiro para o BCE, que aliás lhes foi liminarmente recusado.
Percebe-se bem o despeito e a raiva desses tantos que do alto da sua sabedoria e orientalismo esclarecido, escarnecem dos factos e cospem nos investimentos da impopular China, uma vez que vem apoiar uma das empresas que seguiu as políticas bandeiras do governo de José Sócrates, que investiu nas energias renováveis e na internacionalização. Estou com eles! Também era escusado serem os chineses - a mais vibrante das economias mundiais - a vir dizer ao governo da direita em Lisboa que apreciam, e de que maneira!, as políticas de José Sócrates e que até pagam para ver! Quem disse que a vingança não é um prato frio?
quinta-feira, dezembro 22, 2011
E o novo-PS nada diz?
Back to basics!: A notícia da venda dos 21% da EDP aos chineses é de uma importância igual à chegada do Gama à Índia! E é irónico que àqueles que combateram, e combatem, as energias limpas, lhes caia no regaço uma prenda deste tamanho! José Sócrates estava certo, e o PS deste novo-ciclo , ou lá como se chama, devia sair hoje mesmo com um comunicado a agradecer ao seu anterior líder ter conduzido a EDP no sentido correto que consegue atrair a participação da maior potência mundial em termos demográficos, financeiros e de crescimento sustentado do maior mercado mundial!
Estará este governo de ideólogos da desgraça ao nível do desafio e da gigantesca oportunidade que uma e outra vez desperdiçámos ao longo da História? Como eu gostava de ter uma resposta positiva, e como lamento que à frente desta composição não esteja - como devia estar! - o Homem que teve a visão de apostar nas renováveis e na energia limpa, custasse o que custasse!
Só este povo ignaro para ser capaz de retirar a si próprio o tapete das oportunidades!
Estará este governo de ideólogos da desgraça ao nível do desafio e da gigantesca oportunidade que uma e outra vez desperdiçámos ao longo da História? Como eu gostava de ter uma resposta positiva, e como lamento que à frente desta composição não esteja - como devia estar! - o Homem que teve a visão de apostar nas renováveis e na energia limpa, custasse o que custasse!
Só este povo ignaro para ser capaz de retirar a si próprio o tapete das oportunidades!
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Conversa de café - 18
- Não percebes nada de economia...
- ...?
- O Álvaro até tem razão! Se metade da população emigrar...o Rendimento per Capita passa pro dobro, tás a ver?
- ...?
- O Álvaro até tem razão! Se metade da população emigrar...o Rendimento per Capita passa pro dobro, tás a ver?
Conversa de café - 17
- Isto é o que chamo de democracia mesmo!
- ...?
- Agora não são só os ricos que mandam o cacau prós paraísos! Nós também podemos ir!
- ...?
- Agora não são só os ricos que mandam o cacau prós paraísos! Nós também podemos ir!
FIM
Foi nestes que votaram? Foi para não se preocupar mais?
Pois se no 2º País mais idoso da UE, que acumula défices atrás de défices, que apesar disso tem 75% da sua população a viver em 20% do território, que está por isso transformado numa caricatura populacional, mas que tem o maior número de rotundas e de museus por milhar de habitante..., que tem apenas 35% da população com mais do que 11º ano de escolaridade, que há muito abandonou a Agricultura digna desse nome, não renovou a indústria ou as pescas, que não tem dimensão de mercado para manter um mínimo de Centros de Decisão em Portugal, que há gerações exporta gente desqualificada e aculturada para as cinco partidas do Mundo, que foi incapaz de reformar o seu colonialismo - como todos os outros fizeram - e se tornou um pária da comunidade internacional, que, quando alguém quis mandar que os professores, os médicos e os juizes, trabalhassem mais e melhor, lhes deu com a porta na cara, esse País onde a disparidade de rendimentos nos coloca na Ásia ou na África...não sai para a rua a partir tudo, quando um desses seus escolhidos governantes propõe que emigrem ordeiramente, agora a custo zero, os mais qualificados dos nossos filhos que nos custaram os olhos da cara a criar, este País foi inventado num brain-storm de um hospital psiquiátrico. Isto não existe!Vocês vivem numa coisa que não existe e votaram maioritariamente numa comissão liquidatária para deixar de ter preocupações! Foi?
Para os mais curiosos e para memória futura
http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2011/cr11363.pdf
© 2011 International Monetary Fund December 2011
IMF Country Report No. 11/363
Portugal: Second Review Under the Extended Arrangement
The following documents have been released and are included in this package:
The staff report, prepared by a staff team of the IMF, following discussions that
ended on November 19, 2011 with Portuguese officials on economic developments
and policies. Based on information available at the time of these discussions, the
staff report was completed on December 7, 2011, and discussed by the IMF
Executive Board on December 19, 2011. The views expressed in the staff report are
those of the staff team and do not necessarily reflect the views of the Executive
Board of the IMF.
Letter of Intent*
Memorandum of Economic and Financial Policies*
Technical Memorandum of Understanding*
LOI & Memorandum of Understanding on specific Economic Policy Conditionality
(European Commission and European Central Bank)*
A Press Release summarizing the views of the Executive Board as expressed during
its December 19, 2011 discussion of the Staff Report*
A statement of the Executive Director for Portugal
* These documents will also be released separately and are also included in this report.
The policy of publication of staff reports and other documents allows for the deletion of
market-sensitive information.
Copies of this report are available to the public from
International Monetary Fund ● Publication Services
700 19th Street, N.W. ● Washington, D.C. 20431
Telephone: (202) 623-7430 ● Telefax: (202) 623-7201
E-mail: publications@imf.org ● Internet: http://www.imf.org
International Monetary Fund
Washington, D.C.
INTERNATIONAL MONETARY FUND
PORTUGAL
Second Review Under the Extended Arrangement
Prepared by the European Department in Consultation with Other Departments
Approved by Reza Moghadam and Martin Mühleisen
December 7, 2011
Executive Summary
Program status. On May 20, the IMF approved a SDR 23.742 billion (€26 billion) three-year
arrangement under the Extended Fund Facility (EFF) for Portugal as part of a joint financing
package with the European Union, worth €78 billion. The first and second purchases (total of
SDR 9.078 billion) under the heavily frontloaded arrangement were made on May 24 and
September 14, respectively. The third purchase, available upon completion of the second
review, amounts to SDR 2.425 billion (about €2.8 billion). All quantitative performance
criteria and all structural benchmarks for the second review were met, but the indicative target
on non-accumulation of domestic arrears was breached.
Recent developments and outlook. While the contraction in 2011 will be somewhat milder
than projected earlier, growth has been revised down to -3 percent in 2012, reflecting higher
fiscal adjustment and a weaker external environment. The 2011 fiscal target will likely be met
through the one-off partial transfer of banks’ pension funds, implying a smaller underlying
adjustment. Funding and credit conditions have tightened and additional bank recapitalization
needs will likely require recourse to the bank solvency support facility.
Program discussions and recommendations. The 2012 budget contains bold and concrete
measures, including significant wage cuts. Assuming stringent commitment control, it will
reverse the 2011 slippages. In the financial sector, close monitoring of bank’s deleveraging
plans remains essential to prevent an excessive contraction in private credit. Any public
recapitalization of banks needs to ensure that banks continue to be managed on a commercial
basis. On the structural side progress in reforming the labor market and opening up the
nontradable sector is off to a good start, but more effort is needed to improve competitiveness
in the absence of the previously agreed fiscal devaluation.
Risks. While progress against program targets has been good and there is strong commitment
to the program, headwinds are increasing, and perseverance is essential. The budget targets are
ambitious, putting a premium on strong program implementation; making serious headway in
improving prospects for growth requires concerted efforts to get past vested interest; and the
global market turmoil can potentially further weaken growth, funding conditions, and bank
credit. Overcoming these challenges require continued strong domestic political commitment
and euro-area wide efforts to address the broader sovereign debt crisis.
Mission. Discussions took place during November 7–18 with the Minister of Finance,
Governor of the Bank of Portugal (BdP), and other Cabinet Ministers; staff in the BdP,
ministries and government agencies, and banks. The staff team comprised P. Thomsen (head),
H. Samiei, P. Kunzel, S. Roudet, I. Vladkova Hollar (all EUR), S. Nardin (EXR),
A. Lemgruber (FAD), Y. Liu and D. Chew (LEG), A. Piris (SPR), and O. Frecaut and
C. Verkoren (MCM), and A. Jaeger and M. Souto (Res.Reps). Mr. Cardoso (OED) also
participated in most of the meetings.
2
Contents Page
I. Background .............................................................................................................................3
II. Recent Developments ............................................................................................................3
III. Outlook ................................................................................................................................9
IV. Policy Discussions .............................................................................................................12
A. Fiscal Policy ............................................................................................................12
B. Structural Fiscal Reform .........................................................................................13
C. Financial Sector Policies .........................................................................................15
D. Structural Reform ....................................................................................................17
V. Program Financing, New Measures, and Risks ..................................................................18
VI. Staff Appraisal ...................................................................................................................20
Figures
1.High Frequency Activity Indicators......................................................................................22
2. Balance of Payments ............................................................................................................23
3. Financial Indicators ..............................................................................................................24
4. External Debt Sustainability: Bound Tests ..........................................................................25
5. Debt Sustainability: Bound Tests ...................................................................26
Tables
1. Selected Economic Indicators—Program Baseline .............................................................27
2. General Government Accounts ............................................................................................28
3. General Government Stock Positions ..................................................................................30
4. Public Sector Financing Requirements and Sources ...........................................................31
5. Balance of Payments, 2008–16 ............................................................................................32
6. External financial Requirements and Sources, 2008–16 .....................................................33
7. Selected Financial Indicators of the Banking System, 2007–2011:Q2 ................................34
8. Monetary Survey, 2010–16 ..................................................................................................35
9. External Debt Sustainability Framework, 2006–16 .............................................................36
10. Debt Sustainability Framework, 2007–30 ...............................................37
11. Access and Phasing Under the Extended Arrangement, 2011–14 .....................................38
12. Indicators of Fund Credit ...................................................................................................39
Boxes
1. Transfer of Banks’ Pension Schemes ....................................................................................5
2. Progress with Structural Reform ..........................................................................................10
3. 2012 Budget—Key Measures ..............................................................................................13
Appendices
I. Debt Sustainability Analysis (DSA) .....................................................................................40
II. Letter of Intent .....................................................................................................................46
A1. Memorandum of Economic and Financial Policies...............................................48
A2. Technical Memorandum of Understanding...........................................................62
III. Letter of Intent (European Commission and European Central Bank) ..............................69
A1. Memorandum of Understanding on Specific Economic Policy Conditionality....71
3
-12
-10
-8
-6
-4
-2
0
2
4
6
8
10
2008Q1 2008Q3 2009Q1 2009Q3 2010Q1 2010Q3 2011Q1
Real GDP, Expenditure - Contribution to Growth (yoy percent change)
Consumtion (Public)
Consumption (Private)
Investment (fixed)
Changes in inventories
Exports
Imports
GDP grow th
92
94
96
98
100
102
104
106
108
110
112
92
94
96
98
100
102
104
106
108
110
112
1999Q1 2001Q1 2003Q1 2005Q1 2007Q1 2009Q1 2011Q1
Real harmonised competitiveness indicator:GDP deflators deflated
Real Effect Exchang Rate:ULC-deflated
Real Effect. Exchange Rate-CPI based
Source: European Commission Eurostat; European Central Bank; and IMF
International Financial Statistics.
I. BACKGROUND
1. Portugal’s program has remained broadly on track, but rising stress in Europe
is a serious risk.
End-September performance criteria (on the fiscal deficit, general government debt,
and external arrears) and structural benchmarks for the second review were all met,
although the indicative target on non-accumulation of domestic arrears was breached.
While expenditure slippages have opened up a large fiscal gap in 2011 and the endyear
fiscal target is likely to be met only with the help of partial bank pension
transfers, the projected structural adjustment in the fiscal balance in 2011, at around
3½ percent of GDP, is still significant.
The 2012 outlook for Europe has deteriorated substantially, with growth revised
down by 1¼ percentage points relative to spring forecasts. Substantially higher
capital requirements across Europe, coupled with cuts in exposure to the periphery,
are placing further pressure on banks and the flow of credit. Further negative
spillovers could significantly complicate domestic policy making.
II. RECENT DEVELOPMENTS
2. Economic adjustment has continued, but the contraction in output has been
milder than expected.
Output developments have been
dominated by the large decline in
domestic demand, which subtracted
almost 6 percentage points from year-onyear
growth in the second quarter.
However, delayed fiscal adjustment,
continued strong growth in exports (8.5
percent in real terms in the first half of
2011) and a fall in imports buffered the
impact on overall activity, and the Q3
flash estimate for GDP once again
surprised on the upside. Staff’s revised
growth forecast for 2011, at
-1.6 percent, is now 0.6 percentage points
above projections at the time of the
program request.
Unemployment rose to 12.4 percent in
Q3, from 12.1 in Q2, with youth
unemployment rising from 27 percent to
30 percent. The share of long-term
unemployed stands at 44 percent ( continua)
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IMF Country Report No. 11/363
Portugal: Second Review Under the Extended Arrangement
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ended on November 19, 2011 with Portuguese officials on economic developments
and policies. Based on information available at the time of these discussions, the
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those of the staff team and do not necessarily reflect the views of the Executive
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Letter of Intent*
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Technical Memorandum of Understanding*
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(European Commission and European Central Bank)*
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Prepared by the European Department in Consultation with Other Departments
Approved by Reza Moghadam and Martin Mühleisen
December 7, 2011
Executive Summary
Program status. On May 20, the IMF approved a SDR 23.742 billion (€26 billion) three-year
arrangement under the Extended Fund Facility (EFF) for Portugal as part of a joint financing
package with the European Union, worth €78 billion. The first and second purchases (total of
SDR 9.078 billion) under the heavily frontloaded arrangement were made on May 24 and
September 14, respectively. The third purchase, available upon completion of the second
review, amounts to SDR 2.425 billion (about €2.8 billion). All quantitative performance
criteria and all structural benchmarks for the second review were met, but the indicative target
on non-accumulation of domestic arrears was breached.
Recent developments and outlook. While the contraction in 2011 will be somewhat milder
than projected earlier, growth has been revised down to -3 percent in 2012, reflecting higher
fiscal adjustment and a weaker external environment. The 2011 fiscal target will likely be met
through the one-off partial transfer of banks’ pension funds, implying a smaller underlying
adjustment. Funding and credit conditions have tightened and additional bank recapitalization
needs will likely require recourse to the bank solvency support facility.
Program discussions and recommendations. The 2012 budget contains bold and concrete
measures, including significant wage cuts. Assuming stringent commitment control, it will
reverse the 2011 slippages. In the financial sector, close monitoring of bank’s deleveraging
plans remains essential to prevent an excessive contraction in private credit. Any public
recapitalization of banks needs to ensure that banks continue to be managed on a commercial
basis. On the structural side progress in reforming the labor market and opening up the
nontradable sector is off to a good start, but more effort is needed to improve competitiveness
in the absence of the previously agreed fiscal devaluation.
Risks. While progress against program targets has been good and there is strong commitment
to the program, headwinds are increasing, and perseverance is essential. The budget targets are
ambitious, putting a premium on strong program implementation; making serious headway in
improving prospects for growth requires concerted efforts to get past vested interest; and the
global market turmoil can potentially further weaken growth, funding conditions, and bank
credit. Overcoming these challenges require continued strong domestic political commitment
and euro-area wide efforts to address the broader sovereign debt crisis.
Mission. Discussions took place during November 7–18 with the Minister of Finance,
Governor of the Bank of Portugal (BdP), and other Cabinet Ministers; staff in the BdP,
ministries and government agencies, and banks. The staff team comprised P. Thomsen (head),
H. Samiei, P. Kunzel, S. Roudet, I. Vladkova Hollar (all EUR), S. Nardin (EXR),
A. Lemgruber (FAD), Y. Liu and D. Chew (LEG), A. Piris (SPR), and O. Frecaut and
C. Verkoren (MCM), and A. Jaeger and M. Souto (Res.Reps). Mr. Cardoso (OED) also
participated in most of the meetings.
2
Contents Page
I. Background .............................................................................................................................3
II. Recent Developments ............................................................................................................3
III. Outlook ................................................................................................................................9
IV. Policy Discussions .............................................................................................................12
A. Fiscal Policy ............................................................................................................12
B. Structural Fiscal Reform .........................................................................................13
C. Financial Sector Policies .........................................................................................15
D. Structural Reform ....................................................................................................17
V. Program Financing, New Measures, and Risks ..................................................................18
VI. Staff Appraisal ...................................................................................................................20
Figures
1.High Frequency Activity Indicators......................................................................................22
2. Balance of Payments ............................................................................................................23
3. Financial Indicators ..............................................................................................................24
4. External Debt Sustainability: Bound Tests ..........................................................................25
5. Debt Sustainability: Bound Tests ...................................................................26
Tables
1. Selected Economic Indicators—Program Baseline .............................................................27
2. General Government Accounts ............................................................................................28
3. General Government Stock Positions ..................................................................................30
4. Public Sector Financing Requirements and Sources ...........................................................31
5. Balance of Payments, 2008–16 ............................................................................................32
6. External financial Requirements and Sources, 2008–16 .....................................................33
7. Selected Financial Indicators of the Banking System, 2007–2011:Q2 ................................34
8. Monetary Survey, 2010–16 ..................................................................................................35
9. External Debt Sustainability Framework, 2006–16 .............................................................36
10. Debt Sustainability Framework, 2007–30 ...............................................37
11. Access and Phasing Under the Extended Arrangement, 2011–14 .....................................38
12. Indicators of Fund Credit ...................................................................................................39
Boxes
1. Transfer of Banks’ Pension Schemes ....................................................................................5
2. Progress with Structural Reform ..........................................................................................10
3. 2012 Budget—Key Measures ..............................................................................................13
Appendices
I. Debt Sustainability Analysis (DSA) .....................................................................................40
II. Letter of Intent .....................................................................................................................46
A1. Memorandum of Economic and Financial Policies...............................................48
A2. Technical Memorandum of Understanding...........................................................62
III. Letter of Intent (European Commission and European Central Bank) ..............................69
A1. Memorandum of Understanding on Specific Economic Policy Conditionality....71
3
-12
-10
-8
-6
-4
-2
0
2
4
6
8
10
2008Q1 2008Q3 2009Q1 2009Q3 2010Q1 2010Q3 2011Q1
Real GDP, Expenditure - Contribution to Growth (yoy percent change)
Consumtion (Public)
Consumption (Private)
Investment (fixed)
Changes in inventories
Exports
Imports
GDP grow th
92
94
96
98
100
102
104
106
108
110
112
92
94
96
98
100
102
104
106
108
110
112
1999Q1 2001Q1 2003Q1 2005Q1 2007Q1 2009Q1 2011Q1
Real harmonised competitiveness indicator:GDP deflators deflated
Real Effect Exchang Rate:ULC-deflated
Real Effect. Exchange Rate-CPI based
Source: European Commission Eurostat; European Central Bank; and IMF
International Financial Statistics.
I. BACKGROUND
1. Portugal’s program has remained broadly on track, but rising stress in Europe
is a serious risk.
End-September performance criteria (on the fiscal deficit, general government debt,
and external arrears) and structural benchmarks for the second review were all met,
although the indicative target on non-accumulation of domestic arrears was breached.
While expenditure slippages have opened up a large fiscal gap in 2011 and the endyear
fiscal target is likely to be met only with the help of partial bank pension
transfers, the projected structural adjustment in the fiscal balance in 2011, at around
3½ percent of GDP, is still significant.
The 2012 outlook for Europe has deteriorated substantially, with growth revised
down by 1¼ percentage points relative to spring forecasts. Substantially higher
capital requirements across Europe, coupled with cuts in exposure to the periphery,
are placing further pressure on banks and the flow of credit. Further negative
spillovers could significantly complicate domestic policy making.
II. RECENT DEVELOPMENTS
2. Economic adjustment has continued, but the contraction in output has been
milder than expected.
Output developments have been
dominated by the large decline in
domestic demand, which subtracted
almost 6 percentage points from year-onyear
growth in the second quarter.
However, delayed fiscal adjustment,
continued strong growth in exports (8.5
percent in real terms in the first half of
2011) and a fall in imports buffered the
impact on overall activity, and the Q3
flash estimate for GDP once again
surprised on the upside. Staff’s revised
growth forecast for 2011, at
-1.6 percent, is now 0.6 percentage points
above projections at the time of the
program request.
Unemployment rose to 12.4 percent in
Q3, from 12.1 in Q2, with youth
unemployment rising from 27 percent to
30 percent. The share of long-term
unemployed stands at 44 percent ( continua)
Conversa de café - 16
- O Cavaco agora quer que a UE apoie o desenvolvimento da economia!
- Já o PSD quer exportar os nossos jovens quadros. Deve ser para os outros não se atrasarem!
- Já o PSD quer exportar os nossos jovens quadros. Deve ser para os outros não se atrasarem!
FIM
terça-feira, dezembro 20, 2011
Conversa de café - 15
- Hás-de ver esse filme sobre eleições, o governo, essas coisas!
- Aquele que acaba com os comunistas presos? Prefiro comédias!
- ...?
FIM
segunda-feira, dezembro 19, 2011
Conversa de café - 14
- Isto anda mal nos transportes!
- ....?
- A CP nem paga os salários antes das greves!
- Olha que na TAP é ao contrário! Até ofereceram cota no negócio aos grevistas...
- ....?
- A CP nem paga os salários antes das greves!
- Olha que na TAP é ao contrário! Até ofereceram cota no negócio aos grevistas...
FIM
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