quinta-feira, janeiro 29, 2009

A Portuguesa, outra vez!

Já estou calejado com assassínios mais ou menos a frio.
Já os vi em directo e em diferido.
Com maior ou menor precisão e pontaria.
Aquilo a que estamos a ser sujeitos com o desenterrar de esqueletos e com insinuações tornadas conserva de múmias, é que me suscita a maior das revoltas.
O que esta imprensa de sarjeta está fazer ao País não tem nome, nem paralelo.
E digo, ao País, já que o 1º Ministro, defender-se-á da forma que melhor lhe aprouver e com os meios que a Justiça lhe permitir.
O que estão ao fazer, atabalhoadamente diga-se, é a montagem talvez até internacional duma armadilha sobre a honra e sobre a personalidade que mais tem lutado para tirar o País do círculo vicioso da ignorância, do desemprego, do "nacinal-não-te-rales" e da "patriótica-inveja"!
?Quem beneficia da destruição do melhor governo que Portugal já teve, não sei desde quando?
Quais foram os inimigos prejudicados nos seus interesses por este governo?
Neste momento, até se servem da inesperada ajuda da superioridade moral ( que por acaso não reconheço!) de uns tais ingleses, que sempre nos trataram abaixo de cão!
Tudo serve a esta campanha e a esta gente!
É preciso fazer-lhes frente.
Desmascará-los!
Contra os canhões, marchar, marchar!

3 comentários:

mercador de bits disse...

Não é interessante que a moção de Sócrates ao congresso do PS diga que iria aumentar os impostos aos que mais ganham e passado 2 dias tenha rebentado este caso todo?

Setora disse...

Quanto a governos, tantos tão maus, o que este fez bem foi a organização da propaganda. Bons spins.

Se é a este domínio que se refere para lhe chamar "o melhor", tem razão. Se pretende abranger outros domínios, muito grata lhe ficaria se me esclarecesse da magnífica obra de que não me apercebi.

Aquele mercador de bits tem pensamentos delirantes. Muito imaginativo, sim senhor.

Porfirio Silva disse...

Excertos resumidos de uma entrevista corajosa (de quem a deu). Porque parece que há quem não tenha tido tempo de ouvir Cândida Almeida, por estar tão ocupado a comentá-la.