sexta-feira, dezembro 12, 2008

Agora os srs. Professores têm de aguardar a sua vez. Já tiraram a senha?

Sócrates convoca Conselho de Ministros extraordinário para sábado
O primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje em Bruxelas a realização de um Conselho de Ministros extraordinário no sábado para a aprovação do plano português de resposta à crise financeira e económica. 09:12
• Barroso confirma acordo sobre plano de relançamento de 200 mil milhões de euros00:05
• “A crise está a criar a tempestade perfeita” 00:05
• UE perto de consenso no clima e economia10:10
• Sócrates confirma "boa base de entendimento" sobre plano para relançar a economia europeia12:57
• Sócrates convence líderes a encurtar prazo de adjudicação de projectos públicos de grande envergadura
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E já agora, oh gente!, para os que lhe mandaram rezar missas por alma, a Irlanda comprometeu-se com a realização de um Referendo sério e honesto ( leia-se sem abortos nem falsas neutralidades!) no sentido da Ratificação do Tratado de Lisboa.
E para que conste, foi também aprovado o mais ambicioso plano de defesa do ambiemnte e de controlo de emissõesde CO2!
Por acaso tudo isto sob um forte impulso de Portugal e de Durão Barroso...
Perguntem à Oposição irresponsável e trauliteira o que tem andado a fazer!
Têm andado a tratar de quê?

Agora só falta convencer a D. Manuela...

Sócrates convence líderes a encurtar prazo de adjudicação de projectos públicos de grande envergadura
Os líderes europeus concordaram hoje, em Bruxelas, com uma proposta portuguesa para reduzir provisoriamente, durante 2009 e 2010, de 87 para 30 dias a duração do processo de adjudicação de projectos públicos de grande envergadura, revelou à Lusa fonte comunitária.
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Não eram Obras Públicas, pois não?
Pois não! Eram Obras Inteligentes! ( MFL dixit!)
...as confusões que estes líderes europeus fazem...

É preciso defender a Escola Pública. Os valores da Democracia e os que todos os dias lutam por ela! 3

In Atlântico ( que não pode ser tido como apoiante deste Governo ):


"Simpatizo com o desejo dos professores de uma educação menos burocrática. Mas isso implica necessariamente uma avaliação mais simplificada. E uma gestão mais profissional das escolas.

Implica sobretudo confiança entre professores. ( O link é meu. Está relacionado...)

O lado mais bizarro desta crise foi ver «defensores dos professores» chegarem ao ponto de implicitamente acusarem a generalidade dos professores (se não a questão seria irrelevante) de estarem dispostos a deliberadamente falsificarem a avaliação (as notas) dos alunos ( O link também é de minha autoria. Está mais do que relacionado), para benefício da sua própria avaliação, ou deturparem a avalição de outros colegas! Com defensores destes, quem precisa de inimigos?"
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Acrescentar o quê?

Em busca da Arca do Crédito Político, ou como se pode ser atacado pela amnésia

In Causa Nostra com um forte aplauso:
"PSD-MFL e Guantanamo: ó pra ela...
[Publicado por AG] [Permanent Link]
Diz a LUSA que "a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, lamentou hoje que o Governo não tenha consultado os partidos da oposição sobre o acolhimento de prisioneiros de Guantanamo, afirmando que em política externa é desejável "um consenso entre governo e oposições". Alguém fará o favor de recordar à líder do PSD que o tal consenso em matéria de política externa entre governo e oposições foi ostensivamente mandado às urtigas pelo Executivo que a Dra. Manuela Ferreira Leite integrou e que o Dr. Durão Barroso chefiou, quando decidiu apoiar a invasão do Iraque, contra as oposições e a esmagadora maioria do povo português?Alguém fará o favor de fazer notar à líder do PSD que o tal consensozinho em matéria de política externa foi mandado às urtigas pelo Governo que ela integrou, e que o Dr. Durão Barroso chefiou, quando decidiu dar luz verde à passagem e aterragem em Portugal de aviões fretados pela CIA e de aviões militares americanos carregadinhos de prisioneiros, destinados a Guantanamo e às prisões secretas para onde o Presidente Bush decidiu "deslocalizar" a tortura? Em 2003 e 2004 eu mesma exerci o cargo de Secretária para as Relações Internacionais do PS e garanto que nunca, mas nunca, durante esses anos, o Governo Durão Barroso notificou sequer o maior partido da oposição dos servicinhos que disponibilizava à Administração Bush."
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Quando a Dona Manuela acertar uma, digam-me, tá bem?

É preciso defender a Escola Pública. Os valores da Democracia e os que todos os dias lutam por ela! 2

Setora disse...
"Há mais quem pense como eu e o diga de melhor forma. Cá fica.
Desidério Murcho faz a Perguntinha no “de rerum natura”
Parece-me que uma das perguntas mais relevantes no que respeita à avaliação dos professores é a seguinte:
Com esta ou outra avaliação, ou sem qualquer avaliação, que diferença faz no que respeita à excelência no ensino?
Que diferença faz na qualidade do ensino real, que os estudantes realmente recebem na escola?
E a resposta que me parece plausível é:
“Não faz qualquer diferença relevante”.
Não é com esta ou com outra avaliação que a qualidade do ensino será promovida.
Esta avaliação tem por único objectivo poupar dinheiro, vedando o acesso ao topo da carreira à maior parte dos professores.
E os protestos dos professores têm como única razão de ser a tolice burocrática e kafkiana que o processo de avaliação envolve.
O que realmente conta para promover a qualidade do ensino, contudo, não é abordado.
Nem os dirigentes educativos nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino. Houvesse esse comprometimento, e o debate seria completamente diferente."

Resposta a uma Setora:

Porque o seu comentário é um verdadeiro paradigma da sua posição de classe, tenho o maior gosto em responder-lhe:

Setora,
Deixe-me adivinhar:
Os culpados da Escola Pública estar como está, e dos srs professores não quererem ser avaliados, tal como diz, é dos diferentes ministros, dos pais, e da sociedade.
Nada disto é com os professores: Eles são todos excelentes, e doutra galáxia.
Viu? Foi fácil!
Primeiro foram os governos que deram de ombros. O assunto não era com eles.
Eles faziam óptimos programas, destribuiam o nosso dinheiro por tudo o que era capela e reivindincação, acabavam tranquilamente com qualquer exigência, a começar exactamente nos professores corporativizados e a acabar nos destinatários da educação: as crianças e jovens, e que cada um tratasse de si.
Os que tivessem dinheiro e ânimo para entender a necessidade da educação e da aprendizagem , esses, as famílias ( as boas , claro!) salvavam-se da ignorância.
Os outros?
Quais outros?
Ah!, esses! Bom, esses podiam ser divididos em vários grupos, que sempre coloriam a sociedade. Os polícias, os ladrões ( esses não, os outros!), os ciganos, os do interior, os emigrantes analfabetos, os empresários com a 4ª classe, os eleitores manipuláveis pela ICR, os devotos de Fátima, as mulheres espancadas e mortas, as casas mais ou menos pias.
Quer mais, senhora professora? Era disto que gostava? É disto que tem saudades? Dos eleitores semi-analfabetos que se arrebanham com bolos e nas feiras? Com electrodomésticos e com garraiadas madeirenses? É esta democracia que a reconforta? Se é, tenha paciência, vá escrever para o seu blog. Aproveite enquanto houver quem a saiba ler...
Mas o que é notável, o que arrepia numa professora, é que nem se dá conta do que escreve àcerca dos seus pares: Que eles não estão, nem nunca estiveram preocupados como ensino: " nem os professores estão genuinamente comprometidos com a tentativa de melhorar o ensino"
O que é que quer que lhe diga? A Setora Eugénia Prata Pinheiro tira-me as palavras do teclado...
PS- Não se "ofenda" com a etiqueta PCP. Ela refere apenas os agitadores e os oportunistas que esperam colher os frutos podres do "quanto pior, melhor!" e cavalgar a onda dos desmiolados. Não será o seu caso!
Atentamente!

quinta-feira, dezembro 11, 2008

É preciso defender a Escola Pública. Os valores da Democracia e os que todos os dias lutam por ela!

Aconselho:
http://quemtemmedodaavaliacao.blogspot.com/

O tal Guinote vai tirando a máscara e o que vemos é nojento!

http://educar.wordpress.com/2008/12/10/manifesto-anti-%e2%80%93-jose-jorge-lemos-e-lourdes-ld%c2%aa/
Posted by Paulo Guinote under Deixa-me Rir, Manifesto
Um país que consente deixar-se amesquinhar por governantes a fazer de conta é um país que nunca o foi! É uma corja de indigentes, de indignos e de cegos! É uma teia de aranhões e um bando de covardes!
Um país com um José, um Lemos , um Jorge e uma Lurdes a mandar na Educação é um barco desgovernado, uma capoeira sem galo, uma universidade Lusíada!
O Zé é um mentiroso ! o Lemos é um gazeteiro! O Jorge é revanchista! A Lurdes é neofascista!
O Zé é um guterrista degenerado, mal agradecido e tem a mania!
O Lemos saberá vestir-se, saberá calçar-se, saberá lavar-se, saberá tudo menos ser secretário de Estado.
O Jorge pesca tanto de Educação como de dar aulas!
A Lurdes é habilidosa mas usa roupa de feira!
A Lurdes é Lurdes!
A Lurdes é uma Maria vai c’o as outras!
Não é preciso ir p’ra Ministra p’ra se ser pantomineira. Basta ser pantomineira!
Não é preciso fingir-se de ferro quando se é feita de palha. E a Lurdes é feita de palha!
Ponham um fósforo na Lurdes e vejam. Arde em trinta segundos!
A Lurdes nasceu p’ra engordar depressa . P’ra ser sisuda e frustrada. Não foi p’ra ser Ministra!
A Lurdes deita p’ra fora o que já sabemos que vai sair!
Em génio a Lurdes é zero ; E em talento é abaixo de zero!
A Lurdes é quase horrorosa e cheira a perfume LeclerK!
A Lurdes não tem consciência. Ou se a tem não está limpa. É a vergonha dos professores universitários e dos licenciados em sociologia!
E ainda há quem a admire, quem lhe estenda a mão e quem lhe lave a roupa!
E ainda há quem duvide que a Lurdes não sabe nada, não vale nada, não é inteligente, nem esperta, nem zero!
Não queiram ser arrogantes como a Lurdes! Sejam apenas arrogantes, se tiverem que ser arrogantes.
Se forem mais que arrogantes já são quase como a Lurdes e não vos ficará bem.
Sorriam, sejam felizes! Deixem a Lurdes ser sisuda sozinha!
Não a queiram! Não a amem! Não a tolerem!
Deixem-na ser quem é sozinha! Dentro de casa, de porta fechada!
E tranquem-lhe bem a porta!
A Lurdes está cheia de tudo o que é mau p’ró Ensino e pode contaminar!
Tirem a Lurdes dali. Depressa que posso perder a cabeça!
ASSINA: Ana Maria Saudade de Guterres
Cunha Ribeiro
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Aqueles que acolhem este tipo de textos, e os acarinham e os não desprezam, o que é que esperam aconteça se um dia encontrarem um pai, um avô, que se tenha ofendido com esta qualidade civilizacional?
Com este esterco filosofal?
Se me pergunatrem com bons modos, eu informo! Se me encontrarem, garanto que se recordarão da expressão da minha admiração!
Entretanto sugiro uma nova leitura do "magnífico" texto feito e apoiado por professores deste país!
por professores que exigem ser ouvidos e respeitados!
Vá releiam!

Mesmo as visitas ao Zoo podem ter o seu lado educativo

Via Câmara Corporativa, sem mais comentários.
Cada um faça os seus. Se desejarem enviem-mos.
Ando a fazer uma colecção.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Carta aberta aos Srs. Professores que se sentem visados por este blogue

Depois de escrever o título deste post mudei de ideias.
É uma das prerrogativas dos autores. Dos que dão a cara. Daqueles que não se escondem atrás de anonimatos mais cómodos.
Mudei de ideias.
Vou mas é dirigir-me aos que nunca sentiram que as minhas críticas os visassem.
Quer dizer, hoje escrevo aos bons professores, aos que como alguns dos meus familiares, tudo deram à Escola Pública.
Escrevo até aos que a Pide retirou o Diploma de professor por perigosidade cívica. Sem julgamento e sem acusação.
Escrevo a uma velhinha de 80 anos que juntava as sopeiras do prédio , altas horas da noite, para lhes ensinar a Cartilha do João de Deus até adormecerem, todas, por cima da mesa da cozinha...
Escrevo a todos os outros que durante anos a fio deram o que tinham de melhor aos seus alunos.
Sem atender a quaisquer outros valores. Apenas os alunos. Sem atender às suas origem de classe e ao atraso relativo em que se encontravam.
Escrevo aos que de noite, andando em transportes públicos, tentaram que alunos adultos lessem uma notícia de jornal e a percebessem. Isto não foi em Angola nem em Cabo Verde, foi em Azeitão. Também não foi em 1930. Não. Foi em 1992 ou 1993..
Escrevo aos que se incomodam com o atraso nacional. Escrevo aos que não se revêem nos professores carreiristas, nos que faltam metade do ano, nos que saem em arruaças e que insultam, a esmo, a Ministra e o Governo legítimo, dos que tudo exigem e pouco dão.
Escrevo aos professores dedicados e aos que tomaram a sua profissão como um "metier", uma coisa onde deixam a pele, todos os dias.
Aos que ensinam aprendendo, e que respeitam as hierarquias e se fazem respeitar.
Só estes professores me motivam, e a eles dedico algumas das minhas fracas capacidades neste blog.
Os outros, que me desculpem, mas há por aí muito blog onde se podem rever, aqueles onde sobram os insultos e sobejam os seus apaniguados, abundam os denunciantes, amontoam-se os que querem manter este País na cauda da Europa. À custa do contribuinte e das nossas crianças.
Eu fico pelos primeiros!
É que, como diz Saramago, até o Salvador declarou que não trazia a salvação, mas apenas a espada!

terça-feira, dezembro 09, 2008

A Igreja, os professores e os números. Ou como se faz um monstro

Que tal uma visita à Velhice do Padre Eterno?
A Guerra Junqueiro?
A "Como se faz um monstro"? Ora vamos lá:

Como ninguém ignora, os sórdidos palhaços
Compram, roubam às mães as loiras criancinhas,
Torcem-lhes o pescoço, as mãos, os pés, os braços,
Transformam-lhes num junco elástico as espinhas,
E exibem-nas depois nos palcos das barracas,
Dando saltos mortais e devorando facas
Ante o espanto imbecil da ingénua multidão;
E para lhes cobrir a lividez plangente
Costumam-lhes pintar carnavalescamente
Na face de alvaiade, um rir de vermelhão.
Também o jesuitismo hipócrita-romano,
Palhaço clerical, anda pelos caminhos
A comprar, a furtar, assim como um cigano,
As crianças às mães, os rouxinóis aos ninhos.
Vão levá-las depois ao negro seminário,
Às terríveis galés, ao sacro matadoiro,
E escondem-nas da luz, assim como o usurário
Esconde também dela os seus punhados d'oiro.
Dentro da estupidez e da superstição,
Casamata da fé, guardam-lhes a razão,
A análise, esse forte e venenoso fluido,
Que, andando em liberdade, ao mínimo descuido
Poderia estoirar com trágica explosão.
O que o palhaço faz ao corpo da criança,
Fazem-lho à alma, até que dela reste enfim,
Em lugar do histrião que nas barracas dança,
O pobre missionário, o inútil manequim,
O histrião que nos prega a bem-aventurança
A murros de missal e a roncos de latim.
As almas infantis são brandas como a neve,
São pérolas de leite em urnas virginais:
Tudo quanto se grava e quanto ali se escreve,
Cristaliza em seguida e não se apaga mais.
Desta forma, consegue o astucioso clero
Transformar, de repente, uma criança loira
Num pássaro nocturno estúpido e sincero.
É abrir-lhe na cabeça a golpes de tesoira
A marca industrial do fabricante um zero!

Ainda não é bem um milagre....mas para já não me parece nada mal...

Eu não vos dizia que, afinal, sempre era um problema de comunicação? Uma questão do foro médico?:
Segundo transcreve , todo animado, o ProfAvaliação, os representantes sindicais foram a Fátima ter com as autoridades que são responsáveis por séculos de obscurantismo, milhares de mortos e de muita queima de livros, e para quê?
Para que os apoiem na luta contra as autoridades legítimas e contra uma política de Escola Pública, laica, independente e democrática.
Tudo assuntos sobre os quais os bispos católicos são naturais autoridades:
IGREJA CATÓLICA DEFENDE QUE A VOZ DOS PROFESSORES TEM QUE SER OUVIDA
"O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), padre Manuel Morujão, afirmou hoje que existem "problemas de audição" na Educação, defendendo que a voz dos professores tem de ser ouvida.
"Tem havido problemas de audição, de ouvir as vozes que gritaram forte e, certamente, não gritaram tanto contra, mas em favor de um melhor projecto de educação", afirmou o responsável no final de uma reunião que juntou o presidente da CEP, D.Jorge Ortiga, e representantes de oito dos onze sindicatos que integram a Plataforma Sindical dos Professores.
O secretário da CEP reconheceu que se sente um "mal-estar profundo" na Educação, que não se circunscreve ao modelo de avaliação dos professores ou à carreira docente, bastando para o reconhecer "abrir os olhos, os ouvidos e o coração".Fonte
: RTP1, 9/12/08

Comentário ( da mesma origem, diga-se!)
Estas palavras amigas do porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa são boas de ouvir. Eu esperava estas palavras. Ao longo desta longa luta, a Igreja Católica esteve sempre do lado dos professores. A Igreja Católica sabe do que fala. É a instituição mais antiga no ramo da Educação. Criou e gere os melhores colégios e universidades do Mundo. É com atitudes destas que a Igreja Católica toca os nossos corações. Sabemos que não toca os corações empedernidos dos nossos governantes. Pois eles até mandaram retirar os crucifixos das escolas. E essa foi mais uma prova da sua desumanidade. Porque é de desumanidade que se trata quando se fustiga e maltrata um grupo profissional constituído, esmagadoramente, por mulheres e mães. Dificilmente, serão perdoados.
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fico mesmo comovido com esta tirada apologética do fundamentalismo religioso, do sectarismo anti-Constituição, Lei que os professores, deviam, tinham obrigação de respeitar!
Mas que estranhas, espúrias alianças entre a mais do que reaccionária Igreja Portuguesa e estes sindicalistas proto-marxistas...todos a olhar para o OGE e para futuros cheques-aluno!
Vão, vão por aí que o povo vos agradecerá! De joelhos!

Por este andar....

Aqui há uns meses escrevi que por este andar o PS nem precisa de gastar dinheiro em campanha eleitoral. E estava longe de imaginar no que se iriam tranformar a direita trauliteira e a esquerda irresponsável...
Capacidade de síntese é o que mais invejo neste autor. Escreve o Eduardo Pitta:

"Afinal de contas, se a rua tivesse tradução em votos, o PCP teria ganho as eleições em 1975, em 1976, etc. Não ganhou. Em 30 e tal anos de eleições, o mais que conseguiu foi assegurar o 3.º lugar. A realidade não se confunde com a opinião publicada ou com campanhas corporativas de agit-prop. O espanto com as sondagens apenas prova que muita gente vive na lua. "

A Plataforma Sindical foi a Fátima pedir algum milagre ?

Das últimas coisas de que estávamos à espera, depois da surpreendente inexistência do Inferno, seria ver a Fenprof/CGTP/PCP irem a Fátima, implorar por milagres.
Depois de ouvirmos os bispos mandarem recados ao Ministério da Educação para que "abram os olhos e os ouvidos", ficamos informados que o aguardado milagre desta vez é do foro da oftalmologia e da otorrinolaringologia. Coisa ligada às novas tecnologias, à multimedia portanto...
Mas, como este País se está transformar no maior "desmentideiro" do Planeta, o Mário Nogueira também disse que não tinham lá ido a pedir qq apoio da Igreja. Claro que não! Quem é que acredita numa atoarda dessas?
Fico tão descansado com este desmentido, como com os do Dias Loureiro, ou dos árbitros da Liga do futebol, ou do comunicado do PR sobre as suas contas bancárias.
Ele ainda há coisas em que se pode confiar. Coisas tranquilizantes! Milagres!

Guilherme Silva e a assiduidade dos Srs. Deputados

Em directo no Forum da TSF - nem tudo corre pelo melhor nesta coisa dos directos...- O Ex-lider da bancada do PSD, grande tribuno insular e notável representante do povo, acaba de relativizar as faltas dos Deputados, uma vez "que não residem em Lisboa" e, notem, "têm família a quem se juntam sempre que possível"!
Tratou também de comparar os seus colegas de Bancada a alunos de um colégio que o líder Paulo Rangel não teria a obrigação de controlar e de punir...
Mas a cereja no cimo do bolo estava reservada para o que sugere seja o trabalho na Assemblei da República: Que os plenários e votações tenham lugar apenas às terças, quartas e quintas-feiras evitando-se assim as faltas "ligadas aos fins-de-semana.
Quer dizer o PSD pensa que os Deputados devem ser pagos principescamente por três dias de trabalho por semana. Isto dá 156 dias de trabalho, a que se devem descontar os feriados que calhem entre a 3ª e a 5ª feira, mais as férias regimentais e as muito prováveis doenças profissionais, e as ausências por "trabalho político".
Guilherme Silva deve estar a brincar com o serviço! E a precisar de uma Avaliação do desempenho, com consequências no prosseguimento da carreira...

A opinião publicada começa a dar-se conta do logro...

In Correio da Manhã:
Estado do Sítio
É só fumaça
O espectáculo dado por professores, sindicatos e oposição é profundamente lamentável. Neste filme de terceira ou quarta categoria é lamentável que a discussão gire, mais uma vez, em torno dos professores. Nesta monumental encenação, em que até uma grande parte da Comunicação Social e dos que fazem opinião colaboram activamente, é lamentável que os utentes ou clientes da escola pública sejam pura e simplesmente ignorados.


Neste forró de mentiras, é lamentável que os pais e os alunos não sejam os principais actores de uma história triste, recheada de insucessos, abandonos e falta de qualidade, características marcantes do ensino público nestes 34 anos de Democracia. O Ministério da Educação e a ministra da Educação têm razão. E seria um verdadeiro desastre se José Sócrates repetisse na Educação o que fez há poucos meses na Saúde a troco de uns bons milhares de votos de professores e respectivas famílias.

Maria de Lurdes Rodrigues revelou-se uma excelente ministra. Com erros, obviamente. Mas mostrou que tem coragem e, mais do que isso, procurou e procura pôr os interesses de pais e alunos à frente dos chamados direitos adquiridos dos professores. As manifestações, as greves, as vigílias, o folclore montado pelos sindicatos têm pouco a ver com a avaliação. A guerra prometida pela Fenprof tem a ver com o Estatuto da Carreira Docente, com a distinção entre professores titulares e não-titulares, com as aulas de substituição, com mais trabalho e mais horas dos professores nas escolas. Depois vem a avaliação, o modelo e principalmente o facto de os resultados influenciarem a carreira dos docentes.

É tudo isto que está em causa, é tudo isto que os sindicatos e os professores não querem. Maria de Lurdes Rodrigues tenta pôr a escola pública ao serviço dos pais e dos alunos. Os professores, sindicatos e uma oposição cada vez mais lamentável querem voltar a um passado recente em que os alunos apenas serviam para perturbar as masturbações pedagógicas dos professores que transformaram a escola pública em algo muito pouco recomendável.

É por isso que, neste sítio pobre, manhoso, hipócrita e cada vez mais mal frequentado, uma mulher como Maria de Lurdes Rodrigues faz falta. Pelo exemplo, pela coragem e pela capacidade de fazer reformas indispensáveis contra uma corporação que ao longo de anos e anos se habituou a mandar no Ministério da 5 de Outubro e na escola pública.

António Ribeiro Ferreira, Jornalista
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Dá ideia que a opinião publicada começa a dar-se conta da captura que os partidos da esquerda irresponsável fizeram do descontentamento atávico de uma parte significativa dos professores muito bem instalados nas mordomias da corporação e felizes com os péssimos resultados da Escola Pública.
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Claro que, como bons democratas e excelentes cidadãos, deixaram já estas pérolas no rosário da cx de comentários de um dos seus blogs de estimação:
Anónimo disse...
Não me importo de fazer um "broche pedagógico" ao Sr. A.R.F.,desde que ele prometa que não torna a dizer tantos disparates de uma só vez!
8 de Dezembro de 2008 20:21
Anónimo disse...
Este senhor jornalista devia ser responsabilizado pelos disparates que escreve!...E avaliado por isso...já agora...
8 de Dezembro de 2008 20:47
José Silva, professor disse...
Mas o que se podia esperar de um cretino como aquele?Onde é que ele viu (ou melhor, leu) o que a ministra sabe sobre educação?Copiar modelos estafados é fácil e acessível a qualquer uma.
8 de Dezembro de 2008 21:33

JFrade disse...
E eu, que sou ingénuo, pergunto: ao serviço de quem estará este António R. Ferreira? Cuidado! Se me disserem que é ao lado dos Pais ou dos Alunos solto uma data de palavrões, daqueles que fazem corar um carroceiro...JFrade
8 de Dezembro de 2008 21:36
Spiritwolf disse...
Vão lá deixar os vossos comentários, eu já lá fui e até estou curioso de saber se a censura ainda existe.
8 de Dezembro de 2008 21:53
Anónimo disse...
A censura existe,sim.Deixei lá o meu (anónimo 20:21) e não foi publicado.Cambada de cretinos!
8 de Dezembro de 2008 22:01
Anónimo disse...
Notem a ironia/cretinice: antes de deixarmos um comentário ao artigo,avisam-nos de que serão excluídos todos os conteúdos racistas, xenófobos, difamatórios e atentatórios da boa imagem dos visados.Não obstante,publicam um artigo com aquele teor...
8 de Dezembro de 2008 22:08
Anónimo disse...
Tá aqui tá na cama com a Lurdes. Por este andar, e com tanto frete que lhe tem feito, a Rodrigues deve estar cheia de cio. Agora a sério: por quem é que este ARF se toma? Mesmo noutros assuntos é de uma debilidade mental muito grande. É assim muito rasteirinho, coitado. Ah! E totalmente desprovido de alternativas qualquer que seja o assunto, repito! Deve ser o comentador mais económico e previsível que o CM tem. Faz jus ao pasquim. Está muito bem rodeado com todo aquele ramalhete de Sangue, Sexo e Escandaleira. Cada crónica (?) é uma mão cheia de arrotos de pescada...
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É esta gente que diz ter razões de queixa da Ministra e de serem tratados com desrespeito e com falta de educação....

segunda-feira, dezembro 08, 2008

A Miséria do nosso Descontentamento, parte 2

Já percebo agora a já famosa tirada sobre quem é que quer a guerra com o Ministério da Educação...

A Educação do seu umbigo, No seu melhor!

Do prof Guinote que costuma representar os que criticam a Ministra da Educação, que vai aos "Prós e aos Contras", que dirige um blog de ataque às reformas na Educação, que diz defender a Escola do antigamente e que dá abrigo a todo o disparate desde que venha rotulado de ataque à Ministra e ao Governo, deveria ter mais cuidado com o que aparece por lá escrito ,não sei se por ele se por outros professores, de cujo saber só espíritos muito mesquinhos, se atrevem a duvidar:
Uma pérola daquele rosário:
"Paulo:
Um exemplo, creio que evidente, da estratégia de actuação do ME. Não está, nunca esteve e não estará nunca, de boa-fé!
É imprescindível resistir! Haveremos de conseguir!
A pressão vai aumentar e é fundamental a informação e divulgação do maior nº possível de situações com que nos poderemos deparar. Se considerar colocar no blogue peço-lhe que não seja possível identificar a escola e assinatura do executivo (que tentei tornar ilegível), que por enquanto e num clima de liberdade não tem colocado entraves ou obstáculos às reuniões e moções dos professores.
Atenciosamente,
J.F.
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É verdade : Haveremos de conseguir!
É caso para duvidar que lá cheguem...
Isto para não entrar noutras análises a este magnífico naco de prosa. Se por acaso sentirem alguma dificuldade de interpretação no que está escrito, tenham paciência que os professores andam agora ocupados com outros assuntos....

domingo, dezembro 07, 2008

O BE ao ataque do sindicalismo do PCP...

ÚLTIMA HORA
"RESOLUÇÃO" DA REUNIÃO EM LEIRIA DE REPRESENTANTES DE 100 ESCOLAS

"Os professores reunidos no Encontro Nacional das Escolas em Luta aprovaram hoje (6/12/08), por maioria, uma proposta na qual exigem que qualquer acordo entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores seja objecto de um referendo."
A única coisa que pedimos é que os sindicatos auscultem e interpretem adequadamente o sentir dos professores", justificou o coordenador do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MMUP), Ilídio Trindade, no final do encontro que reuniu em Leiria cerca de 150 professores representantes de uma centena de escolas de todo o país.
Na ocasião, Ilídio Trindade lembrou que "os sindicatos existem porque existem professores", reiterando:
"É indispensável que os sindicatos representem o verdadeiro sentir dos professores".
"A única coisa que pedimos é que os sindicatos auscultem e interpretem adequadamente o sentir dos professores", justificou o coordenador do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MMUP), Ilídio Trindade, no final do encontro que reuniu em Leiria cerca de 150 professores representantes de uma centena de escolas de todo o país.
Na ocasião, Ilídio Trindade lembrou que "os sindicatos existem porque existem professores", reiterando: "É indispensável que os sindicatos representem o verdadeiro sentir dos professores". Pela minha parte considero que seria loucura neste momento escamotear o trabalho de mobilização dos sindicatos e entrar em rota de colisão com eles. Mas a verdade é que desde o entendimento com o ME (e quem conhece o modo de actuação dos sindicatos, nomeadamente a Fenprof) os professores estão sempre suspensos do mesmo anti-clímax que se deu após a assimatura do famigerado memorando. E actualmente há medo, muito medo nas escolas. Um medo que urge desdramatizar, fruto das pressões e chantagens que todos os dias os professores e os Conselhos Executivos sofrem, e também da actuação de uns quantos, poucos a que saiu a sorte grande e se sentem entronizados.
A luta dos professores ultrapassa hoje em dia largamente o enquadramento sindical e urge iniciar um movimento de reforma dos próprios sindicatos, exigir a extinção da maioria deles e rejuvenescê-los.
Para isso é preciso fazer um debate político sério, democrático e desincrustrar os dinossaurios do aparelho sindical, dando lugar aos novos. Há que também desmascarar dentro das escolas os 'adesivos' que dizem que estão contra o modelo mas que andam num afã frenético para o tentar implementar. São os seguidistas do costumo sempre dispostos a tirar vantagem de situações pantanosas como esta."
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Isto é apenas uma das pérolas num rosário da solidariedade, da união de classe e da inter-confiança entre os membros da agitpro cuja organização reflecte em muito, o carácter e os valores que acarinham e protegem.
Um grande contributo para a longa lista dos que exigem ser ouvidos, em profundo respeito, pelo ME, na qualidade de interlocutores válidos

E que tal um momento mais intimista? Talvez até uma oração?

Um grupo de professores acabou de me fazer chegar um belo texto para meditar:

Aproveitando este alto momento de UNIÃO DOS PROFESSORES, e fazendo jus à nossa tradição cristã, propomos um acto de profundo arrependimento.
Eu, pecador, me confesso:
Por ter contribuído para a eleição de um Conselho Executivo que exerce com arbitrariedade o seu mandato e em quem não confio nada;
Ter eleito para coordenador do meu Grupo Disciplinar um professor, um colega, em quem agora, não reconheço competência para me avaliar;
Ter sido incapaz de aprender com os outros colegas, reconhecendo as minhas fraquezas;
Não ter alertado o meu colega do lado – que eu sabia não estar a desempenhar com responsabilidade o seu mandato – para o seu dever de melhorar a sua prestação profissional;
Ter esquecido os meus deveres para com a Escola Pública, reprovando, ano após ano, os meus alunos, tranquilamente, sem cuidar perceber quais as suas reais dificuldades.
Prometo corrigir os meus erros por todas as formas ao meu alcance, nomeadamente:
Participando em todas as reuniões, manifestações e greves para declarar, bem alto:
A AVALIAÇÃO É INDISPENSÁVEL PARA MELHORAR A ESCOLA PÚBLICA!
DEVO RESPONDER PELOS RESULTADOS OBTIDOS PELOS MEUS ALUNOS, DEIXANDO CLARO O TRABALHO POR MIM REALIZADO!
QUERO QUE ME AJUDEM A REFLECTIR SOBRE O TRABALHO QUE FAÇO, OBSERVANDO AS MINHAS AULAS, PARA QUE OS MEUS ALUNOS POSSAM APRENDER MAIS!
Prometo, ainda, que no futuro, serei mais rigoroso com o meu trabalho e o dos meus pares, com o objectivo de contribuir para uma ESCOLA PÚBLICA de Qualidade!
E, por que não?
Ámen!

Resposta a uma Professora - 1

Recebi, via email, da professora M. Eugénia Prata Ribeiro, o texto que a seguir transcrevo em bold e que é merecedor da resposta escrita em cor mais viva:

Vi o comentário que deixou no profavaliação. Você não sabe nada do que se passa nas escolas. (Felizmente que assim é, porque pelo que me diz, deveria andar muito mais preocupado!). Fique a saber que os "profes baldas", esses que faltavam e pouco tinham a ver com a tarefa que lhes competia, esses eram protegidos dos Conselhos Executivos (Mas os Conselhos Executivos eram eleitos pelos professores baldas para os protegerem? Olhe que essas afirmações são um bocadinho comprometedores. Então se a Gestão Democrática não garantia a democraticidade nas Escolas por que se manifestam contra o novo modelo de gestão?) se não, não se manteriam por lá (E eu a pensar que as responsabilidades e o trabalho dos Conselhos Executivos exigiam grande esforço e dedicação... Afinal, pelas suas palavras, aquilo é uma “rica vidinha”, um "compadrio". Será?). E são esses que estão agora com baixas prolongadas que ninguém atrapalha. E não é com a avaliação que vai resolver isto. Os outros, a maioria, vão lá e fazem o melhor que podem e sabem. Ninguém nunca lhe dirá que todos os professores são excelentes. Há de tudo como em qualquer outra profissão. (Pelas suas palavras, depreende-se que considera indispensável que exista uma Avaliação rigorosa, feita pelos professores, capaz de premiar os que se distinguem pelo seu trabalho, e afastar da Educação todos os que lhe prestam um mau serviço. Entendi bem?). Enquanto estudante, tive professores bons e maus e lá fui aprendendo com todos alguma coisa.(“Alguma coisa” parece-me falsa modéstia. Será que assim conseguiu tornar-se uma boa profissional?) Só dois ou três é que preferia nem ter conhecido. A sua experiência deve ser igual à minha. E está provado que, em todas as profissões, os bons profissionais não são os que têm melhores "notas". (Onde foi buscar essas provas? Será uma espécie de desígnio dos demónios? Se assim é, parece-me que os bons professores se devem bater por ter as piores notas. E tudo passa a estar certo!)Pena que lhe passe pela cabeça que esta avaliação vai distinguir os melhores. Não vai e vai destruir a "habilidade" que tantos professores revelam para gerir as suas aulas tantas vezes com tão poucas condições para que a coisa resulte, para gerir a relação com as famílias. Bom seria que esta "habilidade" fosse contagiando o maior número mas estas titularidades e validações grelhadas vão castrar todos. (Lastimo, mas das suas palavras só posso inferir a incapacidade dos professores para avaliar. E interrogo-me: será que estes professores, com todas estas incapacidades, são capazes de avaliar os meus familiares, alunos desta Escola Pública – desculpe, mas a descrença é sua, não minha.) Não venha com a treta de que não querem ser avaliados. Andam todos (menos eu) a dizer que querem. E eu, que já sou velha, fiz um exame, uma prova pública, para passar para 8º escalão. Até tive nota máxima mas é uma cara inutilidade. Era bom que em vez de andar aí pelos blogues a espalhar provocações se detivesse a pensar um pouco. (Então, vá em frente! Mostre que é uma professora competente! Convide os seus pares a assistirem às suas aulas. Diga-lhes como se distingue um Bom de um Mau Professor. E continue a trabalhar para esta Escola Pública a quem a maioria das famílias confia os seus filhos. Sem medos! Nem corporativismos! Não são todos maus! Mas, também nem todos são Excelentes!)
Cumprimentos
Eu também lhos retribuo ! Não sem ter de acrescentar, para que conste, que aquilo a que chamou provocações que espalhei por aí, foi apenas o Comunicado do Ministério da Educação a desmentir as provocações do seu émulo Mário Nogueira e que nunca vejo merecer a mais leve crítica, diga ele o que disser, minta ele o que mentir, insulte ele quem insultar!
Srª. professora, meta a mão na consciência e mude de campo. Junte-se aos que seriamente querem uma Escola Pública digna dos valores da Democracia, distinta da escola punitiva e excluidora em que trabalha, há tantos anos, sem se insurgir contra isso mesmo!
Ainda está a tempo!