terça-feira, dezembro 30, 2008

Estatuto dos Açores

Quer dizer, o Parlamento não pode ter uma opinião diferente da do PR?
Claro que tanto pode um, como pode o outro. Não vale a pena fazer de vítima.
Sempre teve os instrumentos para resolver esta contenda. Das duas vezes que devolveu o Estatuto, devia tê-lo enviado ao Tribunal Constucional, tais foram as informações que diz ter recolhido...
E agora perante o enfrentamenmto com a AR, devia ter sido coerente e verificado o "anormal funcionamento das Instituições" ( Afrontamento do PR ) devia ter dissolvido a AR.
Assim ficou pelo "Agarrem-me que não sei o que faço!"

2 comentários:

Núncio disse...

Sabe, havia um tempo em que a palavra era a moeda de homens bons.
E os homens bons de hoje (sim, ainda existem alguns...) não deixaram de acreditar, ingenuamente, na honestidade intelectual dos seus interlocutores, sobretudo se forem titulares de órgãos do Estado.
Mas como acreditar na palavra de gente que se forma em universidades de duvidosa reputação, titulares de diplomas emitidos ao domingo?

Planetas - Bruno disse...

Caro MFERRER,
Eu, pelo contrário, penso que ambas as instituições funcionaram, e bem!
O Presidente disse que rejeitava a norma com fundamentos políticos (caso contrário teria remetido a questão para o TC), enquanto o Parlamento disse que discordava da opinião política da Presidência, pelo que reconfirmou o estatuto.
Abraço e bom ano